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quinta-feira, 16 de novembro de 2017

Deputado cobra política nacional de segurança e medidas para isolar chefes do crime

O ano de 2017 ainda nem terminou, mas o Ceará já acumula, até outubro, 4.211 assassinatos. É como se, por dia, 14 pessoas fossem mortas.
O aumento na criminalidade em todo Brasil e, especialmente, no Ceará, é o tema do Conjunturas desta quarta-feira (15). No debate, o deputado federal Cabo Sabino (PR) cobrou que seja criada uma política nacional de segurança pública, além de medidas para prender e isolar chefes do crime.

Também participaram do debate o vereador de Fortaleza Guilherme Sampaio (PT) e o deputado estadual Carlos Matos (PSDB). O programa vai ao ar às segundas, quartas e sextas-feiras, pela manhã, na rádio Tribuna BandNews FM.

Em 2016, mais de 61 mil pessoas foram assassinadas no Brasil. Na mesma época, o Ceará reduziu em 14,2% o índice de homicídios. No entanto, 2017 ainda nem terminou, mas o Ceará já acumula, até outubro, 4.211 assassinatos.

É como se, por dia, 14 pessoas fossem mortas. Os números mais que dobraram se comparados ao mesmo período do ano passado: de janeiro a outubro de 2016 foram 2.789 assassinatos.

“O estouuro aconteceu principalmente a partir do segundo semestre, Estamos vendo uma verdadeira guerra no país. Vemos que os governos, sejam eles quem forem, não apresentam um plano nacional de segurança. Estamos caminhando para 5 mil assassinatos em 2017 só no ceará”, pontuou Sabino.

Para ele, é necessário criar um programa integrado de segurança para todo o País e garantir o isolamento dos chefes do crime.

Carlos Matos citou visita ao governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB) por ter reduzido as taxas de homicídio. “O que acontece em São Paulo que não acontece no Ceará?”, cobrou.

No estado paulista, a contagem de casos é feita por eventos, não por quantidade de pessoas mortas. Ainda assim, Matos disse que a diferença no total de assassinatos na contagem geral é pequena.

“A primeira evidência que podemos tirar é que falhou completamente a política de segurança. Não dá para esperar resultados diferentes seguindo no caminho trilhado nos últimos anos”, disse Guilherme Sampaio. O petista ressaltou a política de guerra às drogas e a política de encarceramento que atinge principalmente jovens negros e pobres. “O encarceramento é o recrutamento para o exército do crime”, frisou.

Para ele, é preciso melhorar a inteligência e estrutura das polícias e enfrentar a desigualdade social.

Fonte: Tribuna do Ceará

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