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sábado, 14 de abril de 2018

Mais quatro suspeitos de participar de latrocínio que vitimou universitária são presos

Com essas detenções, sobe para 6 o número de pessoas capturadas pelo crime que ocorreu na última quinta-feira (12) no Parque Manibura.
Cecília foi baleada na manhã de quinta-feira (12) quando dirigia seu veículo pela Rua Vereador Pedro Paulo ( Foto: Reprodução )

Mais quatro suspeitos de envolvimento no latrocínio que vitimou a universitária Cecília Rachel Gonçalves Moura, 23, foram presos, na madrugada deste sábado (14), Em Fortaleza. Com essas detenções, sobe para 6 o número de pessoas capturadas pelo crime que ocorreu na última quinta-feira (12) no Parque Manibura.

Segundo a Secretaria de Segurança Pública e Defesa Social (SSPDS), as diligências de policiais civis da Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) e do 13º Distrito Policial levaram a captura dos suspeitos, envolvidos direto e indiretamente no caso, porém mais detalhes só serão repassados na próxima segunda-feira (16).

A Pasta ressaltou que equipes da Unidade Tático Operacional (UTO) e da Divisão de Combate ao Tráfico de Drogas (DCTD) deram apoio às ações policiais. 

As duas primeiras prisões ocorreram horas depois do crime. Na tarde de quinta-feira, Antônio Honorato Pinheiro Macedo Filho, 18, e Leonardo Lima do Nascimento, 21, foram capturados e o carro utilizado no crime foi apreendido pelas equipes policiais. Em depoimentos, eles confessaram o latrocínio e disseram que escolheram abordar o carro da jovem porque o veículo estava com vidros baixos e "só tinha uma mulher". Segundo o delegado Leonardo Barreto, diretor da Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), Leonardo tinha passagem por tráfico de drogas e, Honorato, por crime de trânsito.

"Tudo leva a crer que foi latrocínio, mas nós temos 10 dias para concluir a investigação. Não podemos descartar outras hipóteses", disse Leonardo Barreto.


Sepultamento

Solidários ao pedido feito pela família, dezenas de pessoas compareceram ao Cemitério Parque da Paz, onde a jovem foi sepultada, na tarde dessa sexta-feira (13), vestindo roupas brancas, como uma forma de chamar atenção para que as autoridades governamentais tomem providências em relação ao caso. “Até quando?”, disseram. 

A pergunta feita pela ex-colega de curso da vítima, Paula Beviláqua, faz-se calar. “Uma menina doce e feliz, que amava viver”. É assim que ela define a jovem, vociferando a solução do caso para que outras “Cecílias, Terezas e Marias” não sejam mais vítimas do mesmo fato.

Os familiares partilham a mesma ideia: não existe Justiça sem haver punição. A fé, segundo a tia da jovem, Catarina Freitas, serve, no momento, como um ponto de equilíbrio para todos. “O esclarecimento espírita que nós temos é que realmente chegou o momento dela partir, porém sabemos que foi um crime brutal”, relata a familiar.

O namorado da estudante, Isac Anderson Barbosa, disse que o casal completaria um ano de relacionamento na próxima segunda-feira (16). Emocionado, ele lembra que se conheceram na universidade, e que nutriu um sentimento pela então companheira durante três anos. Rememorando as características da namorada, ele recorda: “ela tinha um senso de Justiça extremamente aguçado. Era da personalidade dela”, afirma, definindo a jovem como empática e relatando que o casal planejava realizar um projeto para ajudar crianças e idosos.


Entenda o crime 

Cecília foi baleada na manhã de quinta-feira (12) quando dirigia seu veículo pela Rua Vereador Pedro Paulo, no bairro Parque Manibura. Ela foi abordada por dois criminosos em um veículo. Segundo apurou a Polícia Civil, a universitária tentou fugir do assalto, mas acabou lesionada a bala. A estudante perdeu o controle do automóvel, que chocou-se contra um muro.

A jovem foi levada em estado gravíssimo ao Instituto Doutor José Frota (IJF), que confirmou a morte da vítima na noite de quinta. A estudante estagiava no Ministério Público Federal (MPF) e no Ministério Público Estadual (MPCE), que divulgaram notas de pesar pelo assassinato. O Ministério Federal informou que Cecília havia iniciado estágio na Procuradoria da República no Ceará no último dia 17 de janeiro. Desde então, atuava no Núcleo Criminal da instituição. (Diário do Nordeste)

2 comentários:

Porque o site 24 horas não mostra o Eunice Oliveira gastando o dinheiro do povo brasileiro viajou com medo de ficar inelegível,

Será que os direitos humanos foram la prestar solidariedade a família?

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