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segunda-feira, 30 de outubro de 2023

JACARÉ-TINGA É RESGATADO E ENTREGUE NO HOVET UNINTA

No último dia 30, por volta das 18h, chegou no Hospital Veterinário (HOVET) do Centro Universitário Inta (UNINTA), um jacaré-tinga resgatado pelos funcionários de uma das propriedades do Chanceler Dr Oscar Espindola Rodrigues. 
O animal está sendo avaliado pelos médicos veterinários do HOVET, encontra-se bem e possivelmente será entregue amanhã (31) ao Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará (CBMCE) ou ao Batalhão da Polícia Ambiental de Sobral (BPMA). 

Atualmente, o HOVET conta com uma equipe multidisciplinar de médicos veterinários, dentre eles especialistas em cirurgia, anestesia, neurologia, clínica médica, felinos e outras áreas. A administração do equipamento é dirigida pelo Dr. Allysson Rodrigues e a Diretoria Técnica é de responsabilidade do Dr. Ramuelly Cavalcante. O hospital oferece também estágios e aulas práticas para acadêmicos do curso de Medicina Veterinário do UNINTA. 


SOBRE O HOVET 

Destaque no atendimento a cães, gatos, pets não-convencionais, silvestres e animais de produção na região Norte do estado. O Hospital Veterinário do Centro Universitário Inta (HOVET - UNINTA) oferece atendimento contínuo, 24 horas por dia, sete dias por semana. 


SERVIÇO 
Hospital de Pequenos e Grandes Animais do UNINTA (HOVET) 
R. Profa. Maria Cleide Dias Carneiro, 154 - Dom Expedito, Sobral Telefone: (88) 9951-0382 
Instagram: @hospitalveterinariouninta

sábado, 14 de outubro de 2023

ALERTA! Por que ver o eclipse solar sem equipamento de segurança pode cegar? Saiba como se proteger

O céu estará ainda mais espetacular, especialmente nos estados do Norte e Nordeste brasileiros, a partir das 15h30 deste sábado (14), quando um eclipse solar nos convida a olhar para cima. Entretanto, especialistas advertem que é preciso ter cuidado com os olhos ao acompanhar o fenômeno belo e raro.

É que olhar sem proteção, por muito tempo, para um eclipse solar pode ser perigoso para a retina, uma camada fina e interna de tecido nervoso sensível à luz dos nossos olhos.

“O fenômeno pode ocasionar em uma retinopatia por meio de queimaduras na região, causada pelos raios ultravioleta gerados quando o disco da lua cobre o disco do sol”, explica a médica oftalmologista Juliana Nunes Zarate.

De acordo com a médica, as lesões nas células fotorreceptoras podem ser irreversíveis, causando cegueira parcial ou total.

COMO VER O ECLIPSE SOLAR EM SEGURANÇA

Com exceção de algumas cidades da região do Cariri, no Ceará, o eclipse será visto apenas de maneira parcial. Em Fortaleza, seu ápice ocorre às 16h42, quando a lua esconder 83% do sol.

O fenômeno é tão raro que só deve acontecer novamente em 2067. Além disso, seu ápice dura, em média, 5 minutos, o que faz com que os curiosos passem todo esse tempo, que já é suficiente para causar uma lesão ocular, observando.

O professor de Astronomia e colunista do Diário do Nordeste, Ednardo Rodrigues, é categórico: nada de improvisar para observar o eclipse.

“São recomendados telescópios com filtros regulamentados, óculos especiais ou até mesmo filtro de soldador número 14”, explica Ednardo Rodrigues.

As lentes desses óculos especiais para eclipse solar são feitas de polímero preto, ou resina infundida com partículas de carbono. Elas bloqueiam quase toda a luz visível, infravermelha e ultravioleta, de acordo com a The Planetary Society.

A oftalmologista Juliana Nunes Zarate relembra ainda que, mesmo com o uso de equipamentos adequados à ocasião, é recomendado olhar por apenas alguns segundos. “Faça pausas. Olhe e descanse, fechando ou desviando os olhos”, alerta.

VEJA EQUIPAMENTOS QUE PODEM SER USADOS PARA OBSERVAR O ECLIPSE:

• telescópios com filtros regulamentados
• filtro de soldador número 14
• óculos especiais


ONDE VER O ECLIPSE

Em Fortaleza, na tarde de sábado (14), o Planetário Rubens de Azevedo distribuirá mil óculos especiais gratuitamente para quem quiser acompanhar o fenômeno.

O Observatório Nacional, do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, irá transmitir o fenômeno ao vivo pelo canal no YouTube, mesmo em outros países, a partir das 11h30.

O professor Ednardo também estará com seu telescópio, oferecendo a oportunidade para a observação na Estátua de Iracema Guardiã, na orla de Fortaleza.

Fonte: Diário do Nordeste

quarta-feira, 4 de outubro de 2023

Homem com sangue raro salva a vida de milhares de bebês

O australiano James Harrison desempenhou um papel fundamental para salvar a vida de 2,4 milhões de bebês graças ao seu raro tipo sanguíneo, chamado de "sangue dourado". Por seis décadas, Harrison se dedicou à doação de seu plasma até se aposentar em 2018.

Diferentemente da maioria dos doadores, Harrison possui um anticorpo especial conhecido como Anti-D, fundamental na produção de uma vacina que tem salvado inúmeras vidas, denominada Anti-D. Esta substância é administrada a mães cujo sangue poderia representar uma ameaça aos fetos, em casos de uma condição chamada de doença de Rhesus, ou eritroblastose fetal.

Essa vacina é uma medida preventiva contra a Doença Hemolítica Perinatal (DHPN), uma condição que pode levar a anemia, aumento do tamanho do fígado e do baço, danos cerebrais, insuficiência cardíaca e até mesmo a morte de recém-nascidos. Vale destacar que menos de 50 pessoas em todo o mundo foram identificadas com esse tipo sanguíneo raro.

O "sangue dourado" é considerado extremamente raro devido à ausência de todos os 61 antígenos Rh, ao contrário da maioria dos tipos sanguíneos Rh−, que apresentam pelo menos o antígeno Rh(D). Pessoas com "sangue dourado" possuem mutações genéticas que resultam na ausência de todos esses antígenos.

O sangue Rh nulo é considerado "universal" para pessoas com tipos sanguíneos raros dentro do sistema Rh, uma vez que não contém nenhum dos antígenos que poderiam desencadear uma reação imunológica. Como resultado, o Rh nulo é altamente valioso para transfusões sanguíneas. As informações são do O Globo.

sábado, 16 de setembro de 2023

Criança cearense recebe dose do remédio mais caro do mundo em Curitiba

A criança viajou com os pais para Curitiba, capital do Paraná, para receber a dose única da medicação após determinação do STF que a União fornecesse o remédio.

A pequena cearense Júlia Maria, de 2 anos, recebeu nessa sexta-feira, 15, a dose única do medicamento Zolgensma, que custa R$ 6 milhões e é considerado o remédio mais caro do mundo. A medicação faz parte do tratamento de Atrofia Muscular Espinhal (AME) Tipo 1, doença com que ela foi diagnosticada quando tinha quatro meses de vida.

A menina viajou na quarta-feira, 13, com os pais para Curitiba (PR) para receber a dose da medicação.

No instagram, Jozelma Silva, mãe de Júlia, compartilhou no story do perfil dedicado a filha (@amejuliamaria) o processo de preparação da criança para receber o Zolgensma e também uma foto dela segurando a caixa do remédio. “Obrigada Deus por esse momento. Dia Z”, escreveu na legenda da foto.

Ela também divulgou que Júlia já recebeu alta do hospital e foi para o local onde eles estão hospedados na cidade, para aguardar a liberação para retornar a Fortaleza. A criança continuará seguindo as terapias que já fazia antes para tratar a AME. Expectativa é que a família cearense retorne ao Estado, caso ocorra tudo bem, em 23 de setembro.

No dia 5 de setembro, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Cristiano Zanin decidiu que o Governo Federal deveria fornecer a dose do medicamento para o tratamento da menina. O caso chegou até o STF após um recurso da família contra uma decisão judicial que negava o acesso ao remédio.

A Atrofia Muscular Espinhal, ou AME, é uma doença rara que interfere na produção de uma proteína essencial para a sobrevivência dos neurônios motores, responsáveis por movimentos voluntários vitais simples, como se mover e respirar.

O Zolgensma é considerado o único capaz de restaurar a função desse neurônio no organismo, permitindo a respiração sem aparelhos, por exemplo.

(O Povo)

quarta-feira, 13 de setembro de 2023

Criança que vai receber o remédio mais caro do mundo viaja de Fortaleza a Curitiba para fazer tratamento

Júlia Maria, criança cearense de dois anos que ganhou na Justiça o direito de receber o remédio mais caro do mundo, viaja nesta quarta-feira (13) para Curitiba, onde receberá a dose.

A criança tem atrofia muscular espinhal (AME) e precisa do remédio Zolgensma, que custa cerca de R$ 6 milhões. Em setembro deste ano, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Cristiano Zanin, determinou que a União forneça o remédio a Júlia Maria.

Jozelma Silva, mãe de Júlia, confirmou ao g1 que a família viaja às 10h desta quarta-feira (13). Agora, a mãe da criança nutre a esperança de que ela possa andar e respirar por conta própria.

Todo mundo conhece a evolução de quem tomou Zolgensma e quem não tomou. A gente nem acredita quando vê. Sei que se a Júlia tomar, ela vai andar (...) Tenho esperança de que a Júlia saia do respirador, que respire por conta própria. Vai melhorar a qualidade de vida dela em muitos aspectos.

A Atrofia Muscular Espinhal (AME) é uma doença rara, degenerativa, que não tem cura, passada de pais para filhos e que interfere na capacidade do corpo de produzir uma proteína essencial para a sobrevivência dos neurônios motores, responsáveis pelos gestos voluntários vitais simples do corpo, como respirar, engolir e se mover, conforme o Ministério da Saúde.

Ela varia do tipo 0 (antes do nascimento) ao 4 (segunda ou terceira década de vida), dependendo do grau de comprometimento dos músculos e da idade em que surgem os primeiros sintomas. Ainda de acordo com o ministério, o Zolgensma apresenta impacto positivo na respiração, mastigação, movimentos da língua, deglutição, reflexo de vômito e a articulação da fala de quem tem AME tipo I.

Ele é um medicamento dose única via intravenosa, diferente dos demais medicamentos já incorporados ao SUS para os tipos I e II de AME que são administrados com periodicidade.

Fonte: G1

terça-feira, 5 de setembro de 2023

Criança que sofreu graves queimaduras ao cair em caldeirão com óleo quente se recupera após cirurgia

Uma história trágica, mas cheia de superação, envolve a recuperação de Celina Liz, uma criança de apenas 3 anos que sofreu severas queimaduras em um acidente doméstico, ocorrido no domingo (03/09), na localidade Descanso, zona rural de Independência.

Segundo relatos da família, Celina estava na casa de sua avó materna no momento em que um porco foi abatido. A gordura resultante do animal, estava esfriando em uma panela, coberta por um pano, na despensa da cozinha. De forma trágica, a pequena Celina tropeçou e acabou caindo na panela, resultando em queimaduras de segundo e terceiro grau em cerca de 75% de seu corpo.

Imediatamente, Celina foi transferida para o setor de queimados do Instituto Dr. José Frota (IJF), em Fortaleza, por meio de uma aeronave do Ciopaer. A situação era delicada, mas a mensagem de esperança veio quando a criança, mesmo diante da dor e do trauma, se mostrou consciente e falante no momento em que era transportada para o hospital.

A pequena guerreira Celina passou por uma cirurgia de reconstituição da pele no hospital, e a boa notícia é que está respondendo positivamente ao tratamento. A criança continua consciente e já até mesmo conseguiu estabelecer conversas com seus familiares por meio de videochamadas.

A comoção e o apoio em torno dessa história tocante se espalharam rapidamente. O vídeo que mostra Celina sendo colocada na aeronave despertou emoções em todos que acompanharam o caso. Agora, a mesma criança, em um novo vídeo gravado no hospital, demonstra coragem e alegria ao conversar normalmente com seus entes queridos e com a equipe médica.

A Voz de Santa Quitéria

sábado, 5 de agosto de 2023

Jovem que cheirou pimenta volta a ser internada quatro dias após alta

A jovem Thais Medeiros, de 25 anos, enfrenta um momento difícil após ser novamente internada, desta vez por conta de uma reação alérgica grave causada por uma pimenta em conserva. A informação foi divulgada pela mãe da jovem, que relatou os sintomas preocupantes apresentados por Thais. 

Há cerca de quatro dias, a trancista havia recebido alta do Centro Estadual de Reabilitação e Readaptação Dr. Henrique Santillo (Crer), em Goiânia, mas infelizmente precisou retornar ao hospital na sexta-feira (4). De acordo com a mãe, Thais estava com febre e sua urina apresentava coloração avermelhada, o que levantou sérias preocupações. 

O histórico de saúde da jovem é marcado por episódios anteriores de reações alérgicas graves. Em 17 de fevereiro, enquanto almoçava na casa do namorado, Thais passou mal e ficou mais de 20 dias na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) em Anápolis. Naquela ocasião, após cheirar um vidro de pimenta em conserva, ela sofreu uma parada cardiorrespiratória e teve um edema cerebral. Vale ressaltar que Thais já apresentava problemas respiratórios, como bronquite e asma, o que pode ter potencializado a reação alérgica. 

A médica alergista Ekaterini Simões Goudouris, diretora da Associação Brasileira de Alergia e Imunologia, explica que a pimenta é um alimento altamente ardido, o que pode desencadear reações alérgicas severas, especialmente em indivíduos com problemas pulmonares pré-existentes. 

O caso de Thais Medeiros serve como um alerta para a gravidade das reações alérgicas a alimentos e a importância de se tomar precauções quando se tem histórico de problemas respiratórios ou alergias conhecidas. A família da jovem busca agora por respostas e soluções médicas para ajudá-la em sua recuperação e tratamento contínuo.

Via Portal CM7

terça-feira, 1 de agosto de 2023

Idosa alérgica a dipirona morre após receber dose do medicamento em hospital

Uma idosa de 76 anos morreu em um hospital do Crato, Cariri cearense, após receber uma dose de dipirona, medicamento ao qual era alérgica.

Francinete Barbosa da Silva deu entrada no Hospital Maternidade São Francisco de Assis no sábado (29) para tratar uma infecção grave no pé. Conforme nota da unidade de saúde, ela relatou que tinha alergia ao medicamento e recebeu uma pulseira de identificação da condição

."Em sua pulseira de identificação, assim como na placa de identificação de leito da paciente, foi registrado o aviso sobre essa alergia. Por esse motivo, o medicamento não foi prescrito pela equipe médica e não constava do kit de remédios a serem ministrados à paciente", relatou o hospital, em nota.
No entanto, um técnico de enfermagem ministrou a dipirona que constava de outro kit e fez a medicação endovenosa por conta própria, sem conferir o que havia sido prescrito pelos médicos. Ainda conforme informações do hospital, o técnico foi afastado imediatamente de todas as atividades assistenciais, tendo sido aberta apuração.

Após receber o remédio, a paciente teve reação e foi socorrida pela equipe médica do local, mas não resistiu e morreu na manhã desta segunda (31). O corpo foi encaminhado ao IML para investigação.

G1/CE

segunda-feira, 31 de julho de 2023

É isso que acontece quando você usa celular no banheiro

Usar o celular no banheiro pode parecer uma forma inofensiva de passar o tempo, mas, na verdade, essa prática pode te colocar em risco de desenvolver hemorroidas, segundo especialistas.

A permanência prolongada no vaso sanitário pode aumentar as chances de desenvolver essa condição dolorosa e, em casos mais graves, até mesmo levar a um prolapso retal.

O que são hemorroidas?

As hemorroidas são protuberâncias que se formam dentro ou ao redor do ânus devido ao aumento dos vasos sanguíneos.

Elas podem ser externas ou internas. Quando externas, são semelhantes às varizes ou a pelotas de sangue e são visíveis na borda do ânus. Quando internas, ficam localizadas acima do esfíncter anal e causam sintomas mais agudos.

Como usar o celular no banheiro pode causar hemorroidas

Sentar no vaso sanitário por um longo período, especialmente em um assento duro, pode causar pressão no tecido hemorroidário, contribuindo para a inflamação e o inchaço das veias ao redor do reto e do ânus, potencialmente levando ao desenvolvimento de hemorroidas.

O formato do assento do vaso sanitário exerce pressão adicional nessas áreas, aumentando o risco.

Além disso, ficar sentado por muito tempo no banheiro com o celular pode aumentar a probabilidade de prolapso retal, uma condição em que partes do intestino se projetam para fora do ânus.

Um estudo publicado na National Library of Medicine, realizado pela Universidade Yuzuncu Yl, na Turquia, estudou o mesmo assunto e, de acordo com os investigadores, o uso de celular no sanitário leva ao esforço durante a defecação.

Pois, ao analisar cerca de 100 pacientes com e sem hemorroida, entre 16 e 65 anos, durante sete meses, os estudiosos viram que as pessoas que costumam levar o celular para o banheiro, acabam por continuar fazendo força para evacuar mesmo quando já não é necessário. Isso é o que pode dilatar os vasos sanguíneos das veias do reto, levando ao surgimento das hemorroidas.

Como evitar?

Para reduzir os riscos de desenvolver hemorroidas, é aconselhável adotar hábitos mais saudáveis no banheiro, como:
Limite o tempo: evite passar longos períodos sentado no vaso sanitário. Recomenda-se limitar a permanência a cerca de dez minutos por sessão para evitar o acúmulo de sangue nas veias retais.
Evite usar o celular: além dos riscos de hemorroidas, usar o telefone no banheiro é anti-higiênico e pode expor o aparelho a bactérias e germes. Evite levá-lo ao banheiro para reduzir o risco de contaminação.

Tratamento adequado: caso apresente sintomas de hemorroidas, procure um profissional de saúde para avaliação e tratamento adequado.

Sintomas da hemorroidas

Conforme o Ministério da Saúde, os sintomas de hemorroidas incluem:

  • coceira provocada por inchaço das veias;
  • sangramento resultante do rompimento das veias anais;
  • dor ou ardor durante ou após a evacuação;
  • saliência palpável no ânus.
Outros fatores de risco

Outros fatores de risco podem aumentar a probabilidade de desenvolver hemorroidas, como:

  • constipação crônica e esforço excessivo durante a evacuação;
  • gravidez;
  • obesidade;
  • sedentarismo;
  • dieta pobre em fibras;
  • casos de hemorroidas na família também podem indicar predisposição para desenvolver a doença.
Tratamento

O tratamento para hemorroidas pode incluir o uso de cremes tópicos e supositórios contendo hidrocortisona ou hamamélis para aliviar a dor e o inchaço.

Aumentar a ingestão de água e fibras, melhorar os hábitos de higiene no banheiro e tomar banhos de assento também podem proporcionar alívio.

Em casos mais graves, procedimentos médicos, como a hemorroidectomia, podem ser necessários. No entanto, cada caso deve ser avaliado individualmente por um profissional de saúde.

Créditos: Catraca Livre
Foto Adobe Stock

segunda-feira, 26 de junho de 2023

Minas Gerais confirma mais duas mortes por febre maculosa

A Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais divulgou nesta sexta-feira (23) que o número de mortes causadas por febre maculosa no estado subiu para quatro. As últimas vítimas foram registradas em Conselheiro Lafaiete, região Central de Minas. De acordo com exames realizados pela Fundação Ezequiel Dias (Funed), o casal Adriana Fernandes, de 25 anos, e Marcos Gabriel Lopes, de 23, foram diagnosticados com a doença e faleceram nos dias 11 e 13 de junho, respectivamente. Com esses novos casos, já são, pelo menos, 11 ocorrências registradas da doença em Minas Gerais em 2023.

No dia 16 de junho, o Centro de Vigilância Epidemiológica do Estado de São Paulo divulgou a confirmação de 2 novos casos de febre maculosa, elevando o total para 19 infecções no Estado em 2023, sendo 9 com óbito.

Segundo os dados do Ministério da Saúde, até agora o Brasil registrou 60 casos confirmados da doença e onze óbitos.

A febre maculosa, também conhecida como doença do carrapato, é uma infecção com alta letalidade que é causada por uma bactéria chamada Rickettsia, transmitida pela picada do carrapato. É importante destacar que a doença não é transmitida de pessoa para pessoa.

(Gazeta Brasil)

domingo, 11 de junho de 2023

Bebê é 1° infectado com superfungo Candida Auris em SP

Um bebê prematuro foi diagnosticado com Candida auris, o superfungo, na cidade de Campinas, em São Paulo. De acordo com a Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo, este é o primeiro caso registrado na cidade.

O caso foi identificado no dia 18 de maio e o bebê, que está internado no Hospital da Mulher da Unicamp (Caism) em Campinas (SP), apresentando uma boa evolução clínica.

O caso foi descoberto durante os exames pré-operatórios do bebê. Apesar da fragilidade de saúde decorrente da prematuridade, o bebê tem apresentado uma evolução clínica satisfatória.

“Todas as medidas de contenção da disseminação estão sendo adotadas, com ampla investigação em relação aos profissionais e aos pacientes do hospital. Até o momento, nenhum profissional nem paciente foram diagnosticados com o agente patológico”, informou a secretaria em nota.

O que é Candida auris

Candida auris é uma espécie de fungo patogênico que pode causar infecções graves em seres humanos. Este fungo foi descoberto no Japão em 2009 e desde então tem se alastrado pelo mundo, inclusive tendo sido identificado no Brasil.

Uma das características mais preocupante da Candida auris é a sua resistência a diversos antifúngicos. Isso a torna um desafio para o tratamento de infecções fúngicas em hospitais e outras instituições de saúde.

A Candida auris pode causar infecções em diversas partes do corpo, incluindo a corrente sanguínea, o trato urinário, as vias respiratórias e feridas cirúrgicas. Os sintomas variam de acordo com a região afetada, mas podem incluir febre, dor, inchaço e vermelhidão.

A prevenção da Candida auris é um desafio, já que o fungo pode sobreviver em superfícies por longos períodos de tempo. A higiene adequada das mãos, uso de equipamentos de proteção individual e desinfecção de equipamentos hospitalares são algumas das medidas recomendadas para a prevenção da infecção.

É importante estar ciente dos riscos associados ao fungo Candida auris, especialmente se você ou um ente querido estiverem hospitalizados ou fazendo tratamento médico. Se você suspeitar de uma infecção fúngica, procure atendimento médico imediatamente.

(Gazeta Brasil)

sexta-feira, 2 de junho de 2023

DENÚNCIA: O CSF DO DISTRITO DE CAIOCA ESTÁ ABANDONADO!

O Centro de Saúde da Família, Dr. Manoel Marinho, localizado no distrito de Caioca/Sobral, está abandonado. Segundo os moradores, a unidade de saúde está sem medicamentos, deixando os pacientes a "Deus Dará".

terça-feira, 30 de maio de 2023

Cearense morre em São Paulo após sofrer mal súbito durante circuito de bicicleta

O cearense Ronaldo Chaves sofreu um mal súbito e morreu durante um circuito de bicicleta no último domingo (28), em Ubatuba, cidade do estado de São Paulo.

De acordo com uma colega de trabalho do rapaz, ele tinha 27 anos e era engenheiro do Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA). Ronaldo ficou conhecido por ser aprovado na instituição com apenas 15 anos de idade.

“Era uma pessoa humilde, muito inteligente e carismática”, disse a colega de Ronaldo

Ainda não há informações detalhadas sobre o mal súbito que o engenheiro sofreu.

Nas redes sociais, amigos, familiares e a namorada do jovem postam homenagens.

Fonte: G1

segunda-feira, 29 de maio de 2023

Notificações de gripe aviária em avoantes na região deixa população de Santa Quitéria em alerta

Santa Quitéria está em alerta após notificações de casos suspeitos de gripe aviária surgirem na região. Conforme o diretor de sanidade animal da Agência de Defesa Agropecuária do Estado do Ceará (Adagri), Amorim Sobreira, em entrevista à imprensa na última quinta-feira (25), foram identificados possíveis casos em avoantes nas cidades de Tamboril e Monsenhor Tabosa.

A informação causa alerta aos caçadores e consumidores dessas aves que são migratórias, e percorrem longas distâncias, podendo trazer vírus de outros estados.

Em programas de rádio e vídeos nas redes sociais, pessoas também relatam características parecidas que podem estar ocorrendo em território quiteriense, de avoantes que não conseguem voar e acabam caindo repentinamente ou que apresentem problemas de saúde evidentes.

Caso alguma seja encontrada desta forma, além de não consumir as aves afetadas, a Adagri pede que seja acionada imediatamente. É fundamental que a população esteja atenta dos riscos e reporte qualquer ocorrência suspeita, contribuindo assim para o controle e prevenção dessa doença.

Na segunda-feira (22/05), o Governo Federal declarou estado de emergência zoossanitária em todo o território nacional, por um prazo de 180 dias, em função da detecção da infecção pelo vírus. Até o momento, foram confirmados oito casos de Influenza Aviária em Espírito Santo e Rio de Janeiro.

Em humanos, os principais sintomas são problemas respiratórios (tosse, espirros, corrimento nasal ou ocular), incoordenação motora; torcicolo; diarreia e alta mortalidade em aves domésticas ou silvestres.

A prevenção e o cuidado são imprescindíveis nesse momento. Fica o alerta para que se evite o consumo desses pássaros e que qualquer sinal de alguma doente seja imediatamente comunicado à Adagri. A conscientização e a pronta resposta são peças-chave para mitigar possíveis riscos e preservar a saúde pública e a avicultura local.

(A Voz Santa Quitéria)

quarta-feira, 17 de maio de 2023

Polêmica: Correr todos os dias pode levar a problemas psicológicos a longo prazo, afirma novo estudo internacional

Publicado no Frontiers in Psychology, a pesquisa mostra que o exagero na prática leva a um tipo de válvula de escape que faz com que a pessoa evite ou esqueça situações ruins e tenha dificuldade de lidar com seus próprios problemas

Os pesquisadores do estudo investigaram o conceito de válvula de escape, que geralmente é definido como “uma atividade ou tipo de entretenimento que ajuda a evitar ou esquecer situações desagradáveis ​​ou chatas”, para entender a relação entre corrida, bem-estar e dependência de exercícios.

— Desenvolver válvulas de escape é um fenômeno cotidiano, mas até agora pouco se sabe sobre as razões por trás delas e como isso pode afetar psicologicamente — diz Frode Stenseng, da Universidade Norueguesa de Ciência e Tecnologia, principal autor da pesquisa.

O estudo explica que entre os benefícios psicológicos das válvulas de escape estão: alívio dos pensamentos e emoções mais estressantes e menos ruminação.

No entanto, pode haver dois tipos de “fuga” por meio das válvulas de escape: adaptativa e mal adaptativa. A primeira é sair em busca de experiências positivas e também se chama autoexpansão. Enquanto a mal adaptativa busca evitar experiências negativas e é chamada de autosupressão.

No que diz respeito à implementação do projeto, a equipe de investigação recrutou 227 corredores recreativos, metade homens e metade mulheres. Eles foram solicitados a preencher questionários relacionados a três aspectos diferentes do costume que utilizam como válvula de escape e da dependência de exercícios: uma escala que media a preferência por autoexpansão ou autosupressão; outra escala de dependência de exercícios; e uma escala de satisfação com a vida concebida para medir a satisfação dos participantes no seu dia a dia.

Como resultado, os cientistas descobriram que a autoexpansão estava positivamente relacionada ao bem-estar, enquanto a autosupressão estava negativamente ligada. De qualquer forma, o estudo confirmou que a necessidade de uma válvula de escape é um fator importante que influencia o desejo de se exercitar e que abrange até mesmo os aspectos adaptativos e desadaptativos da motivação para correr.

— Ainda são necessários mais estudos para investigar as consequências da corrida como método de fuga— afirma Stenseng.

Ele acrescenta que essas descobertas podem ajudar as pessoas a analisar qual é a verdadeira motivação que as leva a fazer essa atividade física. Em caso de falta de adaptação, é necessário mudar a mentalidade de fuga para uma de aprendizagem e expansão.

Em relação a esta pesquisa, Sebastian Blasco, diretor do programa de Psicologia do Esporte da Universidade Austral e autor do livro “Por trás do atleta: realização pessoal como vitória”, acredita que todas as pessoas têm uma certa dose de desejo por válvulas de escape na rotina.

— Quando não temos plena consciência do que queremos e qual é o sentido subjacente de nossa existência, a angústia nos invade. E diante disso surgem mecanismos de fuga, como o citado na pesquisa — afirma o profissional ao destacar que, quando essa atividade de fuga se torna o sentido da vida, passa a ser alienação.

Nas palavras de Blasco, o problema surge quando a pessoa recorre a essa atividade o tempo todo para não ouvir a voz de sua consciência. Também pode acontecer que, consciente ou inconscientemente, a pessoa comece a sobrecarregar sua agenda e enchê-la de atividades como forma de fuga.

Somado a isso, Blasco comenta que é preciso refletir se a verdadeira motivação para correr é o prazer ou o preenchimento de lacunas.

— É preciso diferenciar e entender que o problema não é sair para correr e sim fazer para evitar a conexão com a essência do nosso ser — enfatiza.

Sobre a questão da vontade de correr, Nestor Lentini, especialista em medicina esportiva do Hospital Universitário Austral (HUA), explica que a prática diária de atividades físicas como correr libera endorfinas, hormônios que melhoram o humor, e que isso pode estar relacionado ao tipo de escapismo desadaptativo que algumas pessoas usam para evitar se sentir mal. No entanto, frisa que nos casos em que isso não é levado ao extremo, a corrida é uma ferramenta para combater o sedentarismo e as doenças crônicas não transmissíveis.

Por outro lado, Magali Barbara Almada, médica do esporte do HUA, concorda com os demais especialistas que usar a corrida como uma espécie de válvula de escape da realidade é algo verdadeiro que tem uma base psicológica relacionada com o estresse.

— Quando você sai para correr, libera muita tensão e passa por várias fases psicológicas — explica Almada.

Com este último, ela quer dizer que quando alguém decide dar os primeiros passos no mundo da corrida, passa por diferentes períodos. Segundo a profissional, no início existe a “fase surda” que é aquela em que a pessoa se recusa a correr e tem dificuldade para fazê-lo até que, com o passar do treino, começa a controlar a respiração, os batimentos cardíacos, e outros até que chegue ao próximo estágio. Nela, o corpo é automatizado com os movimentos que tem que fazer, então a mente começa a eliminar todo o resto.

— É como se fosse uma folha de papel em branco onde você pode planejar e pensar em milhões de coisas que só aparecem quando você está correndo e isso não acontece se você sentar com papel e caneta para pensar — detalha a médica.

Da mesma forma, Almada esclarece que não é que correr tenha um efeito viciante, mas à medida que a pessoa detecta que o seu desempenho é melhor, surge naturalmente a vontade de aumentar as variáveis ​​da corrida e ter objetivos mais ambiciosos (correr com mais frequência, por mais tempo, inscrevendo-se em uma maratona e afins). Embora ela avise que o ideal é que tanto quem o faz de forma recreativa quanto profissional o complemente com treinamento de força.

— A maioria deles tem um treino padrão que tem, por um lado, uma combinação de corridas específicas (corridas, subidas, velocidade, distância) e, por outro lado, sessões de musculação, alongamentos e outras disciplinas como ciclismo ou natação — acrescenta Almada.
“E se eu correr todos os dias?”

— Tudo depende da distância: correr 20 quilômetros todos os dias não é o mesmo que fazer um percurso de apenas cinco quilômetros. Em geral, quando são percorridos mais de 10 km diários, surgem lesões que passam ao nível do metatarso e ocorrem fraturas por estresse — aponta a médica. Ao mesmo tempo, ressalta a importância de dosar o treino para não sobrecarregar os músculos e, justamente, evitar lesões.

Somado a isso, Almada alerta que os problemas físicos mais comuns que costumam aparecer quando o corpo é sobrecarregado pela corrida são: dores nas canelas, fascite plantar, fraturas da base do quinto metatarso e fraturas do fémur.

— Para preveni-las, é importante alternar os treinos para que os músculos descansem, usar o calçado correto, ter um bom acompanhamento médico e descansar pelo menos oito horas para se recuperar — explica.

Outro problema que exigir demais do corpo pode trazer é o cansaço extremo no dia seguinte, esse é um alerta de que você está fazendo mais do que pode. Desta forma, o esgotamento físico e mental é um primeiro padrão de alarme que em alguns casos pode desencadear insônia e amenorreia, ou seja, a falta de menstruação em mulheres.

— O esporte é saúde mas também tem limite, somos humanos e temos um limite biológico, não somos robôs. Correr 42km de maratona de uma só vez e sem a devida preparação é uma loucura absoluta — conclui Almada.

O Globo

terça-feira, 9 de maio de 2023

Ceará tem primeira morte por raiva humana após 7 anos sem registros

O Estado do Ceará registrou na última sexta-feira (5), a primeira morte confirmada por raiva humana depois de sete anos. A informação foi confirmada pela Secretaria Estadual de Saúde (Sesa), e segundo a pasta, a vítima, um homem de 36 anos, foi alvo de uma mordida de sagui, em fevereiro deste ano.

Segundo a pasta, o agricultor adoentado só procurou ajuda médica no fim do mês de abril, quando apareceram os sintomas.

Após o diagnóstico, o município de Cariús comunicou à Área Descentralizada de Saúde e ao GT Zoonose da Sesa na última quinta-feira (4) e a vítima foi transferida para uma unidade hospitalar da região, mas não resistiu.

O Laboratório Central de Saúde Pública confirmou a morto por raiva humana.

(Via CN7)
Foto ilustrativa

terça-feira, 2 de maio de 2023

Jovem descobre câncer em estágio avançado após "arrotar excessivamente"

A enfermeira Bailey McBreen, de 24 anos, descobriu um câncer de cólon, também chamado de câncer colorretal, em estágio 3 (considerado avançado) após começar a arrotar até 10 vezes por dia.

Os arrotos começaram em 2021, mas ela não deu muita atenção ao sintoma. Em fevereiro do ano passado, ela também começou a ter refluxo ácido.

“O primeiro sinal de que algo estava errado – embora eu não soubesse na época – foi quando comecei a arrotar excessivamente. Eu arrotava de 5 a 10 vezes por dia. Isso não era normal para mim. Na verdade, raramente arrotei antes, e é por isso que notei como era estranho”, disse Bailey, ao portal de notícias britânico NeedToKnow.

Os médicos acharam, no entanto, que o refluxo se tratava de um sintoma de ansiedade. Pouco tempo depois, ela descobriu que não era apenas isso.

Em janeiro de 2023, Bailey passou a sofrer com dores “excruciantes” no estômago, tinha dificuldades para ir ao banheiro e estava com pouco apetite. Como enfermeira, ela achava que estava apenas com uma obstrução intestinal.

“Nunca em um milhão de anos eu pensei que qualquer sintoma vago que eu tinha era, na verdade, câncer de cólon em estágio três”, relatou a jovem.

R7

sexta-feira, 28 de abril de 2023

EUA aprova remédio com bactérias benéficas de fezes humanas

A Food and Drug Administration (FDA), agência dos Estados Unidos semelhante à Anvisa, aprovou o uso do primeiro remédio feito de bactérias benéficas encontradas em fezes humanas. O medicamento é indicado para combater graves infecções intestinais e pretende substituir a necessidade de transplante de fezes. O remédio será comercializado com o nome de Vowst e é administrado por via oral.

O remédio está indicado para infecções recorrentes pela bactéria Clostridium difficile. Resistente a tratamentos, a bactéria mata a microbiota do intestino e causa cólicas, náuseas e diarreias intensas. O único tratamento da infecção antes da aprovação do medicamento era o transplante de fezes.

“A viabilidade deste medicamento com microbiota fecal e uso oral é um passo significativo para avançar no tratamento e no cuidado com pacientes que vivem com doenças da Clostridium difficile que ameaçam, inclusive, a vida”, disse o diretor da FDA, Peter Marks, em comunicado à imprensa.

O comunicado do FDA informa que ao menos 15 mil pessoas morrem nos EUA todos os anos com infecções que poderão ser tratadas mais facilmente com o novo medicamento. Não há dados sobre o assunto no Brasil.


Como funciona o remédio?

O remédio pode ser usado por qualquer pessoa com mais de 18 anos e deve ser tomado uma vez ao dia durante três dias consecutivos. Durante o estudo clínico, os pesquisadores constaram que o medicamento funcionou em 88% dos casos analisados.

O remédio possui efeitos semelhantes aos do transplante de fezes, quando excrementos de um voluntário saudável são tratados, congelados e injetados por colonoscopia em um paciente doente. No Vowst, a microbiota fecal é condensada em comprimidos, o que torna o armazenamento e a administração do medicamento mais simples. Assim como o transplante, porém, o uso de Vowst pode ser perigoso para quem tem alergias alimentares, informa o FDA.

(Metrópoles)

terça-feira, 18 de abril de 2023

Entenda o que é arritmia cardíaca: doença pode acometer 1 em cada 4 pessoas ao longo da vida

Segundo a Sociedade Brasileira de Arritmias Cardíacas (SOBRAC), a arritmia cardíaca é responsável pela morte súbita de aproximadamente 300 mil brasileiros todos os anos, sendo que a doença pode acometer 1 em cada 4 pessoas ao longo da vida.

Arritmia cardíaca é a denominação de qualquer descompasso no ritmo do coração. Pode ser desde uma coisa simples, sem perigo e muitas vezes sem sintomas, até quadros sintomáticos graves, como desmaios, falta de ar e palpitações.

Essa condição pode ser assintomática e, quando sintomática, costuma ter origem psicológica ou resultado de um desequilíbrio do próprio órgão. A arritmia pode se apresentar na forma de taquicardia, quando o coração bate rápido demais, ou como bradicardia, quando as batidas são muito lentas. Nos casos graves, pode levar à morte súbita.

Segundo o Dr. Claudio Catharina, Gestor da Unidade Coronariana do Hospital Icaraí (HI), até mesmo crianças são passíveis de apresentar quadro de arritmias cardíacas, mas as maiores porcentagens de casos são de pacientes em idade reprodutiva que possuem doenças cardíacas ou já sofreram parada cardíaca, bem como naqueles que têm histórico de doenças na família (pais, irmãos etc.)

“Pacientes com histórico de doença ateroesclerótica cardíaca e pessoas com diabetes, pressão alta, doenças cardíacas relacionadas ao infarto, a miocardites, doença de Chagas, doenças de válvulas e acometimento dos feixes elétricos do coração devem ficar atentas e manter um tratamento contínuo com o médico cardiologista”, alerta Catharina.

É preciso sempre ficar atento aos sintomas de alarme como: desmaios, dor no peito, tonteiras e falta de ar, pois a arritmia cardíaca pode ter graves consequências se não diagnosticada e tratada corretamente.

“É preciso estar atento quando se tem uma doença que compromete a função das válvulas ou do músculo cardíaco. Há também casos de doenças relacionadas ao sistema elétrico e canalicular que podem ser graves e levar à morte”, alerta o médico.


Quais as causas principais?

As principais causas das arritmias são as doenças cardíacas relacionadas ao infarto, a miocardites, doença de Chagas, doenças de válvulas e acometimento dos feixes elétricos do coração, diabetes, hipertensão, colesterol alto, tabagismo, obesidade e sedentarismo, entre outros fatores.

Para o cardiologista, é preciso ter uma qualidade de vida com pouco estresse e uma boa alimentação, mudando os maus hábitos alimentares e reduzindo o colesterol ruim (LDL), além de praticar uma atividade física com supervisão e indicação do médico.

“Antes de começar alguma atividade física, é preciso fazer um eletrocardiograma e, se possível, um teste ergométrico. Outra dica é parar de fumar, beber e cuidar da alimentação”, diz.

Segundo o médico, o tratamento é extremamente variável e individualizado, de acordo com a doença.

“Pode ser um remédio. Em outros casos, pode ser indicado o implante de um dispositivo para monitorar e tratar a doença e, ainda, procedimentos de ablação de arritmia, feitos pelo cateter cardíaco”, finaliza o cardiologista.

Por Lilian Christine

quarta-feira, 12 de abril de 2023

Por risco de trombose, Brasil abandona uso da AstraZeneca

No país foram registrados 98 casos suspeitos de síndrome de trombose com trombocitopenia causados pela vacina.
Uma nota técnica do Ministério da Saúde finalizou o uso e a produção da vacina AstraZeneca, produzida no Brasil pela FioCruz, por causa dos riscos de trombose atribuídos ao imunizante que foi aplicado em 115,6 milhões de brasileiros até janeiro de 2022.

A recomendação foi publicada em 27 de dezembro de 2022, mas passou despercebida. O documento diz que tanto a AstraZeneca, quanto a Janssen não devem ser aplicadas em pessoas com menos de 40 anos e que as demais vacinas disponíveis tenham preferência.

A justificação são os casos de síndrome de trombose com trombocitopenia (STT) que foram identificados em outros países no início da vacinação e que também foram registrados no Brasil.

O documento diz que 98 casos de STT relacionados à AstraZeneca foram notificados no e-SUS, destes, 34 tiveram nível 1 de certeza diagnóstica (casos confirmados), 17 casos com nível 2 (casos prováveis) e 47 casos com nível 3 (casos possíveis). Mulheres com menos de 40 anos foram as principais vítimas.

– Entre os casos prováveis e confirmados (níveis 1 e 2 de certeza diagnóstica), observa-se que a quase totalidade dos casos ocorreram com as vacinas Astrazeneca e Janssen, com incidências semelhantes entre elas, e com a primeira dose da vacina. Apenas dois casos ocorreram com a segunda dose e, mais recentemente, tem-se observado a ocorrência de casos com as doses de reforço – diz trecho da nota técnica 393/2022.

Diante dessa nova recomendação, o Ministério da Saúde optou por não renovar o contrato com a FioCruz, assim, as vacinas deixam de ser produzidas e utilizadas no Brasil.

(Pleno News)
Foto: EFE/EPA/ADI WEDA

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