RASTREADORES SEM MENSALIDADES - FALE COM KELTON: TIM (88) 9 9975.7272 / CLARO (88) 9 9299.9212

PROBANK IMÓVEIS - (88) 3611.3086 / (88) 99990-5068

EVENTU´S BUFFET - (88) 99672.5393 / 99207.1980 / 99207.7000

sábado, 9 de setembro de 2017

Janot pede prisão de Joesley Batista, Ricardo Saud e Marcelo Miller

Pedido será analisado pelo ministro Edson Fachin, relator da Lava Jato na Corte.
O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, pediu a prisão preventiva dos empresários Joesley Batista, dono da JBS, e Ricardo Saud, diretor da empresa frigorífica, além do ex-procurador Marcelo Miller. O pedido foi enviado ao Superior Tribunal Federal (STF) na noite desta sexta-feira (8) e será analisado pelo ministro Edson Fachin, relator da Operação Lava Jato.

A informação é do jornal O Estado de São Paulo, que afirma que o PGR, que abriu um pedido de revogação do acordo dos delatores da JBS, pretende revogar o benefício de imunidade antes concedido aos empresários.

A investigação acontece por conta de um áudio anexado equivocadamente pela defesa dos delatores da empresa JBS em documentos enviados à PGR (Procuradoria-Geral da República) revela que, antes de deixar o cargo, o ex-procurador Marcelo Miller atuava para garantir os interesses dos colaboradores.

Na gravação os delatores fazem menção a informações passadas por Miller e evidenciam que estavam construindo uma proposta de acordo de delação premiada. 

Ainda segundo a reportagem do Estado de São Paulo, a possibilidade de pedir as prisões preventivas dos investigados já era estudada por Janot desde o início da semana. A gota d'água teria sido os depoimentos dados por Joesley e Saud nesta quinta-feira, que não convenceram o procurador.

No caso de Miller, que prestou depoimento nesta sexta-feira, a procuradoria acredita ter fatos suficientes para provar que o ex-procurador atuou em conluio com a JBS para que os empresários levassem vantagem ao fazerem suas delações. Ele poderia ser enquadrado nos crimes de obstrução de justiça e exploração de prestígio.

Esclarecimentos 

De acordo com uma nota do Ministério Público Federal, alguns fatos sobre as delações e as gravações precisam ser esclarecidos ainda. Segundo o MPF, um dos áudios, aparentemente gravado em 17 de março deste ano, traz uma conversa entre os colaboradores Joesley Batista e Ricardo Saud e que, mesmo que partes do diálogo “tenham apenas elucubrações, sem qualquer respaldo fático, inclusive envolvendo o Supremo Tribunal Federal e a própria Procuradoria-Geral da República, há elementos que necessitam ser esclarecidos”, declarou.

Por outro lado, a controladora da JBF afirma que “conforme declarou à própria PGR, em nota oficial, o diálogo em questão é composto de ‘meras elucubrações’ sem qualquer respaldo fático. Ou seja, apenas cogitações de hipóteses – não houve uma palavra sequer a comprometer autoridades”.
Ex-braço direito de Janot

O ex-procurador – que atuava como braço-direito do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, até março deste ano, e participava do Grupo de Trabalho da Lava Jato – passou a trabalhar no escritório de advocacia que negociou os termos da leniência do grupo JBS com a Procuradoria-Geral da República. 

A decisão de Marcelo Miller de deixar o MPF veio ao público no dia 6 de março, véspera da conversa entre Joesley e o presidente da República, Michel Temer (PMDB), gravada pelo empresário e utilizada na delação. Antes disso, era um dos mais duros procuradores do Grupo de Trabalho do Janot, um núcleo de procuradores especialistas em direito penal recrutado pelo procurador-geral em 2013 para atuar na Lava Jato.

Fonte: Último Segundo

2 comentários:

STF???????? Bom, liberdade na certo.

Grandes merd@. Se a população continuar comprando os produtos da JBS ele num ta nem ligando, mesmo estando na prisão ou na domiciliar.

Postar um comentário

Comente esta matéria

Twitter Delicious Facebook Digg Stumbleupon Favorites More