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sexta-feira, 20 de fevereiro de 2026

Ex-presidente da Coreia do Sul é condenado à prisão perpétua por insurreição

Em um veredicto histórico, o ex-presidente sul-coreano Yoon Suk Yeol foi sentenciado a prisão perpétua, nesta quinta-feira (19), após ser considerado culpado pelo crime de insurreição ao decretar lei marcial em dezembro de 2024. A Justiça entendeu que Yoon tentou mobilizar forças militares e policiais para paralisar o Parlamento e consolidar poder de forma inconstitucional.

O caso remonta a 3 de dezembro de 2024, quando o então presidente declarou lei marcial em um momento de intenso conflito político com a Assembleia Nacional, controlada por partidos de oposição. A medida visava suspender atividades legislativas e permitir à Presidência maior controle sobre o processo político, mas foi suspensa após poucas horas graças à reação de legisladores que restabeleceram o funcionamento do Parlamento.

O tribunal de Seul concluiu que a ação de Yoon não foi apenas um uso legítimo de autoridade, mas uma tentativa de subverter a ordem constitucional ao enviar tropas ao Legislativo e planejar prisões de líderes políticos. Por isso, a insurreição foi considerada um ato grave contra a democracia sul-coreana.

Promotores pediram até a pena de morte, mas os juízes optaram pela prisão perpétua, levando em conta fatores como a ausência de mortes diretas e a idade do réu.

A condenação de Yoon marca um momento sem precedentes na história recente da Coreia do Sul. Ele é o primeiro ex-presidente eleito democraticamente a ser condenado por insurreição relacionada a uma tentativa de impor lei marcial.

Além de Yoon, vários membros de seu governo também foram condenados. O ex-ministro da Defesa, Kim Yong-hyun, recebeu 30 anos de prisão por seu papel central na mobilização das forças militares. Outros oficiais civis e militares envolvidos na crise também foram sentenciados.

A sentença ainda pode ser objeto de recurso pelos advogados de Yoon, que argumentam que ele tinha autoridade presidencial para adotar medidas de emergência diante da paralisia política. As reações no país continuam polarizadas, com apoiadores do ex-presidente criticando a decisão e defensores das instituições democráticas saudando o veredicto.

A crise de dezembro de 2024 provocou um dos maiores choques políticos na história da Coreia do Sul, evocando lembranças do passado autoritário do país e reforçando o debate sobre os limites do poder presidencial em uma democracia consolidada.

Folha do Estado

domingo, 8 de fevereiro de 2026

Trump se nega a pedir desculpas por vídeo r4cista contra casal Obama

Presidente dos EUA apagou post e diz que não viu trecho com o ex-presidente e a ex-primeira-dama retratados como macacos.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou não ter pelo que se desculpar sobre o vídeo que republicou na sua rede social Truth, com uma montagem racista que sobrepôs os rostos do ex-presidente Barack Obama e da ex-primeira-dama Michelle a corpos de macacos.

O republicano que chefia o governo norte-americano apagou e condenou o post, após reações de aliados e da oposição. E alegou não ter visto o trecho racista de cerca de 2 segundos do final do vídeo que denunciava a suposta fraude eleitoral jamais comprovada nas eleições de 2020. Naquele ano, Trump perdeu para o democrata Joe Biden, que foi apoiado por Obama.

“Eu não cometi nenhum erro. Quer dizer, eu analiso milhares de coisas. E eu vi o começo [do vídeo]. Estava tudo bem. […] Alguém deixou passar um detalhe muito pequeno. Aliás, repito, não fui eu que fiz isso, foi outra pessoa. Foi uma republicação, não fomos nós que fizemos [o vídeo]”, justificou Trump, para a imprensa, no avião presidencial.

Uma das mais incisivas críticas à republicação do post racista veio do único republicano negro no Congresso dos EUA, senador Tim Scott. “Rezo para que seja falso, porque é a coisa mais racista que já vi vinda desta Casa Branca. O presidente deveria remover isso”, reagiu o parlamentar republicano.

A publicação de Trump também foi classificada como “extremamente ofensiva” pelo deputado republicano Mike Lawler, mesmo se foi intencional ou um engano. E cobrou que o presidente Trump deveria pedir desculpas, não apenas apagar a publicação.

Fonte: Diário do Poder

terça-feira, 3 de fevereiro de 2026

Eduardo Bolsonaro é convidado para evento com Trump e Milei nos EUA

O ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) anunciou neste domingo (1º) que participará, no dia 10 de fevereiro, do “Hispanic Prosperity Gala”, evento realizado no Mar-A-Lago Club, resort do presidente americano Donald Trump, na Flórida.

O encontro contará com a presença do presidente da Argentina, Javier Milei, e tem como objetivo homenagear os “250 anos de prosperidade americana e as contribuições vitais dos hispano-americanos para o futuro econômico da nação”.

Em publicação na rede social X, Eduardo compartilhou o card do evento e destacou a satisfação em retornar ao hotel de Trump, além de elogiar Milei, a quem descreveu como o “melhor presidente da Argentina de todos os tempos”.

O evento é considerado um encontro de líderes e empresários voltado para debates sobre economia e cooperação entre os países da América.

Fonte: Folha do Estado

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2026

Costa Rica: Candidata de direita é eleita presidente já no 1° turno

Laura Fernández registrou 48,3% dos votos, acima dos 40% necessários para conquistar vitória já na primeira rodada.
A cientista política Laura Fernández, do Partido Soberano do Povo, venceu as eleições presidenciais da Costa Rica, realizadas neste domingo (1°). Segundo o Tribunal Supremo Eleitoral do país, com 96,2% das urnas apuradas, Laura tinha 48,3% dos votos, enquanto o economista Álvaro Ramos, do Partido de Libertação Nacional, tinha 33,4%. Para vencer no primeiro turno, era necessário obter ao menos 40% dos votos.

A costa-riquenha tem 39 anos e nasceu em Puntarenas, uma das províncias mais pobres do país. Ela é graduada em Ciências Políticas pela Universidade da Costa Rica e se tornou apenas a segunda mulher eleita para o cargo máximo do Poder Executivo.

Antes de chegar a Presidência, ela foi ministra do Planejamento Nacional e Política Econômica entre 2022 e 2025 e ministra da Presidência de 2024 a 2025, durante o governo de Rodrigo Chaves, do Partido Progressista Social Democrata. Ela deixou os cargos para disputar a eleição e é vista como herdeira política de Chaves.

Apesar de ser um dos países mais pacíficos da América Central, a Costa Rica vem enfrentando um aumento da criminalidade nos últimos anos, com crescimento de 50% na taxa de homicídios em seis anos. O combate à violência se tornou uma das principais bandeiras da campanha de Laura, que defende o endurecimento da política de segurança pública, inspirado no presidente de El Salvador, Nayib Bukele.

Bukele adotou ações duras contra gangues, com estados de emergência e prisões em massa. Ele foi um dos primeiros líderes a parabenizar Laura pela vitória e afirmou desejar “o maior sucesso em seu governo e tudo de bom para a querida nação irmã da Costa Rica”. Assim como Bukele fez em El Salvador, Laura prometeu concluir a construção de uma megaprisão para criminosos perigosos.

Em seu primeiro discurso como presidente eleita, Laura afirmou que sua vitória representa um voto “pela continuidade da mudança”.

– A Costa Rica votou pela continuidade da mudança, uma mudança que busca apenas resgatar e aperfeiçoar nossas instituições democráticas e devolvê-las a vocês, ao povo soberano, para criar mais bem-estar e prosperidade para o nosso povo – disse.

*AE

sábado, 31 de janeiro de 2026

Desabamento de mina na África deixa mais de 200 mortos

Deslizamento de terra ocorreu em uma mina de coltan na cidade de Rubaya
O número de mortos em um deslizamento de terra ocorrido em uma mina de coltan na cidade de Rubaya, na República Democrática do Congo, subiu de 45 para mais de 200, segundo confirmaram neste sábado (31) um líder da sociedade civil e autoridades rebeldes locais. O desabamento ocorreu na última quinta-feira (29) na mina situada no território de Masisi, na província de Kivu do Norte, após chuvas.

– O que aconteceu aqui em Rubaya após as chuvas de quinta-feira é realmente terrível. O número de corpos continua aumentando. Ontem [sexta, 30], recuperamos 45 corpos dos poços, mas, desde esta manhã, temos mais de 200, a maioria deles mineradores artesanais – relatou à Agência EFE, por telefone, Telesphore Nitendike, presidente da sociedade civil de Masisi.

Entre os mortos, além dos mineradores, estão comerciantes que trabalhavam na área, dominada pelos rebeldes do poderoso grupo Movimento 23 de Março (M23), que também controla a mina onde ocorreu o desastre.

– Pequenos comerciantes que operavam na zona mineradora e vários pedestres em diferentes trechos de estrada foram arrastados pelo deslizamento de terra, que desembocou nos rios Mumba e Rushog – detalhou Nitendike.

As chuvas frequentes na região tornaram o solo cada vez mais frágil, sendo os poços de mineração os mais propensos a desabamentos, segundo o líder da sociedade civil. Em declarações à EFE nesta sexta, Nitendike lamentou que os moradores não contem com equipes de resgate adequadas para recuperar os corpos enterrados na lama.

– A população local busca seus próprios mortos diante da falta de assistência. São obrigados a valer-se por si mesmos – afirmou.

Lumumba Kambere Muyisa, porta-voz do governador de Kivu do Norte nomeado pelo M23, também confirmou os fatos e a cifra de mais de 200 mortos à imprensa local. O conflito no leste congolês se agravou no final de janeiro de 2025, quando o M23 tomou o controle de Goma, capital de Kivu do Norte; e, semanas depois, de Bukavu, capital da vizinha Kivu do Sul, após combates com o Exército congolês.

Ambas as províncias são ricas em minerais como o coltan, fundamental para a indústria tecnológica na fabricação de telefones celulares. Os acidentes de mineração são frequentes no país, onde muitas minas são exploradas de maneira artesanal, sem seguir as regulamentações e medidas de segurança necessárias, além de, em muitos casos, serem operadas por grupos armados.

Desde 1998, o leste da República Democrática do Congo vive um conflito alimentado por grupos rebeldes e pelo Exército, apesar do destacamento da missão de paz da ONU.

*EFE

quinta-feira, 29 de janeiro de 2026

Trump diz que 'frota maior que enviada à Venezuela' segue rumo ao Irã; VEJA VÍDEO

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou, nesta quarta-feira (28/1), que uma “enorme arm4da” está a caminho do Irã. “Maior do que a frota enviada à Venezuela”, disse. Com informações do portal Metrópoles.

VEJA VÍDEO:

quarta-feira, 28 de janeiro de 2026

Presidente dos EUA fala em ataque “muito pior” contra o Irã

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, voltou a pressionar o Irã nesta quarta-feira (28) em uma série de declarações nas redes sociais e à imprensa, alertando que o próximo ataque dos EUA ao Irã será “muito pior” do que as ações anteriores caso o Teerã não aceite negociar um acordo nuclear e encerre seu programa atômico.

Trump afirmou que uma “armada” dos EUA está em deslocamento rumo à região do Oriente Médio, liderada pelo porta-aviões USS Abraham Lincoln, e que o país espera que o Irã volte à mesa de negociações para discutir um pacto que impeça a obtenção de armas nucleares.

Em publicações na rede social Truth Social, o presidente norte-americano ressaltou que “o tempo está se esgotando” para que um acordo seja alcançado, e que não há garantia de que esta nova fase de tensões se resolverá sem escalada militar significativa.

Autoridades iranianas, por sua vez, têm descartado negociações sob ameaças militares e afirmado que não existe solicitação formal por parte de Washington para recomeçar conversas diplomáticas com esse tipo de pressão.

Fonte: Folha do Estado

domingo, 25 de janeiro de 2026

Trump afirma que arma secreta "desorientadora" foi usada para capturar Maduro

O presidente Donald Trump afirmou que os EUA usaram uma arma que ele chamou de “descombobulator” (algo como “desorientador”) para capturar o então presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, neste mês, mas um alto funcionário americano disse que ele provavelmente está confundindo diferentes ferramentas usadas pelas Forças Armadas dos EUA.

“O descombobulator, não tenho permissão para falar sobre isso”, disse Trump ao New York Post em uma entrevista publicada no sábado, acrescentando que o
equipamento “fez com que [o equipamento inimigo] parasse de funcionar” durante a captura.

O presidente pode estar misturando várias capacidades em uma única arma que, na prática, não existe, afirmou à CNN um alto funcionário dos EUA.

As forças americanas usaram, sim, ferramentas cibernéticas para desativar sistemas de alerta antecipado e outras defesas venezuelanas durante a operação, além de empregar sistemas acústicos já existentes para desorientar o pessoal em terra.

Os militares dos EUA também possuem há anos uma arma de “raio de calor”, chamada Sistema de Negação Ativa (Active Denial System, ADS), que utiliza energia pulsada direcionada. Não está claro se esse sistema também foi usado

Fonte: Blog do BG

sábado, 24 de janeiro de 2026

Trump ameaça tarifa de 100% se Canadá fizer acordo com China

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ameaçou o Canadá com uma tarifa de 100% caso o país vizinho faça um acordo comercial com a China. Ele deu declarações, neste sábado (24), por meio de sua rede, Truth Social.

Segundo Trump, se o primeiro-ministro canadense, Mark Carney, “acredita que vai transformar o Canadá em um ponto de entrada para a China enviar bens e produtos para os Estados Unidos, está muito enganado”.

– Se Carney pensa que vai transformar o Canadá em um “porto de desembarque” para a China enviar mercadorias e produtos para os Estados Unidos, está redondamente enganado – escreveu.


Ele acrescentou que “a China vai devorar o Canadá”:

– A China vai devorar o Canadá vivo, consumindo-o completamente, inclusive destruindo seus negócios, tecido social e modo de vida em geral. Se o Canadá fizer um acordo com a China, será imediatamente atingido por uma tarifa de 100% sobre todos os bens e produtos canadenses que entrarem nos EUA. Obrigado pela atenção a este assunto.

Fonte: Pleno News

domingo, 18 de janeiro de 2026

EUA fazem ataque na Síria e matam líder ligado à Al Qaeda

Os Estados Unidos anunciaram neste sábado (17) a realização de uma operação militar na Síria que terminou com a morte de um líder extremista ligado à Al Qaeda. Segundo autoridades americanas, o alvo tinha conexão direta com um integrante do Estado Islâmico responsável pela morte de três cidadãos dos EUA no início de dezembro.

Identificado como Bilal Hasan al-Jasim, o líder jihadista estaria diretamente ligado ao ataque que matou dois militares americanos e um intérprete civil em Palmyra, em dezembro de 2025. De acordo com o Comando Central dos EUA (CENTCOM), a ação integra a “Operação Hawkeye Strike”, campanha de retaliação contra o Estado Islâmico. O secretário de Defesa, Pete Hegseth, afirmou que os Estados Unidos não recuarão no combate a ameaças terroristas.

BACCI

quinta-feira, 15 de janeiro de 2026

Embaixada explica suspensão de vistos para brasileiros

Nesta quarta-feira (14), a Embaixada dos Estados Unidos no Brasil explicou a suspensão de vistos de imigração de brasileiros e de cidadãos de outros 74 países. Segundo a representação diplomática, a medida foi adotada pelo Departamento de Estado para evitar o uso excessivo de programas de assistência social.

Em nota, a embaixada informou que o congelamento seguirá em vigor até que o governo norte-americano tenha garantias de que novos imigrantes não se tornem um custo para os contribuintes dos EUA.

– A medida afeta dezenas de países – incluindo Somália, Haiti, Irã e Eritreia – cujos imigrantes frequentemente se tornam encargos para os cofres públicos dos EUA logo após a chegada – diz a Embaixada.


E continua:

– Estamos trabalhando para garantir que a generosidade do povo americano não seja mais abusada. A Administração Trump sempre colocará os EUA em primeiro lugar.

Fonte: Pleno News

quarta-feira, 14 de janeiro de 2026

Idosa de 71 anos mata a mãe de 102 anos e motivo choca o mundo

Um caso que expõe a crescente crise do cuidado de idosos no Japão voltou a repercutir internacionalmente depois que uma mulher de 71 anos foi condenada por matar sua mãe de 102 anos após anos de cuidados extenuantes e solidão no papel de cuidadora principal. O episódio, ocorrido em 22 de julho de 2024, na cidade de Kunitachi, na região de Tóquio, evidencia os desafios sociais de um país que enfrenta um dos envelhecimentos populacionais mais acelerados do mundo.

Segundo relatos da imprensa internacional e registros policiais, Yoko Komine estrangulou e esfaqueou sua mãe, Fuku Komine, que vivia com demência avançada e fragilidade física extrema. Komine havia vivido com a mãe por mais de uma década, assumindo sozinha a maior parte dos cuidados necessários, desde higiene até alimentação e locomoção, tarefas que se tornaram progressivamente mais difíceis à medida que a mãe envelheceu.

Na manhã de 22 de julho de 2024, Komine ligou para os serviços de emergência confessando o que havia feito. Quando a polícia chegou ao local, encontrou a idosa de 102 anos sem vida na cama, com marcas de estrangulamento e ferimentos de faca. Segundo vizinhos e depoimentos publicados, a tensão emocional e física acumulada ao longo dos anos contribuiu para o desespero de Komine, que repetidamente relatou sentir-se “sozinha e sem apoio” diante da rotina exaustiva de cuidado.

O caso ganhou ampla repercussão em 2025 após a conclusão do julgamento no Tribunal Regional de Tachikawa, quando Komine foi condenada a três anos de prisão, com pena suspensa por cinco anos, em uma decisão que reconheceu o impacto do esgotamento físico e psicológico no crime. O tribunal considerou a pena com “grande margem para compaixão”, destacando a sobrecarga enfrentada pela acusada como um fator mitigador na sentença.

Fonte: MSN

Trump ameaça Irã com “ações contundentes” caso regime inicie execução de manifestantes

O presidente Donald Trump alertou nesta terça-feira (13) que os Estados Unidos adotarão “ações muito contundentes” caso as autoridades iranianas comecem a executar manifestantes detidos durante a atual onda de protestos contra o governo de Teerã. Em entrevista à CBS News, Trump destacou que sua administração responderá de forma firme a qualquer tentativa de repressão letal, especialmente se forem realizados enforcamentos de manifestantes presos pelo regime, medida que poderia começar a ser aplicada a partir de quarta-feira, segundo promotores iranianos.

Trump afirmou que o número de mortos nas manifestações no Irã é incerto, mas reconheceu que se trata de uma “quantidade considerável”, com relatos que variam desde números menores até estimativas superiores a 12 mil vítimas, podendo chegar a 20 mil, de acordo com fontes citadas pela emissora americana. O presidente destacou que “uma morte já é demais” e disse que receberá um relatório detalhado sobre a situação no país ao retornar a Washington.

A declaração do presidente surge diante do temor crescente de que o regime iraniano recorra à pena de morte como forma de sufocar os protestos, após a promotoria de Teerã indicar que alguns detidos serão julgados pelo crime de “moharebeh” ou “guerra contra Deus”, que prevê pena capital.

Mais tarde, em discurso na cidade de Detroit, Trump voltou a comentar as manifestações no Irã. “A todos os patriotas iranianos: continuem protestando, assumam o controle de suas instituições, se possível, e anotem o nome dos assassinos e abusadores que estão cometendo esses crimes, porque eles pagarão um preço muito alto”.

“Cancelei todas as reuniões com funcionários iranianos até que a matança sem sentido de manifestantes cesse. A ajuda está a caminho. Imponho tarifas a quem fizer negócios com o Irã. O país era grande até que esses monstros chegaram e tomaram o poder”, afirmou.

Segundo a ONG norueguesa Iran Human Rights (IHR), pelo menos 734 pessoas já foram confirmadas como vítimas fatais, embora o número real possa ser muito maior. A organização também alertou sobre o caso de Erfan Soltani, de 26 anos, detido na cidade satélite de Karaj e condenado à morte, com execução prevista para quarta-feira, segundo informações fornecidas por sua família.

Trump disse nas redes sociais que “a ajuda está a caminho” para os cidadãos iranianos, prometendo apoio em “diferentes formas”, incluindo assistência econômica. Ele também reiterou a suspensão de todas as reuniões com autoridades iranianas enquanto os assassinatos não cessarem e afirmou que os responsáveis “pagarão um alto preço” por qualquer ato de violência. Na entrevista, Trump mencionou operações militares anteriores de sua administração, como ataques a instalações nucleares no Irã e a eliminação de figuras como o líder do ISIS, Abu Bakr al-Baghdadi, e o general Qassem Soleimani. Sobre seu objetivo final, declarou: “O objetivo é vencer. Eu gosto de vencer”.

Organizações de direitos humanos, como a Anistia Internacional, manifestaram preocupação com a possibilidade de julgamentos sumários e execuções arbitrárias, alertando sobre o uso da pena de morte como instrumento para reprimir a dissidência no Irã.

Fonte: Gazeta Brasil

Irã fará primeira execução de manifestante quarta, diz ONG

As autoridades iranianas devem executar, nesta quarta-feira (14), o manifestante Erfan Soltani, de 26 anos, preso na cidade de Karaj por protestar contra o regime dos aiatolás. Segundo a ONG (Organização Sem Fins Lucrativos) curdo-iraniana Hengaw, o jovem será enforcado.

Os parentes de Erfan afirmam ter sido informados de que o rapaz não teve direito a um julgamento, tampouco a um advogado, e que a sentença de morte é considerada irreversível. O jovem foi preso em sua própria casa na última quinta-feira (8).

Os protestos contra os aiatolás e ao líder supremo, Ali Khamenei, já resultaram em cerca de 2 mil mortes, segundo informações reportadas por um integrante do governo iraniano à Reuters.

Os atos começaram motivados pela crise econômica no país, mas a forte repressão aos manifestantes despertaram mais ira da população, que passou a reivindicar o fim do regime que rege o país desde 1979.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, prometeu nesta terça-feira (13) que enviará ajuda à população iraniana e os incentivou a seguirem lutando.

– Patriotas iranianos, CONTINUEM PROTESTANDO – OCUPEM SUAS INSTITUIÇÕES!!! Guardem os nomes dos assassinos e abusadores. Eles pagarão um preço alto. Cancelei todas as reuniões com autoridades iranianas até que o assassinato sem sentido de manifestantes PARE. A AJUDA ESTÁ A CAMINHO. MAGA!!! PRESIDENTE DONALD J. TRUMP – prometeu, sem entrar em detalhes sobre como fornecerá tal ajuda.

Fonte: Pleno News

terça-feira, 13 de janeiro de 2026

Ditadura do Irã já pode ter matado mais de 6.000 manifestantes, e Lula se cala

O governo Lula (PT) mantém silêncio vergonhoso, que não surpreende, sobre as atrocidades cometidas pelos seus aliados do Irã, cujas forças de repressão podem ter matado mais de 6.000 manifestantes desde o início dos protestos nas ruas de Teerã, em 28 de dezembro.

A informação é da ONG Iran Human Rights (IHR), com sede na Noruega. Há subnotificação de vítimas fatais, por isso até o início da noite desta segunda-feira (12), somente era possível confirmar cerca de 700 mortes.


Apagão digital

Apagão digital imposto pela ditadura dos aiatolás dificulta a coleta de dados, mas registros convencionais apontam para mais de 6.000 mortos.


Diplomacia cega

O Itamaraty distribui notas sobre quaisquer acontecimentos em outros países, mas se omite diante dos crimes cometidos por ditadores amigos.


Maioria era jovem

A maioria dos assassinados pela teocracia tinha menos de 30 anos, segundo Mahmood Amiry Moghaddam, diretor da IHR.


Amigos e ídolos

Lula relativizou a invasão da Rússia, e sempre passa pano para ditadores amigos e ídolos, como Maduro e Daniel Ortega, entre outros.

Fonte: Diário do Poder

EUA orientam cidadãos a deixarem o Irã imediatamente

O governo dos Estados Unidos emitiu um alerta urgente orientando seus cidadãos a deixarem o Irã imediatamente. A recomendação foi divulgada por meio de canais oficiais do Departamento de Estado e ocorre em um contexto de crescente instabilidade política e social no país do Oriente Médio.

Segundo o comunicado, a situação de segurança no Irã se deteriorou de forma significativa nos últimos dias, com a intensificação de protestos contra o regime e o risco de confrontos violentos. As autoridades americanas alertam para a possibilidade de detenções arbitrárias, repressão por forças de segurança e dificuldades para deslocamento.

O aviso também destaca restrições impostas pelo governo iraniano às comunicações, incluindo bloqueios de internet, telefonia móvel e serviços digitais, o que pode dificultar pedidos de ajuda e o contato com familiares e autoridades estrangeiras.

Como os Estados Unidos não mantêm relações diplomáticas com o Irã, os serviços consulares para cidadãos americanos no país são extremamente limitados. Por isso, o governo recomenda que a saída seja feita o mais rápido possível, inclusive por rotas terrestres para países vizinhos, caso seja considerado seguro.

O alerta reforça ainda que cidadãos que optarem por permanecer no Irã devem estar cientes dos riscos elevados, da imprevisibilidade do cenário e da possibilidade de agravamento súbito da situação, com impactos diretos na segurança pessoal e no acesso a serviços básicos.

Via Folha do Estado

Trump diz que punirá países que fizerem negócios com Irã

Nesta segunda-feira (12), o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou que qualquer país que “fizer negócios” com o Irã será punido com uma tarifa de 25% por parte do governo americano. Ele se manifestou por meio de sua conta na rede Truth Social.

– Esta ordem é imediata e final – disse Trump.

A advertência foi feita depois que, segundo o portal de notícias americano Axios, o chanceler do Irã, Abbas Araghchi, entrou em contato com o enviado especial de Trump para o Oriente Médio e a Ucrânia, Steve Witkoff, no último fim de semana, com a aparente intenção de reduzir a tensão com Washington.

Os contatos ocorreram após Trump ameaçar atacar o Irã em resposta à repressão ordenada contra as manifestações que estão abalando o país e que deixam um elevado número de mortos e detidos.

Por sua vez, a porta-voz da Casa Branca, Karoline Leavitt, afirmou mais cedo, em uma entrevista coletiva, que Trump não descarta ações militares no Irã.

Teerã mantém relações comerciais com vários países e tem o Brasil como principal parceiro no intercâmbio de produtos agrícolas e fertilizantes.

*Com informações da Agência EFE

domingo, 11 de janeiro de 2026

Filho de Maduro afirma que pai mandou recado dos EUA

O ex-ditador da Venezuela Nicolás Maduro assegurou a partir dos Estados Unidos, onde se encontra detido junto com sua esposa, a deputada Cilia Flores, que ambos estão “bem” e que são “lutadores”. A informação foi divulgada pelo filho do chavista, o parlamentar Nicolás Maduro Guerra, que afirmou ter conversado com os advogados.

Em nota publicada neste domingo (11), a emissora estatal VTV informou que o filho de Maduro se reuniu com integrantes do governista Partido Socialista Unido de Venezuela (PSUV) e “transmitiu uma mensagem de força” por parte de seu pai e de Flores, capturados no dia 3 de janeiro em Caracas por forças norte-americanas em meio a uma série de ataques.

– Os advogados nos disseram que ele está forte. Ele disse para não ficarmos tristes – declarou Maduro Guerra, citado na nota da VTV.

O deputado também denunciou que contra Maduro “foi empregada uma força desproporcional, por não conseguirem vencê-lo por outras vias”, segundo o canal estatal.

No entanto, Maduro Guerra insistiu que seu pai se mantém “moralmente íntegro e forte” e que “sua liderança não foi dobrada apesar das circunstâncias que enfrenta em território norte-americano”.

Na última segunda-feira (12), Maduro declarou-se “um homem inocente” das acusações de narcotráfico com as quais o governo de Donald Trump justifica sua captura e transferência para os EUA, e afirmou ser um “prisioneiro de guerra” perante o tribunal do Distrito Sul de Nova Iorque, durante sua primeira audiência.

A acusação formal, que revisa a original de 2020, imputa a Maduro os crimes de conspiração para cometer narcoterrorismo e conspiração para importar cocaína, entre outras acusações. Cilia Flores, por sua vez, é acusada de suposta participação na conspiração para o tráfico de cocaína.

Ambos se declararam “não culpados” e Maduro disse ser o presidente da Venezuela. O filho de Maduro também disse que sua família é “perseguida” e expressou confiar que, “mais cedo ou mais tarde”, ambos serão libertados e retornarão ao país sul-americano.

Além disso, Maduro Guerra expressou seu “apoio incondicional” à vice-presidente, Delcy Rodríguez, que assumiu como presidente interina da Venezuela após uma ordem do Tribunal Supremo.

*EFE

sábado, 10 de janeiro de 2026

EUA lançam ofensiva aérea de larga escala contra o Estado Islâmico na Síria

As Forças Armadas dos Estados Unidos, em conjunto com países aliados, realizaram no sábado uma ofensiva aérea de grande escala contra posições do Estado Islâmico (ISIS, na sigla em inglês) na Síria. A operação foi uma resposta direta ao ataque ocorrido em 13 de dezembro, em Palmira, que resultou na morte de três cidadãos americanos. A ação militar, batizada de Operação Hawkeye Strike, foi conduzida sob a direção do presidente Donald Trump e representa uma escalada na resposta dos EUA aos recentes atentados do grupo jihadista.

O Comando Central dos Estados Unidos (CENTCOM) informou que a ofensiva começou às 12h30 (horário da Costa Leste) e contou com a participação de forças americanas e de parceiros da coalizão internacional. Segundo o comunicado oficial, os ataques atingiram “múltiplos alvos do ISIS em todo o território sírio”, com o objetivo de neutralizar a capacidade operacional do grupo extremista e evitar novos atentados contra militares dos EUA e forças aliadas.

A intensificação das ações militares ocorre após o atentado de 13 de dezembro em Palmira, quando um combatente do Estado Islâmico emboscou um contingente conjunto de forças americanas e sírias, provocando a morte de dois soldados dos Estados Unidos e de um intérprete civil.

De acordo com o governo americano, a ofensiva faz parte da estratégia definida pela administração Trump para “erradicar a ameaça do terrorismo islâmico” e garantir a segurança das tropas destacadas na região. Em nota, o CENTCOM afirmou que “se atacarem nossos combatentes, nós os encontraremos e eliminaremos onde quer que tentem escapar da Justiça”, reforçando o tom duro adotado recentemente por Washington no combate às células jihadistas.

A Operação Hawkeye Strike havia sido anunciada oficialmente em 19 de dezembro, poucos dias após o ataque em Palmira, e conta com apoio logístico e de inteligência de aliados internacionais. A ação se insere em uma série de intervenções recentes dos Estados Unidos contra redutos do ISIS fora da Síria e do Iraque.

Um dos episódios mais recentes ocorreu em 25 de dezembro, no noroeste da Nigéria, quando forças americanas lançaram ataques contra alvos ligados ao Estado Islâmico em resposta a uma onda de violência contra comunidades cristãs. Em publicação na rede Truth Social, o presidente Trump confirmou seu envolvimento direto na decisão e afirmou que “os Estados Unidos lançaram um ataque poderoso e letal contra a escória terrorista do ISIS no noroeste da Nigéria, que vinha assassinando brutalmente, principalmente, cristãos inocentes”.

Trump declarou ainda que havia alertado os militantes sobre as consequências de continuarem os ataques sectários. “Se não parassem o massacre de cristãos, pagariam um alto preço — e foi isso que aconteceu”, afirmou. Segundo fontes militares americanas, a operação envolveu uma série de bombardeios coordenados contra posições do grupo em uma região marcada por conflitos inter-religiosos.

A campanha aérea da coalizão internacional tem como objetivo enfraquecer a infraestrutura do Estado Islâmico em diferentes frentes, incluindo a vigilância intensiva de rotas de abastecimento e a eliminação de centros de comando. Autoridades afirmaram que os ataques são realizados “em cumprimento do compromisso permanente de erradicar o terrorismo islâmico e proteger as forças americanas e aliadas em zonas de conflito”.

Em comunicado, o Departamento de Defesa dos Estados Unidos destacou a capacidade das forças armadas de realizar “operações de precisão” e ressaltou a coordenação com parceiros regionais. Trump afirmou que “o Departamento de Defesa realizou inúmeros ataques perfeitos, como só os Estados Unidos são capazes de fazer”.

A mais recente ofensiva na Síria reforça a continuidade de uma política externa baseada na ação direta contra grupos considerados ameaças à segurança global. “Seguimos determinados a perseguir os terroristas que buscam prejudicar os Estados Unidos e nossos aliados”, afirmou o CENTCOM.

As autoridades americanas não divulgaram detalhes sobre a extensão dos danos causados ao ISIS durante os ataques de sábado, mas enfatizaram que as operações continuarão enquanto houver risco de novos atentados. A Casa Branca reiterou que qualquer agressão contra forças americanas no exterior receberá uma resposta “firme e proporcional”.

Fonte: Gazeta Brasil

quinta-feira, 8 de janeiro de 2026

Professora grávida é presa suspeita de abu5ar de adolescente

Uma professora de música de 33 anos foi presa na última terça-feira (6) na cidade de Mandurah, ao sul de Perth, na Austrália, acusada de abuso sexual contra um estudante adolescente. A mulher, identificada como Naomi Tekea Craig, é casada, mãe de uma criança e está grávida do segundo filho. No momento da prisão, ela estava afastada de suas atividades profissionais por licença médica.

Segundo informações divulgadas pelas autoridades locais, os episódios de abuso teriam ocorrido de forma recorrente ao longo dos anos de 2024 e 2025. O caso está sendo apurado pela Justiça australiana, que investiga as circunstâncias dos crimes e a relação entre a acusada e a vítima.

Naomi atuava como professora de música no Frederick Irwin Anglican School, uma escola particular que atende alunos da educação infantil ao ensino médio. Conforme relatos de pais e responsáveis, ela era considerada uma profissional dedicada e bastante querida no ambiente escolar.

Em comunicado oficial encaminhado à comunidade escolar, a diretora da instituição, Tracey Gray, informou que a vítima não é aluno da escola onde Naomi trabalhava. A direção também destacou que está colaborando com as autoridades e adotando medidas para preservar a segurança e o bem-estar dos estudantes.

Casada desde outubro de 2019, Naomi é mãe de uma criança nascida em 2022 e aguardava a chegada do segundo filho. A prisão causou surpresa entre pais e responsáveis, que relataram choque diante da gravidade das acusações envolvendo uma professora conhecida no meio educacional.

A primeira audiência do caso está marcada para o dia 27 de janeiro. Até essa data, o processo seguirá sob análise do Judiciário australiano, enquanto as investigações continuam.

Via portal Folha do Estado

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