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Mostrando postagens com marcador Curiosidades. Mostrar todas as postagens
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domingo, 15 de fevereiro de 2026

Prefeitura chama de “corno” quem joga lixo na rua e viraliza

Uma campanha da Prefeitura de Palmital, no interior de São Paulo, está chamando a atenção não só pela mensagem séria, mas também pela forma irreverente como ela é exibida nas ruas: em vários pontos críticos da cidade, foram instaladas placas com recados diretos e bem-humorados para desencorajar o descarte irregular de lixo.

Com frases como “Quem joga lixo aqui é corno assumido” e “Aqui não é chiqueiro, seu porco folgado”, a iniciativa usa o humor para “cutucar” a população e reforçar que jogar lixo fora do lugar certo não é apenas feio, mas também prejudicial à cidade e à saúde de todos.

De acordo com a prefeitura, a ideia surgiu depois de tentativas anteriores que não surtiram efeito na redução dos pontos de lixo. Placas tradicionais e avisos habituais, segundo a administração municipal, não foram suficientes para mudar o comportamento de quem insiste em descartar resíduos em terrenos baldios e calçadas.

Além das placas, a campanha oferece informações claras sobre onde descartar corretamente o lixo, incluindo dados sobre coleta, ecopontos e horários de coleta, acessíveis via QR Code nos próprios avisos.

A Prefeitura de Palmital também alerta que o descarte irregular pode resultar em multa para quem for flagrado jogando lixo fora de local apropriado.

com informações de Metrópoles

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2026

Virgem faz exame de gravidez e vai à Justiça após hímen rompido

Uma adolescente virgem, de 16 anos de idade, fez um exame de gravidez e teve o hímen rompido durante o teste após um laboratório emitir um resultado positivo para gravidez. Ela acionou a Justiça, alegando danos à dignidade e à integridade física, mas teve o pedido de indenização por danos morais recusado.

O processo foi analisado pela 11ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG). A decisão foi revelada nesta terça-feira (10).

A garota tinha recebido um exame de Beta HCG positivo e foi submetida a protocolo médico para gestantes, incluindo a realização de uma ultrassonografia transvaginal. Ela alegou que não possuía vida sexual ativa, por convicção religiosa e apontou que o procedimento foi “inadequado para sua condição de ser virgem, causou a ruptura de seu hímen, gerando profundo abalo moral e psicológico”.

A 1ª Vara Cível, Criminal e de Execuções Penais da Comarca de Tupaciguara (MG) já tinha negado a ocorrência de danos morais, em primeira instância. Segundo a sentença, a equipe médica agiu conforme a lei ao investigar o estado de saúde da paciente. A menina recorreu, mas a desembargadora Shirley Fenzi Bertão, relatora do caso, acabou negando o pedido, assim como os desembargadores Rui de Almeida Magalhães e Marcelo Pereira da Silva.

A decisão de 2ª instância também pontuou que a realização de ultrassonografia transvaginal é “ato médico autônomo”, decidido pela profissional que assistia a garota. As informações são do portal O Tempo.

quarta-feira, 28 de janeiro de 2026

Relógio do Juízo Final avança e e deixa o mundo mais perto da destruição; entenda

O Relógio do Juízo Final avançou três segundos no último ano e passou a marcar 85 segundos para a meia-noite, o nível mais crítico já registrado desde sua criação. O indicador simbólico é atualizado anualmente pelo Boletim de Cientistas Atômicos e representa o grau de risco existencial enfrentado pela humanidade.

Segundo os especialistas, o avanço foi motivado principalmente pelo comportamento agressivo de potências nucleares como Rússia, China e Estados Unidos, pelo enfraquecimento de acordos de controle de armas e pelos conflitos em andamento na Ucrânia e no Oriente Médio. O grupo também apontou o rápido desenvolvimento da inteligência artificial e seus impactos ambientais como fatores adicionais de preocupação.

Criado em 1947, o Relógio do Juízo Final começou marcando sete minutos para a meia-noite. Em 2020, passou a medir o tempo em segundos, sendo ajustado para 100 segundos do limite simbólico, posição mantida em 2021 e 2022. Em 2023, os ponteiros avançaram para 90 segundos, onde permaneceram em 2024, recuaram um segundo em 2025 e, agora, voltaram a se aproximar do marco final.

O momento mais distante da meia-noite ocorreu em 1991, após o fim da Guerra Fria, quando Estados Unidos e União Soviética assinaram o Tratado de Redução de Armas Estratégicas (Start), fazendo o relógio recuar para 17 minutos. O acordo, que limita o número de ogivas nucleares a 1.550 por país, expira em 5 de fevereiro. O presidente russo, Vladimir Putin, propôs manter temporariamente as regras do tratado, mas o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, não respondeu à proposta.


Alerta climático

O boletim também destacou os riscos associados às mudanças climáticas. De acordo com os cientistas, os governos têm falhado em implementar políticas eficazes para conter o aquecimento global. O relatório ainda alertou que a guerra na Ucrânia carrega o risco de uma escalada nuclear provocada por erro de cálculo ou acidente.

O Relógio do Juízo Final foi criado após cientistas envolvidos no Projeto Manhattan alertarem para os perigos das armas nucleares. Desde então, o símbolo passou a representar não apenas o risco de destruição global, mas também a capacidade da humanidade de responder de forma coletiva às ameaças.

Para os pesquisadores, os ponteiros não indicam uma previsão literal do fim do mundo, mas funcionam como um alerta sobre a falta de ação diante de riscos crescentes, reforçando a necessidade de cooperação internacional, controle de armas e políticas ambientais mais rigorosas.

Fonte: Folha do Estado

segunda-feira, 26 de janeiro de 2026

Se você possui esses 4 sobrenomes antigos, seus ancestrais eram romanos

Alguns sobrenomes carregam pistas silenciosas sobre a origem das famílias, atravessando séculos e fronteiras. Segundo estudos históricos e da onomástica, certos sobrenomes ainda comuns no Brasil e em outros países da Europa têm raízes diretas na Roma Antiga, indicando que seus portadores podem descender de linhagens romanizadas que sobreviveram à queda do Império.


Como os sobrenomes podem revelar origem romana?

Sobrenomes de origem romana surgiram a partir de nomes pessoais latinos, cargos públicos ou pertencimento a clãs da Roma Antiga. Com o avanço do Império Romano pela Europa, muitos desses nomes se espalharam e foram adaptados às línguas locais, mantendo sua base latina ao longo dos séculos.

Após a queda de Roma, esses nomes não desapareceram. Eles foram preservados principalmente em regiões que permaneceram fortemente romanizadas, como a Itália, a Espanha, o sul da Françae partes de Portugal, chegando mais tarde à América por meio da colonização e da imigração.


Quais são os sobrenomes ligados diretamente à Roma Antiga?

Alguns sobrenomes atuais derivam de antigos nomes romanos usados por cidadãos, famílias patrícias ou soldados. Esses nomes sobreviveram porque eram associados a status, identificação familiar ou pertencimento territorial, algo essencial em sociedades antigas.

Antes de ver a lista, é importante destacar que a presença desses sobrenomes não garante uma linhagem pura ou direta, mas indica forte influência cultural romana na origem da família.


Entre os mais conhecidos estão:

Silva, derivado do latim silva, que significava floresta e era usado como identificação territorial Martins, vindo de Martinus, nome ligado ao deus romano Marte Paulo, originado de Paulus, sobrenome romano que indicava “pequeno” ou “jovem” César, associado ao famoso clã Caesaris, um dos mais importantes da Roma Antiga.


O que esses sobrenomes significavam na Roma Antiga?

Na Roma Antiga, nomes e sobrenomes funcionavam como marcadores sociais, familiares e políticos.Muitos deles indicavam pertencimento a uma gens(clã), local de origem ou até características pessoais valorizadas naquele contexto histórico.

Com o passar do tempo, esses nomes foram cristianizados, traduzidos ou adaptados foneticamente, mas preservaram sua raiz latina. É por isso que ainda hoje eles aparecem em documentos históricos medievais e em registros civis modernos, especialmente em países de herança latina.


Veja a tabela abaixo com a origem resumida desses sobrenomes:


Sobrenome Origem latina Significado original
Silva Silva Floresta, selva
Martins Martinus Ligado ao deus Marte
Paulo Paulus Pequeno, jovem
César Caesaris Nome de clã romano


Esses sobrenomes são comuns no Brasil?

Sim, esses sobrenomes são amplamente encontrados no Brasil devido à colonização portuguesa. Portugal foi profundamente influenciado pela cultura romana, e muitos nomes latinos já estavam incorporados à língua e à sociedade muito antes da chegada dos portugueses à América.

Além disso, fluxos migratórios da Itália e de outras regiões europeias nos séculos XIX e XX reforçaram a presença desses sobrenomes no país, tornando-os ainda mais comuns em registros civis brasileiros.


Ter esses sobrenomes significa descendência romana direta?

Ter um desses sobrenomes indica influência cultural romana, não necessariamente descendência direta comprovada. A psicologia histórica e a genealogia explicam que sobrenomes se espalham, se misturam e se transformam com o tempo, acompanhando conquistas, migrações e adaptações sociais.

Ainda assim, eles funcionam como vestígios vivos de um passado romano que moldou grande parte do mundo ocidental. Para quem se interessa por história familiar, esses nomes podem ser o primeiro passo para investigar uma trajetória que começa há mais de dois mil anos — e levanta a curiosidade inevitável sobre até onde as raízes da família realmente chegam.

com informações de CB RADAR

segunda-feira, 12 de janeiro de 2026

Mulher envia mais de 400 kg de cebola para fazer o ex chorar tudo o que ela chorou

Inspirada por uma desilusão amorosa na China em 2020, uma mulher decidiu levar o ditado "chorar pelo ex" ao extremo: ela comprou e enviou mais de 400 quilos de cebola para a porta da casa do antigo parceiro. Após passar três dias chorando pelo término, ela contratou um serviço de entrega para descarregar as toneladas do vegetal com uma mensagem clara: o objetivo era que ele derramasse tantas lágrimas quanto ela, sentindo na pele o ardor e o peso da mágoa que deixou para trás. O caso inusitado, que uniu vingança e ironia, rapidamente se tornou um fenômeno mundial por sua criatividade amarga.

Fonte: Realmente Curioso

terça-feira, 30 de dezembro de 2025

Pai registra filha com nome diferente do combinado e mãe entra em desespero: "Quase desmaiei"

O que deveria ser apenas a formalização do nascimento acabou se transformando em uma grande surpresa para uma mãe em Imperatriz, no Maranhão. Quatro dias após o parto, a bebê foi registrada pelo pai com um nome diferente daquele escolhido pelo casal durante toda a gestação, sem que a mãe tivesse conhecimento da mudança.

Desde o início da gravidez, estava decidido que a menina se chamaria Cristal. O nome já era conhecido pela família e chegou a ser usado em publicações nas redes sociais após o nascimento da criança, ocorrido em 30 de novembro. “A família toda estava animada. Minha vó estava apaixonada no nome e ele sempre concordou”, contou a mãe, Anna Gabrielly Texeira Gomes, de 21 anos, em entrevista à revista Crescer.

No entanto, no dia 4 de dezembro, o motorista de van Rogério Alvarenga, de 42 anos, foi sozinho ao cartório e registrou a filha como Ayalla Martina. A mãe só soube da mudança por telefone. “Ele me ligou e disse: ‘Olha aí, amor, o nome da nossa filha agora é Ayalla Martina’. Eu quase desmaiei. Não sabia nem o que fazer naquele momento. Entrei em desespero, tive crises de choro porque tinha acabado de passar por uma cesariana”, relatou Anna.

Segundo Rogério, a escolha do novo nome teve motivações pessoais. Ele afirmou que escolheu Ayalla por gostar de nomes diferentes e Martina por considerar um nome forte. Apesar do susto inicial, Anna disse que, com o passar do tempo, acabou aceitando a decisão. “No começo fiquei com muita raiva, mas no final aceitei. A história ficou engraçada”, afirmou.

Essa não foi a primeira vez que o pai decidiu sozinho o nome de um filho. O casal já tem outra criança, registrada como Clarck Kent, em referência ao personagem Superman.

Via portal Tupiniquim

quarta-feira, 17 de dezembro de 2025

A última brincadeira que ninguém soube que era a última

Em algum dia comum, sem data marcada no calendário e sem despedidas anunciadas, você e seus amigos brincaram na rua pela última vez. Foi uma tarde como tantas outras: risadas soltas, correria sem destino, joelhos ralados, gritos chamando pelo nome, a bola rolando no asfalto, a imaginação comandando o mundo. Ninguém percebeu naquele instante, mas ali se encerrava uma era.

Era o fim silencioso da infância. O adeus à inocência que não sabia o peso do tempo, nem as cobranças da vida adulta. O último encontro em que a proximidade era natural, espontânea, sem celulares, sem agendas, sem compromissos. Apenas o agora.

Naquele dia, ninguém pensou que seria a última vez. Não houve foto, não houve promessa de repetir no dia seguinte. Cada um foi para casa como sempre, acreditando que tudo continuaria igual. Mas o tempo, discreto e implacável, tratou de mudar os caminhos.

Vieram as responsabilidades, as preocupações, os medos, as escolhas. Vieram novas rotinas, novos círculos, novas prioridades. Os encontros se tornaram raros, as conversas mais curtas, e a rua — antes palco de sonhos — ficou pequena diante do mundo.

Hoje, ao lembrar, bate a saudade. Não apenas das brincadeiras, mas de quem éramos ali: leves, presentes, inteiros. A última brincadeira não marcou só o fim de uma tarde, marcou o encerramento de uma fase que nunca mais voltou do mesmo jeito.

E talvez seja isso que mais doa: perceber que as coisas mais importantes da vida, muitas vezes, acontecem sem aviso. A gente vive… e só depois entende.

quinta-feira, 11 de dezembro de 2025

VÍDEO: é crime mexer no celular do marido?

Sim. Se não houver a permissão dele, isso pode configurar crime. E digo mais: a pena prevista é de reclusão de 1 a 4 anos, além de multa.

Essa conduta pode se enquadrar no artigo 154-A do Código Penal, que trata da invasão de dispositivo informático sem autorização. Ou seja: pegar, abrir, acessar conversas ou aplicativos do celular de outra pessoa — inclusive do marido ou da esposa — sem consentimento, pode ser considerado crime.

E vale ressaltar: a mesma pena também se aplica ao marido que mexe no celular da esposa sem permissão. A lei é igual para ambos.

Portanto, para evitar problemas, nada de “bisbilhotar” o celular alheio sem autorização.

Fica a dica.

quarta-feira, 3 de dezembro de 2025

Homem ‘briga’ com sucuri e mata a cobra com mordida

Um episódio inusitado e perigoso ocorreu na noite da última segunda-feira (1º) no bairro Recanto dos Pássaros, em Mococa, interior de São Paulo. Um homem acabou entrando em confronto direto com uma sucuri e, em meio ao desespero, mordeu o animal para conseguir se soltar. A cobra acabou morrendo após a agressão.

Segundo o Corpo de Bombeiros, tudo aconteceu quando o homem teria tropeçado e caído sobre a sucuri. Surpresa com o impacto, a cobra imediatamente o mordeu. Assustado e tentando se livrar do ataque, o homem revidou com uma mordida e puxou o animal, conseguindo se desprender.

Ainda em pânico, ele acabou matando a sucuri após o confronto. Os bombeiros foram acionados e prestaram atendimento à ocorrência. A vítima foi encaminhada a um hospital da região e, apesar da situação inusitada, passa bem.

No hospital, ele relatou aos profissionais de saúde ter mordido a cobra para se libertar. O homem também levou o animal morto até a unidade hospitalar. De acordo com o relato, ele estaria alcoolizado no momento do incidente.

A sucuri, embora grande e potencialmente perigosa, não é uma cobra venenosa, mas pode causar acidentes graves devido à força e ao modo de ataque por constrição. O caso segue sendo tratado como um acidente atípico envolvendo fauna silvestre.

Via portal do Ancorador

sexta-feira, 21 de novembro de 2025

Em nova gafe gramatical, Janja troca “atrizes” por “atoras”

Erro ocorreu durante entrevista sobre a COP30.
A primeira-dama Janja da Silva cometeu um erro de português ao conceder uma entrevista à CNN Brasil durante a COP30, em Belém, nesta quinta-feira (20). Na ocasião, ela trocou a palavra “atrizes” por “atoras” ao abordar a relevância de mulheres se engajarem na pauta ambiental.

– Tenho trabalhado muito para colocar as mulheres na centralidade da agenda climática. Mais do que participantes, nós somos atoras [sic] principais da mudança climática – declarou a socióloga.

Em ocasiões anteriores, a esposa do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) já cometeu gafes similares. Por exemplo em 2014, quando ela trocou o termo “aberto” por “abrido”, durante a Aliança Global Contra a Fome e a Pobreza na Universidade de Columbia, em Nova Iorque.

– Eu sempre falo que a gente tinha trilhado um caminho, tinha abrido (sic) aquele caminho, aquela trilha, e essa trilha se fechou. Mas a gente está abrindo de novo. Felizmente, no ano passado a gente reconstruiu diversas políticas públicas de combate à desigualdade e combate à fome – assinalou.

Em 2024, Janja também confundiu a expressão “cidadãos globais” com “cidadões”. Na ocasião, ela gravava um vídeo para convidar estrangeiros a se unirem à Aliança Global Contra a Fome.

– Hello, global citizens! Eu não estou aí hoje com vocês, mas eu estou aqui, no Central Park, para fazer um importante chamado aos cidadões (sic) globais – declarou.

Fonte: Pleno News

sexta-feira, 14 de novembro de 2025

POLÊMICA: presos recebem “café da manhã especial” antes de audiências de custódia: debate ganha força nas redes

Antes das audiências de custódia — procedimento em que uma pessoa detida é apresentada rapidamente a um juiz para avaliação da legalidade da prisão — indivíduos sob custódia recebem um café da manhã que inclui itens como achocolatado, sucos e cereais. A prática, que acontece em diversas unidades do sistema de justiça, tem por objetivo garantir condições mínimas de alimentação e evitar que o detido compareça ao ato jurídico debilitado.

O fato, contudo, chamou atenção de internautas e reacendeu debates sobre tratamento dado a suspeitos de crimes no país. Entre os custodiados, há pessoas investigadas por delitos graves, como homicídio, estupro, latrocínio, organização criminosa, sequestro e outros. Importante ressaltar que, até julgamento, todos são tratados legalmente como suspeitos ou investigados, não como culpados.

Enquanto isso, muitas pessoas compararam a situação às dificuldades enfrentadas por trabalhadores brasileiros. Usuários nas redes sociais relataram que pais e mães de família começam o dia sem condições de ter um café da manhã básico, destacando a desigualdade social como pano de fundo da discussão.

Por que o Estado oferece alimentação?

Especialistas em direito e direitos humanos explicam que o fornecimento de alimentação adequada faz parte das obrigações legais do Estado ao manter alguém sob custódia. A OMS, a ONU e o próprio ordenamento jurídico brasileiro determinam que presos — provisórios ou definitivos — devem ter acesso a condições mínimas de saúde, integridade física e alimentação.

Além disso, o objetivo da audiência de custódia é assegurar que o detido esteja apto a participar do processo. Juízes relatam que a presença de pessoas debilitadas, desnutridas ou adoecidas pode comprometer a validade judicial do ato e violar direitos fundamentais.
O que diz o debate público?

O tema gera forte polarização. De um lado, há quem enxergue o café da manhã como um excesso, especialmente diante da desigualdade social que atinge milhões de brasileiros. Do outro, há quem defenda que garantir alimentação adequada a detidos não significa privilégio, mas sim cumprimento de normas humanitárias e legais — algo que protege o próprio Estado de abusos e arbitrariedades.

Análise imparcial sobre o debate

A discussão revela um choque entre duas percepções:


Indignação social: muitos cidadãos associam a oferta de alimentos mais nutritivos a suspeitos de crimes graves a uma sensação de injustiça, especialmente quando comparada à falta de acesso de parte da população a refeições básicas.


Função legal e humanitária: oferecer alimentação mínima não busca premiar suspeitos, mas evitar violações de direitos e assegurar a regularidade das audiências, que são fundamentais no controle da legalidade das prisões.

Esses dois lados coexistem em sociedades democráticas, onde a segurança pública e os direitos fundamentais precisam ser equilibrados. O debate permanece aberto — e a forma como o Estado distribui recursos e trata os detidos continuará sendo tema de grande sensibilidade pública.

foto ilustrativa

quarta-feira, 5 de novembro de 2025

Adeus, banana escura: dica viral ensina como conservar a fruta por até 16 dias

Uma dica que ganhou destaque nas redes sociais promete acabar com um dos maiores problemas da cozinha: as bananas que amadurecem rápido demais. Utilizando apenas um pote de vidro e um local adequado, é possível manter as frutas frescas por até 16 dias, segundo quem testou a técnica. A proposta combina praticidade e ciência para reduzir o desperdício de alimentos de forma simples e acessível.

O segredo está no controle do ambiente em que as bananas são armazenadas. O amadurecimento acelerado ocorre devido à liberação do etileno, um gás natural responsável pela deterioração das frutas. A nova técnica, que vem ganhando adeptos online, busca controlar fatores como temperatura, luz e exposição ao ar, criando condições ideais para retardar o processo.

Diferente dos truques mais comuns, como envolver o cabo das bananas com plástico ou pendurar o cacho, esse método aposta em um armazenamento mais científico. O objetivo é criar um microambiente onde o etileno se dissipe lentamente, reduzindo a oxidação. A criadora do método explica que o segredo está em isolar as frutas do ar sem recorrer a produtos químicos ou artifícios complexos, obtendo assim um resultado natural e eficaz.

O processo é simples: basta cortar as bananas, colocá-las em um pote de vidro com tampa hermética e armazenar em um local escuro e fresco, com temperatura próxima a 12 °C. O isolamento do vidro, aliado ao ambiente controlado, mantém as bananas firmes e amarelas por mais de duas semanas. Além de prolongar a durabilidade das frutas, o método representa um pequeno passo contra o desperdício e incentiva práticas sustentáveis no dia a dia doméstico.

Via portal 180graus

domingo, 2 de novembro de 2025

DESTROÇOS DE PILOTO DESAPARECIDO NA 2ª GUERRA SÃO ENCONTRADOS

Em um campo perto de Great Bardfield, em Essex, na Inglaterra, arqueólogos e militares americanos e britânicos vêm reconstituindo uma tragédia esquecida da Segunda Guerra Mundial. No local, há mais de 80 anos, o Segundo-Tenente Lester Lowry, então com apenas 23 anos, caiu com seu avião P-47 Thunderbolt durante um exercício de treinamento, em 26 de janeiro de 1944. Seu corpo jamais foi recuperado — até agora.

A operação de escavação, supervisionada pela Agência de Contabilidade de Prisioneiros e Desaparecidos de Guerra (DPAA) do Departamento de Defesa dos EUA, com apoio do Ministério da Defesa do Reino Unido e da Cotswold Archaeology, busca recuperar os destroços da aeronave e quaisquer restos humanos para repatriá-los à família de Lowry, na Pensilvânia.

O caça, ironicamente batizado de “Lucky Boy” (“Garoto de Sorte”), mergulhou no solo e explodiu em chamas diante de moradores locais, que testemunharam impotentes o acidente. O jovem piloto, do 487º Esquadrão de Caça, integrava o grupo responsável por escoltar bombardeiros aliados em missões contra a Luftwaffe nazista.


História perdida

As escavações revelaram milhares de fragmentos do avião, como cabeçotes de cilindro, pistões, válvulas e partes do sistema de combustível. Entre os achados mais tocantes estão os prendedores do cinto de paraquedas de Lowry, que ele nunca chegou a usar.

“É impactante, porque ele estava controlando a aeronave em seus últimos momentos”, afirmou Sam Wilson, arqueólogo-chefe da Cotswold Archaeology, ao The Guardian. “As peças pessoais, como os clipes do cinto, criam uma conexão humana intensa — você sente que está reencontrando a pessoa”.

Os arqueólogos também encontraram fragmentos do painel de controle, botões de ventilação e degelo, e partes da metralhadora M2 Browning do caça. O material será analisado no laboratório da DPAA em Nebraska, antes de ser dividido entre museus do Reino Unido e dos Estados Unidos.


Heroísmo silencioso

A história de Lester Lowry é especialmente trágica. Órfão desde os nove anos, foi criado por uma tia, que anos depois receberia o telegrama com a notícia de sua morte. Documentos militares mostram que o piloto havia completado apenas 47 horas de voo — menos da metade do treinamento recomendado — quando foi enviado para o campo de batalha.

No entanto, segundo o ‘The Guardian’, novas evidências sugerem que Lowry pode ter evitado uma tragédia ainda maior. Em entrevista ao programa “Hidden Wonders”, do canal More 4, que apresentará a escavação em 4 de novembro, a apresentadora Sandi Toksvig contou que um morador local, hoje com 90 anos, testemunhou o acidente. Ele acredita que Lowry desviou propositalmente o avião para longe de um pátio escolar cheio de crianças.

“De repente, a história toda virou de cabeça para baixo”, disse Toksvig. “Talvez Lowry não fosse inexperiente. O que ele realmente era — era um herói”.

Com informações do Aventuras na História

domingo, 26 de outubro de 2025

Efeito da inflação: quanto custaria um Fiat Uno 1994 hoje?

Você com certeza já ouviu falar da inflação. De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), este é o nome dado ao aumento dos preços de produtos e serviços em um determinado período de tempo.

Os efeitos disso no bolso dos cidadãos são claros, ainda mais em países com taxas historicamente altas, como no caso do Brasil. Vamos usar como exemplo o Fiat Uno de 1994, veículo que marcou uma era no mercado automobilístico brasileiro.


Como era o Uno em 1994?

O Fiat Uno em 1994 era um carro muito popular no Brasil, conhecido por sua simplicidade, economia e praticidade. Nesse período, o modelo já havia se consolidado como um dos mais vendidos do país, atendendo a uma demanda por veículos acessíveis e de baixo custo de manutenção.

O carro contava com diversas opções de motorização, com destaque para o motor 1.0, conhecido pela sua economia de combustível. A injeção eletrônica começava a se popularizar, o que melhorava a eficiência e o desempenho do veículo.

O interior do Uno era simples e funcional, com acabamento básico e poucos luxos. O espaço interno era adequado para um carro compacto, o que o tornava uma opção prática para o uso diário. Também existiam versões mais potentes, como o Uno 1.6R, e o Uno Turbo.


Quando o modelo custaria hoje?
  • Em termos de valores da época, o Fiat Uno Mille tinha um preço inicial por volta de R$ 7.254,00.
  • Entretanto esse valor sofreu alterações ao decorrer dos anos com o acrescimento da inflação.
  • Ao aplicar índices de correção monetária acumulados desde 1994 (IPCA), o valor original do modelo sofreria uma valorização considerável.
  • Hoje, ele custaria R$ 89.443,46, mais que 12 vezes mais caro que o preço de lançamento.
  • No entanto, o valor de mercado atual de um Uno 1994 é influenciado por diversos fatores, que vão além da simples correção inflacionária.
  • Unidades em condições impecáveis, com baixa quilometragem e histórico de manutenção completo, alcançam valores mais altos.
  • Versões mais equipadas e com opcionais de fábrica, por sua vez, também tendem a ser mais valorizadas por colecionadores.

Fonte: Olhar Digital

sábado, 25 de outubro de 2025

Brasileiro constrói carro que não precisa de gasolina nem de álcool para rodar — é movido a lenha, percorre 80 km com 20 kg de madeira e ainda liga com fósforo

Em Santa Catarina, um inventor mantém viva uma tradição rara: construiu um carro movido a lenha capaz de percorrer 80 km com 20 kg de madeira, que ainda liga com um simples fósforo.

Enquanto o mundo acelera na direção dos veículos elétricos, em Benedito Novo, Santa Catarina, um brasileiro mantém viva uma invenção familiar que atravessou gerações. O nome dele é Elemer Schmidt, e seu carro, construído pelo pai em 1977, continua rodando com um combustível que muitos considerariam improvável: um carro movido a lenha.

Adaptado para se transformar em um carro movido a lenha pelos Schmidt, manteve sua estrutura original e ganhou um sistema de propulsão completamente artesanal, fruto de engenhosidade e paciência.

Combustível que vem da floresta

O combustível usado por Elemer é guardado em um compartimento especial com capacidade para 20 quilos de madeira, o bastante para percorrer até 80 quilômetros. Quando o estoque se aproxima do fim, ele prefere reabastecer antes de chegar aos 70 quilômetros rodados.
Em situações emergenciais, conta com um tanque auxiliar de 10 litros de gasolina, que garante segurança em longas viagens.

Para dar partida, nada de chave ou botão de ignição: um pedaço de jornal e um fósforo bastam. Elemer acende o fogo, aciona uma ventoinha para puxar o ar e aguarda cerca de um minuto até o motor começar a funcionar por sucção. É um ritual que mistura técnica e tradição.

Dentro do carro, outras engenhocas surpreendem. Há dois aceleradores — um controla o gás produzido pela queima da lenha e o outro é convencional, ligado ao tanque de gasolina.
O sistema que regula a mistura de oxigênio também é operado manualmente, exigindo sensibilidade e prática.

Em uma viagem, quando o combustível acabou no meio da estrada, Elemer improvisou: recolheu taquaras à beira do caminho e as usou como lenha emergencial. A experiência provou que, com criatividade, o carro sempre encontra um jeito de seguir adiante.

Herança da Segunda Guerra

O princípio por trás do veículo é o gasogênio, tecnologia que surgiu durante a Segunda Guerra Mundial como alternativa à escassez de gasolina. O sistema converte a queima de madeira em um gás inflamável capaz de alimentar motores a combustão.

Durante os anos 1940 e 1950, o gasogênio foi comum em zonas rurais do Brasil. Era uma solução engenhosa, que substituía o petróleo por um recurso local e renovável.

O funcionamento baseia-se em um processo chamado gaseificação: a madeira é aquecida em um ambiente com pouco oxigênio, passando por quatro fases — secagem, pirólise, oxidação e redução. Primeiro, o material perde a umidade; depois, o calor decompõe sua estrutura e libera gases. Parte do carbono reage com o oxigênio e gera calor; em seguida, o dióxido de carbono resultante reage com o carbono restante, formando monóxido de carbono (CO), o principal gás combustível.

O resultado é o chamado “gás pobre”, uma mistura de monóxido de carbono, hidrogênio, metano e nitrogênio. Embora tenha baixo poder calorífico, é suficiente para mover o motor. Antes de chegar ao carburador, o gás passa por filtros e resfriadores, que retiram impurezas e reduzem a temperatura.

Os carros movidos a gasogênio possuem quatro partes principais: o reator, o lavador de gás, o resfriador e o misturador. O conjunto é volumoso, o que explica por que muitos veículos precisavam de compartimentos externos. Apesar de pesado e de exigir espaço, o sistema oferecia uma vantagem inestimável: independência do petróleo.

O início de um legado

A limousine de Elemer começou a ganhar forma no final da década de 1970. Seu pai, Arnoldo Schmidt, idealizou o projeto e o construiu com o filho ao longo de seis meses, sempre à noite ou nos fins de semana.

O trabalho resultou em um veículo único, finalizado em 16 de outubro de 1977. Cinco anos depois, a Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC)homologou oficialmente a adaptação, emitindo um certificado reconhecido pelo Detran. O documento permite que o carro circule legalmente em todo o país — uma conquista que dá tranquilidade à família durante fiscalizações.

Com o tempo, o carro se transformou em parte da história local. Elemer lembra com orgulho das viagens a Curitiba, Lages e Florianópolis, conduzindo o automóvel de duas toneladas que, em mais de setenta anos de existência, teve apenas um acidente leve.

Relíquia de amor e memória

Elemer recebeu inúmeras propostas de compra, algumas envolvendo trocas por carros modernos, mas nunca aceitou. “Não está à venda”, afirma com convicção.

A relação com o veículo vai muito além do valor material. Arnoldo Schmidt, o criador da limousine, faleceu em 2021, vítima da Covid-19.

Sua esposa, dona Helga, participou desde o início da construção e recorda as viagens em família, quando o porta-malas e o banco traseiro eram tomados por toras de lenha — combustível e lembrança de uma época em que criatividade e necessidade andavam juntas.

Em um cômodo da casa, a família mantém um verdadeiro “estoque de futuro”: suspensão, capô, teto e outras peças guardadas há mais de 40 anos, compradas em ferros-velhos. O objetivo é garantir que, mesmo se as fábricas deixarem de produzir componentes, a limousine nunca pare de rodar.

A engenharia do gasogênio

O sistema criado por Arnoldo e mantido por Elemer demonstra o funcionamento clássico do gasogênio. Durante a operação, a madeira é queimada em um reator, liberando gases inflamáveis que são filtrados, resfriados e enviados ao motor.

O processo exige constante manutenção: filtros precisam ser limpos com frequência, e a lenha deve estar seca e cortada de maneira uniforme para garantir boa queima.

Além disso, a potência do motor é reduzida entre 30% e 40%, o que torna a aceleração mais lenta e o tempo de partida maior — já que o sistema precisa aquecer antes de produzir gás suficiente.

Apesar dessas limitações, a eficiência e a simplicidade do sistema encantam os que o conhecem. O motor ronca de forma diferente, e o cheiro da fumaça entrega sua origem. Para Elemer, porém, o ritual de acender o fogo e ouvir o carro ganhar vida é mais que rotina — é reverência à memória do pai.

Tradição e símbolo de engenhosidade

Hoje, a limousine de 1952 representa muito mais do que uma invenção curiosa. É um símbolo de engenhosidade, afeto e resistência.

A nora de Arnoldo o descreve como um homem sábio — alguém que, com ferramentas simples e ideias práticas, conseguiu criar algo extraordinário. Elemer, agora responsável por manter o legado, promete preservar o carro e deixá-lo como herança ao filho, mantendo viva a chama que começou há quase meio século.

Enquanto o mundo busca energia limpa e automóveis silenciosos, a limousine movida a lenha continua seu caminho pelas ruas de Benedito Novo.

O barulho do motor e o cheiro de fumaça marcam a passagem de uma história que desafia o tempo e lembra que, às vezes, o futuro pode nascer das brasas do passado.

Fonte: Clickpetroleoegas

segunda-feira, 20 de outubro de 2025

“Sai s4tanás”: esposa de pastor descobre tra*ção e expulsa am4nte e filho dela de igreja

O que era pra ser mais um culto de domingo (19) acabou em um verdadeiro show de revelações. Uma mulher surgiu no templo com o filho no colo, afirmando diante dos fiéis que era amante do pastor e que ele seria o pai da criança. O detalhe é que o “varão” não estava — mas a esposa dele sim, e sem pensar duas vezes, “exorcizou” a mulher. 

O caso supostamente aconteceu em uma igreja evangélica de Manaus e foi registrado em vídeo por fiéis que estavam no culto. Testemunhas contam que a mulher invadiu a igreja gritando: “Ele é o pai do meu filho!”!. As revelações foram o suficiente para o culto virar uma confusão. 

Enquanto uns tentavam acalmar a visitante, outros começaram a orar alto, acreditando que se tratava de uma possessão. A esposa do pastor, visivelmente abalada, tomou o microfone e iniciou o que muitos chamaram de “sessão de libertação ao vivo”. 

No vídeo é possível ver ela aparece gritando:“Eu te repito, satanás, eu te repito, demônio das trevas, agora saia em nome de Jesus dessa casa, e não volte nunca mais!”

Nas redes sociais, internautas se dividiram entre o espanto e o humor: “Nem o diabo esperava por essa reviravolta”, brincou um seguidor. 

O pastor, apontado como pivô do escândalo, não estava presente no culto e ainda não se pronunciou sobre o caso. Já a igreja encerrou o encontro mais cedo, depois que a confusão tomou conta do templo.

Via portal Cm7

Surreal! Rei africano choca ao surgir com 15 esposas, 30 filhos e séquito de 100 empregados; VEJA O VÍDEO!

O rei Mswati III de Essuatíni chegou a Abu Dhabi acompanhado de uma comitiva impressionante — 15 esposas, 30 filhos e mais de 100 assistentes.

As imagens reacenderam o debate sobre o estilo de vida luxuoso do monarca, sobretudo tendo em conta que grande parte da população do país vive na pobreza. Atualmente, cerca de 60% dos habitantes de Essuatíni vivem abaixo do limiar da pobreza, um contraste marcante com a ostentação exibida.

sábado, 18 de outubro de 2025

CNH sem autoescola: entenda novo processo para tirar habilitação

O Brasil está para promover uma das maiores mudanças no processo de habilitação de motoristas das últimas décadas. O projeto da CNH sem autoescola avança dentro do Ministério dos Transportes e deve afetar a vida de quem sonha em tirar a habilitação e toda a cadeia econômica das autoescolas.

A mudança será feita através de uma Resolução do Conselho Nacional de Trânsito (Contran) e tem como objetivo simplificar o processo de obtenção da Carteira Nacional de Habilitação (CNH), tornando-o mais acessível e menos burocrático. Hoje, o custo médio para tirar a habilitação chega a R$ 4.200, com duração de até um ano. A ideia é reduzir prazos e custos em até 80%.

A minuta está em consulta pública na plataforma Participa + Brasil até o próximo 3 de novembro. Com base na proposta do Ministério dos Transportes, confira como será o novo processo para obter a CNH:

Como tirar CNH sem autoescola:

Requisitos básicos

Continuam os mesmos: o candidato deve ter 18 anos ou mais, saber ler e escrever, possuir documento de identidade e CPF. A identidade poderá ser confirmada digitalmente via conta gov.br, no caso de quem optar por ensino a distância.

Abertura do processo
A solicitação poderá ser feita online, diretamente no portal da Senatran, com acompanhamento digital pelo Renach (Registro Nacional de Carteira de Habilitação).

Curso teórico
Próximo passo é fazer o curso teórico que pode ser presencial ou remoto em autoescolas, instituições homologadas ou no próprio Ministério dos Transportes. Não há obrigatoriedade das atuais 45 horas/aula.

Coleta biométrica
Após concluir o curso, o candidato deverá realizar a biometria (foto, digitais e assinatura) no Detran do estado, obrigatória para todas as etapas.

Exame psicológico e de aptidão física e mental
O candidato deverá fazer os exames médico e psicológico como já é previsto atualmente. Uma novidade, o aluno poderá buscar clínicas

Aulas práticas (opcionais)
Uma vez aprovado, o candidato poderá fazer aulas práticas de direção, sem a atual exigência mínima de 20 horas de aulas práticas. Elas continuam disponíveis nas autoescolas ou em instrutores independentes.

Exame teórico
A prova teórica permanece obrigatória e pode ser feita online ou presencialmente, dependendo da estrutura local. O candidato deve acertar 70% das questões para ser aprovado.

Prova de direção
Exame prático também continua, aplicado pelo Detran. O teste parte de 100 pontos, e o candidato precisa manter 90 ou mais para passar.

Permissão e CNH definitiva
Após a aprovação, o motorista recebe a Permissão para Dirigir (PPD), válida por um ano. Se não cometer infrações graves ou gravíssimas, a CNH definitiva é emitida automaticamente.

A proposta do governo federal ainda está em fase de consulta pública. Após o término do prazo, a Secretaria Nacional de Trânsito vai avaliar as contribuições e chegar a um texto final. As mudanças podem entrar em vigor imediatamente ou após período a ser estabelecido para adequação dos Detans e autoescolas.

Via portal Tupiniquim

quinta-feira, 16 de outubro de 2025

Padre nega ter mantido relação com fiel após vídeo viralizar

Vídeo com flagra em casa paroquial viralizou nas redes sociais.
O padre Luciano Braga Simplício, responsável pela Paróquia Nossa Senhora Aparecida, em Nova Maringá (MT), negou ter mantido relações sexuais com uma fiel após a divulgação de um vídeo que mostra a mulher escondida no banheiro da casa paroquial. O caso ocorreu na segunda-feira (13) e ganhou repercussão nas redes sociais.

Em um áudio divulgado na internet, o padre classificou o episódio como um “mal-entendido”. Ele afirmou que a mulher havia pedido abrigo para tomar banho e passar a noite no local.

– Quando eu estava tomando banho, ouvi ela gritando ‘Tem gente, tem gente’. O pessoal já estava bravo, querendo falar comigo. Não teve nada. O problema é que, quando eles chegaram, eu tinha ido tomar banho, e ela não queria ser vista, porque já tinha sido assaltada e ficou com medo. Eram 23h e pouco – explicou o padre.

Luciano Braga disse ainda que “não houve nada além disso” e lamentou que a situação tenha sido mal interpretada.

A Diocese de Diamantino, responsável pela comunidade onde o padre atua, informou que abriu uma investigação interna para apurar o caso.

Fonte: Pleno News

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