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terça-feira, 8 de maio de 2018

Ceará registra média de um assalto a carro-forte por mês. Roubos já superam R$ 5 milhões

Em menos de cinco meses, o Ceará já registrou quatro ataques a carros-fortes, numa média de um por mês. Os assaltos seguidos de explosões dos blindados já teriam rendido aos criminosos aproximadamente R$ 5 milhões, segundo informa uma fonte da Segurança Pública. O mais recente caso ocorreu nesta segunda-feira (7), quando um veículo da empresa Corpvs foi destruído no Município de Santa Quitéria (a 217Km de Fortaleza).

O primeiro ataque a carro-forte neste ano no Ceará aconteceu no dia 5 de fevereiro, na BR-304, em Aracati, no Litoral Leste do estado. Bandidos fortemente armados explodiram um blindado da empresa Brinks e levaram todo o dinheiro. O grupo estava armado com fuzis e seria oriundo do Rio Grande do Norte (RN). A abordagem ao veículo aconteceu na localidade conhecida como Cacimba Funda, na zona rural de Aracati, já próximo à divisa dos dois estados. Ninguém foi preso até agora.

O segundo roubo ocorreu na manhã de 23 de fevereiro na rodovia estadual CE-060, na altura da localidade de Catolé da Pista, na zona rural de Mombaça (a 293Km de Fortaleza). Agindo de forma violenta, criminosos conseguiram parar um blindado da empresa Prosegur, forçaram a saída e fuga dos vigilantes e destruíram o veículo, roubando os malotes que estavam sendo transportados no cofre do caminhão. Informações extra-oficiais revelam que mais de R$ 1,5 milhão. Nem a Polícia, nem a empresa de segurança confirmam tais os valores.

O terceiro ataque ocorreu na tarde do dia 5 de abril, em plena BR-222, na entrada da cidade de São Luís do Curu (a 79Km de Fortaleza), onde uma quadrilha explodiu mais um blindado da empresa Brinks. A ação foi violenta e interditou a estrada por várias horas.

O quarto assalto aconteceu nesta segunda-feira (7), em Santa Quitéria. Por medida de segurança, a empresa havia deslocado para a região dois carros-fortes. Ainda assim, os bandidos não se intimidaram e tentaram parar os dois veículos. NO entanto, a equipe de vigilantes de um deles conseguiu escapar da emboscada. O outro carro-forte acabou sendo cercado e seus ocupantes obrigados a deixar o veículo depois de desarmados. A explosão foi tão forte que o blindado da Corpvs ficou completamente destroçado

Interestaduais

A Polícia Civil, através da Delegacia de Roubos e Furtos (DRF) trabalha com a informação de que os bandos responsáveis pelos ataques são formados por bandidos de vários estados. São, portanto, quadrilhas interestaduais que, antes do assalto, fazem uma coleta de informações sobre datas e horários dos transportes dos valores, arregimentam armas de grosso calibre e artefatos explosivos e, dias ou horas antes do crime, roubam veículos potentes, geralmente caminhonetes 4x4 para a emboscada e fuga posterior.

O modo de agir é sempre o mesmo. Os ladrões perseguem os blindados nas estradas e forçam a parada, muitas vezes, colocando obstáculos na pista, inclusive caminhões. Ameaçam explodir o blindado após uma saraivada de tiros de fuzil, o que força os vigilantes a sair do carro e entregar as armas. O passo seguinte é a detonação dos explosivos e o roubo dos malotes. Na fuga, incendeiam carros nas estradas para impedir ou retardar a chegada das viaturas da Polícia.

(Blog Fernando Ribeiro)

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