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terça-feira, 30 de dezembro de 2025

Pai registra filha com nome diferente do combinado e mãe entra em desespero: "Quase desmaiei"

O que deveria ser apenas a formalização do nascimento acabou se transformando em uma grande surpresa para uma mãe em Imperatriz, no Maranhão. Quatro dias após o parto, a bebê foi registrada pelo pai com um nome diferente daquele escolhido pelo casal durante toda a gestação, sem que a mãe tivesse conhecimento da mudança.

Desde o início da gravidez, estava decidido que a menina se chamaria Cristal. O nome já era conhecido pela família e chegou a ser usado em publicações nas redes sociais após o nascimento da criança, ocorrido em 30 de novembro. “A família toda estava animada. Minha vó estava apaixonada no nome e ele sempre concordou”, contou a mãe, Anna Gabrielly Texeira Gomes, de 21 anos, em entrevista à revista Crescer.

No entanto, no dia 4 de dezembro, o motorista de van Rogério Alvarenga, de 42 anos, foi sozinho ao cartório e registrou a filha como Ayalla Martina. A mãe só soube da mudança por telefone. “Ele me ligou e disse: ‘Olha aí, amor, o nome da nossa filha agora é Ayalla Martina’. Eu quase desmaiei. Não sabia nem o que fazer naquele momento. Entrei em desespero, tive crises de choro porque tinha acabado de passar por uma cesariana”, relatou Anna.

Segundo Rogério, a escolha do novo nome teve motivações pessoais. Ele afirmou que escolheu Ayalla por gostar de nomes diferentes e Martina por considerar um nome forte. Apesar do susto inicial, Anna disse que, com o passar do tempo, acabou aceitando a decisão. “No começo fiquei com muita raiva, mas no final aceitei. A história ficou engraçada”, afirmou.

Essa não foi a primeira vez que o pai decidiu sozinho o nome de um filho. O casal já tem outra criança, registrada como Clarck Kent, em referência ao personagem Superman.

Via portal Tupiniquim

quarta-feira, 17 de dezembro de 2025

A última brincadeira que ninguém soube que era a última

Em algum dia comum, sem data marcada no calendário e sem despedidas anunciadas, você e seus amigos brincaram na rua pela última vez. Foi uma tarde como tantas outras: risadas soltas, correria sem destino, joelhos ralados, gritos chamando pelo nome, a bola rolando no asfalto, a imaginação comandando o mundo. Ninguém percebeu naquele instante, mas ali se encerrava uma era.

Era o fim silencioso da infância. O adeus à inocência que não sabia o peso do tempo, nem as cobranças da vida adulta. O último encontro em que a proximidade era natural, espontânea, sem celulares, sem agendas, sem compromissos. Apenas o agora.

Naquele dia, ninguém pensou que seria a última vez. Não houve foto, não houve promessa de repetir no dia seguinte. Cada um foi para casa como sempre, acreditando que tudo continuaria igual. Mas o tempo, discreto e implacável, tratou de mudar os caminhos.

Vieram as responsabilidades, as preocupações, os medos, as escolhas. Vieram novas rotinas, novos círculos, novas prioridades. Os encontros se tornaram raros, as conversas mais curtas, e a rua — antes palco de sonhos — ficou pequena diante do mundo.

Hoje, ao lembrar, bate a saudade. Não apenas das brincadeiras, mas de quem éramos ali: leves, presentes, inteiros. A última brincadeira não marcou só o fim de uma tarde, marcou o encerramento de uma fase que nunca mais voltou do mesmo jeito.

E talvez seja isso que mais doa: perceber que as coisas mais importantes da vida, muitas vezes, acontecem sem aviso. A gente vive… e só depois entende.

quinta-feira, 11 de dezembro de 2025

VÍDEO: é crime mexer no celular do marido?

Sim. Se não houver a permissão dele, isso pode configurar crime. E digo mais: a pena prevista é de reclusão de 1 a 4 anos, além de multa.

Essa conduta pode se enquadrar no artigo 154-A do Código Penal, que trata da invasão de dispositivo informático sem autorização. Ou seja: pegar, abrir, acessar conversas ou aplicativos do celular de outra pessoa — inclusive do marido ou da esposa — sem consentimento, pode ser considerado crime.

E vale ressaltar: a mesma pena também se aplica ao marido que mexe no celular da esposa sem permissão. A lei é igual para ambos.

Portanto, para evitar problemas, nada de “bisbilhotar” o celular alheio sem autorização.

Fica a dica.

quarta-feira, 3 de dezembro de 2025

Homem ‘briga’ com sucuri e mata a cobra com mordida

Um episódio inusitado e perigoso ocorreu na noite da última segunda-feira (1º) no bairro Recanto dos Pássaros, em Mococa, interior de São Paulo. Um homem acabou entrando em confronto direto com uma sucuri e, em meio ao desespero, mordeu o animal para conseguir se soltar. A cobra acabou morrendo após a agressão.

Segundo o Corpo de Bombeiros, tudo aconteceu quando o homem teria tropeçado e caído sobre a sucuri. Surpresa com o impacto, a cobra imediatamente o mordeu. Assustado e tentando se livrar do ataque, o homem revidou com uma mordida e puxou o animal, conseguindo se desprender.

Ainda em pânico, ele acabou matando a sucuri após o confronto. Os bombeiros foram acionados e prestaram atendimento à ocorrência. A vítima foi encaminhada a um hospital da região e, apesar da situação inusitada, passa bem.

No hospital, ele relatou aos profissionais de saúde ter mordido a cobra para se libertar. O homem também levou o animal morto até a unidade hospitalar. De acordo com o relato, ele estaria alcoolizado no momento do incidente.

A sucuri, embora grande e potencialmente perigosa, não é uma cobra venenosa, mas pode causar acidentes graves devido à força e ao modo de ataque por constrição. O caso segue sendo tratado como um acidente atípico envolvendo fauna silvestre.

Via portal do Ancorador

sexta-feira, 21 de novembro de 2025

Em nova gafe gramatical, Janja troca “atrizes” por “atoras”

Erro ocorreu durante entrevista sobre a COP30.
A primeira-dama Janja da Silva cometeu um erro de português ao conceder uma entrevista à CNN Brasil durante a COP30, em Belém, nesta quinta-feira (20). Na ocasião, ela trocou a palavra “atrizes” por “atoras” ao abordar a relevância de mulheres se engajarem na pauta ambiental.

– Tenho trabalhado muito para colocar as mulheres na centralidade da agenda climática. Mais do que participantes, nós somos atoras [sic] principais da mudança climática – declarou a socióloga.

Em ocasiões anteriores, a esposa do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) já cometeu gafes similares. Por exemplo em 2014, quando ela trocou o termo “aberto” por “abrido”, durante a Aliança Global Contra a Fome e a Pobreza na Universidade de Columbia, em Nova Iorque.

– Eu sempre falo que a gente tinha trilhado um caminho, tinha abrido (sic) aquele caminho, aquela trilha, e essa trilha se fechou. Mas a gente está abrindo de novo. Felizmente, no ano passado a gente reconstruiu diversas políticas públicas de combate à desigualdade e combate à fome – assinalou.

Em 2024, Janja também confundiu a expressão “cidadãos globais” com “cidadões”. Na ocasião, ela gravava um vídeo para convidar estrangeiros a se unirem à Aliança Global Contra a Fome.

– Hello, global citizens! Eu não estou aí hoje com vocês, mas eu estou aqui, no Central Park, para fazer um importante chamado aos cidadões (sic) globais – declarou.

Fonte: Pleno News

sexta-feira, 14 de novembro de 2025

POLÊMICA: presos recebem “café da manhã especial” antes de audiências de custódia: debate ganha força nas redes

Antes das audiências de custódia — procedimento em que uma pessoa detida é apresentada rapidamente a um juiz para avaliação da legalidade da prisão — indivíduos sob custódia recebem um café da manhã que inclui itens como achocolatado, sucos e cereais. A prática, que acontece em diversas unidades do sistema de justiça, tem por objetivo garantir condições mínimas de alimentação e evitar que o detido compareça ao ato jurídico debilitado.

O fato, contudo, chamou atenção de internautas e reacendeu debates sobre tratamento dado a suspeitos de crimes no país. Entre os custodiados, há pessoas investigadas por delitos graves, como homicídio, estupro, latrocínio, organização criminosa, sequestro e outros. Importante ressaltar que, até julgamento, todos são tratados legalmente como suspeitos ou investigados, não como culpados.

Enquanto isso, muitas pessoas compararam a situação às dificuldades enfrentadas por trabalhadores brasileiros. Usuários nas redes sociais relataram que pais e mães de família começam o dia sem condições de ter um café da manhã básico, destacando a desigualdade social como pano de fundo da discussão.

Por que o Estado oferece alimentação?

Especialistas em direito e direitos humanos explicam que o fornecimento de alimentação adequada faz parte das obrigações legais do Estado ao manter alguém sob custódia. A OMS, a ONU e o próprio ordenamento jurídico brasileiro determinam que presos — provisórios ou definitivos — devem ter acesso a condições mínimas de saúde, integridade física e alimentação.

Além disso, o objetivo da audiência de custódia é assegurar que o detido esteja apto a participar do processo. Juízes relatam que a presença de pessoas debilitadas, desnutridas ou adoecidas pode comprometer a validade judicial do ato e violar direitos fundamentais.
O que diz o debate público?

O tema gera forte polarização. De um lado, há quem enxergue o café da manhã como um excesso, especialmente diante da desigualdade social que atinge milhões de brasileiros. Do outro, há quem defenda que garantir alimentação adequada a detidos não significa privilégio, mas sim cumprimento de normas humanitárias e legais — algo que protege o próprio Estado de abusos e arbitrariedades.

Análise imparcial sobre o debate

A discussão revela um choque entre duas percepções:


Indignação social: muitos cidadãos associam a oferta de alimentos mais nutritivos a suspeitos de crimes graves a uma sensação de injustiça, especialmente quando comparada à falta de acesso de parte da população a refeições básicas.


Função legal e humanitária: oferecer alimentação mínima não busca premiar suspeitos, mas evitar violações de direitos e assegurar a regularidade das audiências, que são fundamentais no controle da legalidade das prisões.

Esses dois lados coexistem em sociedades democráticas, onde a segurança pública e os direitos fundamentais precisam ser equilibrados. O debate permanece aberto — e a forma como o Estado distribui recursos e trata os detidos continuará sendo tema de grande sensibilidade pública.

foto ilustrativa

quarta-feira, 5 de novembro de 2025

Adeus, banana escura: dica viral ensina como conservar a fruta por até 16 dias

Uma dica que ganhou destaque nas redes sociais promete acabar com um dos maiores problemas da cozinha: as bananas que amadurecem rápido demais. Utilizando apenas um pote de vidro e um local adequado, é possível manter as frutas frescas por até 16 dias, segundo quem testou a técnica. A proposta combina praticidade e ciência para reduzir o desperdício de alimentos de forma simples e acessível.

O segredo está no controle do ambiente em que as bananas são armazenadas. O amadurecimento acelerado ocorre devido à liberação do etileno, um gás natural responsável pela deterioração das frutas. A nova técnica, que vem ganhando adeptos online, busca controlar fatores como temperatura, luz e exposição ao ar, criando condições ideais para retardar o processo.

Diferente dos truques mais comuns, como envolver o cabo das bananas com plástico ou pendurar o cacho, esse método aposta em um armazenamento mais científico. O objetivo é criar um microambiente onde o etileno se dissipe lentamente, reduzindo a oxidação. A criadora do método explica que o segredo está em isolar as frutas do ar sem recorrer a produtos químicos ou artifícios complexos, obtendo assim um resultado natural e eficaz.

O processo é simples: basta cortar as bananas, colocá-las em um pote de vidro com tampa hermética e armazenar em um local escuro e fresco, com temperatura próxima a 12 °C. O isolamento do vidro, aliado ao ambiente controlado, mantém as bananas firmes e amarelas por mais de duas semanas. Além de prolongar a durabilidade das frutas, o método representa um pequeno passo contra o desperdício e incentiva práticas sustentáveis no dia a dia doméstico.

Via portal 180graus

domingo, 2 de novembro de 2025

DESTROÇOS DE PILOTO DESAPARECIDO NA 2ª GUERRA SÃO ENCONTRADOS

Em um campo perto de Great Bardfield, em Essex, na Inglaterra, arqueólogos e militares americanos e britânicos vêm reconstituindo uma tragédia esquecida da Segunda Guerra Mundial. No local, há mais de 80 anos, o Segundo-Tenente Lester Lowry, então com apenas 23 anos, caiu com seu avião P-47 Thunderbolt durante um exercício de treinamento, em 26 de janeiro de 1944. Seu corpo jamais foi recuperado — até agora.

A operação de escavação, supervisionada pela Agência de Contabilidade de Prisioneiros e Desaparecidos de Guerra (DPAA) do Departamento de Defesa dos EUA, com apoio do Ministério da Defesa do Reino Unido e da Cotswold Archaeology, busca recuperar os destroços da aeronave e quaisquer restos humanos para repatriá-los à família de Lowry, na Pensilvânia.

O caça, ironicamente batizado de “Lucky Boy” (“Garoto de Sorte”), mergulhou no solo e explodiu em chamas diante de moradores locais, que testemunharam impotentes o acidente. O jovem piloto, do 487º Esquadrão de Caça, integrava o grupo responsável por escoltar bombardeiros aliados em missões contra a Luftwaffe nazista.


História perdida

As escavações revelaram milhares de fragmentos do avião, como cabeçotes de cilindro, pistões, válvulas e partes do sistema de combustível. Entre os achados mais tocantes estão os prendedores do cinto de paraquedas de Lowry, que ele nunca chegou a usar.

“É impactante, porque ele estava controlando a aeronave em seus últimos momentos”, afirmou Sam Wilson, arqueólogo-chefe da Cotswold Archaeology, ao The Guardian. “As peças pessoais, como os clipes do cinto, criam uma conexão humana intensa — você sente que está reencontrando a pessoa”.

Os arqueólogos também encontraram fragmentos do painel de controle, botões de ventilação e degelo, e partes da metralhadora M2 Browning do caça. O material será analisado no laboratório da DPAA em Nebraska, antes de ser dividido entre museus do Reino Unido e dos Estados Unidos.


Heroísmo silencioso

A história de Lester Lowry é especialmente trágica. Órfão desde os nove anos, foi criado por uma tia, que anos depois receberia o telegrama com a notícia de sua morte. Documentos militares mostram que o piloto havia completado apenas 47 horas de voo — menos da metade do treinamento recomendado — quando foi enviado para o campo de batalha.

No entanto, segundo o ‘The Guardian’, novas evidências sugerem que Lowry pode ter evitado uma tragédia ainda maior. Em entrevista ao programa “Hidden Wonders”, do canal More 4, que apresentará a escavação em 4 de novembro, a apresentadora Sandi Toksvig contou que um morador local, hoje com 90 anos, testemunhou o acidente. Ele acredita que Lowry desviou propositalmente o avião para longe de um pátio escolar cheio de crianças.

“De repente, a história toda virou de cabeça para baixo”, disse Toksvig. “Talvez Lowry não fosse inexperiente. O que ele realmente era — era um herói”.

Com informações do Aventuras na História

domingo, 26 de outubro de 2025

Efeito da inflação: quanto custaria um Fiat Uno 1994 hoje?

Você com certeza já ouviu falar da inflação. De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), este é o nome dado ao aumento dos preços de produtos e serviços em um determinado período de tempo.

Os efeitos disso no bolso dos cidadãos são claros, ainda mais em países com taxas historicamente altas, como no caso do Brasil. Vamos usar como exemplo o Fiat Uno de 1994, veículo que marcou uma era no mercado automobilístico brasileiro.


Como era o Uno em 1994?

O Fiat Uno em 1994 era um carro muito popular no Brasil, conhecido por sua simplicidade, economia e praticidade. Nesse período, o modelo já havia se consolidado como um dos mais vendidos do país, atendendo a uma demanda por veículos acessíveis e de baixo custo de manutenção.

O carro contava com diversas opções de motorização, com destaque para o motor 1.0, conhecido pela sua economia de combustível. A injeção eletrônica começava a se popularizar, o que melhorava a eficiência e o desempenho do veículo.

O interior do Uno era simples e funcional, com acabamento básico e poucos luxos. O espaço interno era adequado para um carro compacto, o que o tornava uma opção prática para o uso diário. Também existiam versões mais potentes, como o Uno 1.6R, e o Uno Turbo.


Quando o modelo custaria hoje?
  • Em termos de valores da época, o Fiat Uno Mille tinha um preço inicial por volta de R$ 7.254,00.
  • Entretanto esse valor sofreu alterações ao decorrer dos anos com o acrescimento da inflação.
  • Ao aplicar índices de correção monetária acumulados desde 1994 (IPCA), o valor original do modelo sofreria uma valorização considerável.
  • Hoje, ele custaria R$ 89.443,46, mais que 12 vezes mais caro que o preço de lançamento.
  • No entanto, o valor de mercado atual de um Uno 1994 é influenciado por diversos fatores, que vão além da simples correção inflacionária.
  • Unidades em condições impecáveis, com baixa quilometragem e histórico de manutenção completo, alcançam valores mais altos.
  • Versões mais equipadas e com opcionais de fábrica, por sua vez, também tendem a ser mais valorizadas por colecionadores.

Fonte: Olhar Digital

sábado, 25 de outubro de 2025

Brasileiro constrói carro que não precisa de gasolina nem de álcool para rodar — é movido a lenha, percorre 80 km com 20 kg de madeira e ainda liga com fósforo

Em Santa Catarina, um inventor mantém viva uma tradição rara: construiu um carro movido a lenha capaz de percorrer 80 km com 20 kg de madeira, que ainda liga com um simples fósforo.

Enquanto o mundo acelera na direção dos veículos elétricos, em Benedito Novo, Santa Catarina, um brasileiro mantém viva uma invenção familiar que atravessou gerações. O nome dele é Elemer Schmidt, e seu carro, construído pelo pai em 1977, continua rodando com um combustível que muitos considerariam improvável: um carro movido a lenha.

Adaptado para se transformar em um carro movido a lenha pelos Schmidt, manteve sua estrutura original e ganhou um sistema de propulsão completamente artesanal, fruto de engenhosidade e paciência.

Combustível que vem da floresta

O combustível usado por Elemer é guardado em um compartimento especial com capacidade para 20 quilos de madeira, o bastante para percorrer até 80 quilômetros. Quando o estoque se aproxima do fim, ele prefere reabastecer antes de chegar aos 70 quilômetros rodados.
Em situações emergenciais, conta com um tanque auxiliar de 10 litros de gasolina, que garante segurança em longas viagens.

Para dar partida, nada de chave ou botão de ignição: um pedaço de jornal e um fósforo bastam. Elemer acende o fogo, aciona uma ventoinha para puxar o ar e aguarda cerca de um minuto até o motor começar a funcionar por sucção. É um ritual que mistura técnica e tradição.

Dentro do carro, outras engenhocas surpreendem. Há dois aceleradores — um controla o gás produzido pela queima da lenha e o outro é convencional, ligado ao tanque de gasolina.
O sistema que regula a mistura de oxigênio também é operado manualmente, exigindo sensibilidade e prática.

Em uma viagem, quando o combustível acabou no meio da estrada, Elemer improvisou: recolheu taquaras à beira do caminho e as usou como lenha emergencial. A experiência provou que, com criatividade, o carro sempre encontra um jeito de seguir adiante.

Herança da Segunda Guerra

O princípio por trás do veículo é o gasogênio, tecnologia que surgiu durante a Segunda Guerra Mundial como alternativa à escassez de gasolina. O sistema converte a queima de madeira em um gás inflamável capaz de alimentar motores a combustão.

Durante os anos 1940 e 1950, o gasogênio foi comum em zonas rurais do Brasil. Era uma solução engenhosa, que substituía o petróleo por um recurso local e renovável.

O funcionamento baseia-se em um processo chamado gaseificação: a madeira é aquecida em um ambiente com pouco oxigênio, passando por quatro fases — secagem, pirólise, oxidação e redução. Primeiro, o material perde a umidade; depois, o calor decompõe sua estrutura e libera gases. Parte do carbono reage com o oxigênio e gera calor; em seguida, o dióxido de carbono resultante reage com o carbono restante, formando monóxido de carbono (CO), o principal gás combustível.

O resultado é o chamado “gás pobre”, uma mistura de monóxido de carbono, hidrogênio, metano e nitrogênio. Embora tenha baixo poder calorífico, é suficiente para mover o motor. Antes de chegar ao carburador, o gás passa por filtros e resfriadores, que retiram impurezas e reduzem a temperatura.

Os carros movidos a gasogênio possuem quatro partes principais: o reator, o lavador de gás, o resfriador e o misturador. O conjunto é volumoso, o que explica por que muitos veículos precisavam de compartimentos externos. Apesar de pesado e de exigir espaço, o sistema oferecia uma vantagem inestimável: independência do petróleo.

O início de um legado

A limousine de Elemer começou a ganhar forma no final da década de 1970. Seu pai, Arnoldo Schmidt, idealizou o projeto e o construiu com o filho ao longo de seis meses, sempre à noite ou nos fins de semana.

O trabalho resultou em um veículo único, finalizado em 16 de outubro de 1977. Cinco anos depois, a Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC)homologou oficialmente a adaptação, emitindo um certificado reconhecido pelo Detran. O documento permite que o carro circule legalmente em todo o país — uma conquista que dá tranquilidade à família durante fiscalizações.

Com o tempo, o carro se transformou em parte da história local. Elemer lembra com orgulho das viagens a Curitiba, Lages e Florianópolis, conduzindo o automóvel de duas toneladas que, em mais de setenta anos de existência, teve apenas um acidente leve.

Relíquia de amor e memória

Elemer recebeu inúmeras propostas de compra, algumas envolvendo trocas por carros modernos, mas nunca aceitou. “Não está à venda”, afirma com convicção.

A relação com o veículo vai muito além do valor material. Arnoldo Schmidt, o criador da limousine, faleceu em 2021, vítima da Covid-19.

Sua esposa, dona Helga, participou desde o início da construção e recorda as viagens em família, quando o porta-malas e o banco traseiro eram tomados por toras de lenha — combustível e lembrança de uma época em que criatividade e necessidade andavam juntas.

Em um cômodo da casa, a família mantém um verdadeiro “estoque de futuro”: suspensão, capô, teto e outras peças guardadas há mais de 40 anos, compradas em ferros-velhos. O objetivo é garantir que, mesmo se as fábricas deixarem de produzir componentes, a limousine nunca pare de rodar.

A engenharia do gasogênio

O sistema criado por Arnoldo e mantido por Elemer demonstra o funcionamento clássico do gasogênio. Durante a operação, a madeira é queimada em um reator, liberando gases inflamáveis que são filtrados, resfriados e enviados ao motor.

O processo exige constante manutenção: filtros precisam ser limpos com frequência, e a lenha deve estar seca e cortada de maneira uniforme para garantir boa queima.

Além disso, a potência do motor é reduzida entre 30% e 40%, o que torna a aceleração mais lenta e o tempo de partida maior — já que o sistema precisa aquecer antes de produzir gás suficiente.

Apesar dessas limitações, a eficiência e a simplicidade do sistema encantam os que o conhecem. O motor ronca de forma diferente, e o cheiro da fumaça entrega sua origem. Para Elemer, porém, o ritual de acender o fogo e ouvir o carro ganhar vida é mais que rotina — é reverência à memória do pai.

Tradição e símbolo de engenhosidade

Hoje, a limousine de 1952 representa muito mais do que uma invenção curiosa. É um símbolo de engenhosidade, afeto e resistência.

A nora de Arnoldo o descreve como um homem sábio — alguém que, com ferramentas simples e ideias práticas, conseguiu criar algo extraordinário. Elemer, agora responsável por manter o legado, promete preservar o carro e deixá-lo como herança ao filho, mantendo viva a chama que começou há quase meio século.

Enquanto o mundo busca energia limpa e automóveis silenciosos, a limousine movida a lenha continua seu caminho pelas ruas de Benedito Novo.

O barulho do motor e o cheiro de fumaça marcam a passagem de uma história que desafia o tempo e lembra que, às vezes, o futuro pode nascer das brasas do passado.

Fonte: Clickpetroleoegas

segunda-feira, 20 de outubro de 2025

“Sai s4tanás”: esposa de pastor descobre tra*ção e expulsa am4nte e filho dela de igreja

O que era pra ser mais um culto de domingo (19) acabou em um verdadeiro show de revelações. Uma mulher surgiu no templo com o filho no colo, afirmando diante dos fiéis que era amante do pastor e que ele seria o pai da criança. O detalhe é que o “varão” não estava — mas a esposa dele sim, e sem pensar duas vezes, “exorcizou” a mulher. 

O caso supostamente aconteceu em uma igreja evangélica de Manaus e foi registrado em vídeo por fiéis que estavam no culto. Testemunhas contam que a mulher invadiu a igreja gritando: “Ele é o pai do meu filho!”!. As revelações foram o suficiente para o culto virar uma confusão. 

Enquanto uns tentavam acalmar a visitante, outros começaram a orar alto, acreditando que se tratava de uma possessão. A esposa do pastor, visivelmente abalada, tomou o microfone e iniciou o que muitos chamaram de “sessão de libertação ao vivo”. 

No vídeo é possível ver ela aparece gritando:“Eu te repito, satanás, eu te repito, demônio das trevas, agora saia em nome de Jesus dessa casa, e não volte nunca mais!”

Nas redes sociais, internautas se dividiram entre o espanto e o humor: “Nem o diabo esperava por essa reviravolta”, brincou um seguidor. 

O pastor, apontado como pivô do escândalo, não estava presente no culto e ainda não se pronunciou sobre o caso. Já a igreja encerrou o encontro mais cedo, depois que a confusão tomou conta do templo.

Via portal Cm7

Surreal! Rei africano choca ao surgir com 15 esposas, 30 filhos e séquito de 100 empregados; VEJA O VÍDEO!

O rei Mswati III de Essuatíni chegou a Abu Dhabi acompanhado de uma comitiva impressionante — 15 esposas, 30 filhos e mais de 100 assistentes.

As imagens reacenderam o debate sobre o estilo de vida luxuoso do monarca, sobretudo tendo em conta que grande parte da população do país vive na pobreza. Atualmente, cerca de 60% dos habitantes de Essuatíni vivem abaixo do limiar da pobreza, um contraste marcante com a ostentação exibida.

sábado, 18 de outubro de 2025

CNH sem autoescola: entenda novo processo para tirar habilitação

O Brasil está para promover uma das maiores mudanças no processo de habilitação de motoristas das últimas décadas. O projeto da CNH sem autoescola avança dentro do Ministério dos Transportes e deve afetar a vida de quem sonha em tirar a habilitação e toda a cadeia econômica das autoescolas.

A mudança será feita através de uma Resolução do Conselho Nacional de Trânsito (Contran) e tem como objetivo simplificar o processo de obtenção da Carteira Nacional de Habilitação (CNH), tornando-o mais acessível e menos burocrático. Hoje, o custo médio para tirar a habilitação chega a R$ 4.200, com duração de até um ano. A ideia é reduzir prazos e custos em até 80%.

A minuta está em consulta pública na plataforma Participa + Brasil até o próximo 3 de novembro. Com base na proposta do Ministério dos Transportes, confira como será o novo processo para obter a CNH:

Como tirar CNH sem autoescola:

Requisitos básicos

Continuam os mesmos: o candidato deve ter 18 anos ou mais, saber ler e escrever, possuir documento de identidade e CPF. A identidade poderá ser confirmada digitalmente via conta gov.br, no caso de quem optar por ensino a distância.

Abertura do processo
A solicitação poderá ser feita online, diretamente no portal da Senatran, com acompanhamento digital pelo Renach (Registro Nacional de Carteira de Habilitação).

Curso teórico
Próximo passo é fazer o curso teórico que pode ser presencial ou remoto em autoescolas, instituições homologadas ou no próprio Ministério dos Transportes. Não há obrigatoriedade das atuais 45 horas/aula.

Coleta biométrica
Após concluir o curso, o candidato deverá realizar a biometria (foto, digitais e assinatura) no Detran do estado, obrigatória para todas as etapas.

Exame psicológico e de aptidão física e mental
O candidato deverá fazer os exames médico e psicológico como já é previsto atualmente. Uma novidade, o aluno poderá buscar clínicas

Aulas práticas (opcionais)
Uma vez aprovado, o candidato poderá fazer aulas práticas de direção, sem a atual exigência mínima de 20 horas de aulas práticas. Elas continuam disponíveis nas autoescolas ou em instrutores independentes.

Exame teórico
A prova teórica permanece obrigatória e pode ser feita online ou presencialmente, dependendo da estrutura local. O candidato deve acertar 70% das questões para ser aprovado.

Prova de direção
Exame prático também continua, aplicado pelo Detran. O teste parte de 100 pontos, e o candidato precisa manter 90 ou mais para passar.

Permissão e CNH definitiva
Após a aprovação, o motorista recebe a Permissão para Dirigir (PPD), válida por um ano. Se não cometer infrações graves ou gravíssimas, a CNH definitiva é emitida automaticamente.

A proposta do governo federal ainda está em fase de consulta pública. Após o término do prazo, a Secretaria Nacional de Trânsito vai avaliar as contribuições e chegar a um texto final. As mudanças podem entrar em vigor imediatamente ou após período a ser estabelecido para adequação dos Detans e autoescolas.

Via portal Tupiniquim

quinta-feira, 16 de outubro de 2025

Padre nega ter mantido relação com fiel após vídeo viralizar

Vídeo com flagra em casa paroquial viralizou nas redes sociais.
O padre Luciano Braga Simplício, responsável pela Paróquia Nossa Senhora Aparecida, em Nova Maringá (MT), negou ter mantido relações sexuais com uma fiel após a divulgação de um vídeo que mostra a mulher escondida no banheiro da casa paroquial. O caso ocorreu na segunda-feira (13) e ganhou repercussão nas redes sociais.

Em um áudio divulgado na internet, o padre classificou o episódio como um “mal-entendido”. Ele afirmou que a mulher havia pedido abrigo para tomar banho e passar a noite no local.

– Quando eu estava tomando banho, ouvi ela gritando ‘Tem gente, tem gente’. O pessoal já estava bravo, querendo falar comigo. Não teve nada. O problema é que, quando eles chegaram, eu tinha ido tomar banho, e ela não queria ser vista, porque já tinha sido assaltada e ficou com medo. Eram 23h e pouco – explicou o padre.

Luciano Braga disse ainda que “não houve nada além disso” e lamentou que a situação tenha sido mal interpretada.

A Diocese de Diamantino, responsável pela comunidade onde o padre atua, informou que abriu uma investigação interna para apurar o caso.

Fonte: Pleno News

sábado, 11 de outubro de 2025

Mulher com a “pior dor do mundo” fala sobre eut4násia com a filha

Carolina Arruda ficou conhecida nas redes sociais por compartilhar a rotina dolorosa de quem convive com a neuralgia do trigêmeo — condição considerada por muitos médicos como responsável pela “pior dor do mundo”. Recentemente, ela emocionou os seguidores ao revelar uma conversa íntima com a filha, Isabela, sobre a possibilidade de realizar eutanásia.

A influenciadora já havia iniciado uma campanha online para arrecadar fundos com o objetivo de realizar o procedimento na Suíça. No entanto, decidiu dar uma nova chance a um tratamento alternativo, que encara como sua última esperança antes de partir para uma decisão definitiva.

“Combinei com meus médicos que, se não houver pelo menos 50% de redução na dor, vamos reavaliar os caminhos”, contou.

Durante uma conversa sincera com os seguidores, Carolina foi questionada sobre como a filha reagiu ao saber da intenção. A resposta comoveu: “Minha filha sabe de tudo, converso muito com ela. Obviamente, ela não quer que eu faça, ninguém quer. Mas ela entende. Já disse que compreende”.

Isabela, que cresceu vendo a mãe sofrer com as crises de dor intensa no rosto, teria dito algo que marcou Carolina profundamente: “Ela fala que, se alguém prefere morrer do que continuar sentindo dor, é porque realmente está sofrendo muito e a vida não está sendo boa. Ela nunca sentiu essa dor, mas me vê lidando com isso desde que nasceu. Então ela entende mais do que muito adulto por aí”, desabafou.

A neuralgia do trigêmeo é uma condição neurológica que atinge o nervo responsável pelas sensações na face. A dor costuma ser em forma de choques ou pontadas fortes, atingindo diferentes regiões do rosto. Em muitos casos, é incapacitante, afetando drasticamente a qualidade de vida.

Via portal Tupiniquim

segunda-feira, 29 de setembro de 2025

Quem é o milionário que comprou ilha em Florianópolis por valor impressionante

O advogado Igor José Ogar, de 49 anos, natural de São Mateus do Sul (PR), arrematou a Ilha da Saudade, em Coqueiros, Florianópolis, por R$ 4.040.000,00 em leilão virtual realizado nesta quarta-feira (24). O valor pago foi quase o dobro da avaliação inicial, que era de R$ 2,25 milhões.

O imóvel possui 600 metros quadrados de área e inclui uma casa de 118 m². Ao longo do leilão, foram registrados 124 lances até a venda ser concluída. A alienação ocorreu porque a ilha fazia parte do patrimônio de uma construtora condenada a pagar R$ 8,7 milhões em tributos à União.

Conhecido por comentar casos polêmicos da Justiça e por exibir uma rotina de luxo nas redes sociais, Igor Ogar acumula mais de um milhão de seguidores no Instagram. Na plataforma, compartilha viagens frequentes ao exterior e mostra sua coleção de carros de alto padrão, incluindo modelos Ferrari, Porsche e Lamborghini.

Ogar concluiu a graduação em Direito em 2006 e também estudou Contabilidade e Administração. Afirma ainda ter realizado cursos de aprimoramento na Universidade de Harvard, nos Estados Unidos. Atualmente, mantém escritórios em São Paulo, Curitiba, Francisco Beltrão e em Portugal, com licença para atuar na União Europeia. Além disso, leciona em cursos de graduação e pós-graduação.

Na advocacia, já defendeu personalidades como o médico Marcos Harter, a dupla sertaneja Diego & Victor Hugo e o ex-agente da Polícia Federal Newton Ishii, o “Japonês da Federal”.

A Ilha da Saudade é classificada como terreno de marinha, mas considerada propriedade particular. O imóvel está localizado em uma área valorizada de Coqueiros, cercada por bares e restaurantes à beira-mar.

Fonte: Jornal Razão

quarta-feira, 24 de setembro de 2025

Mulher compra iPhone pela internet e recebe pedaço de azulejo; VEJA VÍDEO

A ansiedade de receber uma encomenda muito esperada se transformou em frustração para a empreendedora digital Paula Rosa, de 44 anos, moradora de Divinópolis. Ela comprou um iPhone por R$ 8.549, mas, ao abrir a caixa na última sexta-feira (19), encontrou um pedaço de azulejo no lugar do aparelho.

A compra do iPhone 16 Pro Max foi feita na quinta-feira (18), pela Amazon. Tanto a venda quanto a entrega eram de responsabilidade da plataforma de e-commerce.

Procurada pelo g1, a Amazon informou que está apurando internamente o ocorrido e, em breve, retornará com um posicionamento. Via portal G1

segunda-feira, 15 de setembro de 2025

Político flagrado em m0tel com homem por R$ 150: "Não cometi crime"; VEJA VÍDEO

Após um candidato a vereador da Cidade da Esperança (RN) ser flagrado em um motel com um homem casado, e o vídeo viralizar nas redes sociais, o político Eliú Oliveira gravou um vídeo onde detalha o que aconteceu.

No conteúdo, divulgado pelo @blogmauriciogurgel, Eliú se apresenta e comenta o episódio dos R$ 150. Em seguida, afirma: “Não cometi nenhum crime. Eu não sabia do relacionamento e eu não tenho relacionamento com ninguém. Contudo, me sinto profundamente triste de estar naquelas cenas. Entendo perfeitamente o estado emocional daquela jovem”, diz.

VEJA VÍDEO



Com informações do portal Metrópoles

segunda-feira, 8 de setembro de 2025

Acidentes são registrados em SC e CE nos desfiles de 7 de Setembro

Em Brusque, uma mulher com uma criança de colo chegou a ser atingida.
Dois acidentes marcaram os desfiles do Dia da Independência em duas cidades brasileiras neste domingo (7). Os ocorridos foram registrados em Brusque, no estado de Santa Catarina, onde um jipe desgovernado atingiu quatro pessoas, incluindo uma criança de colo de um ano e oito meses, e em Fortaleza, capital do Ceará, onde uma moto atingiu um militar da Marinha.

Em Brusque, um jipe que pertence a um grupo de entusiastas de veículos militares antigos saiu da pista onde o desfile de 7 de Setembro acontecia e atingiu quatro pessoas: uma idosa de 75 anos, uma mulher de 37 anos, uma criança de colo de um ano e oito meses, e uma adolescente de 14 anos. De acordo com o tenente-coronel da Polícia Militar Pedro Machado, o condutor teria perdido o freio do veículo.

Inicialmente, a Prefeitura de Brusque havia divulgado que a idosa, identificada como Irene Nunes, tinha sofrido uma fratura em um dos tornozelos e poderia ter tido uma lesão na coluna. No entanto, a família dela disse que essas suspeitas foram descartadas após exames. Já a mulher de 37 anos teve apenas ferimentos leves e foi liberada do hospital. A criança e a adolescente não se feriram.

Já em Fortaleza, o acidente foi entre uma motocicleta e um militar da Marinha. Em determinado momento do desfile do Dia da Independência, o militar foi atravessar a rua e não viu que a moto vinha em sua direção. Na colisão, o agente da Marinha foi arremessado para o alto e caiu a alguns metros de distância. A corporação informou que vai apurar o caso, mas o estado de saúde dos envolvidos no acidente não foi divulgado. (Pleno News)

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