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domingo, 4 de janeiro de 2026

Maduro chega a NY rodeado por grande esquema de segurança

Neste sábado (3), o avião militar Boeing 757 que transportou o ditador da Venezuela, Nicolás Maduro, pousou em Nova Iorque, EUA. O venezuelano deverá comparecer, nos próximos dias, a um tribunal federal para responder a acusações de narcoterrorismo e outras três, após ter sido detido durante a madrugada pelas forças americanas em Caracas.

Maduro chegou ao aeroporto internacional Stewart, onde dezenas de agentes de diferentes agências federais, como FBI (polícia federal) e a Administração Antidrogas (DEA), entraram no avião.

Maduro foi formalmente acusado, em 2020, pela Promotoria do Distrito Sul de Nova Iorque. Neste sábado, foi divulgada uma “acusação substitutiva” no mesmo tribunal, reiterando as acusações de narcoterrorismo, conspiração para importar cocaína e crimes relacionados a armas automáticas.

O presidente do país sul-americano foi detido em Miraflores, a residência presidencial em Caracas, juntamente com a esposa, Cilia Flores, que também foi transferida para Nova Iorque no mesmo avião.

*Com informações da Agência EFE

sábado, 3 de janeiro de 2026

Venezuelanos pela América do Sul celebram queda de Maduro

Manifestações em países como Chile e Argentina mostraram alegria dos venezuelanos com a captura do ditador.
Venezuelanos opositores ao regime de Nicolás Maduro radicados na Argentina comemoraram neste sábado (3) a captura do ditador por parte dos Estados Unidos e consideraram que marca “o princípio do fim de um pesadelo”.

– É um dia que estivemos esperando durante tantos anos. Hoje a Venezuela inteira está comemorando, ouça bem, estamos comemorando, porque prevemos que isso é o princípio do fim de um pesadelo, pelo qual lutamos durante anos e anos – afirmou a líder opositora e secretária-geral do Fórum Argentino para a Defesa da Democracia (FADD), Elisa Trotta.

Trotta expressou sua expectativa de que Edmundo González Urrutia — candidato opositor que disputou as controversas eleições presidenciais venezuelanas de 2024 e quem ela considera ter sido o verdadeiro vencedor do pleito — assuma o poder e comece um processo de reconstrução institucional.

– Esperamos que muito em breve o presidente Edmundo González Urrutia possa finalmente ir de mãos dadas com María Corina Machado à Venezuela, assumir o cargo que lhe corresponde como presidente do país e começar esse processo de reinstitucionalização fundamental que a Venezuela necessita – acrescentou.

A venezuelana Lormys Rojas, fundadora e presidente da Associação Civil Laços de Liberdade, descreveu em diálogo com a imprensa argentina o impacto emocional que a notícia teve na diáspora.

– As emoções que eu sinto são as mesmas que sentem todos os venezuelanos. Na madrugada falávamos com a família por videochamada, todos na cama, mas acompanhando com emoção tudo o que estava acontecendo – contou.

Liset Luque, integrante da organização Aliança pela Venezuela e que vive na Argentina há sete anos, afirmou à imprensa local que a notícia a deixou em um “estado de choque emocional”.

– Muitos venezuelanos estão entre o anseio pela liberdade e o impacto de ver aquele que consideramos o líder de um sistema criminoso finalmente capturado – contou.

NO CHILE, MILHARES CELEBRAM
Milhares de venezuelanos foram neste sábado às ruas em Santiago, no Chile, para comemorar a captura de Maduro. Na ocasião, muitos expressaram o desejo de voltar à pátria para se reencontrarem com seus entes queridos.

Desde as primeiras horas da manhã, os venezuelanos concentraram-se tanto no central Parque Almagro quanto na chamada Little Caracas, uma região da capital chilena conhecida por sua numerosa população venezuelana.

– Depois de tantos anos de ditadura, já era hora de prenderem essa ratazana e todo o seu pessoal. A Venezuela está livre! Agora sim vamos poder abraçar nossos familiares que há tantos anos não vemos – disse Alfonso González, que vive no Chile há oito anos.

Ao lado, segurando uma bandeira da Venezuela e com lágrimas nos olhos, a venezuelana Betania Pérez disse que, embora o futuro ainda seja incerto e “nada se saiba 100% sobre o que vai acontecer, isso é um avanço, já é uma vitória”.

– Pedimos muitas vezes a Deus que nos ajudasse a sair deste narcorregime e estamos felizes. As lágrimas me saltam aos olhos. Estou há oito anos fora de nossa pátria e agradeço muito ao Chile por ter nos recebido – afirmou à EFE outra mulher venezuelana de meia-idade, que preferiu não se identificar.

Os venezuelanos tornaram-se nos últimos anos a maior comunidade migrante do Chile, superando os peruanos. Segundo o Instituto Nacional de Estatísticas do Chile (INE), vivem no país austral cerca de 730 mil venezuelanos, principalmente na Região Metropolitana de Santiago.

– Tenho muita vontade de voltar. Desde que fui embora, só pensei em voltar, em me reencontrar com meu país, com minha gente, com minha cultura – declarou Génesis, uma jovem que está há dez anos fora da Venezuela.

Com as cores da bandeira venezuelana pintada no rosto, Mendoza agradeceu a todos os países que acolheram os mais de 8 milhões de venezuelanos que se calcula que emigraram.

– Tivemos que migrar de maneira involuntária, mas aqui estamos, e penso que também contribuímos para os países aos quais chegamos – disse.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou neste sábado que o ditador venezuelano Nicolás Maduro e sua esposa, Cilia Flores, estão sendo levados para Nova Iorque após terem sido capturados em uma operação em larga escala durante a madrugada em Caracas por forças especiais americanas.

*EFE

Trump diz que Maduro e esposa estão em navio a caminho de NY

Presidente americano informou que casal está a bordo do navio anfíbio USS Iwo Jima.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou neste sábado (3) que o ditador da Venezuela, Nicolás Maduro, e sua esposa, Cilia Flores, estão detidos no navio anfíbio USS Iwo Jima e a caminho de Nova Iorque para serem processados por narcotráfico.

Mais cedo neste sábado, Trump confirmou que forças americanas realizaram “com sucesso um ataque em grande escala contra a Venezuela e seu líder, o presidente Nicolás Maduro, que foi, junto com a primeira-dama, Cilia Flores, capturado e retirado por via aérea do país”.

O anúncio foi feito após uma madrugada de explosões em Caracas e em estados como Miranda, Aragua e La Guaira. Relatos locais indicam ataques contra infraestruturas estratégicas, incluindo o Forte Tiuna (complexo militar onde fica a sede do Ministério da Defesa) e a base aérea de La Carlota.

O governo da Venezuela, que havia denunciado anteriormente uma “gravíssima agressão militar” e decretado estado de emergência, ainda não comentou oficialmente a informação de captura de Maduro.

Segundo fontes consultadas pela rede de televisão Fox News, a operação militar noturna americana envolveu um grande destacamento de helicópteros Chinook e outros ativos das forças especiais para capturar Maduro, que teria sido retirado do país em uma dessas aeronaves.

Fontes da Casa Branca informaram que Trump deu sinal verde aos ataques há alguns dias, depois de vários meses de aumento da presença militar americana diante do litoral venezuelano e de pedidos da Casa Branca para que Maduro deixasse o poder.

Em uma breve entrevista ao jornal The New York Times, direto de sua residência Mar-a-Lago, no estado da Flórida, onde passou Natal e Ano Novo, Trump afirmou que foi realizada “uma operação brilhante”.

– Houve muito planejamento e muita gente e militares muito bons – declarou.

*EFE

segunda-feira, 29 de dezembro de 2025

Rússia diz que Ucrânia at4cou residência de Putin; Trump se manifesta

O governo da Rússia afirmou nesta segunda-feira (29) que a Ucrânia teria tentado atingir uma residência do presidente Vladimir Putin, localizada na região de Novgorod.

A declaração foi feita pelo ministro das Relações Exteriores, Sergei Lavrov, em entrevista à agência Interfax. Segundo ele, entre os dias 28 e 29 de dezembro, forças ucranianas teriam utilizado 91 drones de longo alcance para atacar o imóvel. “Essas ações imprudentes não ficarão impunes”, afirmou Lavrov. As autoridades russas não informaram se Putin estava no local no momento da suposta ofensiva.

A acusação foi prontamente rebatida pelo presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, que classificou a versão russa como “outra rodada de mentiras”. Em declarações feitas a jornalistas por meio do WhatsApp, ele afirmou que Moscou estaria tentando comprometer avanços recentes nas negociações de paz envolvendo Ucrânia e Estados Unidos. (continua)

Segundo Zelensky, o discurso russo também serviria para justificar possíveis ataques contra prédios governamentais em Kiev. O líder ucraniano pediu que o presidente americano reaja às declarações feitas por Moscou.

O episódio também provocou reação do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. Questionado por repórteres, ele afirmou ter ficado “muito irritado” com a suposta tentativa de ataque à residência de Putin.

“Eu não gosto disso. Não é bom”, disse. Trump destacou que o momento é sensível para as negociações e afirmou que há diferença entre ações militares no contexto da guerra e um ataque direcionado à casa do presidente russo. Sobre a existência de provas, declarou: “Vamos descobrir”.

Trump relatou ainda que tomou conhecimento do caso durante uma conversa telefônica com Putin, que descreveu como “muito boa”. Até o momento, não há informações confirmadas sobre danos causados pelos drones ou sobre a presença do presidente russo no imóvel em Novgorod, localizado a cerca de 500 quilômetros ao norte de Moscou.

As acusações surgem um dia após Trump se reunir com Zelensky na Flórida. Após o encontro, o presidente americano afirmou que estava próximo de apresentar um plano para encerrar o conflito, embora tenha reconhecido que as negociações seguem travadas em pontos considerados centrais, especialmente a disputa por territórios ocupados desde o início da guerra. (Foto: Tass; Fontes: Reuters; G1)

sexta-feira, 26 de dezembro de 2025

EUA bombardeiam posições do Estado Islâmico na Nigéria em retaliação à violência contra cristãos

O presidente Donald Trump anunciou, na tarde desta quinta-feira, que forças dos Estados Unidos realizaram “numerosos e poderosos” ataques contra alvos do Estado Islâmico (ISIS) no noroeste da Nigéria.

Em publicação na rede social Truth Social, Trump afirmou que a ofensiva foi conduzida sob sua ordem direta como comandante em chefe das Forças Armadas norte-americanas. Segundo ele, a ação teve como objetivo integrantes do grupo extremista, acusados de promover ataques violentos na região.

“Esta noite, sob minha direção como comandante em chefe, os Estados Unidos lançaram um ataque poderoso e letal contra a escória terrorista do ISIS no noroeste da Nigéria, que vinha matando brutalmente, principalmente cristãos inocentes, em níveis não vistos há muitos anos, e até mesmo séculos”, escreveu.

O presidente norte-americano declarou ainda que já havia alertado previamente os militantes do grupo jihadista sobre as consequências caso a violência não fosse interrompida.

“Se não parassem o massacre de cristãos, pagariam um alto preço — e esta noite isso aconteceu”, afirmou.

Trump também destacou a atuação do que chamou de “Departamento de Guerra”, ao dizer que foram realizados ataques precisos. “Foram executados numerosos ataques perfeitos, como só os Estados Unidos são capazes de fazer. Sob minha liderança, nosso país não permitirá que o terrorismo islâmico radical prospere”, acrescentou.

A ação militar ocorreu durante o período do Natal, em meio a uma escalada de ataques contra comunidades cristãs no norte da Nigéria, segundo o presidente.

Ao encerrar a mensagem, Trump afirmou: “Que Deus abençoe nossas Forças Armadas e feliz Natal a todos, inclusive aos terroristas mortos. Haverá muitos mais se o massacre de cristãos continuar”.

O presidente reiterou que os Estados Unidos poderão adotar novas medidas caso persistam ameaças contra a população civil.

No mês passado, Trump alertou que poderia cortar a ajuda dos Estados Unidos à Nigéria e entrar no país “atirando para todos os lados” caso o governo nigeriano não fizesse mais para impedir que extremistas islâmicos continuassem matando cristãos.

O presidente afirmou ainda que havia orientado o Departamento de Guerra a “se preparar para uma possível ação” contra “bandidos terroristas” na Nigéria, em publicação feita no dia 1º de novembro na rede social Truth Social.

De acordo com o grupo de direitos humanos Intersociety, mais de 7 mil cristãos foram mortos na Nigéria somente neste ano.

Na semana passada, o governo Trump também convocou de volta mais de duas dezenas de embaixadores que atuavam em diferentes países ao redor do mundo, incluindo a Nigéria e outras nações africanas. Os diplomatas haviam sido nomeados pelo ex-presidente Joe Biden.

Desde que assumiu o cargo em janeiro, Trump já ordenou ataques militares no Iêmen, Somália, Iraque, Irã, Síria, além de operações no Mar do Caribe e no Oceano Pacífico Oriental.


Eis a íntegra declaração de Trump:

Esta noite, sob minha direção como Comandante em Chefe, os Estados Unidos lançaram um ataque poderoso e mortal contra a escória terrorista do ISIS no noroeste da Nigéria, que vinha atacando e matando brutalmente, principalmente, cristãos inocentes, em níveis não vistos há muitos anos — ou até séculos! Já havia alertado esses terroristas de que, se não parassem com o massacre de cristãos, haveria um preço alto a pagar — e esta noite, houve. O Departamento de Guerra executou diversos ataques perfeitos, como só os Estados Unidos são capazes de fazer. Sob minha liderança, nosso país não permitirá que o terrorismo islâmico radical prospere. Que Deus abençoe nossas Forças Armadas, e FELIZ NATAL a todos — inclusive aos terroristas mortos, dos quais haverá muitos mais se continuarem com o massacre de cristãos.

DONALD J. TRUMP PRESIDENTE DOS ESTADOS UNIDOS DA AMÉRICA

Via Gazeta Brasil

quarta-feira, 17 de dezembro de 2025

Trump afirma que militares dos EUA cercaram Venezuela

"O choque para eles será como nada que já tenham visto antes", prometeu o presidente.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou, nesta terça-feira (16), que as forças militares estadunidenses cercaram por completo a Venezuela, no que chamou de “maior armada já reunida na história da América do Sul”. Ele afirmou que continuará pressionando a ditadura chavista até que o país devolva à nação norte-americana o que “roubou”.

– A Venezuela está completamente cercada pela maior armada já reunida na história da América do Sul. Ela só vai aumentar, e o choque para eles será como nada que já tenham visto antes, até que devolvam aos Estados Unidos da América todo o petróleo, as terras e outros ativos que anteriormente roubaram de nós – escreveu, na Truth Social.

Segundo o republicano, o “regime ilegítimo de Maduro está usando petróleo desses campos petrolíferos roubados para se financiar, além de financiar o narcoterrorismo, o tráfico humano, assassinatos e sequestros”.

– Pelo roubo dos nossos ativos e por muitas outras razões, incluindo terrorismo, tráfico de drogas e tráfico humano, o regime venezuelano foi designado como uma ORGANIZAÇÃO TERRORISTA ESTRANGEIRA – assinalou.

Na sequência, o chefe da Casa Branca anunciou ter ordenado um “bloqueio total e completo de todos os navios-tanque de petróleo sancionados que entram e saem da Venezuela”.

– Os imigrantes ilegais e criminosos que o regime de Maduro enviou aos Estados Unidos durante a fraca e incompetente administração Biden estão sendo devolvidos à Venezuela em ritmo acelerado. A América não permitirá que criminosos, terroristas ou outros países roubem, ameacem ou prejudiquem nossa nação e, da mesma forma, não permitirá que um regime hostil tome nosso petróleo, nossas terras ou quaisquer outros ativos, todos os quais devem ser devolvidos aos Estados Unidos, IMEDIATAMENTE – finalizou.

O governo venezuelano, por sua vez, afirmou que “rejeita a ameaça grotesca” dos EUA. Também descreveu como “absolutamente irracional” o bloqueio anunciado por Trump.

– A Venezuela, no pleno exercício do Direito Internacional que nos ampara, de nossa Constituição e das leis da República, reafirma sua soberania sobre todas as suas riquezas naturais, assim como o direito à livre navegação e ao livre comércio no Mar do Caribe e nos oceanos do mundo. Em consequência, procederá em estrito apego à Carta da ONU a exercer plenamente sua liberdade, jurisdição e soberania acima dessas ameaças belicistas – respondeu o país sul-americano. Via portal Pleno News

domingo, 14 de dezembro de 2025

ATENÇÃO, CENAS FORTES! Terroristas atacam a tiros ato religioso judaico em Sidney, matam 11 e ferem 29; VÍDEO

Veja vídeo em que um homem desarma um dos terroristas, mas acaba ferido a tiros.
Terroristas atacaram e mataram a tiros ao menos 11 pessoas que participavam neste domingo (14) de um ato religioso judaico, o festival judaico de Hanukkah, na praia de Bondi, em Sidney, Austrália. O ataque deixou outros 29 feridos, incluindo dois policiais. Um dos suspeitos morreu e o outro foi detido em estado crítico.

Como se trata de ataque contra alvos judeus, novamente o Itamaraty não o lamentou, apenas disse que não há informações sobre brasileiros entre as vítimas.

O comissário da polícia de Nova Gales do Sul, Mal Lanyon, classificou o evento como um incidente terrorista e disse que pode haver um terceiro criminoso. Segundo Lanyon, o estado de saúde dos agentes e dos demais feridos é grave.

O primeiro-ministro de Nova Gales do Sul, Chris Minns, disse que “o ataque foi planejado para atingir a comunidade judaica de Sydney, no primeiro dia do Hanukkah”.

“É a cena mais inacreditável que já vi: um homem se aproximando de um atirador que havia disparado contra a comunidade e, sozinho, o desarmando, colocando sua própria vida em risco para salvar a vida de inúmeras outras pessoas”, disse Minns.

O homem que desarmou o atirador, um vendedor de frutas de 43 anos, foi atingido por dois disparos, um no braço e outro na mão, mas se recupera bem no hospital, segundo um parente, disse o jornal The Guardian.

Veja no vídeo os dois terroristas atirando contra as pessoas e um deles sendo desarmado:

sábado, 13 de dezembro de 2025

Veterano dos EUA diz que é difícil tirar Maduro vivo da Venezuela

Declaração é de Bryan Stern, que liderou operação que evacuou María Corina Machado.
Bryan Stern, o veterano de guerra dos Estados Unidos que liderou a operação secreta para retirar por mar e disfarçada a líder opositora María Corina Machado da Venezuela, disse, nesta sexta-feira (12), que ficaria encantado em participar de uma operação para extrair o ditador Nicolás Maduro. No entanto, ele ressaltou que seria difícil tirá-lo com vida.

A declaração foi dada em uma entrevista coletiva o fundador da fundação Bull Rescue, cujo site a descreve como especializada no “resgate de americanos e aliados de zonas de conflito e desastre”.

– Eu adoraria, e penso nisso todos os dias, mas tirá-lo com vida é difícil. Matá-lo provavelmente seria bastante simples, mas tirá-lo com vida e levá-lo à justiça, acho que seria muito difícil – afirmou Stern.

No entanto, o ex-militar americano assegurou que em sua organização não há “mercenários ou assassinos”, mas sim pessoas se dedicam a salvar vidas, razão pela qual, se o governo americano lhes pedir para participar de uma operação na Venezuela, sua resposta dependeria “de qual fosse o pedido”.

– Mantemos uma excelente relação com o governo dos Estados Unidos, em particular com o corpo diplomático, as Forças Armadas e a comunidade de inteligência – acrescentou.

Sobre a operação para retirar Machado da Venezuela, Stern disse que foi paga por “doadores generosos”, que ele vinculou a cidadãos venezuelano-americanos que sentem repulsa pelo governo de Maduro.

A fuga, segundo ele, durou entre 15 e 16 horas e envolveu transporte terrestre, marítimo e aéreo para que a líder opositora venezuelana pudesse receber o Nobel da Paz na Noruega nesta semana.

*EFE

quarta-feira, 10 de dezembro de 2025

Trump: dias de Maduro "estão contados"; Saiba mais

Durante uma entrevista ao site Politico, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, voltou a elevar o tom contra o regime de Nicolás Maduro, afirmando que o líder venezuelano vive seus últimos momentos no poder.

Questionado pela jornalista Dasha Burns sobre quais medidas adotaria para retirar Maduro da chefia do país, Trump foi direto: “Os dias deles estão contados”.

O presidente americano evitou dar detalhes sobre uma eventual ação militar, mas deixou em aberto a possibilidade de empregar tropas dos EUA em território venezuelano. Confrontado sobre o envio de forças terrestres, limitou-se a responder:

“Não quero confirmar nem descartar. Não falo sobre isso”. Ele também repetiu que não pretende comentar estratégias militares específicas.

A declaração ocorre em meio à intensificação da pressão de Washington sobre Caracas. Em outras ocasiões recentes, Trump já havia sinalizado que ataques contra alvos ligados ao narcotráfico “em terra” poderiam acontecer em breve.

A menção foi feita durante uma reunião de gabinete, quando o presidente comentava operações das Forças Armadas americanas contra embarcações suspeitas de transportar drogas no Caribe e no Pacífico.

O governo dos Estados Unidos acusa Maduro de comandar um cartel criminoso — algo que o líder venezuelano rejeita categoricamente. Maduro, por sua vez, tem pedido calma à população e alertado sobre o risco de uma possível ofensiva militar americana. (Foto: reprodução; Fonte: CNN)

terça-feira, 2 de dezembro de 2025

Trump: “Podemos atacar qualquer país que envie drogas aos EUA”

Presidente sinalizou que incursão por terra na Venezuela deve ocorrer "em breve".
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, advertiu que pode atacar militarmente não apenas a Venezuela, mas “qualquer país” que traficar drogas para solo estadunidense. A fala aconteceu nesta terça-feira (2), durante reunião em seu gabinete, em Washington.

– Se eles [traficantes] vierem de certo país, ou de qualquer país, ou se nós acharmos que eles estão construindo locais de produção de cocaína ou fentanil, como a Colômbia, que faz muita cocaína… Qualquer um que faça isso e venda no nosso país está sujeito a ataques. Não só a Venezuela. A Venezuela tem sido muito ruim para nós, mandaram assassinos para nosso país, esvaziaram suas cadeias no nosso país. Estamos acabando com isso – declarou o republicano a jornalistas.


O chefe da Casa Branca sinalizou que ataques por terra devem acontecer “muito em breve”.

– Vamos fazer por terra também. Vamos atacar muito em breve. E quando começarmos a atacar por terra, os números vão cair muito, e poderemos viver sem medo do filho ou da filha tomar um comprimido e morrer em 60 segundos – adicionou.

A declaração de Trump acontece no mesmo dia em que o papa Leão XIV pediu que os EUA não busquem derrubar o ditador da Venezuela Nicolás Maduro por vias militares.

– É melhor buscar maneiras de diálogo, talvez pressão, até mesmo pressão econômica, mas buscando outra maneira de mudar, se for isso que os Estados Unidos decidirem fazer – declarou à imprensa durante trajeto de Beirute a Roma.

Trump tem acusado Maduro de liderar o Cartel de los Soles, ligado ao narcotráfico. Sob a liderança do republicano, os EUA vêm conduzindo operações militares no Mar do Caribe e abatendo diversas embarcações que estariam ligadas ao tráfico de drogas.

Segundo o jornal Miami Herald, o presidente dos EUA chegou a dar um ultimato para que Maduro deixe a Venezuela imediatamente e parta para o exílio, renunciando ao cargo e permitindo a volta da democracia venezuelana.

Maduro, por outro lado, disse que o poder de seu país se sustenta no “povo, em seus fuzis e sua decisão de construir esta pátria acima de qualquer dificuldade”. Ele nega as acusações de envolvimento com narcotráfico e afirma que o objetivo de Washington é derrubá-lo para tomar o controle do petróleo venezuelano.

Fonte: Pleno News

quarta-feira, 26 de novembro de 2025

Tiroteio perto da Casa Branca 2 membros da Guarda Nacional atingidos; atirador está ferido

Polícia afirma que troca de tiros ocorreu a uma quadra da residência oficial do presidente americano.
Dois membros da Guarda Nacional dos EUA foram baleados em Washington, perto da Casa Branca, nesta quarta-feira (26).

O governador da Virgínia Ocidental, Patrick Morrisey, disse inicialmente, em uma postagem no X, que eles eram membros da Guarda Nacional de seu Estado e haviam morrido em decorrência dos ferimentos — mas logo publicou uma segunda declaração, citando “relatos conflitantes” sobre suas condições de saúde.

Os dois agentes estariam, segundo a agência de notícias Reuters, gravemente feridos.

A polícia de Washington disse que o tiroteio ocorreu a uma quadra da Casa Branca e que um suspeito foi detido.

Segundo duas fontes também policiais, os dois agentes da Guarda Nacional trocaram tiros com o suspeito antes de serem baleados.

Em post na rede Truth Social, o presidente Donald Trump afirmou que o suspeito está gravemente ferido.

“A Casa Branca está ciente e monitorando ativamente essa situação trágica”, disse secretária de imprensa Karoline Leavitt.

Ainda de acordo com a Reuters, uma testemunha afirmou que estava em um carro de aplicativo perto da Casa Branca por volta das 14h15 (horário local) quando ouviu dois estrondos e viu crianças pequenas e outros pedestres correndo.

Ela disse que ouviu alguém gritar “Socorro! Socorro!” e viu o que pareciam ser agentes do Serviço Secreto dos EUA correndo atrás de alguém com um moletom com capuz.

Tropas da Guarda Nacional de vários estados estão em Washington, D.C. há meses, como parte da repressão ao crime promovida pelo presidente Donald Trump na capital do país.

Trump está na Flórida, por conta da proximidade do feriado de Ação de Graças.

*A versão anterior deste texto dizia que os agentes haviam sido mortos, de acordo com dados preliminares. A informação foi atualizada.

Fonte: R7

segunda-feira, 24 de novembro de 2025

Maduro teme ser assassinado

O ditador da Venezuela, Nicolás Maduro, estaria vivendo em um estado de completa paranoia nos últimos meses, desde o início da mobilização militar dos Estados Unidos no Mar do Caribe, segundo o jornal Telegraph.

Ex-funcionários do regime chavista disseram à publicação britânica que Maduro teme por sua vida, especialmente após o governo americano, liderado por Donald Trump, considerar a Venezuela um "narcoestado" devido ao suposto vínculo com o Cartel de los Soles.

De acordo com uma das fontes, um ex-membro do Partido Socialista, o ditador chavista teme ser morto em decorrência de uma traição de alguém de seu círculo íntimo ou de um ataque militar dos Estados Unidos dentro do país sul-americano.

O último embaixador dos Estados Unidos na Venezuela, James Story, disse ao The Telegraph que "tinha certeza de que Maduro não estava dormindo bem".

Na semana passada, a imprensa americana noticiou que Trump autorizou uma série de medidas secretas para desestabilizar ainda mais o regime em vigor na Venezuela. Junto a isso, a nova designação do Cartel de los Soles como uma organização terrorista estrangeira permitiria ao Pentágono atacar bens e infraestrutura ligados a Maduro dentro da Venezuela.

Apesar das crescentes ameaças, o chavista tem demonstrado poucos sinais de medo em eventos públicos que realiza, ocasiões nas quais ele frequentemente condena as ações no Caribe e pressiona por ajuda de aliados internos e externos. Na semana passada, ele chegou a considerar uma conversa "cara a cara" com Trump, numa tentativa de buscar a desescalada na região e o fortalecimento de sua base política.

Victor Mijares, especialista em forças armadas venezuelanas da Universidade dos Andes, na Colômbia, alertou ao Telegraph que as notícias recentes sobre a abertura de um canal paralelo entre Maduro e Trump – possivelmente para garantir uma saída segura do país – correm o risco de semear a desconfiança no círculo íntimo do ditador, o que pode provocar a traição de algum aliado do chavista.

Segundo o analista, a recente sugestão feita por Trump para contactar Maduro pode se revelar como um "presente envenenado".

Andrés Izarra, ex-ministro do Turismo da Venezuela que se tornou crítico do regime e que agora vive em exílio, disse à publicação que o círculo íntimo de Maduro ainda não se rompeu porque altos funcionários não veem alternativa viável para permanecer no poder.

O ex-aliado de Maduro mencionou que as forças armadas venezuelanas foram deliberadamente estruturadas para prevenir levantes e golpes contra o chavismo. As comunicações entre as unidades são restritas e os soldados são mantidos sob estrita vigilância para impedir conspirações.

Os apoiadores da ditadura temem que qualquer mudança de governo leve à perseguição generalizada de pessoas associadas a Maduro em praticamente todos os níveis.

Com informações de Gazeta do Povo

domingo, 23 de novembro de 2025

Governo dos EUA diz que Moraes envergonha e expõe o Brasil ao descrédito internacional

“Não há nada mais perigoso para a democracia do que um juiz que não reconhece limites para seu poder”, disse Christopher Laudau.
O vice-secretário de Estado Christopher Laudau manifestou-se oficialmente, em nome do governo dos Estados Unidos, afirmando que o ministro Alexandre de Moraes “expõe o Supremo Tribunal Federal (STF) e o Brasil à vergonha e ao descrédito internacional”, em post publicado na rede social X neste sábado (22).

“O juíz Moraes, um violador de direitos humanos sancionado, expôs o Supremo Tribunal Federal do Brasil à vergonha e ao descrédito internacional ao desrespeitar normas tradicionais de autocontenção judicial e politizar de forma escancarada o processo judicial”, escreveu Landau.

“Os Estados Unidos estão profundamente preocupados diante de seu mais recente ataque ao Estado de Direito e à estabilidade política no Brasil: a provocativa e desnecessária prisão do ex-presidente Bolsonaro, que já estava em prisão domiciliar sob forte vigilância e com rígidas restrições de comunicação, continuou a autoridade norte-americana, para concluir:

– “Não há nada mais perigoso para a democracia do que um juiz que não reconhece limites para seu poder.”

(Diário do Poder)

terça-feira, 18 de novembro de 2025

Maduro sugere conversa “cara a cara” com Trump: “Buscar a paz”

Presidente dos EUA não descarta intervenção militar na Venezuela.
O ditador da Venezuela, Nicolás Maduro, mostrou-se disposto nesta segunda-feira (17) a falar “cara a cara” com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. Após ser consultado sobre as declarações de Trump sobre a possibilidade de estabelecer “discussões” entre ambos os países, Maduro disse que “quem quiser falar com a Venezuela, falará “face to face, cara a cara, sem nenhum problema”.

– Quem quiser dialogar, encontrará sempre em nós gente de palavra, gente decente e gente com experiência para dirigir a Venezuela – acrescentou o político em seu programa semanal na rede estatal de televisão “VTV”.

Ele ressaltou que “não se pode permitir” que “se bombardeie e massacre” o povo venezuelano.

Para Maduro, “somente através da diplomacia devem ser entendidos os países livres e os governos, e somente através do diálogo devem ser buscados pontos comuns em temas de interesse mútuo”.

– O diálogo é o caminho para buscar a verdade e a paz – afirmou Maduro.

Ele questionou “firmemente a ameaça do uso da força ou o uso da força para impor regras nas relações entre os países”.

Nesta segunda-feira, o presidente dos Estados Unidos reiterou que não descarta nenhuma opção em relação a uma possível intervenção militar em território venezuelano e disse que está aberto a falar com Maduro.

O republicano disse que Maduro “não tem sido bom com os Estados Unidos” e acusou de novo o governo do país sul-americano de enviar membros da quadrilha Trem de Aragua a seu país.

*EFE

segunda-feira, 17 de novembro de 2025

Etiópia tem surto de Marburg, um dos vírus mais letais do mundo

Ministério da Saúde do país investiga avanço da doença no sul do território.
O Ministério da Saúde da Etiópia reportou, nesta segunda-feira (17), a morte de três pessoas em decorrência do vírus de Marburg, e a investigação de mais três óbitos possivelmente ligados à doença. Na última sexta-feira (14), o diretor-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS), Tedros Adhanom, já havia relatado ao menos nove casos de contaminação no sul do país.

O Centro Africano de Controle e Prevenção de Doenças (Africa CDC) foi notificado e informou que as infecções foram confirmadas pelo Laboratório Nacional de Referência da Etiópia. Investigações preliminares indicam que trata-se de uma cepa que já circulava na África Oriental.

No momento, equipes de saúde atuam a fim de rastrear a origem da transmissão e para interromper o contágio, que ocorre essencialmente por meio de contato com fluidos corporais ou por meio de animais silvestres, como macacos ou morcegos.

(Pleno News)

Turista russa derruba ladrão de moto e impede assalto em Buenos Aires; ASSISTA!

Imagens de segurança registraram o momento em que uma turista russa, de 33 anos, reagiu a uma tentativa de assalto em Buenos Aires, conseguindo derrubar um dos indivíduos de uma motocicleta utilizada no crime. O incidente ocorreu enquanto a turista pedalava na capital argentina e foi abordada por dois homens. O caso aconteceu neste domingo (16).

A turista, identificada como Alexandra Doketova, estava em uma faixa de pedestres quando dois homens em uma motocicleta Honda XR se aproximaram. Um deles tentou roubar o celular de sua mão. A reação da mulher foi imediata: ela entrou em luta corporal com os assaltantes, agarrando a motocicleta para impedir a fuga.

Ao tentar deter o veículo, a turista foi puxada e acabou caindo na via junto com o passageiro da moto, que tentava roubar o aparelho. O assaltante, após cair, tentou se levantar, mas Alexandra se manteve agarrada aos seus tornozelos, impedindo que ele fugisse do local.

Momentos depois, populares que presenciaram a cena intervieram para auxiliar a mulher. Motoristas estacionaram seus carros, bloqueando a área, enquanto outros civis se aproximaram e imobilizaram o assaltante.

A polícia chegou ao local e prendeu o assaltante imobilizado. O cúmplice, que pilotava a motocicleta, foi detido horas mais tarde, conforme reportado pela imprensa local. Segundo as autoridades, ambos os indivíduos possuíam registros criminais. Em buscas nas residências dos criminosos, a polícia encontrou dez telefones celulares.

No entanto, uma decisão judicial posterior determinou que os criminosos fossem soltos e respondessem em liberdade. Com Gazeta Brasil

Direita soma 70,13% dos votos e impõe grande derrota à extrema-esquerda no Chile

2º turno será entre José Antonio Kast e Jeannette Jara, de extrema esquerda.
Os candidatos conservadores a presidente do Chile somaram 70,13% dos votos e o mais votado deles, José Antonio Kast (Partido Republicano), com 24,05%, irá disputar o segundo turno contra a candidata de extrema-esquerda Jeannette Jara, do Partido Comunista Chileno (PCC), candidata de uma coalizão de partidos esquerdistas, que somou 26,76%.

O jornalista Gustavo Burgos, diretor da prestigiada revista El Porteño, afirmou à televisão local que os chilenos “provavelmente estãn presenciando uma das derrotas políticas eleitorais de maior envergadura da esquerda nos últimos 50 anos”.

O Serviço Eleitoral chileno divulgou os percentuais de votação na noite deste domingo (16), depois de computados 92,66% dos votos. Os demais candidatos de direita foram Franco Parisi (Partido de La Gente), com 19,55%, Johannes Kaiser (Partido Libertário), com 13,94%, e Evelyn Matthei, de centro-direita, com 12,59%.

No total, os candidatos conservadores de direita ou centro-direita somaram 70,13% dos votos e todos eles já garantiram apoio a Kast no segundo turno contra a candidata apoiada pelo atual presidente, Gabriel Boric, do PCC, que conclui seu mandato como um dos presidentes mais mal avaliados pelos seus cidadãos. (Diário do Poder)

domingo, 16 de novembro de 2025

Ditador Nicolás Maduro faz apelo aos cristãos dos Estados Unidos

Nesta sexta-feira (14), o ditador da Venezuela, Nicolás Maduro, enviou uma mensagem aos que chamou de “irmãos cristãos” das igrejas dos Estados Unidos para que “soem os sinos” da paz, e “não os tambores da guerra”. O pedido ocorre em um momento em que o governo de Donald Trump, presidente dos EUA, mantém uma mobilização militar no mar do Caribe que Caracas vê como uma ameaça.

– Lançamos nossa mensagem da Venezuela aos cristãos dos Estados Unidos, aos cristãos da nossa América, para que levemos o estandarte da paz, da harmonia, do perdão, da misericórdia grande do Senhor – afirmou o líder chavista em um encontro de oração pela paz da Venezuela.

Compareceram à reunião, que aconteceu no Palácio de Miraflores, sede do governo, em Caracas, o filho do líder chavista, Nicolás Maduro Guerra, que é vice-presidente de Assuntos Religiosos do governante Partido Socialista Unido da Venezuela (PSUV), e representantes de diferentes igrejas e denominações religiosas.

Mais cedo, ao participar do Encontro de Juristas em Defesa do Direito Internacional, Maduro também se dirigiu aos americanos pedindo para que detenham “a mão enlouquecida de quem ordena bombardear, matar e levar uma guerra à América do Sul, ao Caribe”, sem mencionar nenhum nome em concreto, e para impedirem “uma tragédia” em “toda a América”.

Maduro se pronunciou um dia depois de o Pentágono anunciar a operação Lança do Sul, com o alegado objetivo de combater o narcotráfico originado na América Latina, embora sem detalhar os objetivos nem as operações específicas.

Nesta sexta-feira, o presidente americano, Donald Trump, teve reuniões na Casa Branca sobre a Venezuela com integrantes do Pentágono, nas quais foram debatidas “várias opções” sobre possíveis ações militares, segundo informou o jornal The Washington Post.

Com informações do Pleno News

Trump descarta reduzir novas tarifas: “Não acho necessário”

EUA reduziu a tarifação de 10% para diversos países, Brasil continua com o adicional de 40%.
Nesta sexta-feira (14), durante conversa com jornalistas no Air Force One, Donald Trump afirmou que não pretende reduzir outras tarifas de importação. A declaração veio um dia após o governo americano cortar 10% das taxas aplicadas a produtos como café, carne e frutas.

Segundo Trump, o ajuste recente já atende ao objetivo da Casa Branca de baixar preços internos.

– Eu não acho que será necessário. Nós acabamos de fazer um pequeno recuo com alguns produtos, como o café, por exemplo. Os preços do café estavam um pouco altos e agora estarão mais baixos muito em breve — disse.

A medida beneficia vários países, incluindo o Brasil, ao retirar apenas a tarifa recíproca de 10%. No entanto, produtos brasileiros continuam sob a sobretaxa de 40%, que permanece em vigor e limita possíveis ganhos para exportadores.

O vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, comentou neste sábado (15) sobre a redução de 10% do tarifaço e alertou para a distorção existente.

– Há uma distorção que precisa ser corrigida. Todo mundo teve 10% [pontos percentuais] a menos. Só que, no caso do Brasil, que tinha 50%, ficou com 40%, que é muito alto.

Ele citou ainda que para alguns setores que não tinha os 40%, a redução anunciada pelo governo Trump foi positiva.

– Você teve um setor muito atendido que foi o suco de laranja. Era 10% e zerou. Isso é 1,2 bilhão de dólares [a mais nas exportações]. Então zerou, ficou sem nenhum imposto – declarou Alckmin.

Fonte: Pleno News

sábado, 15 de novembro de 2025

EUA realizam 20º bombardeio contra embarcação com drogas

Os Estados Unidos realizaram, em 10 de novembro, mais um ataque militar contra embarcações que contrabandeavam drogas no Mar do Caribe.
Este foi o vigésimo ataque promovido pelos EUA contra organizações narcoterroristas. Ao todo, mais de 80 suspeitos já morreram nessas operações.

O vídeo do bombardeio (assista abaixo) foi divulgado pelo perfil do Comando Sul dos EUA no X.

Em 10 de novembro, sob as ordens do Secretário de Guerra Pete Hegseth, a Força-Tarefa Conjunta Southern Spear realizou um ataque cinético letal contra uma embarcação operada por uma Organização Terrorista Designada. Informações de inteligência confirmaram que a embarcação estava envolvida no contrabando de narcóticos, transitando por uma rota de narcotráfico conhecida e transportando drogas. Quatro narcoterroristas do sexo masculino a bordo da embarcação foram mortos. A embarcação traficava narcóticos no Mar do Caribe e foi atingida em águas internacionais”, diz a legenda.


"Operação Lança do Sul"

Na quinta, 13, o secretário de Guerra, Pete Hegseth, informou o início da ‘Operação Lança do Sul’ para combater o tráfico de drogas na América Latina.

Segundo Hegseth, a ofensiva “remove narcoterroristas” do Hemisfério Sul e protege os EUA das drogas.

“O presidente Trump ordenou a ação — e o Departamento de Guerra está cumprindo a ordem. Hoje, estou anunciando a Operação Lança do Sul. Liderada pela Força-Tarefa Conjunta Southern Spear e Comando Sul (SOUTHCOM) , esta missão defende nossa pátria, remove narcoterroristas do nosso hemisfério e protege nossa pátria das drogas que estão matando nosso povo. O hemisfério ocidental é a vizinhança da América – e nós o protegeremos”, escreveu no X.


USS Gerald R. Ford

Dois dias antes, o porta-aviões USS Gerald R. Ford, o maior da frota americana, entrou na área de responsabilidade do Comando Sul dos Estados Unidos (USSOUTHCOM), que abrange toda a América Latina.

A chegada do grupo naval também veio depois de o secretário de Guerra determinar que o porta-aviões apoiasse a diretriz do presidente Donald Trump de desmantelar Organizações Criminosas Transnacionais e combater o narcoterrorismo.
O grupo de ataque do USS Gerald R. Ford reúne mais de 4 mil marinheiros e dezenas de aeronaves táticas a bordo.

Com informações de O ANTAGONISTA

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