CENTRO UNIVERSITÁRIO INTA - UNINTA

 

SOBRALNET - A MELHOR INTERNET DO BRASIL!

SIGA-NOS NO INSTAGRAM

Mostrando postagens com marcador Mundo. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Mundo. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 26 de março de 2026

Jovem de 18 anos é executada no Irã após prisão durante protestos e gera indignação internacional

O governo do Irã confirmou a execução de Melika Azizi, de 18 anos, presa durante os protestos ocorridos em janeiro de 2026. A jovem foi acusada de “moharebeh” — termo que significa “inimizade contra Deus” — um crime considerado capital no país e frequentemente aplicado a manifestantes envolvidos em atos contra o regime, como a queima de símbolos nacionais ou participação em protestos.

De acordo com informações divulgadas por autoridades iranianas, a sentença foi executada após julgamento no qual a jovem teria assumido uma postura de desafio diante do tribunal. Em seu depoimento, Melika teria declarado: “Vocês deixaram tantos jovens sangrarem. Como posso ficar em silêncio? Não me importo. Podem me matar.”

A fala, que rapidamente ganhou repercussão internacional, provocou forte indignação entre organizações de direitos humanos e parte da comunidade internacional. Entidades denunciam que o uso da acusação de “moharebeh” tem sido recorrente para reprimir manifestações populares e silenciar opositores do regime.

A execução reacende o debate sobre a situação dos direitos humanos no país, especialmente no que diz respeito à liberdade de expressão e ao direito de protesto. Até o momento, autoridades iranianas não se pronunciaram sobre possíveis revisões do caso, enquanto a pressão internacional por esclarecimentos e responsabilização tende a aumentar.

Via postagem  
@ThayzzySmith

Jovem espanhola tem eutan4sia autorizada após batalha judicial de 20 meses

A espanhola Noelia Castillo Ramos, de 25 anos, deve passar por eutanásia nesta quinta-feira (26), após uma longa disputa judicial que durou cerca de 20 meses para garantir seu direito à morte assistida, previsto na lei espanhola desde 2021.

Natural de Barcelona, Noelia ficou paraplégica em outubro de 2022 após uma tentativa de suicídio em que se jogou de um quinto andar. A decisão de tirar a própria vida foi motivada por um quadro de sofrimento emocional intenso, agravado por episódios de violência sexual, e resultou em lesão medular completa, deixando‑a sem movimento da cintura para baixo e com dor crônica incapacitante.

Ela passou a conviver com dependência severa, dores constantes e limitações funcionais, sem perspectiva de melhora, o que levou Noelia a pedir eutanásia em abril de 2024. A Comissão de Garantia e Avaliação da Catalunha aprovou o pedido por unanimidade em julho de 2024.

No entanto, o processo ficou bloqueado na Justiça após seu pai, com apoio da associação Abogados Cristianos, recorrer às instâncias judiciais para impedir a realização do procedimento. Os recursos chegaram ao Tribunal Supremo e ao Tribunal Constitucional, que rejeitaram os pedidos de suspensão do procedimento, concluindo que não havia violação de direitos fundamentais e que a decisão de Noelia, adulta e em plena capacidade, devia ser respeitada.

O caso ainda chegou ao Tribunal Europeu de Direitos Humanos, que também não admitiu medidas cautelares para bloquear a eutanásia, abrindo caminho para que o procedimento ocorra conforme a vontade da jovem.

O episódio se tornou um símbolo do debate sobre o direito individual à morte digna e a possibilidade de intervenção de terceiros — como familiares ou grupos religiosos — em casos de eutanásia já autorizada. Noelia afirmou em entrevistas que sua decisão foi pessoal e que desejava “ir em paz” diante do sofrimento físico e psicológico que vivia.

Via portal Folha do Estado

Israel mata comandante naval do Irã responsável por fechar Ormuz

Israel matou o comandante da Marinha da Guarda Revolucionária do Irã, Alireza Tangsiri, em um bombardeio realizado nesta quinta-feira (26) na cidade de Bandar Abbas, no sul do Irã. A informação foi confirmada pelo ministro da Defesa de Israel, Israel Katz.

O comandante é considerado peça-chave na estratégia iraniana no Golfo Pérsico. Tangsiri foi responsável pelo fechamento do Estreito de Ormuz à maior parte da navegação internacional. Ele era responsável por supervisionar os testes de drones e mísseis de cruzeiro da Marinha da Guarda Revolucionária.

De acordo com fontes do New York Times, Tangsiri foi atingido enquanto estava escondido em um apartamento com outros oficiais da Guarda Revolucionária.

Autoridades oficiais do Irã ainda não se pronunciaram sobre o caso.

O conflito no Oriente Médio chegou ao 27º dia, nesta quinta-feira (26), em meio à intensificação dos confrontos com ataques em grande escala de Israel contra o Irã.

As ações ocorreram poucas horas após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmar que Teerã buscaria um acordo para encerrar o conflito, o que o país nega. Em resposta, o Irã disparou mísseis contra Israel, acionando sirenes em Tel Aviv e Jerusalém, e também anunciou ataques contra bases ligadas aos EUA na região.

A informação sobre a morte de Tangsiri foi confirmada pelo ministro da Defesa de Israel, Israel Katz, que descreveu a ação como um ataque “preciso e mortal”, segundo comunicado de seu gabinete.

O ministro ainda afirmou que o ataque deveria servir como uma “mensagem clara” aos altos oficiais militares iranianos de que as forças armadas israelenses os caçariam.

OFENSIVAS
Israel lançou ataques em todo o Irã, nesta quinta. O país foi atingido na madrugada pelo que os militares israelenses descreveram como “uma série de ataques em grande escala”, incluindo a cidade central de Isfahan.

Já o Irã lançou um ataque com mísseis e acionou sirenes em toda a região central de Israel, em Tel Aviv e em partes de Jerusalém, na manhã desta quinta. Segundo militares israelenses, foram os primeiros lançamentos identificados do Irã em mais de 14 horas.

As defesas aéreas israelenses responderam diversas vezes aos disparos, foram sete ondas de mísseis lançados do Irã em direção a Israel, segundo as Forças Armadas israelenses. Autoridades relataram um impacto na cidade israelense de Kafr Qassem, na região central do país.

O Irã também anunciou, nesta quinta, que usou drones e mísseis para atacar uma base militar dos EUA no Kuwait e uma base aérea saudita utilizada pelas forças americanas na Arábia Saudita. Não ficou imediatamente claro se esses ataques danificaram alguma das bases.

Os ataques contra nações do Golfo Pérsico continuam. As autoridades dos Emirados Árabes Unidos afirmaram que suas defesas aéreas estavam respondendo a mísseis e drones vindos do Irã.

O Ministério da Defesa da Arábia Saudita e a Guarda Nacional do Kuwait disseram ter interceptado drones, sem especificar sua origem. O Ministério do Interior do Bahrein afirmou que houve um incêndio devido à “agressão iraniana”, mas não forneceu detalhes sobre o ataque ou a instalação atingida.

*AE

sábado, 21 de março de 2026

Advogada brasileira morre afogada em praia no México

Uma advogada capixaba, identificada como Gabriela Cardozo, morreu afogada em uma praia do México, na última quarta-feira (18). Sites internacionais informaram que a mulher, de 31 anos, foi arrastada logo que entrou no mar, na região de Rosedal, no município de Santa María Colotepec, perto de Puerto Escondido.

Segundo publicações locais, a jovem chegou a ser retirada da água por salva-vidas, mas sem sinais vitais.

Gabriela era natural do Espírito Santo, se formou em Direito em São Paulo e atualmente morava em Nova York, nos Estados Unidos. Ela estava em uma viagem de férias com amigos quando o acidente aconteceu.

Após confirmação do óbito, autoridades foram até o local para os trâmites legais.

Até o momento não há informações sobre quando o corpo da jovem será trazido para o Brasil.

Em nota, o Ministério das Relações Exteriores, por intermédio do Consulado-Geral do Brasil no México, informou que tem ciência do caso. O Consulado disse que está em contato com a família da capixaba, prestando assistência consular, e com as autoridades locais.

Via portal Fanotícias

segunda-feira, 16 de março de 2026

Ligado ao PCC, traficante Sebastián Marset é preso em ação do “Escudo” de Trump

O narcotraficante uruguaio Sebastián Enrique Marset Cabrera, de 34 anos, considerado um dos criminosos mais procurados de toda a América do Sul e alvo prioritário da Agência Antidrogas dos Estados Unidos (DEA), foi finalmente capturado. Com laços estreitos com o Primeiro Comando da Capital (PCC), Marset foi detido na Bolívia após uma megaoperação conduzida pelas forças de segurança locais, marcando o fim de uma longa caçada internacional. 


Cerco policial e transferência para os EUA 

A captura do traficante ocorreu de forma limpa, sem o registro de mortes ou feridos durante a ação. A informação foi confirmada na última sexta-feira pelo ministro do Interior boliviano, Marco Antonio Oviedo. A megaoperação foi capitaneada pela Polícia Boliviana, integrando agentes da Força Especial de Combate ao Narcotráfico e da Força Especial de Combate ao Crime. Imediatamente após a prisão, Marset foi transferido de avião para os Estados Unidos. Embora a DEA não tenha participado diretamente da incursão na Bolívia, o governo americano colaborou ativamente na logística de transferência do criminoso. Em nota, o Escritório de Assuntos Internacionais de Narcóticos e Aplicação da Lei dos EUA declarou que o reinado de terror e caos do traficante chegou ao fim. 


Logística de guerra e prejuízo milionário 

A ofensiva policial impôs um duro golpe financeiro à organização de Marset, com um prejuízo estimado em 15 milhões de dólares, o equivalente a cerca de 80 milhões de reais. O inventário de apreensões impressiona e revela o poder bélico e financeiro do grupo. Foram confiscados dez veículos, destacando-se um carro blindado com nível sete de proteção, um dos mais altos do mercado, que seria de uso pessoal do uruguaio. As autoridades também apreenderam cinco imóveis mobiliados, duas motocicletas de luxo, 21 armas de fogo de diversos calibres, além de 54 quilos de maconha e porções de cocaína. A logística de transporte aéreo do cartel foi desmantelada com a localização de 16 aeronaves de pequeno porte, a maioria em totais condições de voo. Oito pessoas foram detidas no total, sendo quatro durante a operação principal e as demais em buscas posteriores.


Liderança no narcotráfico internacional 

As investigações apontam Sebastián Marset como o líder incontestável do Primeiro Cartel Uruguaio. Sob o seu comando, a organização criminosa se especializou no transporte de grandes carregamentos de cocaína oriundos da América do Sul com destino à Europa, operando paralelamente um sofisticado e lucrativo esquema de lavagem de dinheiro. Foragido desde 2021, o uruguaio construiu um histórico de intimidação, chegando a ameaçar o início de uma guerra na tríplice fronteira entre Bolívia, Paraguai e o estado brasileiro de Mato Grosso do Sul. Nos Estados Unidos, ele já responde a um processo judicial que o indicia por lavagem de capitais e tráfico em escala global. O envolvimento da família no crime também é conhecido, já que seu irmão, Diego Nicolás Marset, foi capturado no Brasil em 2023. 

O que diz a defesa Apesar do vasto material apreendido e das acusações internacionais, a defesa do traficante tenta desqualificar as investigações. O advogado brasileiro Eduardo Mauricio e o advogado uruguaio Santiago Moratório alegam que as provas digitais utilizadas contra Marset, especialmente aquelas geradas durante a Operação A Ultranza, teriam sofrido manipulação por parte da polícia francesa. Os defensores sustentam que o uruguaio não reconhece as mensagens interceptadas, nunca utilizou o telefone criptografado atribuído a ele e que seria, na verdade, um empresário internacional de conduta ilibada.

Fonte: CM7

sexta-feira, 13 de março de 2026

Trump envia milhares de fuzileiros navais ao Estreito de Ormuz em meio à escalada da guerra com o Irã

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, determinou o envio de milhares de fuzileiros navais ao Estreito de Ormuz em meio ao aumento das tensões na guerra com o Irã e ao temor de que tropas americanas possam ser colocadas em combate terrestre na região.

Segundo autoridades ouvidas pelo Wall Street Journal, o secretário de Defesa dos EUA, Pete Hegseth, aprovou um pedido do Comando Central americano para mobilizar uma unidade expedicionária de fuzileiros navais, que normalmente inclui vários navios de guerra e cerca de 5 mil militares.

O navio de assalto anfíbio USS Tripoli, baseado no Japão, já segue para o Oriente Médio acompanhado de fuzileiros navais. Eles devem se juntar a outras forças americanas que já atuam na região.

A mobilização ocorre em um momento de escalada do conflito. O número de militares americanos mortos subiu para 13, enquanto o preço médio da gasolina nos Estados Unidos aumentou para cerca de US$ 3,60 por galão.

Ao mesmo tempo, o governo americano avalia a possibilidade de tomar o controle da ilha iraniana de Kharg, localizada no Golfo Pérsico e responsável por cerca de 90% das exportações de petróleo do país. Questionado sobre a possibilidade em entrevista à Fox News Radio, Trump afirmou: “Não está no topo da lista, mas é uma das muitas opções, e posso mudar de ideia em segundos.”

Durante coletiva no Pentágono, Hegseth criticou reportagens sobre a guerra e afirmou que os EUA estão lidando com a situação no Estreito de Ormuz. “Algumas pessoas da imprensa simplesmente não conseguem parar. As pessoas veem na TV manchetes como ‘guerra no Oriente Médio se intensifica’. O que deveria dizer é: ‘Irã cada vez mais desesperado’, porque é isso que está acontecendo.”

Em meio à crise, seis militares americanos morreram após a queda de um avião-tanque de reabastecimento Boeing KC-135 Stratotanker no oeste do Iraque. A aeronave caiu após uma colisão no ar com outro avião durante uma missão em espaço aéreo aliado.

Inicialmente, quatro tripulantes foram dados como mortos, mas o Comando Central confirmou posteriormente que os outros dois também morreram após falharem as tentativas de resgate. A segunda aeronave envolvida conseguiu pousar com segurança, sofrendo apenas danos leves na cauda.

Os nomes das vítimas ainda não foram divulgados oficialmente, pois o Exército americano aguarda a notificação das famílias.

Com o novo episódio, o número total de militares dos EUA mortos desde o início do conflito com o Irã chega a 13. No segundo dia da guerra, sete soldados já haviam morrido após um ataque de drone iraniano contra uma base americana no Kuwait.

O Estreito de Ormuz, uma das rotas marítimas mais importantes do mundo para o transporte de petróleo, continua sob ameaça. Cerca de um quinto de todo o petróleo global passa pela região.

Nos Estados Unidos, o impacto da crise já se reflete nos preços dos combustíveis. Segundo a Associação Americana de Automóveis (AAA), o valor médio do galão de gasolina subiu de US$ 2,90 antes da guerra para cerca de US$ 3,60.

Enquanto isso, o chefe de segurança do Irã, Ali Larijani, participou de manifestações em Teerã no final do Ramadã e provocou o governo americano. Ele afirmou que Trump “não percebeu que o Irã é maduro e determinado”.

Autoridades americanas também afirmaram que mais de 140 militares ficaram feridos desde o início da guerra, embora muitos casos sejam considerados leves.

Apesar das baixas, Trump já havia admitido anteriormente que mais mortes poderiam ocorrer no conflito. “São pessoas incríveis. Infelizmente, esperamos que isso aconteça. Pode acontecer continuamente, pode acontecer novamente.”, disse o presidente.

Em outra declaração polêmica, Hegseth afirmou que a liderança iraniana estaria enfraquecida e chegou a provocar o novo líder religioso do país, Mojtaba Khamenei. Segundo ele, o dirigente estaria ferido e escondido. “Sabemos que o novo chamado líder supremo está ferido e provavelmente desfigurado.”

Fonte: Gazeta Brasil

quinta-feira, 12 de março de 2026

Irã anuncia desistência da Copa do Mundo de 2026 e decisão pode gerar punições da FIFA

A seleção do Irã pode ficar oficialmente fora da Copa do Mundo de 2026 após o governo do país declarar que não há condições de participação no torneio. A informação foi confirmada pelo ministro do Esporte e da Juventude, Ahmad Donyamali, em entrevista à televisão estatal iraniana. 

Segundo o ministro, a decisão ocorre em meio ao cenário de tensão e ataques que, de acordo com o governo iraniano, envolvem os Estados Unidos e Israel. Para ele, o contexto atual torna inviável a presença da seleção no mundial. 

“Considerando que este regime corrupto assassinou nosso líder, sob nenhuma circunstância poderemos participar da Copa do Mundo”, afirmou Donyamali. 

O ministro também declarou que a segurança da população e das crianças no país é prioridade e que “não existem condições” para a equipe disputar o torneio. 

A Copa do Mundo de 2026 está marcada para ocorrer entre 11 de junho e 19 de julho, com partidas sendo realizadas nos Estados Unidos, México e Canadá. No sorteio realizado em dezembro, o Irã foi colocado no Grupo G, ao lado de Bélgica, Egito e Nova Zelândia. Os três jogos da seleção iraniana estavam previstos para acontecer em território norte-americano, nas cidades de Los Angeles e Seattle.

A possível desistência ocorre mesmo após o Irã garantir vaga na Copa ao liderar o Grupo A na terceira fase das Eliminatórias Asiáticas, assegurando sua quarta participação consecutiva no torneio.

O clima de incerteza já havia chamado atenção da organização do torneio. O Irã foi o único país participante que não compareceu a uma cúpula de planejamento da FIFA realizada em Atlanta, nos Estados Unidos. Até o momento, a entidade máxima do futebol mundial não comentou oficialmente o caso. 

Caso a desistência seja confirmada, a FIFA poderá aplicar sanções à Federação Iraniana de Futebol. Entre as punições previstas no regulamento estão multas que podem chegar a 500 mil francos suíços (aproximadamente R$ 3,2 milhões), além da devolução de valores recebidos para preparação da equipe. 

Especialistas em direito esportivo também apontam que a entidade pode avaliar a suspensão do país em competições futuras. No entanto, o caso ainda deve ser analisado considerando a possibilidade de “força maior”, devido ao cenário de conflito citado pelo governo iraniano. 

A eventual saída da seleção também levanta dúvidas sobre quem herdaria a vaga no Grupo G, que já conta com Bélgica, Egito e Nova Zelândia. A definição dependerá de decisão oficial da FIFA caso o abandono seja confirmado.

quarta-feira, 11 de março de 2026

EUA teria arma secreta que danifica o cérebro; SAIBA DETALHES

Uma arma secreta que causaria danos cerebrais por meio de micro-ondas teria sido descoberta e comprada pelos Estados Unidos, segundo revelou uma reportagem apurada durante nove anos, do programa 60 Minutes, da emissora estadunidense CBS, e revelada nesta semana.

Segundo o jornal, desde pelo menos 2016, diplomatas, espiões e militares norte-americanos têm sofrido lesões cerebrais incapacitantes, após serem atingidos por uma força avassaladora invisível, que danificou sua visão, audição, equilíbrio e cognição. Até mesmo a sede da CIA, na Virgínia, e os jardins da Casa Branca já registraram incidentes.

Em meio a vários relatos de vítimas, a reportagem destacou o caso do tenente-coronel aposentado Chris, que não teve o sobrenome divulgado. Ele já trabalhou em satélites espiões altamente secretos e contou que, mesmo morando perto de Washington, foi atingido cinco vezes, em cinco meses.

“O primeiro incidente ocorreu em agosto de 2020. A sensação foi como se alguém tivesse me dado um soco na garganta e meu ouvido esquerdo estivesse entupido. Comecei a sentir dores agudas e lancinantes que desciam pelo meu braço esquerdo”, relatou.

Os demais ataques aconteceram quando ele estava dentro da própria casa, quando sentiu como se um torno estivesse apertando sua cabeça, causando desorientação e tontura imediata, além de todos os músculos da coluna terem se contraído em uma dor muito aguda.

“O quinto foi de longe o pior. Acordei com uma convulsão em todo o corpo, a pior dor que já senti. Parecia que um torno estava apertando meu tronco cerebral”, denunciou.

Portal Metrópoles

sábado, 7 de março de 2026

Trump: “Cuba vai cair muito em breve”

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, declarou nesta sexta-feira (6) que o regime em Cuba pode enfrentar mudanças em breve. Em entrevista por telefone à CNN norte-americana, o líder americano afirmou que o país caribenho estaria próximo de uma transformação política e sinalizou a possibilidade de negociações com Havana.

Durante a conversa com a jornalista Dana Bash, Trump comentou o tema enquanto falava sobre o desempenho militar dos Estados Unidos em seu segundo mandato.

“Cuba vai cair muito em breve, aliás, sem relação com o assunto, mas Cuba também vai cair. Eles querem muito fechar um acordo”, afirmou.

O presidente também mencionou o secretário de Estado, Marco Rubio, ao falar sobre eventuais tratativas diplomáticas. “Eles querem fechar um acordo, então vou colocar Marco (Rubio) lá e veremos como isso funciona. Estamos realmente focados nisso agora. Temos bastante tempo, mas Cuba está pronta — depois de 50 anos”, acrescentou.

Em outro momento da entrevista, Trump reforçou que acompanha a situação cubana há décadas.

“Tenho observado isso por 50 anos, e caiu no meu colo por minha causa, caiu, mas, mesmo assim, caiu no meu colo. E estamos indo muito bem”, declarou.

Na véspera, durante declarações na Casa Branca, o presidente afirmou que seria apenas uma “questão de tempo” para que cubano-americanos possam voltar ao país de origem, indicando que a questão cubana pode ganhar destaque na agenda do governo após o conflito em andamento com o Irã.

Na ocasião, Trump voltou a citar Rubio ao falar sobre possíveis negociações com Havana. “Ele está fazendo um bom trabalho, e o próximo será… queremos fazer aquele acordo especial com Cuba”, disse o presidente.

Segundo ele, a condução do processo deve ocorrer de forma gradual. “Ele está esperando. Mas ele diz: ‘Vamos terminar este primeiro’. Poderíamos fazer todos ao mesmo tempo, mas coisas ruins acontecem. Se você observar os países ao longo dos anos, verá que, se tudo for feito muito rápido, coisas ruins acontecem. Não vamos deixar que nada de ruim aconteça com este país.”. (Foto: Casa Branca; Fonte: CNN)

sexta-feira, 6 de março de 2026

Trump exige rendição incondicional do Irã e ameaça resposta militar devastadora

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta sexta-feira (6) que não pretende negociar com o Irã a menos que haja uma “rendição incondicional” por parte do país. A declaração ocorre em meio à escalada do conflito no Oriente Médio, após a ofensiva militar iniciada pelos norte-americanos em parceria com Israel contra alvos iranianos.

Em uma publicação nas redes sociais, Trump declarou que, após o fim do confronto e a escolha de um “grande e aceitável líder” para comandar o Irã, os Estados Unidos e seus aliados pretendem atuar para reconstruir o país e ajudar na recuperação da economia iraniana.
A fala ocorre poucos dias depois de Washington e Tel Aviv iniciarem uma série de ataques contra o território iraniano, em meio às crescentes tensões relacionadas ao programa nuclear do regime de Teerã. A ofensiva militar começou no último sábado (28) e intensificou o clima de instabilidade na região.

Como resposta, o governo iraniano lançou ataques retaliatórios contra países do Oriente Médio que abrigam bases militares norte-americanas. Entre os territórios atingidos ou ameaçados estão Emirados Árabes Unidos, Catar, Bahrein, Kuwait, Jordânia e Iraque.

A crise ganhou novos contornos no domingo, quando a mídia estatal iraniana informou que o líder supremo do país, Ali Khamenei, teria sido morto durante os ataques conduzidos por forças dos Estados Unidos e de Israel.

Após a divulgação da morte de Khamenei, autoridades iranianas ameaçaram lançar a “ofensiva mais pesada da história” contra seus adversários. O presidente do país, Masoud Pezeshkian, declarou que retaliar os bombardeios realizados por Israel e pelos Estados Unidos é considerado pelo governo iraniano um “direito e dever legítimo”.

Diante das ameaças, Trump reagiu com novos alertas. O presidente norte-americano afirmou que qualquer tentativa de retaliação será respondida com força ainda maior. “É melhor que eles não façam isso, porque se fizerem, nós os atingiremos com uma força nunca antes vista”, declarou.

Fonte: Folha do Estado

segunda-feira, 2 de março de 2026

Esposa e familiares de Khamenei também morrem após ofensiva

Mansoureh Khojasteh Bagherzadeh, a esposa do falecido líder supremo iraniano, Ali Khamenei, também morreu em decorrência dos ataques coordenados por forças americanas e de Israel contra a República Islâmica, no último sábado (28). A informação foi divulgada pela imprensa iraniana nesta segunda-feira (2).

Mansoureh, de 79 anos, estava em coma desde o dia dos bombardeios.

A agência de notícias Fars, ligada à Guarda Revolucionária, havia afirmado neste domingo (1º) que uma das filhas, o genro e o neto de Khamenei morreram nos ataques, além de uma de suas noras

O Irã confirmou a morte de Khamenei, de 86 anos e líder supremo desde 1989, nos bombardeios lançados pelos Estados Unidos e Israel. A morte do líder criou um vácuo de poder no Irã.

O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que todas as lideranças que haviam sido identificadas para assumir o comando do Irã após o assassinato do aiatolá morreram em decorrência da ofensiva.

– Não será ninguém que pensávamos, porque todos estão mortos. O segundo e terceiro na linha de sucessão morreram – disse Trump.

A televisão estatal do país assinalou que o Irã entrará em um período de 40 dias de luto.

*Com informações EFE

“Nem começamos com força total”: Trump sobre ofensiva contra o Irã

Presidente dos EUA afirma que ataques até agora são apenas o começo e que ações militares mais intensas ainda serão desencadeadas.
O presidente dos EUA afirmou em entrevista ao portal de noticias CNN Internacional que o estágio atual da guerra com o Irã representa apenas o início das operações e que uma “grande onda” ainda está por vir, sugerindo que os ataques e ações militares mais intensos ainda não foram realizados. Segundo Trump, apesar das forças americanas estarem atacando o Irã, o ponto máximo da campanha ainda está por vir e o conflito deve se intensificar antes de atingir seu ápice.

A declaração foi feita em meio a uma série de ofensivas dos Estados Unidos e de aliados na região, que incluem ataques a alvos militares iranianos após a morte do líder supremo do Irã, o aiatolá Ali Khamenei, em meio ao conflito. Trump ressaltou que as forças norte‑americanas ainda “nem começaram com força total” e que as ações até agora representam apenas fases iniciais de uma campanha que pode durar semanas.

O presidente também mencionou que não se sabe quem sucederá Khamenei como liderança do Irã, criando uma incerteza estratégica no desfecho do conflito. Analistas observam que tais declarações refletem a postura de Washington em manter pressão sobre Teerã e seus aliados, enquanto continuam avaliando os resultados das operações até o momento.

Via portal Folha do Estado

domingo, 1 de março de 2026

Voos do Brasil para o Oriente Médio são suspensos após início do conflito no Irã

Ao menos 13 voos entre o Brasil e países do Oriente Médio tinham sido afetados até a manhã deste domingo (1º) pelo fechamento do espaço aéreo na região, após o ataque dos Estados Unidos e Israel ao Irã.⁣⁣

Em retaliação, o Irã promoveu ataques com drones a alvos dos Emirados Árabes Unidos e Catar, aliados dos americanos na região.⁣
Duas companhias aéreas desses países que operam no Brasil – Qatar Airways e Emirates – anunciaram a suspensão dos voos para a região.⁣
Segundo a agência Associated Press, mais de 1.800 voos foram cancelados desde os ataques e milhares de viajantes estão retidos nos aeroporto do Oriente Médio.⁣

Portal R7

sábado, 28 de fevereiro de 2026

TRUMP CONFIRMA QUE LÍDER SUPREMO DO IRÃ ESTÁ MORTO

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou, neste sábado (28), que o líder supremo do Irã, aiatolá Ali Khamenei, foi morto. A declaração foi feita em publicação na Truth Social.

“Khamenei, uma das pessoas mais perversas da história, está morto”, escreveu o republicano, dizendo que a morte representa “justiça” para americanos e outros cidadãos afetados por ações atribuídas ao líder iraniano.

Mais cedo, Trump anunciou o início de “grandes operações de combate” no Irã para destruir o programa nuclear do país. Israel também confirmou ataques. Segundo a CNN Internacional, a ofensiva pode durar vários dias.

Em resposta, o Irã lançou ataques contra países do Oriente Médio que abrigam bases americanas, como Emirados Árabes Unidos, Catar, Bahrein, Kuwait, Jordânia e Iraque. 

Fonte: BACCINOTICIAS

Ministro da Defesa e comandante da Guarda Revolucionária do Irã foram mortos, diz agência

O ministro da Defesa do Irã, Amir Nasirzadeh, e um comandante da Guarda Revolucionária, Mohammad Pakpour, foram mortos nos ataques de Israel ao país neste sábado, 28, segundo fontes ouvidas pela agência de notícias Reuters.

Segundo a televisão estatal israelense KAN, citando autoridades do governo de Israel, os ataques aéreos dos Estados Unidos e de Israel contra o Irã tiveram como alvos o líder supremo iraniano, o aiatolá Ali Khamenei, e o presidente iraniano, Masoud Pezeshkian.

A informação foi confirmada por autoridades ouvidas pela emissora americana CNN. Os ataques também teriam mirado outras figuras importantes do regime, incluindo o Chefe do Estado-Maior das Forças Armadas, Sayyid Abdolrahim Mousavi, o secretário do recém-criado Conselho de Defesa do Irã, Ali Shamkhani, e o secretário do Conselho de Segurança Nacional do Irã, Ali Larijani.

Uma fonte com conhecimento do assunto disse anteriormente à agência de notícias Reuters que Khamenei não estava em Teerã e havia sido transferido para um local seguro. A mídia iraniana também noticiou que o ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araqchi, está em segurança.
O ataque ao Irã na madrugada deste sábado foi uma ação coordenada dos EUA com Israel, país próximo, que é inimigo histórico do regime dos aiatolás que comandam o país persa. O presidente americano, Donald Trump, confirmou os ataques e disse que o objetivo é defender o povo americano e garantir “que o Irã não terá uma arma nuclear”.
Em resposta, o Irã lançou um ataque a instalações militares americanas no Bahrein, no Kuwait e no Catar. O regime também lançou mísseis e drones contra Israel. Ainda não há informações sobre possíveis danos.

O Ministério da Defesa do Catar afirmou que as Forças Armadas do país derrubaram vários mísseis antes que eles alcançassem seu espaço aéreo.

O Ministério das Relações Exteriores do Irã confirmou a retaliação, afirmando que o país “não hesitará” em sua resposta. “Chegou a hora de defender a pátria e enfrentar o ataque militar do inimigo”, publicou o ministério em comunicado na rede social X. “Assim como estávamos preparados para negociações, estivemos ainda mais preparados para a defesa em todos os momentos. As forças armadas da República Islâmica do Irã responderão de forma decisiva aos agressores, com plena autoridade.”


Negociações fracassadas

O ataque deste sábado ocorre após o fracasso da última rodada de negociações entre EUA e Irã, vista como a possível última saída diplomática. Sobre o tema, Trump afirmou: “sempre foi política dos Estados Unidos, em particular da minha administração, que esse regime terrorista jamais poderá ter uma arma nuclear”.

Em sequência, o presidente citou a guerra de junho de 2025, quando os Estados Unidos bombardearam instalações nucleares e militares iranianas durante o conflito entre Israel e Irã.

Na quinta-feira, representantes dos dois países encerraram seis horas de negociações em Genebra sem avanço concreto sobre a principal exigência americana: o desmantelamento completo do programa nuclear iraniano.

Em relatório reservado a seus 35 Estados-membros, a agência Internacional de Energia Atômica afirmou que o Irã estocou parte de seu urânio altamente enriquecido em uma área subterrânea do complexo nuclear de Isfahan, no centro do país. É a primeira vez que o órgão vinculado à ONU especifica o local onde o material com grau de pureza de até 60% estaria guardado. O patamar está tecnicamente próximo dos 90% de enriquecimento considerados necessários para a produção de uma arma nuclear.

A tensão em torno do programa nuclear iraniano se intensificou após a erosão do acordo firmado em 2015, conhecido como Plano de Ação Conjunto Global, que impunha limites rígidos ao enriquecimento de urânio em troca do alívio de sanções. Desde a saída unilateral dos Estados Unidos do pacto, durante o primeiro mandato de Donald Trump, o Irã ampliou progressivamente seus níveis de enriquecimento e reduziu a cooperação com inspetores internacionais.

Ao mesmo tempo em que o campo diplomático encontrava dificuldades para avançar, os EUA seguiam acumulando poderio bélico ao redor do Irã. Na quarta-feira, 25, Washington enviou uma dúzia de caças F-22 para a região, que já contava com dois porta-aviões, 12 contratorpedeiros e três embarcações de combate.

Ao todo, os EUA reuniram sua maior força militar no Oriente Médio desde a invasão ao Iraque, em 2003.

Com informações de VEJA

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2026

Ex-presidente da Coreia do Sul é condenado à prisão perpétua por insurreição

Em um veredicto histórico, o ex-presidente sul-coreano Yoon Suk Yeol foi sentenciado a prisão perpétua, nesta quinta-feira (19), após ser considerado culpado pelo crime de insurreição ao decretar lei marcial em dezembro de 2024. A Justiça entendeu que Yoon tentou mobilizar forças militares e policiais para paralisar o Parlamento e consolidar poder de forma inconstitucional.

O caso remonta a 3 de dezembro de 2024, quando o então presidente declarou lei marcial em um momento de intenso conflito político com a Assembleia Nacional, controlada por partidos de oposição. A medida visava suspender atividades legislativas e permitir à Presidência maior controle sobre o processo político, mas foi suspensa após poucas horas graças à reação de legisladores que restabeleceram o funcionamento do Parlamento.

O tribunal de Seul concluiu que a ação de Yoon não foi apenas um uso legítimo de autoridade, mas uma tentativa de subverter a ordem constitucional ao enviar tropas ao Legislativo e planejar prisões de líderes políticos. Por isso, a insurreição foi considerada um ato grave contra a democracia sul-coreana.

Promotores pediram até a pena de morte, mas os juízes optaram pela prisão perpétua, levando em conta fatores como a ausência de mortes diretas e a idade do réu.

A condenação de Yoon marca um momento sem precedentes na história recente da Coreia do Sul. Ele é o primeiro ex-presidente eleito democraticamente a ser condenado por insurreição relacionada a uma tentativa de impor lei marcial.

Além de Yoon, vários membros de seu governo também foram condenados. O ex-ministro da Defesa, Kim Yong-hyun, recebeu 30 anos de prisão por seu papel central na mobilização das forças militares. Outros oficiais civis e militares envolvidos na crise também foram sentenciados.

A sentença ainda pode ser objeto de recurso pelos advogados de Yoon, que argumentam que ele tinha autoridade presidencial para adotar medidas de emergência diante da paralisia política. As reações no país continuam polarizadas, com apoiadores do ex-presidente criticando a decisão e defensores das instituições democráticas saudando o veredicto.

A crise de dezembro de 2024 provocou um dos maiores choques políticos na história da Coreia do Sul, evocando lembranças do passado autoritário do país e reforçando o debate sobre os limites do poder presidencial em uma democracia consolidada.

Folha do Estado

domingo, 8 de fevereiro de 2026

Trump se nega a pedir desculpas por vídeo r4cista contra casal Obama

Presidente dos EUA apagou post e diz que não viu trecho com o ex-presidente e a ex-primeira-dama retratados como macacos.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou não ter pelo que se desculpar sobre o vídeo que republicou na sua rede social Truth, com uma montagem racista que sobrepôs os rostos do ex-presidente Barack Obama e da ex-primeira-dama Michelle a corpos de macacos.

O republicano que chefia o governo norte-americano apagou e condenou o post, após reações de aliados e da oposição. E alegou não ter visto o trecho racista de cerca de 2 segundos do final do vídeo que denunciava a suposta fraude eleitoral jamais comprovada nas eleições de 2020. Naquele ano, Trump perdeu para o democrata Joe Biden, que foi apoiado por Obama.

“Eu não cometi nenhum erro. Quer dizer, eu analiso milhares de coisas. E eu vi o começo [do vídeo]. Estava tudo bem. […] Alguém deixou passar um detalhe muito pequeno. Aliás, repito, não fui eu que fiz isso, foi outra pessoa. Foi uma republicação, não fomos nós que fizemos [o vídeo]”, justificou Trump, para a imprensa, no avião presidencial.

Uma das mais incisivas críticas à republicação do post racista veio do único republicano negro no Congresso dos EUA, senador Tim Scott. “Rezo para que seja falso, porque é a coisa mais racista que já vi vinda desta Casa Branca. O presidente deveria remover isso”, reagiu o parlamentar republicano.

A publicação de Trump também foi classificada como “extremamente ofensiva” pelo deputado republicano Mike Lawler, mesmo se foi intencional ou um engano. E cobrou que o presidente Trump deveria pedir desculpas, não apenas apagar a publicação.

Fonte: Diário do Poder

terça-feira, 3 de fevereiro de 2026

Eduardo Bolsonaro é convidado para evento com Trump e Milei nos EUA

O ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) anunciou neste domingo (1º) que participará, no dia 10 de fevereiro, do “Hispanic Prosperity Gala”, evento realizado no Mar-A-Lago Club, resort do presidente americano Donald Trump, na Flórida.

O encontro contará com a presença do presidente da Argentina, Javier Milei, e tem como objetivo homenagear os “250 anos de prosperidade americana e as contribuições vitais dos hispano-americanos para o futuro econômico da nação”.

Em publicação na rede social X, Eduardo compartilhou o card do evento e destacou a satisfação em retornar ao hotel de Trump, além de elogiar Milei, a quem descreveu como o “melhor presidente da Argentina de todos os tempos”.

O evento é considerado um encontro de líderes e empresários voltado para debates sobre economia e cooperação entre os países da América.

Fonte: Folha do Estado

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2026

Costa Rica: Candidata de direita é eleita presidente já no 1° turno

Laura Fernández registrou 48,3% dos votos, acima dos 40% necessários para conquistar vitória já na primeira rodada.
A cientista política Laura Fernández, do Partido Soberano do Povo, venceu as eleições presidenciais da Costa Rica, realizadas neste domingo (1°). Segundo o Tribunal Supremo Eleitoral do país, com 96,2% das urnas apuradas, Laura tinha 48,3% dos votos, enquanto o economista Álvaro Ramos, do Partido de Libertação Nacional, tinha 33,4%. Para vencer no primeiro turno, era necessário obter ao menos 40% dos votos.

A costa-riquenha tem 39 anos e nasceu em Puntarenas, uma das províncias mais pobres do país. Ela é graduada em Ciências Políticas pela Universidade da Costa Rica e se tornou apenas a segunda mulher eleita para o cargo máximo do Poder Executivo.

Antes de chegar a Presidência, ela foi ministra do Planejamento Nacional e Política Econômica entre 2022 e 2025 e ministra da Presidência de 2024 a 2025, durante o governo de Rodrigo Chaves, do Partido Progressista Social Democrata. Ela deixou os cargos para disputar a eleição e é vista como herdeira política de Chaves.

Apesar de ser um dos países mais pacíficos da América Central, a Costa Rica vem enfrentando um aumento da criminalidade nos últimos anos, com crescimento de 50% na taxa de homicídios em seis anos. O combate à violência se tornou uma das principais bandeiras da campanha de Laura, que defende o endurecimento da política de segurança pública, inspirado no presidente de El Salvador, Nayib Bukele.

Bukele adotou ações duras contra gangues, com estados de emergência e prisões em massa. Ele foi um dos primeiros líderes a parabenizar Laura pela vitória e afirmou desejar “o maior sucesso em seu governo e tudo de bom para a querida nação irmã da Costa Rica”. Assim como Bukele fez em El Salvador, Laura prometeu concluir a construção de uma megaprisão para criminosos perigosos.

Em seu primeiro discurso como presidente eleita, Laura afirmou que sua vitória representa um voto “pela continuidade da mudança”.

– A Costa Rica votou pela continuidade da mudança, uma mudança que busca apenas resgatar e aperfeiçoar nossas instituições democráticas e devolvê-las a vocês, ao povo soberano, para criar mais bem-estar e prosperidade para o nosso povo – disse.

*AE

sábado, 31 de janeiro de 2026

Desabamento de mina na África deixa mais de 200 mortos

Deslizamento de terra ocorreu em uma mina de coltan na cidade de Rubaya
O número de mortos em um deslizamento de terra ocorrido em uma mina de coltan na cidade de Rubaya, na República Democrática do Congo, subiu de 45 para mais de 200, segundo confirmaram neste sábado (31) um líder da sociedade civil e autoridades rebeldes locais. O desabamento ocorreu na última quinta-feira (29) na mina situada no território de Masisi, na província de Kivu do Norte, após chuvas.

– O que aconteceu aqui em Rubaya após as chuvas de quinta-feira é realmente terrível. O número de corpos continua aumentando. Ontem [sexta, 30], recuperamos 45 corpos dos poços, mas, desde esta manhã, temos mais de 200, a maioria deles mineradores artesanais – relatou à Agência EFE, por telefone, Telesphore Nitendike, presidente da sociedade civil de Masisi.

Entre os mortos, além dos mineradores, estão comerciantes que trabalhavam na área, dominada pelos rebeldes do poderoso grupo Movimento 23 de Março (M23), que também controla a mina onde ocorreu o desastre.

– Pequenos comerciantes que operavam na zona mineradora e vários pedestres em diferentes trechos de estrada foram arrastados pelo deslizamento de terra, que desembocou nos rios Mumba e Rushog – detalhou Nitendike.

As chuvas frequentes na região tornaram o solo cada vez mais frágil, sendo os poços de mineração os mais propensos a desabamentos, segundo o líder da sociedade civil. Em declarações à EFE nesta sexta, Nitendike lamentou que os moradores não contem com equipes de resgate adequadas para recuperar os corpos enterrados na lama.

– A população local busca seus próprios mortos diante da falta de assistência. São obrigados a valer-se por si mesmos – afirmou.

Lumumba Kambere Muyisa, porta-voz do governador de Kivu do Norte nomeado pelo M23, também confirmou os fatos e a cifra de mais de 200 mortos à imprensa local. O conflito no leste congolês se agravou no final de janeiro de 2025, quando o M23 tomou o controle de Goma, capital de Kivu do Norte; e, semanas depois, de Bukavu, capital da vizinha Kivu do Sul, após combates com o Exército congolês.

Ambas as províncias são ricas em minerais como o coltan, fundamental para a indústria tecnológica na fabricação de telefones celulares. Os acidentes de mineração são frequentes no país, onde muitas minas são exploradas de maneira artesanal, sem seguir as regulamentações e medidas de segurança necessárias, além de, em muitos casos, serem operadas por grupos armados.

Desde 1998, o leste da República Democrática do Congo vive um conflito alimentado por grupos rebeldes e pelo Exército, apesar do destacamento da missão de paz da ONU.

*EFE

Twitter Delicious Facebook Digg Stumbleupon Favorites More