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Mostrando postagens com marcador Combustíveis. Mostrar todas as postagens
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quinta-feira, 10 de setembro de 2026

FUM0: Petrobras suspende desconto e gasolina sobe R$ 0,44 por litro

Estatal havia anunciado também aumento de R$ 0,19, mas recuou durante a madrugada e manteve apenas o fim do subsídio.

A Petrobras informou na quarta-feira (9) que deixaria de aplicar o desconto de R$ 0,44 por litro na gasolina A, concedido no âmbito de uma subvenção econômica do governo federal.

A medida entrou em vigor nesta quinta-feira (10) após o fim da validade da Medida Provisória nº 1.358/2026, que regulamentava o subsídio.

Inicialmente, a estatal anunciou que, além da retirada do desconto, faria um reajuste próprio de R$ 0,19 por litro. Horas depois, durante a madrugada, a Petrobras cancelou o aumento e manteve apenas o fim da subvenção. Com a retirada do abatimento, o preço médio de venda da Petrobras às distribuidoras passou de R$ 3,05 para R$ 3,49 por litro.

A mudança representa um aumento de R$ 0,44 por litro no preço praticado pela estatal, sem considerar alterações de margens e custos ao longo da distribuição e revenda.

Via portal Diário do Poder

quarta-feira, 19 de agosto de 2026

Cartão combustível pode fortalecer a estratégia de benefícios para colaboradores


Recurso direcionado ao abastecimento permite adaptar limites às funções, organizar despesas de mobilidade e estabelecer critérios de utilização dentro da política corporativa

O cartão combustível pode integrar a política de benefícios de empresas que possuem colaboradores com necessidade de deslocamento durante a jornada. O recurso permite disponibilizar valores destinados ao abastecimento e estabelecer parâmetros para utilização, concentrando os pagamentos em uma ferramenta específica. A forma de uso, porém, depende das regras definidas pela organização e das características da atividade desempenhada.

Para equipes comerciais, técnicas, operacionais ou de atendimento externo, o deslocamento pode fazer parte da rotina de trabalho. Nesses casos, separar o gasto com combustível de outras despesas corporativas facilita a identificação dos valores relacionados à mobilidade. O cartão também pode ser associado a mecanismos de acompanhamento, conforme as funcionalidades oferecidas pela solução adotada.

Benefício alinhado à rotina de cada função

A definição do benefício começa pela análise das necessidades de deslocamento. Um colaborador que realiza visitas em uma área restrita pode ter uma demanda de abastecimento diferente de um profissional que percorre diversas cidades ao longo do mês.

A empresa pode estabelecer limites específicos por colaborador, veículo ou grupo, de acordo com o modelo utilizado. Também pode definir períodos para utilização dos valores, categorias de estabelecimentos permitidos e procedimentos para situações excepcionais.

Essa configuração permite que o benefício seja associado às atividades profissionais que justificam o gasto. Em uma equipe de manutenção externa, por exemplo, o abastecimento pode estar relacionado às ordens de serviço e às rotas programadas. Já em uma área comercial, o uso pode acompanhar a agenda de visitas e deslocamentos previstos.

Controle das despesas de mobilidade

Além da função de pagamento, o cartão combustível pode reunir informações sobre os abastecimentos realizados. Dependendo da plataforma, dados como data, valor e estabelecimento podem ficar disponíveis para consulta da empresa.

Esse histórico contribui para a organização da prestação de contas e para a conferência das despesas. O setor responsável consegue acompanhar os valores utilizados e compará-los com os limites estabelecidos na política interna.

A separação por categoria também facilita a leitura do orçamento. Combustível, estacionamento, pedágio e outras despesas de deslocamento podem receber tratamentos distintos, conforme a estratégia financeira adotada. Com registros organizados, a área administrativa consegue identificar quanto foi destinado especificamente ao abastecimento.

Integração com outros benefícios

O cartão combustível pode ser estruturado como parte de um conjunto de benefícios destinados a diferentes necessidades dos colaboradores. Nesse modelo, a empresa pode definir políticas específicas para alimentação, mobilidade, despesas profissionais ou outras categorias, respeitando as características de cada público.

A configuração também pode considerar o tipo de vínculo entre o gasto e a atividade profissional. Para colaboradores que utilizam veículo próprio em compromissos de trabalho, por exemplo, as regras podem ser diferentes daquelas aplicadas a profissionais que conduzem veículos pertencentes à empresa.

A clareza sobre a finalidade do recurso ajuda a evitar dúvidas no uso. O colaborador precisa saber quais despesas são autorizadas, quais limites devem ser observados e como proceder quando ocorrer uma situação fora do padrão previsto.

Política interna orienta o uso

A adoção do cartão combustível exige uma política de utilização compatível com a rotina da empresa. O documento pode estabelecer critérios de elegibilidade, limites, periodicidade de recarga, responsabilidades e procedimentos em caso de perda ou bloqueio.

Também é possível determinar como serão tratados gastos extraordinários, viagens não planejadas e alterações temporárias na rotina de determinado colaborador. Esses critérios dão previsibilidade à administração do benefício e ajudam a manter os registros financeiros organizados.

Para a área de Recursos Humanos, o cartão pode representar uma alternativa para estruturar um benefício vinculado à mobilidade, enquanto o financeiro ganha uma categoria de despesa com regras próprias de acompanhamento. A efetividade da solução depende da adequação entre os valores disponibilizados, as necessidades das funções e os controles definidos pela organização.

Assim, o cartão combustível pode fazer parte da estratégia de benefícios quando existe uma relação clara entre o recurso oferecido e as atividades que exigem deslocamento. Com limites definidos, acompanhamento das transações e uma política interna objetiva, a empresa consegue organizar o abastecimento dentro de uma estrutura de benefício que considera tanto a rotina dos colaboradores quanto os processos administrativos.

sábado, 15 de agosto de 2026

Mecânicos fazem a “festa” após gasolina passar a ter 32% de etanol; oficinas registram aumento na procura por reparos

Motor falhando, perda de potência, aumento do consumo e problemas no sistema de alimentação estão entre as principais reclamações relatadas por proprietários de veículos

Motoristas têm relatado uma série de problemas mecânicos em seus veículos e, segundo proprietários e profissionais do setor automotivo, a procura por oficinas tem aumentado nos últimos dias. Entre as principais reclamações estão falhas no motor, perda de potência, dificuldades na partida, aumento do consumo de combustível e possíveis problemas em componentes do sistema de alimentação.

A gasolina comercializada no Brasil passou a contar com 32% de etanol anidro, o que significa que, em cada litro de gasolina, há aproximadamente 320 ml de etanol e 680 ml de gasolina.

A mudança no percentual da mistura tem despertado a atenção de motoristas, principalmente daqueles que possuem veículos mais antigos. Parte dos proprietários associa o surgimento de falhas mecânicas às alterações na composição do combustível.

Nas oficinas, veículos com diferentes tipos de problemas têm sido levados para avaliação. Entre os sintomas relatados estão engasgos, falhas durante a aceleração, perda de potência, funcionamento irregular do motor, dificuldades na partida e aumento no consumo de combustível.

Apesar dos relatos, é importante destacar que não é possível afirmar automaticamente que todos esses problemas sejam provocados pelo aumento do percentual de etanol. Falhas semelhantes também podem estar relacionadas ao desgaste natural de componentes, problemas no sistema de ignição, injeção eletrônica, bomba de combustível, filtros, velas, bicos injetores ou à qualidade do combustível.

A mistura com maior percentual de etanol também exige atenção especial à manutenção dos veículos. Componentes do sistema de alimentação devem estar em boas condições para garantir o funcionamento adequado do motor.

Diante de qualquer alteração no comportamento do veículo após o abastecimento, a recomendação é procurar uma oficina de confiança e realizar um diagnóstico completo antes de substituir peças ou atribuir o problema exclusivamente ao combustível.

Também é importante verificar a procedência da gasolina. A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) estabelece especificações e procedimentos de controle de qualidade para os combustíveis comercializados no país.

Motoristas que suspeitarem de combustível fora das especificações devem guardar as notas fiscais dos abastecimentos e, se necessário, procurar os órgãos responsáveis pela fiscalização.

A situação tem gerado preocupação entre proprietários, especialmente aqueles que passaram a perceber falhas logo após abastecimentos recentes.

Enquanto isso, oficinas seguem recebendo veículos para diagnóstico, e os profissionais tentam identificar a origem dos problemas apresentados: se estão relacionados ao combustível, ao desgaste de componentes ou a outras falhas mecânicas.

Para os motoristas, a orientação é manter as revisões em dia, utilizar combustível de procedência conhecida e procurar atendimento especializado sempre que surgirem sinais como motor falhando, perda de potência, dificuldade para dar partida, aumento repentino do consumo ou funcionamento irregular.

Foto IA

quarta-feira, 7 de maio de 2025

Existe um cartel dos combustíveis em Sobral? Entenda a situação

Nos últimos tempos, tem surgido questionamentos na cidade de Sobral sobre a possibilidade de um cartel dos combustíveis. Muitos moradores e comerciantes têm se perguntado se há um acordo entre os empresários do setor para manter os preços altos ou semelhantes na região.

Sabe-se que um grupo domina a maioria dos postos de combustível em Sobral, o que levanta a suspeita de que possa haver uma coordenação entre esses empresários. Essa prática, conhecida como cartel, ocorre quando empresas se unem para manipular preços, limitar a concorrência e obter lucros maiores às custas do consumidor.

No entanto, até o momento, não há provas concretas que confirmem a existência de um acordo formal entre os empresários de postos de gasolina na cidade. As suspeitas continuam sendo objeto de investigação e debate, pois a alta constante nos preços dos combustíveis tem afetado o bolso dos moradores e a economia local.

A questão permanece aberta: será que há, de fato, um cartel atuando em Sobral? Ou os preços elevados refletem outros fatores, como custos de transporte, impostos ou condições de mercado?

As autoridades de defesa do consumidor e órgãos reguladores devem continuar atentos ao mercado de combustíveis na região, buscando garantir que a concorrência seja justa e que os preços sejam justificados.

Enquanto isso, a população espera por mais transparência e por ações que possam assegurar preços mais justos e competitivos na cidade.

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