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segunda-feira, 21 de novembro de 2016

Sejus vai gastar R$ 600 mil na compra de armas e balas de borracha para controlar motins em presídios cearenses dominados pelas facções

A Secretaria da Justiça e da Cidadania do Estado do Ceará (Sejus) anunciou que vai gastar cerca de R$ 600 mil para reforçar seu armamento anti-tumulto. Armas e munição de caráter não-letal serão comprados para o uso dos agentes penitenciários em situações como rebeliões e tentativas de fugas, como aconteceu na noite da última quinta-feira (17) no Complexo Penitenciário de Itaitinga, quando uma quadrilha tentou, mais uma vez, resgatar comparsas presos em uma das cinco unidades carcerárias instaladas naquela região.

O ataque dos criminosos foi violento e teve a pronta resposta dos agentes e também da Polícia Militar, resultando na morte de um homem e muitos tiros. A quadrilha fugiu e ninguém foi preso. O cerco mobilizou além dos agentes do Grupo de Apoio Penitenciário (GAP), da própria Sejus, patrulhas do Ronda do Quarteirão, do Policiamento Ostensivo Geral (POG) e do Batalhão de Policiamento de Choque (BPChoque).

Um dos envolvidos na tentativa de resgate dos comparsas acabou sendo atingido a tiros e morreu no local do confronto, enquanto os parceiros tratavam de fugir do local. O policiamento foi reforçado na área de Itaitinga durante toda a madrugada de sexta-feira (19) e assim permanecerá por todo este fim de semana.

O corpo do homem morto durante o tiroteio foi periciado no local e, em seguida, encaminhado à Coordenadoria de Medicina Legal (Comel), da Perícia Forense do Estado do Ceará (Pefoce), onde deu entrada sem identificação. 

Armamento

Segundo a Sejus, serão adquiridas 120 espingardas de calibre 12 (modelo escopetas), além de cinco mil munições não-letais, isto é, balas de borrachas a serem utilizadas para o controle de tentativas de fugas e em rebeliões nas cadeias cearenses. O valor total chega a R$ 627 mil.

Hoje, a massa carcerária no Ceará se aproxima de 28 mil presos, entre aqueles que cumprem

pena (os condenados) e os que aguardam julgamento (presos provisórios), além dos que estão em tratamento no complexo hospitalar da própria Sejus, os recolhidos em albergues e colônias penais. O número de agentes penitenciários não chega a 3 mil homens. E facções criminosas mantêm o domínio nas cadeias do estado. Neste ano, mais de 60 presos foram mortos em unidades em presídios, penitenciárias e cadeias públicas cearenses.

Fernando Ribeiro

2 comentários:

em quanto os bandidos se armam ate os dentes a policia brinca com
bala de borracha...papoca pais da vergonha.

Bala de borracha?kkkk.Sei nao oh pais sem moral.Acordem auturidades ,ja esta na hora de mudar estas leis ,precisamos de penas mais duras.Se aprvasem pena de morte a economia seria enorme e nao precisaria alterar a tao soada aposentadoria dos trabalhadores.

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