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domingo, 26 de novembro de 2017

Após reforma trabalhista, sindicatos demitem

Até 2018, 100 mil trabalhadores diretos e indiretos devem ser afetados.
O fim da contribuição sindical obrigatória, extinta com a reforma trabalhista, forçou centrais e sindicatos a se adaptarem aos novos tempos de vacas mais magras. Eles têm demitido, vendido ativos e organizado planos de demissão voluntária (PDV) para se adequar a uma perda estimada em um terço da receita. Até 2018, 100 mil trabalhadores diretos e indiretos devem ser afetados, estima o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese).

A estrutura sindical reúne cerca de 300 mil trabalhadores em todo o País, segundo o Dieese. Desse total, 115 mil são funcionários diretos e o restante presta serviços às entidades. Os cortes devem ser diluídos no próximo mês e ao longo do ano que vem. Mas eles já começaram.

O Sindicato dos Comerciários de São Paulo, que tinha 600 empregados, organizou há dois meses um PDV, que teve adesão de 67 deles. Mas isso não evitou outras 35 demissões.

"Se a perda é estimada em um terço da receita, cerca de 100 mil trabalhadores podem ser afetados até o fim de 2018. O sindicato vai ser obrigado a demitir e a transformar funcionários diretos em prestadores", avalia Clemente Ganz Lúcio, diretor técnico do Dieese.

A própria instituição, mantida com recursos sindicais, espera um orçamento menor para 2018. Neste ano, é de R$ 45 milhões. Em 2018, no cenário mais otimista, será de R$ 30 milhões. O Dieese, que compila estatísticas de emprego e custo de vida, estuda quais pesquisas conseguirá manter a partir de 2018.


Associados

Além da perda da contribuição sindical, as entidades já tinham de trabalhar com uma realidade mais dura. O Sindicato dos Trabalhadores da Construção Civil de São Paulo (Sintracon-SP), por exemplo, viu seu número de associados desabar com a perda de postos da construção na crise. A entidade tinha 230 funcionários no início do ano. Agora, são 158.

Uma das estratégias das entidades é "voltar para a rua", para aumentar a receita com novas filiações, inclusive transferindo parte dos funcionários da sede para as equipes que vão até os locais de trabalho e têm contato direto com os trabalhadores. "O impacto é grande, mas a contribuição obrigatória tinha de acabar mesmo. Não era uma coisa justa e só servia para alimentar alguns sindicatos que faziam muito pouco. A contribuição precisa ser discutida", diz Antonio de Sousa Ramalho, presidente do Sintracon-SP.

As principais centrais apoiam um projeto de lei que regulariza a contribuição negocial em substituição ao imposto sindical. Elas também sentem o fim do recurso obrigatório. A Central Única dos Trabalhadores (CUT) organiza um PDV e a União Geral dos Trabalhadores (UGT) demitiu funcionários e vai para uma sede menor. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

2 comentários:

graças a Deus!!!! esse sangue-sugas vagabundos agora vão ter que trabalhar. cambada de vampiro. só fazem o mal no Brasil. eu não pago mais sindicato nunca. eles não correm atrás de direito do trabalhador, são é uma cambada de desordeiros a favor de partido político e de merda de socialismo. a CÚ(CUT) é do PT, a CTB é do PSOL, a FORÇA é do paulinho bandido do solidariedade, ainda tem os do PCO, PSTU e por aí vai. é muito vagabundo se beneficiando e sugando os trabalhadores. aqui na minha cidade(Groaíras)o sindicato dos trabalhadores rurais em 2014 vieram com uma desculpa de entregar título de terra e ameaçaram todos os trabalhadores rurais de que se não votassem na dilma e no camila santana ninguém se aposentava mais, iam perder seguro safra, bolsa cabresto(bolsa famia) e tudo mais. isso é democracia? ameaçar uns pobres coitados desse jeito, coagindo-os, amendrotando-os. podem achar o que quiser de mim mas, analfabeto não era pra votar. eles sempre se vedem mesmo.

Perderam a boquinha , do pobre do trabalhador, agora vão ter que trabalhar

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