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sábado, 3 de fevereiro de 2018

Mãe que perdeu família inteira em acidente faz post de partir coração

Vânia Borges Carvalho disse que ainda hoje, sete anos após tragédia, espera “o olhar meigo” de Pedrinho, o filho do meio.
Única sobrevivente de uma tragédia na BR-020, na qual perdeu os quatro filhos e o marido, a professora Vânia Borges Carvalho, 49, homenageou um dos herdeiros, mais de sete anos depois. Ela emocionou centenas de amigos e familiares nesta quinta-feira (1º/2), dia em que Pedro Borges completaria 17, em um texto publicado no Facebook. “Até hoje espero pelo seu meigo olhar. Não o vejo mais; mas espero”, escreveu.

Pedro tinha 9 anos quando, em 22 de dezembro de 2010, morreu em um acidente automobilístico. Os três irmãos dele, Rayran, 16, Anna Beatriz, 12, e Júlia, 5, também perderam a vida na ocasião, além do pai, Jarismar, 43. Vânia, por sua vez, sobreviveu, apesar de ter sofrido queimaduras em 70% do corpo e lutado pela vida durante 90 dias na UTI do Hospital Regional da Asa Norte (Hran).

A professora contou ao Metrópoles que o terceiro filho sonhava em ser bombeiro militar. “Olha que irônico: o Pedro foi o único que não se queimou (no acidente)”, relembra. “Ele não era inclinado aos estudos, só queria saber de brincar. Mas, hoje, estaria terminando o ensino médio e se preparando para ingressar na profissão. Adorava a ideia de salvar vidas”, ressalta Vânia, que, há quase dois anos, retornou para a casa onde vivia com a família antes do acidente, no Guará 2.

"O Pedro era super vaidoso. Sempre usava gel no cabelo, brinco, pulseira e colar"
Vânia Borges Carvalho, professora

Ela relatou que todos os dias recorda bons momentos vividos com os filhos e o marido. As lembranças ficam mais intensas nos aniversários de cada um, datas em que Vânia os homenageia em textos e fotos nas redes sociais.

Em finaliza o texto no Facebook pedindo para o filho “comemorar a vida”. “Ela pulsa e não cessa. A morte não existe. Nada mais é que uma transição. Nos reencontraremos, sim”.

Veja o texto completo em homenagem a Pedro Borges:

Volta por cima
Mais de sete anos após a tragédia que transformou sua vida, Vânia continua lecionando, mas já ensaia a despedida. Isso porque, neste ano, ela dará início ao processo de aposentadoria. Enquanto isso, dedica-se à ministrar palestras, pela rede Apoio a Perdas Irreparáveis (API), presente em diversas regiões do Brasil e no Distrito Federal.

“Tenho contato com outros pais que não se conformam com a perda de filhos, não têm motivação. Procuro acolhê-los e mostrar que também podem se reinventar e seguir, como eu consegui”, afirma. A história sobre a fatalidade e a superação de Vânia é contada por ela no livro Pérolas no Asfalto (2016).

Fonte: Metrópoles

2 comentários:

Por esse motivo vou ter uma família numerosa, quero ter certeza que meus genes continuarão adiante, o que adianta passar a vida toda acomulando dinheiro se seus decedentes não chegarem nem a idade reprodutiva

O problema do Brasil não é a população ter muitos filhos, é a população ganhar pouco dinheiro, para quem não sabe o salário mínimo ideia para o Brasil é de 3 mil reais

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