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sábado, 29 de novembro de 2025

Vazam prints de médica admitindo erro ao prescrever dose de adrenalina fatal para criança em Manaus: “desespero, me ajuda”

Prints que vieram à tona na noite desta sexta-feira (28) revelam o desespero da médica Juliana Brasil Santos durante o atendimento do menino Benício Xavier de Freitas, de 6 anos, no Hospital Santa Júlia, em Manaus. O caso ocorreu entre a noite de sábado (23) e a madrugada de domingo (24), após a administração incorreta de adrenalina diretamente na veia. Nas mensagens enviadas ao diretor de plantão, Dr. Enryko Garcia de Carvalho Queiroz, a médica inicia o alerta: “Urgente. Prescrevi inalação com adrenalina e acabaram fazendo EV. Paciente tá passando mal. Ficou todo amarelo”. 

Logo depois, Juliana admite o erro na prescrição e passa a pedir ajuda insistentemente. “O que eu administro? Paciente desmaiou. Pelo amor de Deus, eu errei a prescrição”, escreve. Enry responde com orientações de suporte imediato: “Monitora com eletrodo, oxigênio. Expansão 20 ml/kg”. Ela insiste que os procedimentos já estavam em andamento e afirma: “Me ajuda. Paciente rebaixou”, enviando em seguida um vídeo que mostrava o menino na maca. 

Nas trocas seguintes, o diretor informa que o médico Dr. Luiz estava a caminho para assumir o atendimento e orienta que Juliana permaneça ao lado do paciente. A médica reforça: “Enfermagem fez adrenalina EV”. Pouco depois, volta a relatar piora grave no quadro: “Ele não tá respirando. Me ajuuuuuuda, Dr.”. Enry questiona: “Dr Luiz chegou?”, e ela confirma a chegada. 

Após alguns minutos, Juliana comunica uma leve melhora no quadro: “Tá melhorando… Tá melhor que antes”. Com o caso ainda crítico, pergunta como solicitar vaga na UTI: “Qual código pra pedir leito?”. O diretor responde que a informação estava disponível no consultório e pede que ela assuma o caso pela tela. A médica encerra com um: “Tá bom”.

O caso provocou forte comoção e levou o hospital a afastar imediatamente a médica Juliana e a técnica de enfermagem Raíza Bentes Paiva, responsável por aplicar a medicação na via errada. 

A Polícia Civil do Amazonas (PC-AM) abriu inquérito e investiga o caso como homicídio doloso, sob a alegação de que houve prescrição incorreta que culminou na morte do menino. As duas profissionais afastadas prestaram depoimento na sexta-feira (28). O Hospital Santa Júlia afirmou que aguarda a conclusão das investigações para definir novas medidas.


Fonte: Portal CM7


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