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quinta-feira, 20 de abril de 2017

Capitão Wagner chama Camilo Santana de "frouxo"; Governador rebate com "moleque"

“Frouxo’ é quem nunca pegou em uma arma e foi combater um bandido no Ceará”, respondeu Camilo às críticas do deputado estadual.
Em meio a uma das mais graves crises na Segurança Pública enfrentada pelo governo do estado, o deputado estadual Capitão Wagner (PR) rompeu o silencio e veio a público criticar as ações do governo.

O parlamentar chamou Camilo Santana (PT) de “frouxo” por não concordar com a estratégia adotada pela Secretaria de Segurança Pública e Defesa Social (SSPDS) para normalizar a situação. Camilo não ficou calado e rebateu a declaração chamando o deputado de “moleque”. O bate-boca ocorreu nesta quinta-feira (20).

Capitão Wagner acredita que o trabalho que está sendo realizado pela SSPDS não traz bons resultados e que o governo estadual deveria agir para complementar as atividades comandadas por André Costa, titular da secretaria. “O secretário de Segurança pode ser um super-homem, mas sozinho, ele não irá conseguir sanar os problemas de violência que o Estado vem sofrendo. Governador, está na hora de agir!”, declarou Capitão em uma publicação no Facebook.

“Se o que está sendo feito não está dando bons resultados, a estratégia precisa mudar. Na coletiva da Secretaria de Segurança Pública, ontem, afirmaram que continuarão fazendo o mesmo trabalho. Ora, o mesmo trabalho só irá gerar os mesmos resultados que não estão sendo bons. Não dá para ter um secretário valente e um governador ‘frouxo'”, disse o parlamentar.

O governador não ficou calado e rebateu a declaração de Capitão Wagner. “Eu acho que isso é coisa de moleque. Eu acho que se aproveitar do momento para querer tirar vantagem política, infelizmente eu não vou entrar nesse jogo. Agora ‘frouxo’ é quem nunca pegou em uma arma e foi combater um bandido no Ceará, isso é que pra mim é ”frouxo”, respondeu Camilo.

Ele ainda justificou a onda de ataques dizendo que é uma reação às ações que o governo tem adotado para enfrentar os bandidos no estado. “O que está acontecendo aí é a reação às ações que o governo tem tido para enfrentar os criminosos, porque nós vamos enfrentar os criminosos e vamos botar para fora do estado do Ceará. Então, eu lamento esse tipo de oportunismo nesse momento”, concluiu o governador.

Reforço policial

O secretário de Segurança Pública e Defesa Social, André Costa, em entrevista à Tribuna Band News FM, informa que a Polícia Militar está realizando ações para que a situação se normalize. “Ontem, alguns ônibus saíram em comboio. Nós colocamos viaturas da Polícia Militar junto à Guarda Municipal fazendo esse acompanhamento. Na madrugada, cada ônibus da Linha Corujão foi acompanhado por uma viatura da Polícia Militar”, explicou o titular da SSPDS.

André Costa descartou momentaneamente o reforço de tropas federais para conter a série de ataques a ônibus. Ele disse que policiais lotados no serviço administrativo da Polícia Militar foram convocados para reforçar o patrulhamento nas ruas.

No final da tarde desta quinta, os ônibus passaram a circular em comboios e com escolta da polícia em Fortaleza. A decisão foi tomada pelo Sindiônibus, em parceria com a Secretaria de Segurança Pública do Estado e a Prefeitura de Fortaleza, por meio da Etufor e da Secretaria de Conservação e Serviços Públicos.

Os ataques a ônibus resultaram em prejuízo de, pelo menos, R$ 1,5 milhão, de acordo com o Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros do Ceará. O número é referente apenas à diminuição da venda de passagens no primeiro dia de incêndios aos coletivos. Cada ônibus custa, em média, R$ 365 mil. Nesta quinta-feira (20), outros cinco veículos foram alvos dos bandidos, totalizando 23 ônibus nos dois dias.

O presidente do Conselho Penitenciário do Estado do Ceará (Copen-CE), Cláudio Justa, em entrevista à Tribuna BandNews FM, explicou que os ônibus incendiados nesta quarta-feira (19) na capital cearense podem ser um suposto anúncio de declaração de guerra entre as facções criminosas.

Cláudio relata que houve alguns confrontos na CPPL II e na CPPL IV, porque estão expulsando, na linguagem dos presídios estão “espirrando”, os detentos da facção do Comando Vermelho, o que segundo ele significa uma aparente ligação entre as facções PCC (Primeiro Comando da Capital) e GDE (Guardiões do Estado).

Fonte: Tribuna do Ceará

11 comentários:

Governador frouxo,ate os argumentos desse capacho e FROUXO... Camilo seu frouxo

E esse governo é frouxo, omisso mesmo! A bandidagem reina no Ceará

E é frouxo mesmo. Governo que nao toma medida radical contra bandidos é FROUXO

Enquanto eles trocam acusações quem sofre é o cearense com insegurança

Cader tiraram a Dilma pra ver se a crise acabava tar do mesmo jeito com o temer foi meu que cagaga e não limpa o cu Rui com ela pior sem ela

MOLEQUE? ATITUDE DE CRIANÇA? PRA O CAP QUE DESEJA MORALIZAR O ESTADO?MUITO MAL COLOCADA A PALAVRA, O ENTÃO GOVERNADOR,QUE COM MEDO DE REPRESÁLIAS NÃO TOMA ATITUDES PARA MELHORAR A SEGURANÇA,FROUXO SIM,MEDO DE QUE?QUEM?ELE QUE RESPONDA.

CAPITÃO WAGNER É GUERREIRO E ESSE GOVERNO É FROUXXO MESMO.

Coisa feia (as duas posturas): um chamando o governador de frouxo; o outro, por responder à altura (ou seja, de forma baixa). O Estado precisa ter mais opções para escolher os sucessores no governo, mas esse tal capitão demonstra que não tem controle. Fala muita besteira e, quando fala algo correto, fala de maneira baixa.

Sem sobra de dúvidas,foruxo, porquê se não fosse não imperava a malandragem.

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