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sexta-feira, 7 de abril de 2017

Na DHPP, mãe reconhece os pertences da filha

“O corpo não deu para reconhecer, tava em decomposição, mas pela roupinha e pelo chinelo, é noventa e nove por cento de certeza”, disse familiar.

Daniele Oliveira, mãe de Débora Lohany, reconheceu, nesta sexta-feira (7), os pertences encontrados com o corpo de uma criança no o cruzamento entre a avenida Pontes Vieira com Via Expressa, em Fortaleza. A informação foi concedida com exclusividade pelo CNEWS, por uma familiar, que acompanha o caso. 
Daniele foi à DHPP para reconhecer os pertences da criança. (Foto: Reprodução/TV Cidade)
A mãe foi até a Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), acompanhada da avó para reconhecer os pertences, que são de Débora. “O corpo não deu para reconhecer, tava em decomposição, mas pela roupinha e pelo chinelo, é noventa e nove por cento de certeza”, lamentou a familiar. 

Em entrevista à TV Cidade, Daniele confirmou, emocionada, que reconheceu os pertences de Débora. 

A avó foi até a entrada da unidade, onde a imprensa aguardava informações e confirmou que a roupa e o chinelo são realmente da criança. De acordo com a familiar, a Perícia Forense verificou que a criança estava morta há aproximadamente 10 dias. Um exame deverá comprovar as informações.

Entenda
Mais cedo, o corpo de uma criança foi encontrado por garis em meio ao lixo. A Polícia Militar foi acionada e isolou a área. Desde então, passou a circular a informação de que o corpo poderia ser de Débora. Uma familiar foi ao local e comentou à TV Cidade que as características do chinelo que estava ao lado do corpo eram semelhantes ao que a criança usava, quando desapareceu. 

Nota

Em nota, a Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social (SSPDS) informou que, devido “ao estado de decomposição em que o corpo foi localizado, não é possível afirmar ainda que trata-se de Débora Lohany de Oliveira”. 

“A Coordenadoria de Medicina Legal (Comel) da Pefoce, por meio do Núcleo de Antropologia Forense, realizará exame de DNA para chegar à identificação do corpo. A Delegacia de Combate a Exploração da Criança e do Adolescente (Dececa), com apoio da Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) e do Departamento de Inteligência da Polícia Civil (DIP), realiza investigações no sentido de identificar e prender o responsável pelo crime”, diz a nota. 

Relembre

Débora sumiu no último dia 27 de março, enquanto brincava com amigos na avenida Raul Barbosa, em Fortaleza. De acordo com o relato de testemunhas, a criança foi levada por um homem sem um dos braços para um matagal e desde então, não foi mais vista. Buscas foram realizadas pelas forças de Segurança e populares, mas nada foi encontrado. 

Esta semana, as buscas no matagal foram encerradas. Em nota, a Polícia Civil informou na época que o trabalho agora seria investigativo. 

Um retrato falado foi feito com ajuda de Daniele. De acordo com o relato da mãe, o suspeito sempre passava na rua pedindo dinheiro e comida. No mesmo dia em que a criança sumiu, o suspeito foi visto tentando beijar outra criança. 


Sede de Justiça

Na edição do Sede de Justiça desta semana, a mãe de Débora relembrou o desaparecimento da filha e negou que o sumiço da criança tem relação com o tráfico de drogas. “Isso é mentira. Quem está falando isso, não tem o que fazer”, rebateu.
Fonte: Cnews

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