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Mostrando postagens com marcador Política. Mostrar todas as postagens
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terça-feira, 16 de junho de 2026

Eduardo Bolsonaro diz que Flávio pode virar alvo de atentado e reforça discurso de perseguição política

Eduardo Bolsonaro afirmou, em vídeo gravado nos Estados Unidos, que o senador Flávio Bolsonaro pode se tornar alvo de um atentado em meio ao cenário político brasileiro. A declaração foi feita durante uma defesa pública do irmão, após a divulgação de reportagens relacionadas ao empresário Daniel Vorcaro, ex-controlador do Banco Master.

Ao comentar o caso, Eduardo criticou as publicações e sustentou que Flávio estaria sendo alvo de uma campanha para desgastar sua imagem política. Segundo ele, os ataques ao senador teriam ultrapassado o campo das disputas políticas tradicionais.

A fala que mais chamou atenção ocorreu quando o deputado mencionou riscos à segurança do irmão. “Cada vez mais vai valer a pena assassinar Flávio”, declarou Eduardo, ao argumentar que adversários políticos estariam intensificando ataques contra o senador.

Durante o vídeo, o parlamentar citou episódios de violência envolvendo figuras públicas ligadas à direita em diferentes países. Entre os exemplos mencionados estão o assassinato do ex-candidato presidencial equatoriano Fernando Villavicencio, o atentado contra o senador colombiano Miguel Uribe Turbay, a facada sofrida pelo ex-presidente Jair Bolsonaro durante a campanha de 2018 e o ataque a tiros contra o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.

A declaração ocorre em um momento de pressão política sobre Flávio Bolsonaro em razão de questionamentos e reportagens relacionadas às suas ligações políticas e financeiras com Daniel Vorcaro. O senador, por sua vez, nega irregularidades.

A manifestação de Eduardo repercutiu nas redes sociais e entre analistas políticos, sobretudo pelo alerta sobre a segurança do irmão e pela retomada do discurso de perseguição política frequentemente utilizado por integrantes do grupo bolsonarista diante de investigações, críticas e denúncias envolvendo aliados do ex-presidente Jair Bolsonaro.

Até o momento, Flávio Bolsonaro não comentou publicamente as declarações do irmão nem os desdobramentos da repercussão gerada pelo vídeo. Via portal Folha do  Estado

segunda-feira, 15 de junho de 2026

PT quer retirar o nome da mãe de Bolsonaro de viaduto em SP

A homenagem à mãe do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), Olinda Bonturi Bolsonaro, tornou-se alvo de disputa política na Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (Alesp). A deputada estadual Beth Sahão apresentou um projeto de lei propondo a retirada do nome de Olinda de um viaduto localizado em Diadema, na Região Metropolitana de São Paulo.

A estrutura, situada no km 15 da Rodovia dos Imigrantes, recebeu recentemente o nome de Viaduto Dona Olinda Bonturi Bolsonaro após aprovação de projeto de autoria do deputado estadual Paulo Mansur. A medida foi sancionada pelo governador Tarcísio de Freitas no último dia 10 de junho.

Agora, a parlamentar petista defende que o viaduto passe a se chamar Viaduto Beatriz Accorsi Pardi, em homenagem à ex-deputada estadual Beatriz Accorsi Pardi, conhecida como Bia Pardi, uma das fundadoras do Partido dos Trabalhadores. A ex-parlamentar faleceu recentemente, fato que motivou a apresentação da nova proposta.

A iniciativa reacendeu o embate político em torno de homenagens públicas e da denominação de obras de infraestrutura. De um lado, aliados de Bolsonaro defendem a manutenção da homenagem à matriarca da família do ex-presidente. De outro, parlamentares ligados ao PT argumentam que a substituição representaria uma homenagem à trajetória política de uma das fundadoras da legenda.

Olinda Bonturi Bolsonaro morreu em 2022, aos 94 anos. Natural do interior paulista, ela viveu grande parte da vida em Eldorado, no Vale do Ribeira, região onde Jair Bolsonaro passou parte da infância e adolescência.

A proposta apresentada na Alesp ainda deverá tramitar pelas comissões da Casa antes de eventual votação em plenário. Caso avance, o projeto poderá reabrir o debate sobre critérios para homenagens em espaços públicos e o uso de nomes de figuras políticas e familiares em obras estaduais.

Com informações do Pleno News

domingo, 14 de junho de 2026

Prefeito de Sobral mostra força ao reeleger presidente da Câmara

O prefeito de Sobral, Oscar Rodrigues, mostrou força ao reeleger o presidente da Câmara de Vereadores, Chico Júnior, com 14 dos 21 votos.

Chico Júnior contabilizou 11 votos de vereadores da base do prefeito Oscar e três votos de vereadores de oposição ligados ao senador Cid Gomes:

- Carlos Calixto
- Camilo Motos
- Paulão

Os vereadores Mario Vitor e Hermenegildo Neto, que são aliados ao prefeito Oscar e que haviam se lançado para o cargo de presidente, não compareceram à sessão, que reconduziu Chico Júnior à presidência da Câmara de Sobral. Via portal CN7

Veja vídeo:

sábado, 13 de junho de 2026

Lia garante que segue Cid Gomes e que não atacará Ciro

A deputada estadual Lia Gomes (PSB) confirmou não aceitar ataques ao irmão Ciro Gomes (PSDB), pré-candidato ao Governo do Ceará, mas anunciou que seguirá a orientação do senador Cid Gomes (PSB-CE), seu outro irmão, nas Eleições deste ano

Assim, Lia Gomes garante que o seu candidato a governador do Ceará é Elmano. E pedirá votos para Elmano contra Ciro.

A fala dela aconteceu durante entrevista à FM Coqueiros, em Sobral, em evento na noite de sexta-feira (12) com lideranças do PSB e Podemos. Com informações do CN7

Veja vídeo:

sexta-feira, 12 de junho de 2026

TSE nega tentativa do PT de censurar filme de Bolsonaro

O presidente do Tribunal Superior Eleitoral, ministro Kassio Nunes Marques, rejeitou nesta sexta-feira (12) uma ação apresentada pelo deputado Rogério Correia (PT-MG) e por advogados do Grupo Prerrogativas que buscava impedir o lançamento e impor censura ao filme “Dark Horse”, inspirado na trajetória de Jair Bolsonaro (PL).

Os autores alegavam que a produção poderia beneficiar politicamente o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), apontado como pré-candidato à Presidência da República. A petição também questionava o financiamento do longa pelo empresário Daniel Vorcaro, controlador do Banco Master, e levantava suspeitas sobre possíveis impactos eleitorais decorrentes da divulgação da obra.

Segundo a ação, o lançamento está previsto para setembro de 2026, a menos de um mês do primeiro turno das eleições gerais. Ao analisar o caso, Nunes Marques não avaliou o mérito das acusações. A representação foi rejeitada por questões processuais, sob o entendimento de que os autores não possuem legitimidade para propor a ação.

De acordo com o presidente do TSE, a jurisprudência exige que quem questiona propaganda eleitoral dispute eleição na mesma circunscrição do candidato representado. Como Flávio é pré-candidato à Presidência, cargo de abrangência nacional, Rogério Correia, deputado federal por MG e pré-candidato à reeleição, não atenderia ao requisito.

“No presente caso, os representantes não disputam eleição na circunscrição nacional, tendo em vista que Rogério Correia de Moura Baptista é deputado federal e pré-candidato ao mesmo cargo apenas no estado de MG, ao passo que Marco Aurélio de Carvalho, advogado, sequer alegou pretensão de concorrer nas Eleições 2026”, disse Nunes Marques.

Fonte: Diário do Poder

Davi Alcolumbre recebeu R$ 150 milhões em propina de Daniel Vorcaro, afirma revista

Se o que o senhor deseja é enfatizar que a informação foi publicada pela revista e não está sendo afirmada por quem compartilha o texto, a redação pode ficar assim:

Com exclusividade, a revista Veja publicou uma reportagem trazendo detalhes de uma nova proposta de colaboração premiada atribuída ao ex-banqueiro Daniel Vorcaro e encaminhada à Procuradoria-Geral da República (PGR).

Segundo a Veja, Vorcaro teria relatado a realização de pagamentos no exterior que somariam aproximadamente US$ 30 milhões, valor equivalente a cerca de R$ 150 milhões. A revista afirma que os recursos estariam relacionados à obtenção de vantagens e proteção política.

Ainda de acordo com a reportagem da Veja, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, teria sido citado nas declarações apresentadas à PGR.

A matéria também afirma que integrantes do PT da Bahia teriam sido mencionados por Vorcaro, entre eles o senador Jaques Wagner e o governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues.

As informações publicadas pela Veja decorrem de alegações que, segundo a revista, constariam da proposta de colaboração apresentada às autoridades competentes. Os fatos mencionados deverão ser analisados e apurados pelos órgãos responsáveis. 
Via portal Folha do Estado

quinta-feira, 11 de junho de 2026

Lula gera rombo de R$137,1 bilhões em 1 ano, mas se queixa de "pauta-bomba" do Senado

O Senado Federal ignorou as pressões do governo Lula (PT), principalmente do ministro da Fazenda, Dario Durigan, que se envolveu pessoalmente na tentativa de impedir o que acabou aprovado nesta quarta-feira (10): um projeto de renegociação de dívidas de produtores rurais que o presidente petista chama de æ pauta-bomba”.

O próprio ministro estima que a tal “pauta-bomba” aprovada no Senado produzirá um impacto aos cofres públicos de R$140 bilhões nos próximos 10 anos, valor equivalente a apenas 12 meses de rombo do governo a que ele serve, oficialmente apontado em r$137,1 bilhões.

O projeto chamado de “pauta-bomba” tem a resistência do governo que superou todos os recordes de gastos públicos sem cobertura, registrando um rombo superior àquele verificado durante a pandemia, em 2020, sem que a população enfrente atualmente qualquer tragédia semelhante.

A votação no Senado ocorreu no mesmo dia em que comissões do Senado aprovaram uma PEC que afrouxa regras de aposentadoria para agentes de saúde e um projeto que eleva o piso salarial de médicos e cirurgiões-dentistas.

Via portal Diário do Poder

terça-feira, 9 de junho de 2026

De olho nos votos evangélicos, PT usa fé para defender reeleição de Lula

O Partido dos Trabalhadores (PT) divulgou nesta segunda-feira (8) uma carta aberta direcionada ao eleitorado evangélico brasileiro. O documento, elaborado durante o IV Encontro Nacional de Evangélicos do PT, realizado em Brasília, combina referências bíblicas com propostas de governo e defende a reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva nas eleições de 2026.

Logo no início, a carta afirma que os evangélicos brasileiros não formam um bloco político homogêneo e ressalta que o encontro não pretende falar em nome de todas as denominações religiosas do país. O texto também critica o que chama de tentativa de transformar a fé em instrumento de manipulação política.

Estruturado com base em passagens bíblicas, o documento utiliza versículos de livros como Isaías, Tiago, Mateus, Efésios e Pedro para introduzir temas relacionados a políticas públicas e questões sociais. Segundo os organizadores, as referências religiosas servem para fundamentar valores ligados à justiça social, solidariedade e combate às desigualdades.

Entre as propostas defendidas estão a ampliação de programas sociais como Bolsa Família, Minha Casa Minha Vida e Farmácia Popular. A carta também manifesta apoio a medidas já defendidas pelo governo federal, incluindo a ampliação da faixa de isenção do Imposto de Renda para trabalhadores que recebem até R$ 5 mil mensais e o fim da escala de trabalho 6x1.

O documento ainda aborda temas como fortalecimento da agricultura familiar, Reforma Agrária, políticas de primeiro emprego para jovens, ampliação da assistência à saúde da mulher e ações voltadas ao acesso da população negra ao sistema de Justiça.

Questões ambientais também aparecem na carta. O texto defende a preservação das florestas, das águas e da biodiversidade brasileira, utilizando a expressão “Casa Comum”, termo amplamente associado ao papa Francisco e frequentemente empregado em debates sobre sustentabilidade e proteção ambiental.

A iniciativa ocorre em um momento em que o PT busca ampliar sua presença junto ao eleitorado evangélico. De acordo com dados do Censo Demográfico de 2022, realizado pelo IBGE, os evangélicos representam 26,9% da população brasileira, sendo que as mulheres correspondem à maioria desse segmento.

Nos últimos anos, pesquisas de opinião têm apontado dificuldades do presidente Lula em conquistar apoio majoritário entre os eleitores evangélicos. O tema ganhou destaque novamente após episódios de desgaste entre setores religiosos e integrantes da base governista.

Durante o encontro que deu origem à carta, a primeira-dama Janja da Silva reconheceu que o partido se distanciou das igrejas ao longo dos anos e defendeu a retomada do diálogo com esse público.

A divulgação do documento também ocorre poucos dias após a realização da Marcha para Jesus, em São Paulo, um dos maiores eventos evangélicos do país. A celebração contou com a presença de diversas lideranças políticas, entre elas o senador Flávio Bolsonaro (PL). Lula não participou do evento e afirmou que optou por não comparecer para evitar qualquer interpretação de uso político de uma manifestação religiosa. O presidente foi representado pelo ministro da Advocacia-Geral da União (AGU), Jorge Messias.

Via portal Folha do Estado
foto portal Poder 360

Flávio Bolsonaro vence Lula em disputa de 2º turno

Uma pesquisa realizada pelo Instituto Gerp e divulgada nesta terça-feira (9) indica que o senador e pré-candidato à Presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL), aparece à frente do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em um cenário de segundo turno das eleições presidenciais de 2026.

De acordo com o levantamento, Flávio Bolsonaro registra 44,7% das intenções de voto, enquanto Lula soma 39,1%. Outros 13,1% afirmaram que não votariam em nenhum dos dois candidatos, e 3,2% não souberam ou não responderam.

Flávio Bolsonaro x Lula

  • Flávio Bolsonaro (PL): 44,7%
  • Lula (PT): 39,1%
  • Nenhum deles: 13,1%
  • Não sabe: 3,2%

A pesquisa também simulou disputas entre Lula e outros possíveis candidatos à Presidência. Em um cenário contra o governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), o atual presidente aparece na liderança com 39,2% das intenções de voto, contra 34,5% do mineiro.

Lula x Romeu Zema

  • Lula (PT): 39,2%
  • Romeu Zema (Novo): 34,5%
  • Nenhum deles: 21,6%
  • Não sabe: 4,6%

Já em uma eventual disputa contra o governador de Goiás, Ronaldo Caiado (União Brasil), Lula também lidera, alcançando 38,9%, enquanto Caiado registra 33,8%.

Lula x Ronaldo Caiado

  • Lula (PT): 38,9%
  • Ronaldo Caiado (União Brasil): 33,8%
  • Nenhum deles: 23,1%
  • Não sabe: 4,1%

O Instituto Gerp ouviu 2.000 eleitores brasileiros entre os dias 2 e 5 de junho de 2026. A margem de erro da pesquisa é de 2,24 pontos percentuais, com nível de confiança de 95,55%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-01792/2026.

Via portal Diário do Poder

segunda-feira, 8 de junho de 2026

Fundão eleitoral, que faz alegria dos partidos, supera até valores do "NOVO PAC"

O indecoroso valor que os partidos políticos vão receber apenas para torrar nas eleições deste ano, uma montanha de dinheiro de mais de R$4,9 bilhões, supera o que o governo federal de Lula vai investir, até agora, no Programa de Aceleração do Crescimento, o “Novo PAC”. Por mais que a ação não tenha decolado e ameaça ser outro projeto petista que flerta com o fiasco, o valor destinado é de R$4,4 bilhões; R$500 milhões atrás daquilo que caciques políticos vão poder torrar até outubro.


Emergência é o bolso

O fundão bancaria cerca de 15.123 ambulâncias para Unidades de Suporte Básico, ideais em emergências que exigem assistência imediata.


Vergonha na UTI

A fortuna destinada aos partidos também poderia comprar 10.425 do modelo Unidades de Suporte Avançado, conhecidas como UTI móvel.


Dá e sobra

Seria possível destinar duas ambulâncias para cada um dos 5.570 municípios do Brasil e ainda sobrariam 3.983 unidades de socorro.


Fundão da imoralidade

O fundão também supera os R$4,1 bilhões que o governo destinou para construir 1.178 creches e escolas de educação infantil via PAC.

Fonte: Diário do Poder

Após vazamento de mensagens, Vorcaro afirma que financiamento de filme sobre Bolsonaro ocorreu sem favorecimentos

Em nova proposta de delação premiada, dono do Banco Master sustenta que apoio ao longa “Dark Horse” foi feito de forma republicana, sem contrapartidas ou favorecimentos políticos.

O banqueiro Daniel Vorcaro afirmou, em sua nova proposta de colaboração premiada, que o patrocínio ao filme “Dark Horse”, que retrata a trajetória do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), ocorreu sem qualquer irregularidade ou favorecimento político.

Segundo o Metrópoles, a informação foi incluída no material entregue à Polícia Federal (PF) e à Procuradoria-Geral da República (PGR) no início deste mês.

Segundo interlocutores próximos ao dono do Banco Master, Vorcaro sustenta que as tratativas envolvendo o financiamento da produção cinematográfica foram conduzidas de forma republicana e sem a existência de contrapartidas.

O banqueiro também teria afirmado que as conversas mantidas com o senador Flávio Bolsonaro (PL) ocorreram dentro da normalidade.

A inclusão do tema na nova proposta de delação gerou repercussão entre aliados do campo bolsonarista, principalmente após o vazamento de mensagens relacionadas ao patrocínio do longa.

No entanto, pessoas ligadas ao empresário afirmam que o objetivo de citar o episódio foi justamente esclarecer os fatos e reforçar que, na visão dele, não houve qualquer prática irregular.


Nova delação

A nova proposta de colaboração foi protocolada pelos advogados de Vorcaro no dia 1º de junho. A defesa agora aguarda uma manifestação da PF e da PGR sobre o conteúdo apresentado.

Para auxiliar na elaboração do novo acordo, o ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou que os advogados tivessem acesso ampliado ao banqueiro em encontros presenciais realizados das 9h às 17h, em dias úteis, até a próxima sexta-feira (12).

A expectativa da defesa é receber um retorno dos órgãos responsáveis ainda nesta semana, antes do encerramento do prazo concedido para a construção da nova proposta de colaboração premiada.

Fonte: Folha do  Estado

domingo, 7 de junho de 2026

Deputado Marcos Pollon apresenta proposta que pode acabar com cobrança de IPTU e IPVA

O deputado federal Marcos Pollon (PL-MS) apresentou uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que busca acabar com a cobrança do Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU) e do Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) em todo o território nacional.

A iniciativa propõe retirar da Constituição a previsão que permite a estados e municípios instituírem esses tributos, o que, na prática, inviabilizaria a continuidade da cobrança desses impostos sobre propriedades urbanas e veículos.

Segundo o texto da proposta, haveria um período de transição com compensação financeira por parte da União, válido por até cinco anos. O objetivo seria reduzir os impactos nas receitas de estados e municípios, que atualmente dependem desses impostos para parte significativa de seus orçamentos.

Para o parlamentar, a cobrança anual desses tributos representa uma espécie de “tributação permanente” sobre o patrimônio dos cidadãos, o que ele considera injustificável.

A PEC foi protocolada e está em estágio inicial de tramitação no Congresso Nacional. Para entrar em vigor, ainda precisará passar por análise nas comissões, votação em dois turnos na Câmara e no Senado, além de eventuais ajustes ao longo do processo legislativo.

Via portal Folha do Estado

Brasileiro paga até pré-escola para filho de servidores do TSE

Tem também “auxílio alimentação” de R$1.860 em um mês, R$90 por dia.
Entre as inúmeras regalias e benesses que o pagador de impostos tem que se virar para bancar para servidores do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), direito muitas vezes negado ao brasileiro comum, está até a “assistência pré-escolar”. A regalia ajuda a engordar os já generosos salários da turma que está na elite do serviço público e garante mais R$1.288,47 aos beneficiários. Este ano, o TSE só publicou a gastança referente ao mês de abril, que turbinou vencimentos de 155 servidores. A informação é da Coluna Claudio Humberto, do Diário do Poder.

A turma do TSE não tem do que reclamar: só de “auxílio alimentação”, cada servidor ganhou R$1.860,51 em um mês, quase R$90 por dia útil.

A casta tem filhos, mas quem banca a creche ou a “pré-escola” são os pagadores de impostos. Além dos R$791,21 de auxílio-odontológico.

A conta da assistência médica e odontológica é muito maior, já que entram na fatura 1.232 titulares o outros 2.060 dependentes.

sexta-feira, 5 de junho de 2026

Web compara perdão a Monique a condenação de Débora do batom

A sentença proferida pela juíza Elizabeth Machado Louro, que concedeu perdão judicial para Monique Medeiros, mãe do menino Henry Borel, tem repercutido de várias formas nas redes sociais, uma delas é a comparação do caso ocorrido no Rio de Janeiro com a condenação a 14 anos de prisão aplicada pelo Supremo Tribunal Federal (STF) contra a cabeleireira Débora Rodrigues, conhecida como Débora do batom.

Na web, diversos internautas contestaram a rigidez aplicada pela Suprema Corte no caso de Débora e a ausência do mesmo nível de severidade na aplicação de uma punição contra Monique. Outros ainda apontaram que o grau de benevolência judicial usado ao aplicar o perdão para a mãe de Henry Borel não foi utilizado em favor de Débora, mesmo com a cabeleireira tendo dois filhos ainda crianças.

– Ser cúmplice com o assassinato do próprio filho é perdoada porque sofreu um castigo severo da sociedade. Debora do Batom continua em prisão domiciliar, por uma frase. A Debora não sofreu castigo? Justiça Brasileira. Depois ainda falam que não existe insegurança jurídica – disse um usuário da rede social X.

Entre as personalidades que também compararam os dois casos nas redes esteve o deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG). O parlamentar manifestou sua indignação com o resultado do julgamento sobre a morte do menino Henry Borel e citou a condenação de Débora.

– Se você é uma mãe e mata o seu filho, ou se é um pai e mata o seu filho, você recebe perdão judicial, se você pega um batom e vai em uma estátua, você pega 17 anos de cadeia [na verdade, Debora foi condenada a 14 anos de prisão]. Sério, alguma coisa tá errada nesse país – disse.

Via portal Pleno News

quinta-feira, 4 de junho de 2026

Governo avalia recusar novo embaixador dos EUA

A militância petista no Itamaraty fez chegar a Lula (PT) a “sugestão” de negar agrément ao deputado Daniel Perez, que o presidente Donald Trump escolheu como futuro embaixador dos Estados Unidos em Brasília. Antes da oficialização, os governos anfitriões são informados da escolha e solicitados a emitir um “de acordo”, o agrément. Somente após essa etapa a indicação é formalizada. São raras as recusas de agrément, mas, no Brasil, há sempre precedente para desfeitas dessa natureza.


Anão em apuros

O ódio a judeus fez Dilma (PT) negar agrément ao embaixador de Israel em 2016. Em resposta, Tel Aviv tachou o Brasil de “anão diplomático”.


Ódio não cessa

Em 2025, Lula nem respondeu ao pedido de agrément para Gali Dagan como embaixador de Israel. Com a demora, a indicação foi retirada.


Ataque a Rubio

O alvo da desfeita não seria Trump diretamente, mas o chanceler Marco Rubio, que citou Brasil e Cuba entre os governos hostis aos EUA.


Ditadura covarde

O detalhe é que o secretário de Estado Marco Rubio e Daniel Perez são filhos de cubanos perseguidos que adquiriram horror à esquerda.

Via Diário do Poder

quarta-feira, 3 de junho de 2026

“O PIX é do Brasil e do Bolsonaro”: Flávio exibe cartaz em resposta a Lula

Senador Flávio Bolsonaro (PL) exibiu cartaz com a frase “O PIX é do Brasil e do Bolsonaro” um dia após o presidente Lula (PT) dizer que “O PIX é do Brasil!”. A briga política acontece em um momento delicado: os Estados Unidos ameaçam taxar em 25% os produtos brasileiros, e o sistema de pagamentos instantâneos está no centro da discussão.

Enquanto o governo Lula quer usar o PIX como uma das principais bandeiras na eleição deste ano, aliados do ex-presidente Jair Bolsonaro lembram que a ferramenta começou a funcionar durante a gestão dele – em novembro de 2020. Porém, o desenvolvimento do PIX já estava em andamento desde 2018, ainda no governo Michel Temer (MDB), com equipes técnicas do Banco Central.

Em entrevista ao jornal mineiro O Tempo, Flávio Bolsonaro disse: “Vamos fazer trabalho sério, como ele [Lula] não vai conseguir resolver tarifas, me coloco à disposição do povo brasileiro, faço esse esforço, espero que minha carta funcione e o governo não imponha as tarifas.”

O senador também afirmou que o governo americano estaria insatisfeito com a política externa do Brasil e responsabilizou o presidente Lula. “O governo americano pode estar com raiva do Lula, tem todos os motivos para punir o Lula. […] O Lula está queimadaço no mundo inteiro”, completou. Flávio disse ainda que teria condições de negociar “de igual para igual” com líderes dos Estados Unidos e da China, e que “a atual política do Lula apequenou o Brasil, hoje o Brasil é visto como pária internacional”.

Os EUA anunciaram a taxação de 25% sobre produtos brasileiros como punição a práticas comerciais consideradas prejudiciais a empresas americanas – incluindo críticas ao PIX. Além disso, foi aplicada uma tarifa extra de 10,5% por suposta falha do Brasil no combate ao trabalho forçado na produção de bens.

Especialistas lembram que, embora o PIX tenha sido lançado oficialmente em novembro de 2020, durante o governo Bolsonaro, seu desenvolvimento começou ainda em 2018, na gestão do então presidente do Banco Central, Ilan Goldfajn, sob o governo Michel Temer.

Via portal Gazeta Brasil

Urgente! Bolsonaro volta a sofrer com crises de soluço e apresenta dificuldades respiratórias, diz Carlos

O ex-presidente Jair Bolsonaro voltou a enfrentar crises intensas de soluço nos últimos dias, segundo relato divulgado nesta quarta-feira (3) por seu filho, Carlos Bolsonaro. De acordo com ele, os episódios têm provocado dificuldades respiratórias e quadros próximos de vômito.

Carlos informou nas redes sociais que visitou o pai e constatou que as crises persistem há pelo menos três dias. Segundo o relato, além dos soluços, Bolsonaro continua com limitações nos movimentos devido a problemas no ombro direito.

O filho do ex-presidente afirmou ainda que Bolsonaro segue sob acompanhamento médico. No fim de maio, ele já havia comunicado que o pai enfrentava problemas semelhantes, embora tivesse descrito seu estado geral como resistente e focado.

Na mesma publicação, Carlos criticou as restrições impostas pelas decisões judiciais relacionadas ao pai. Segundo ele, as regras permitem apenas visitas dos filhos por até duas horas, duas vezes por semana. O político também manifestou insatisfação com a situação jurídica enfrentada pelo ex-presidente.

Em mensagem divulgada nas redes sociais, Carlos classificou como “extremamente revoltante” a situação de pessoas que, segundo ele, seriam privadas de liberdade enquanto criminosos permanecem soltos. Ele também afirmou que Bolsonaro continua utilizando tornozeleira eletrônica e está sob custódia do Estado desde o ano passado.

As crises de soluço relatadas por familiares de Bolsonaro não são inéditas. Nos últimos meses, Carlos já havia informado outros episódios semelhantes envolvendo o ex-presidente, alguns deles acompanhados de mal-estar e vômitos.

Até o momento, não foi divulgado novo boletim médico detalhando o quadro clínico de Bolsonaro. Via portal Folha do Estado

Moraes libera para julgamento ação penal contra Eduardo Bolsonaro no STF

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), liberou para julgamento a ação penal em que o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) é réu sob acusação de atuar junto ao governo dos Estados Unidos para promover medidas consideradas prejudiciais ao Brasil, incluindo o chamado tarifaço sobre exportações brasileiras. A data da análise do processo ainda não foi definida.

O caso será apreciado pela Primeira Turma do STF, colegiado composto pelos ministros Alexandre de Moraes, relator da ação, Flávio Dino, Cristiano Zanin, Cármen Lúcia e Luiz Fux.

Em novembro do ano passado, a Corte recebeu denúncia apresentada pela Procuradoria-Geral da República (PGR), transformando Eduardo Bolsonaro em réu. Segundo a acusação, o ex-parlamentar teria atuado junto a autoridades norte-americanas para incentivar medidas contra o Brasil, incluindo sanções econômicas, restrições de vistos a integrantes do governo federal e ministros do Supremo Tribunal Federal.

A denúncia também sustenta que as ações teriam como objetivo influenciar o andamento do processo que investiga uma suposta tentativa de golpe de Estado após as eleições presidenciais de 2022. Por esse motivo, Eduardo responde pelo crime de coação no curso do processo.

Desde o ano passado, o ex-deputado reside nos Estados Unidos. Em dezembro de 2025, a Câmara dos Deputados declarou a perda de seu mandato em razão de faltas acumuladas às sessões legislativas.

Antes de concluir a fase processual e encaminhar o caso para julgamento, Alexandre de Moraes determinou a notificação de Eduardo Bolsonaro por meio de edital. Como o ex-parlamentar não constituiu advogado para atuar no processo, o ministro designou a Defensoria Pública da União (DPU) para exercer sua defesa.

Nas alegações finais encaminhadas ao Supremo, a DPU pediu a anulação da ação penal. O órgão argumenta que Alexandre de Moraes não poderia atuar como julgador do caso por supostamente figurar entre os alvos das medidas atribuídas ao ex-deputado.

Segundo a Defensoria, o ministro teria sido atingido por restrições de vistos e sanções financeiras relacionadas à chamada Lei Magnitsky, circunstância que, na avaliação da defesa, comprometeria sua imparcialidade para conduzir e julgar o processo.

“Aqui o julgador é, ao mesmo tempo, a principal vítima das condutas que é chamado a julgar”, sustentou a DPU em sua manifestação.

A Procuradoria-Geral da República, por sua vez, afirma que Eduardo Bolsonaro fomentou iniciativas junto ao governo norte-americano com o objetivo de pressionar instituições brasileiras e impedir eventual condenação do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) no processo que apura a tentativa de ruptura da ordem democrática.

Com a liberação da ação penal para julgamento, caberá agora à Primeira Turma do STF decidir se o ex-deputado será absolvido ou condenado pelas acusações apresentadas pela PGR. Via portal Folha do Estado

Marco Rubio rebaixa Brasil e isola Planalto na América Latina

Em duro depoimento ao Senado americano, chefe da diplomacia de Trump coloca o governo brasileiro no mesmo patamar de Cuba e Venezuela.

Em depoimento prestado ao Comitê de Relações Exteriores do Senado dos Estados Unidos, o secretário de Estado americano, Marco Rubio, declarou formalmente que o Brasil comandado pelo governo atual figura como uma das exceções na lista de nações aliadas e parceiras de Washington no hemisfério ocidental.

A fala do chefe da diplomacia da gestão de Donald Trump evidencia o nítido distanciamento ideológico e estratégico entre o Palácio do Planalto e a Casa Branca.

Durante sua manifestação parlamentar, Rubio celebrou a consolidação de uma robusta coalizão de países amigos na região, composta por mais de uma dezena de governos alinhados em pautas cruciais como cooperação em segurança pública e promoção da prosperidade econômica de livre mercado.

No entanto, o secretário foi cirúrgico ao delimitar as fronteiras desse bloco de cooperação com os americanos, isolando diplomaticamente a atual condução do Estado brasileiro.

“É uma história impressionante a de que, basicamente, com exceção da Nicarágua, de Cuba, obviamente da Venezuela… e, claro, do Brasil, embora eles estejam no meio de um ciclo eleitoral, nós temos uma região cheia de aliados e amigos dos Estados Unidos“, asseverou Marco Rubio aos senadores americanos.

A inclusão do Brasil no mesmo grupo de regimes de esquerda radical da América Latina ocorre em paralelo a um endurecimento das políticas comerciais americanas voltadas para a proteção de seu próprio mercado.

Recentemente, a conclusão de uma investigação comercial conduzida pelas autoridades dos EUA sugeriu a aplicação de uma sobretaxa aduaneira de 25% sobre a entrada de diversos produtos brasileiros em território norte-americano.

A sinalização de isolamento dada por Washington provocou forte reação de Luiz Inácio Lula da Silva.

Em discurso realizado em Catalão, no estado de Goiás, o petista atacou abertamente o chefe do Departamento de Estado norte-americano, classificando Marco Rubio como um líder “anti-América Latina” e alegando que ele não nutre simpatia pelo Brasil.

O presidente brasileiro admitiu que já havia levado essa queixa diretamente a Donald Trump no início do mês de maio.

Apesar do forte atrito institucional com o Poder Executivo brasileiro, a direita americana tem mantido canais abertos e amistosos com a oposição conservadora do país.

No final de maio, o senador Flávio Bolsonaro (PL) cumpriu agenda oficial em Washington, onde foi recebido pelo próprio Marco Rubio e pelo vice-presidente eleito JD Vance.

O alinhamento mútuo foi chancelado pelo próprio Donald Trump que, ao quebrar o silêncio sobre a visita, publicou uma foto ao lado do parlamentar brasileiro na Casa Branca, definindo-o publicamente como “um jovem inteligente que ama muito o seu país”.

Fonte: Diário do Poder

Lula diz que filhos do Bolsonaro merecem "enforcamento"; veja vídeo

Um vídeo que circula nas redes sociais mostra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) fazendo uma fala que cita o “enforcamento” do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e do deputado licenciado Eduardo Bolsonaro (PL-SP). O conteúdo rapidamente ganhou repercussão e passou a ser compartilhado por apoiadores e críticos do governo.

Na gravação, Lula faz críticas políticas aos adversários e menciona os dois filhos do ex-presidente Jair Bolsonaro em um contexto de embate político. A fala gerou forte reação imediata no meio político e nas redes sociais, com parlamentares da oposição classificando o episódio como grave.

A divulgação do vídeo ocorre em meio a um ambiente de alta polarização entre governo e oposição, no qual declarações de lideranças políticas frequentemente ganham grande alcance digital e são reinterpretadas em disputas de narrativa.

Aliados do governo, por outro lado, têm argumentado em outras ocasiões que falas do presidente são recortadas e descontextualizadas em ambientes digitais, ampliando crises políticas. Via portal Folha do Estado

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