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segunda-feira, 1 de janeiro de 2018

2017: ano que deve ser “esquecido” pela Segurança Pública. A violência dominou o Ceará e derrotou a lei

Números deixam a área da Segurança em situação de alerta.
O ano de 2017 foi difícil de ser esquecido tanto pela população, quanto pela área da Segurança Pública do Ceará. Os números registrados e divulgados pela própria pasta, são estarrecedores e um desafio para o setor.

Porém, a própria Segurança Pública, sabe que foi um ano em que apesar dos esforços, perdeu foi feio para a violência. Nunca investiu-se tanto no setor, mas o crime organizado impôs “impiedosa” derrota ao setor organizado da sociedade.

O Governo do Estado, viu seus esforços naufragarem e acabou de joelhos perante os atos violentos das facções que dominam os quatro cantos da cidade. Apesar de mais policiais, mais equipamentos, mais treinamentos nada fez arrefecer os impressionantes números.

Fechamos o ano com os incríveis números de 5.143 mortes por ações violentas. As tais facções impuseram acachapante derrota nas forças legais constituídas. Provaram que estão mais organizadas que o Estado de Direito.

Crimes de toda sorte. Ataques aos agentes de Segurança Pública. Ataques ao patrimônio Público. Ataques ao indefeso cidadão. Ataques ao patrimônio privado. Assaltos, sequestros. Enfim, ações desnorteantes que deixaram um recado: Aqui quem manda é o crime organizado.

A esperança (se é que ainda existe), é que em 2018, o crime organizado seja mais “bonzinhos” e, cheguemos ao fim do ano com números menores que 2017. Via Fernando Ribeiro

2 comentários:

Esquecido não. Tem q ser sempre lembrado e nunca esquecido como a pior gestão da segurança pública no estado do Ceará. Mas com certeza a culpa é de um modelo de segurança implantado nos últimos anos e que foi absorvido pelo atual governo é que somente agora viram a merda de que fizeram. Mas que pagou. A sociedade, com a perda de inúmeras motos, carros, celulares e o mais precioso, a vida de milhares de cidadãos cearenses. E agora querem esquecer? E se eleger de novo? Arre égua.

O que aconteceu nesse ano é que muitos não tinham dinheiro, sabe muitos familiares sustentam o vício dos filhos, quando eles ficaram desempregados os filhos entraram em abstinência causada pela falta do produto, então tiveram que conseguir outros meios para pagar as dívidas, tem muitas pessoas de classe alta usando esse produto a diferença é que eles tem dinheiro para manter seu consumo sem entrar no estado de abstinência, os familiares principalmente a mãe mantém o sustento do filho, a diferença entre um usuário pobre e um rico, é que um mantém o vício de uma forma onde não precisa prática formas ilegais de busca de dinheiro, isto ocorrer em todo o país, talvez esse seja o motivo do número de ricos mortos por divida serem menores, porém nisso tudo tem problema o número de ricos assassinados por latrocínio cresce e a tendência para o próximo ano crescer mais,caso não ocorrar uma diminuição da desigualdade social ,é um efeito dominó, nunca diga o problema dos outros não é seu, pois você viver numa cidade, uma comunidade onde você pode acabar encontrando o problema dos outros a qualquer momento,existe países onde as pessoas têm uma renda mínima, todas as pessoas têm todos os meses um dinheiro vitalício vindo de seus imposto para garantir que vão pode pagar o aluguel, e alimentação, aqui no Brasil esse direito está limitado a uma pequenas parcela da população

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