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sábado, 18 de junho de 2016

Greve de professores do CE se mantém há mais de 50 dias

Mais de 50 dias após o começo da greve, professores da rede estadual e Governo não chegaram a um acordo na negociação. Conforme a Secretaria da Educação (Seduc), 43,02% das escolas estão sem funcionar. O Ministério Público do Ceará (MPCE) pressiona que categoria e Governo entrem em consenso. 

Os docentes decidiram, em assembleia na última quarta-feira, 15, prosseguir a batalha por valorização profissional. Estudantes não têm, enquanto isso, dia certo para voltar às aulas. A Seduc, porém, afirma que, aos poucos, o retorno está acontecendo.

“Estou disposto ao diálogo desde que eles (os professores) retornem às atividades”, taxou o secretário da Educação, Idilvan Alencar. Para o presidente da Associação dos Professores dos Estabelecimentos Oficiais do Ceará (Apeoc), Anízio Melo, porém, voltar sem entendimento não é opção. “Estamos dispostos a uma convocação do governador (Camilo Santana), entendendo a situação fiscal e política, mas impedindo que os recursos para a Educação diminuam”.

O que se pede pela categoria, hoje, de acordo com Anízio, é a valorização “num percentual que possa repor nossas despesas”. Fala-se em aumento de 12,67%. Com a justificativa de queda anual de 4,5% no Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb), o Estado propõe aumento de 8,49% para os professores efetivos.


Reposição de aulas


Mesmo que as negociações da greve não tenham terminado, uma preocupação consensual entre alunos, professores e Estado é a reposição do conteúdo interrompido pela paralisação, principalmente por se aproximar o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), marcado para 5 e 6 de novembro. 

Dados apurados pela Seduc mostram que, atualmente, 56,98% das instituições estaduais estão em funcionamento normal, enquanto 12,98% operam parcialmente e 30,04% continuam completamente paradas. A força da greve é sentida, principalmente, em Fortaleza e nas regiões de Russas e Juazeiro do Norte.

“Haverá consenso entre escolas e Seduc para unificar o calendário e minimizar os prejuízos”, sustenta o diretor do Centro de Educação de Jovens e Adultos (Ceja) Monsenhor Hélio Campos, Yuri Harlen.

Fonte: O Povo
Foto divulgação

7 comentários:

a realidade é: professor é muito muito desvalorizado e o Governo não se importa com a educação!

Falou o(a) dono(a) da realidade. Não 'acho' que os professores são desvalorizados. Claro que eles merecem melhores salários (pelo menos uma parte deles merece). Concordo que o governo deve cumprir a lei, de verdade, e garantir a reposição programada para janeiro, mas discordo da greve. Prejudicar os alunos não ajuda a resolver o problema dos professores.

Este comentário foi removido pelo autor.

eles tem é que voltarem a dar aulas os alunos não podem serem prejudicados só porque os professores querem aumento de salario, está cheio de pessoas formadas e doidas pra trabalharem ate para ganhar um salario minimo sofrido, uma amiga minha foi fazer uma seleção pra ser operadora de caixa de uma farmácia e tinha mais de 400 pessoas fazendo prova para ocupar as poucas vagas que tinha.

isso e uma vergonha governador senhor não pode dar aumento dos professores masso o senhor pode gastar 5.2 milhoes no aniversario do seu anticessor la na palestina municipio de meruoca -ce

Os mais afetados são os alunos,não são só professores que são desvalorizados, a maioria das instituições públicas pagam mal seus funcionários. Agora penso que greve em um momento de crise política,econômica só vem piorar a situação. Sei que greve é um direito nosso,mas penso que era pra ter sido deflagrada tais greves antes, quando o Estado e País estava em "tempos bons". Greve dos professores de escolas públicas, greve dos professores de universidades públicas,greves e mais greves em tempos em que os cofres públicos estão em falência. Estudantes e universitários que estão perdendo, reposição de aulas é balela.

Vergonha,vergonha e vergonha estamos com nossos filhos perdendo aulas enquanto professores e governo estadual não se conscientiza em seus acordos Srs.professores e Governador criem vergonha e se decidam queremos nossos filhos estudando vocês estão acabando com o futuro deles e o culpado são vocês vestiam a camisa e parem com esta palhaçada

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