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quinta-feira, 6 de setembro de 2018

Violência armada no Ceará é destaque no programa “Profissão Repórter”

Programa mostrou os altos índices de homicídios na Capital cearense desde 2017.

O Ceará mais uma vez foi destaque no cenário da violência no Brasil. Nesta quarta-feira (5), o programa televisivo “Profissão Repórter”, da Rede Globo, revelou que em apenas uma semana, o País registrou 1.195 assassinatos. Na Capital cearense, 49 pessoas foram mortas entre os dias 21 e 27 de agosto. Os números, porém, se referem ao ano de 2017.

De acordo com os dados levantados pelo programa, o bairro Jangurussu foi o que registrou mais mortes violentas naquele período. Foram sete casos em quatro dias, a maioria no Conjunto Palmeiras, um dos pontos da cidade mais afetados com a violência armada.

De acordo com a reportagem, o primeiro a ser assassinado naquele bairro foi um idoso de 69 anos, identificado como Sebastião de Souza. Familiares contam que, na época do crime, o idoso foi morto por dois homens que, posteriormente, também foram assassinados. “Não sei quem foi. Parece que foi gente deles (dos assassinos do ancião) que quiseram fazer a vingança pela família, porque não acharam certo o que eles fizeram”, disse Cleide de Souza, filha do aposentado morto.

Índice satisfatório?

Na reportagem, o sociólogo Luiz Fábio Paiva, do Laboratório de Estudos da Violência da Universidade Federal do Ceará (UFC), informou que, “os homicídios em Fortaleza estão concentrados nas periferias. Há muito tempo elas sofrem com guerras territoriais. Você tem o grupo do lado A, que não pode andar na comunidade do lado B. E. em geral, eles fazem tocaias e crimes de pistolagem para poder ir matando aqueles que são considerados inimigos”.

Na reportagem, o delegado da Polícia Civil, George Monteiro, da Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), diz que, embora não seja o desejável, é um índice considerado satisfatório”. Ele se referia à informação de que, em média, 20 por cento dos homicídios no Ceará são solucionados.

Veja matéria completa:

Com informações do Cearanews7

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