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quarta-feira, 22 de março de 2017

Após polêmica, idoso consegue atendimento em hospital

Homem apresentou piora em seu quadro clínico após uma pneumonia. Estado nega descaso ao paciente.
A Secretaria de Saúde do Ceará (?Sesa), informou que o paciente Raimundo Nonato de Brito (59), foi hospitalizado no Hospital Geral Waldemar Alcântara (HGWA), na última segunda-feira (20). Durante o fim de semana, o idoso, que tem hipertensão e diabetes, teve complicações no estado de saúde e ao buscar atendimento, circulou por diversos hospitais em Fortaleza. 

O homem, tetraplégico há 16 anos, ficou internado no Hospital Geral de Fortaleza (HGF), entre novembro do ano passado e março deste ano, recebendo alta na última quinta-feira (16). No entanto, ele apresentou piora em seu quadro clínico e retornou à unidade, porém não conseguiu atendimento. De acordo com Maria de Brito, esposa de Raimundo Nonato, o idoso ficou em um colchão no chão do hospital sem perspectiva de conseguir um leito. A família, então, levou o homem até a Santa Casa de Misericórdia, que realizou alguns exames e o liberou em seguida.

Em nota, a Secretaria de Saúde do Ceará (Sesa) confirmou que o paciente retornou ao HGF no sábado (18). “Atendido às 10h50, foram solicitados exames laboratoriais e o paciente passou a fazer uso de sonda”, afirmou, em nota encaminhada ao CNEWS. “Raimundo Nonato foi prescrito e admitido na emergência às 11h20. Às 13h12, entretanto, foi dada baixa no sistema após solicitação dos familiares de saída do paciente. O HGF admitiu neste sábado, pela emergência, 41 pacientes, sempre preservando os critérios de priorização de gravidade e risco”, comunicou. 

Leia a nota na íntegra: 

“O paciente Raimundo Nonato de Brito, 59 anos, foi admitido em 15 de novembro de 2016 na emergência do Hospital Geral de Fortaleza (HGF). O paciente, que tem hipertensão e diabetes, é cardiopata. Teve também isquemia cerebral datada de 2001 que o levou à tetraplegia. Foi acompanhado por equipe multiespecializada formada por clínicos, neurocirurgiões, cirurgiões, enfermeiros, fisioterapeutas, fonoaudiólogos, dentre outros. Em 21 de dezembro de 2016, foi transferido para a Unidade de Cuidados Especiais, em cuidados paliativos, em comum acordo com a família de não realizar medidas invasivas. Em meados de fevereiro, foi iniciada a tentativa de preparo para desospitalização. Em março, equipe e familiares optaram, também em conjunto, por não realizar procedimentos invasivos. O parecer dado então foi por indicação exclusiva de cuidados paliativos.
Em 16 de março, Raimundo Nonato foi desospitalizado para programa de atenção domiciliar. O paciente retornou ao HGF em 18 de março às 09h21 e classificado com risco amarelo (médio risco) às 09h41. Atendido às 10h50, foram solicitados exames laboratoriais e o paciente passou a fazer uso de sonda.

Raimundo Nonato foi prescrito e admitido na emergência às 11h20. Às 13h12, entretanto, foi dada baixa no sistema após solicitação dos familiares de saída do paciente. O HGF admitiu neste sábado, pela emergência, 41 pacientes, sempre preservando os critérios de priorização de gravidade e risco.

O Hospital Geral de Fortaleza garante o atendimento a pacientes em 63 especialidades e subespecialidades. A unidade de perfil terciário é referência nos cuidados em patologias de alta complexidade, como Acidente Vascular Cerebral (AVC) e trauma. A unidade recebe casos em que o tempo de atendimento é fundamental para salvar vidas e minimizar eventuais sequelas.

Pacientes com outro perfil podem receber alta e ser encaminhados para atendimento domiciliar, onde são acompanhados por meio de cuidados paliativos com apoio de equipe multidisciplinar. O serviço de atendimento domiciliar funciona de segunda a sexta-feira com visitas agendadas pela equipe. Trata-se de uma abordagem que promove a qualidade de vida de pacientes e familiares que enfrentam doenças que ameaçam a continuidade da vida, por meio de prevenção e alívio do sofrimento, de acordo com definição da Organização Mundial de Saúde (OMS). Nos cuidados paliativos, é necessário avaliar e controlar não somente a dor, mas todos os sintomas de natureza física, social, emocional e espiritual.

Na emergência, o acolhimento do paciente é feito de acordo com classificação de risco, que organiza o fluxo de atendimento conforme os casos de urgência e emergência, os quais são priorizados.

O paciente foi hospitalizado no dia 20 de março no Hospital Geral Waldemar Alcântara (HGWA), também da rede pública do governo do Ceará”.

Confira o vídeo de familiares retirando o paciente do hospital por falta de atendimento médico:


Com informações do portal Cnews

2 comentários:

Sou a favor do VLT, tem muita utilidade. Hoje ele circula quase vazio,por conta do valor da passagem, se baixar para R$ 1,80 ou ate mesmo R$ 2,00, as pessoas voltam a utiliza-lo.

Graças a Deus que ele conseguiu uma vaga nesse hospital,depois de passar junto com sua família por aquele perremgue, a ponto de ficar no chão nos corredores do hospital... Essa é a triste situação em que se encontra a saúde publica no Ceará.

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