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terça-feira, 19 de maio de 2026

Trump avisa que o tempo do regime iraniano acabou

A Casa Branca já avalia a retomada de ações militares.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, subiu o tom contra o regime de Teerã e emitiu um alerta contundente sobre o esgotamento do prazo para que o país persa encerre suas ambições nucleares e cesse as hostilidades no Oriente Médio.

Em publicação direta em sua rede social, a Truth Social, o líder americano afirmou que o tempo corre contra os iranianos e exigiu rapidez nas decisões para evitar consequências devastadoras ao território do país asiático.


A mensagem de Trump foi clara ao estabelecer a urgência do cenário atual.

O mandatário declarou textualmente que o relógio está correndo para o Irã e que as autoridades de Teerã precisam se movimentar rápido, alertando que, caso contrário, não restará nada deles.

O comunicado oficial, posteriormente endossado pelas redes da Casa Branca, reforçou que o fator tempo é essencial nas tratativas geopolíticas em andamento.

Diante do impasse diplomático e da recusa do Irã em abandonar de forma definitiva o seu programa de enriquecimento de urânio, o governo dos Estados Unidos já estuda formalmente o reinício de operações de guerra na região.

A paciência de Washington demonstra sinais de esgotamento após o travamento das negociações de paz, motivado principalmente pela insistência do regime xiita em manter estoques nucleares e pela manutenção do bloqueio ilegal no Estreito de Ormuz, uma das rotas comerciais de energia mais vitais do planeta.

Como parte do alinhamento estratégico ocidental, Donald Trump realizou um contato telefônico com o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu.

O chefe do governo israelense confirmou o diálogo e assegurou que as forças de defesa de seu país permanecem em alerta máximo, preparadas para responder a qualquer cenário de agressão.

A conversa ocorreu pouco depois de o presidente americano ter participado de uma reunião presencial de cúpula com o líder da China, Xi Jinping, sinalizando uma ampla movimentação diplomática global de Washington para isolar as forças hostis na região.

Informações de inteligência de alta patente indicam que o regime do Irã tem adotado uma postura deliberada de procrastinação.

A estratégia de Teerã consiste em adiar as decisões por pelo menos duas semanas, apostando que a iminência de grandes eventos globais, como a Copa do Mundo, além das celebrações do aniversário de 250 anos dos Estados Unidos, sirvam de barreiras políticas e opinativas para conter uma contraofensiva militar da Casa Branca.

No entanto, a pressão econômica sufocante imposta pelas sanções norte-americanas já gera efeitos profundos e imediatos no cotidiano do país persa.

O Irã enfrenta um desabastecimento crítico de combustíveis, resultando em quilométricas filas de cidadãos em postos de gasolina por todo o território e na escassez severa de recursos básicos de distribuição.

Fonte: Diário do Poder

domingo, 17 de maio de 2026

Ataque a tiros deixa 10 mortos no México; seis da mesma família

Um ataque armado deixou 10 mortos em uma zona rural do município de Tehuitzingo, no estado de Puebla, centro do México. O governo local informou o caso neste domingo (17). O tiroteio ocorreu em uma casa localizada a quase 200 quilômetros da Cidade do México.

A Secretaria de Segurança local e a Procuradoria estadual afirmaram que as vítimas são seis homens, três mulheres e uma menor de idade. Nove pessoas morreram no local do crime atingidas por projéteis de arma de fogo, e uma mulher faleceu enquanto era levada ao hospital.

A procuradora do estado de Puebla, Idamis Pastor, informou que a principal linha de investigação aponta para uma questão familiar. Das dez vítimas do ataque, seis eram integrantes de uma mesma família e as outras quatro pessoas eram trabalhadoras do local.

As autoridades locais não revelaram mais detalhes sobre a motivação do crime. Para esclarecer o ocorrido e prender os responsáveis pelo ataque, foram mobilizados soldados do exército, integrantes da Guarda Nacional e policiais estaduais.

Via Pleno News

terça-feira, 5 de maio de 2026

ATENÇÃO, CENAS FORTES! Brasileiro é “explodido” por drone no front de batalha na guerra entre Ucrânia e Rússia; VÍDEO

O brasileiro Jadiel Antônio Ferreira da Silva, de 39 anos, morreu na última sexta-feira (1º) na Ucrânia após ser atingido por um ataque com drone durante o conflito com a Rússia.

Natural de Feira de Santana, Jadiel conhecido como Júnior Pitbull estava no país europeu há cerca de dois meses. Antes de viajar, trabalhava como segurança em eventos na cidade baiana. No exterior, atuava de forma voluntária em atividades ligadas às forças locais.

A família foi informada da morte por meio de uma mensagem de áudio enviada por um brasileiro que integrava o mesmo grupo. No relato, o homem afirma ter assumido o compromisso de avisar os familiares caso algo acontecesse com Jadiel.

De acordo com pessoas próximas, o baiano ainda passava por fase inicial de treinamento e não havia sido enviado diretamente para o combate. No momento do ataque, o grupo se deslocava para atividades de instrução.

O Ministério das Relações Exteriores informou que, até o momento, não possui confirmação oficial sobre o caso.

Desde o início da guerra entre Rússia e Ucrânia, em 2022, o número de brasileiros mortos no conflito vem aumentando, principalmente entre voluntários que decidem se alistar ao lado das forças ucranianas. Dados do Itamaraty indicam que pelo menos entre 22 e 23 brasileiros já tiveram mortes confirmadas, além de dezenas de desaparecidos.

Atualizações mais recentes apontam que o órgão chegou a ser comunicado sobre cerca de 30 mortes e mais de 60 casos de desaparecimento, considerando apenas situações oficialmente registradas por autoridades estrangeiras. (Folha do Estado)

quinta-feira, 23 de abril de 2026

Trump ordena que Marinha dos EUA “atire para matar” em caso de ameaça no Estreito de Ormuz

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, elevou o tom contra o Irã ao ordenar que a Marinha americana ataque embarcações iranianas suspeitas de instalar minas no Estreito de Ormuz, uma das rotas marítimas mais estratégicas para o transporte de petróleo no mundo.

Em publicação feita na rede Truth Social, Trump afirmou ter determinado que a Marinha dos Estados Unidos “atire para matar” qualquer embarcação envolvida nesse tipo de operação. Segundo ele, não deve haver hesitação na resposta, enquanto navios especializados em desminagem já atuam na região para limpar a área — com ordem para intensificar as operações.

A escalada ocorre em meio a um aumento das tensões entre Washington e Teerã. Um dia após o Irã apreender dois navios, forças americanas interceptaram um petroleiro ligado ao regime iraniano no Oceano Índico. Imagens divulgadas pelo Pentágono mostram militares abordando a embarcação “Majestic X”, que transportaria petróleo de origem iraniana.

Em comunicado, o Pentágono afirmou que continuará com ações de fiscalização marítima global para interromper redes ilícitas e impedir o apoio logístico ao Irã, reforçando que atores sancionados não poderão usar águas internacionais como cobertura para suas atividades.

O confronto também teve impacto imediato no mercado internacional. O preço do petróleo disparou diante do temor de colapso na trégua entre os dois países. O barril do tipo Brent ultrapassou a marca de US$ 103, refletindo a instabilidade na região.

Do lado iraniano, não houve resposta imediata à apreensão do navio. No entanto, na véspera, Teerã já havia reagido ao bloqueio naval americano no Estreito de Ormuz, atacando três petroleiros e capturando duas embarcações. Imagens divulgadas pela mídia estatal mostram comandos armados embarcando em navios cargueiros.

O impasse praticamente interrompeu o tráfego no estreito, por onde passa cerca de um quinto de todo o petróleo comercializado globalmente. A situação coloca em risco o abastecimento energético mundial e amplia a pressão sobre os preços.

Apesar da escalada, Trump vinha prorrogando sucessivamente um cessar-fogo com o Irã, evitando retomar uma campanha militar mais ampla. Segundo informações, a decisão foi influenciada pelo receio de prolongar o conflito e seus impactos na economia americana, incluindo a inflação e a opinião pública.

Ainda assim, episódios recentes — como a apreensão de um navio iraniano no Golfo de Omã e os ataques a petroleiros — indicam que a trégua segue fragilizada, com risco crescente de novos confrontos na região.

Fonte: Gazeta Brasil

segunda-feira, 20 de abril de 2026

Atirador mata oito crianças nos Estados Unidos; sete eram filhos

Um atirador matou oito crianças durante a madrugada deste domingo (19) no estado da Louisiana, nos Estados Unidos. Segundo a polícia de Shreveport, sete das vítimas fatais eram filhas do próprio suspeito.

Ao todo, dez pessoas foram baleadas em três locais diferentes, com vítimas que tinham idades entre 1 e 12 anos. O autor dos disparos fugiu em um carro roubado após cometer os crimes.

O suspeito morreu após ser perseguido e baleado por policiais que tentavam realizar a captura. A Polícia Estadual da Louisiana foi acionada para investigar as cenas do crime e coletar evidências.

Este caso é considerado o tiroteio em massa mais letal registrado no país desde janeiro de 2024. No ano passado, os Estados Unidos contabilizaram um total de 407 incidentes dessa natureza.

As autoridades locais ainda trabalham para reunir detalhes sobre a motivação e a dinâmica dos ataques. Os investigadores buscam esclarecer a sequência dos fatos ocorridos nas diferentes residências atacadas.

Fonte: Pleno News

domingo, 19 de abril de 2026

Irã condena à morte a primeira mulher por participação em protestos

Uma mulher foi condenada à morte no Irã por envolvimento nos protestos contra o regime que começaram no fim do ano passado. Trata-se de Bita Hemmati, que recebeu a sentença junto com o marido, Mohammadreza Majidi-Asl, e outros dois homens. O julgamento ocorreu em um Tribunal Revolucionário de Teerã, sob responsabilidade do juiz Imam Afshari. 

De acordo com o jornal britânico The Sun, os quatro foram acusados de atirar blocos de concreto de um prédio contra forças de segurança durante as manifestações. Além disso, segundo a Agência de Notícias de Ativistas de Direitos Humanos, o grupo também foi condenado sob a acusação de agir em nome dos Estados Unidos. 

Até o momento, não há confirmação sobre quando as execuções devem acontecer. 

Desde o início dos protestos, pelo menos sete pessoas já foram executadas no país por crimes ligados às manifestações. Entre elas estão o lutador Saleh Mohammadi, de 19 anos, além de Mehdi Ghasemi e Saeed Davvodi, ambos de 21. No início deste mês, o músico Amirhossein Hatami, de 18 anos, também foi executado na prisão de Ghezel Hesar, mesmo após pedidos internacionais por clemência.

Um relatório conjunto das organizações Iran Human Rights (IHR), com sede na Noruega, e Together Against the Death Penalty (ECPM), baseada em Paris, aponta que ao menos 1.630 pessoas foram executadas no Irã nos últimos 12 meses.

O levantamento também indica que 48 mulheres estão entre os executados, sendo 21 condenadas por assassinarem seus parceiros. 

Entidades internacionais de direitos humanos acusam o regime iraniano de usar a pena de morte como ferramenta de repressão e de forçar confissões por meio de coação. Segundo essas organizações, presos enfrentam pressão psicológica intensa e condições severas de detenção. 

Há ainda relatos de que o número de mortos durante os protestos pode ultrapassar 33 mil, além de milhares de pessoas que foram presas ao longo das manifestações.

Via portal CM7

sexta-feira, 17 de abril de 2026

EUA manda aviso ao Brasil sobre ofensiva que fará contra CV e PCC

O governo dos Estados Unidos enviou recado ao presidente do Banco Central do Brasil sobre ofensiva que pretende fazer contra as facções
O governo dos Estados Unidos (EUA) enviou recado ao presidente do Banco Central do Brasil, Gabriel Galípolo, sobre ofensiva que pretende fazer contra as facções Comando Vermelho (CV) e Primeiro Comando da Capital (PCC).

Em reunião com Galípolo, autoridades norte-americanas avisaram que Washington caminha para classificar CV e PCC como organizações terroristas, a despeito da resistência da administração Lula. O Departamento de Estado argumenta que esses grupos movimentam grandes quantias por meio de lavagem de dinheiro e que o aumento do rigor, por meio da nova classificação, facilitará a asfixia financeira.

O aviso com antecedência é considerado uma “deferência” ao Brasil, tendo em vista que há países que não foram informados previamente sobre a medida. O México, por exemplo, não recebeu tal comunicado antes de a Casa Branca classificar seis grandes cartéis como terroristas.

A provável classificação de CV e PCC como organizações terroristas estrangeiras [FTOs, na sigla em inglês] representa mudança de paradigma na política externa dos EUA para a América Latina. O status de terrorismo aciona o braço financeiro do Departamento do Tesouro com mais rigor.

Isso permite o congelamento imediato de ativos em solo americano e proíbe qualquer entidade ou indivíduo sob jurisdição dos EUA de fornecer suporte material, o que cria barreira para a utilização do sistema bancário global por essas facções.


Por que Lula resiste à medida

Essa movimentação coloca o governo brasileiro em posição diplomática delicada. Enquanto o Palácio do Planalto e o Ministério da Justiça e Segurança Pública tradicionalmente defendem que o enfrentamento ao crime organizado deve ser tratado sob a ótica da cooperação policial, a abordagem de Washington eleva a questão ao nível de ameaça à segurança nacional.

A resistência do governo Lula consiste na preocupação de que tal classificação possa abrir precedentes para intervenções externas ou sanções indiretas que afetem a soberania nacional, a economia doméstica e o setor de turismo.

Fonte: Metrópoles

quarta-feira, 15 de abril de 2026

Prisioneiro político Cubano é liberado em situação estarrecedora

O prisioneiro político Alexander Díaz Rodríguez foi libertado após passar cinco anos em prisões do regime cubano, apresentando um estado de saúde considerado alarmante, com sinais de desnutrição severa e câncer sem tratamento adequado. A soltura ocorre após sua detenção por participação nos protestos de 11 de julho de 2021, considerados um dos maiores levantes populares recentes na ilha.

Imagens divulgadas pela organização Prisoners Defenders mostram o ex-detento extremamente debilitado, o que reacendeu denúncias internacionais sobre as condições enfrentadas por opositores do governo dentro do sistema prisional cubano.

De acordo com relatos, o quadro de saúde de Díaz Rodríguez se agravou durante o período de encarceramento, sem acesso a cuidados médicos adequados. As imagens repercutiram entre entidades de direitos humanos, que apontam possíveis violações graves e tratamento degradante.

O caso ganha ainda mais repercussão por ocorrer em meio a declarações recentes do presidente cubano, Miguel Díaz-Canel, que afirmou, em entrevista à emissora NBC News, que não existem prisioneiros políticos em Cuba e que a população tem liberdade para se manifestar.

As declarações foram contestadas por organizações e ativistas, que utilizam o caso de Díaz Rodríguez como exemplo para questionar a versão oficial do governo. Para essas entidades, a situação do ex-prisioneiro evidencia a repressão a opositores e levanta dúvidas sobre o respeito aos direitos fundamentais no país.

Os protestos de julho de 2021 marcaram um momento histórico em Cuba, com milhares de pessoas indo às ruas em diferentes cidades para criticar a crise econômica, a escassez de alimentos e medicamentos, além da falta de liberdades civis. Desde então, diversos participantes foram presos, julgados e condenados.

Via portal Folha do Estado 

segunda-feira, 13 de abril de 2026

Ramagem foi só detido após infração leve de trânsito, explica jornalista

Segundo Paulo Figueiredo, abordagem ocorreu após infração leve e seguiu protocolo padrão da imigração americana.
A prisão do ex-diretor da Agência Brasileira de Inteligência (Abin) e ex-deputado federal Alexandre Ramagem, nos Estados Unidos gerou repercussão e especulações sobre uma possível prisão ou até mesmo extradição. No entanto, segundo o jornalista Paulo Figueiredo, o caso é estritamente de natureza migratória e não envolve medidas penais ou diplomáticas.

De acordo com Figueiredo, cuja empresa (Immigrex), atua diretamente na defesa de Ramagem, o brasileiro foi apenas detido após uma abordagem policial em Orlando, na Flórida.

A ocorrência teria começado com uma infração leve de trânsito, sendo posteriormente encaminhado ao ICE (Serviço de Imigração e Controle de Alfândega dos Estados Unidos), procedimento considerado padrão pelas autoridades locais.

Ainda segundo o jornalista, Ramagem se encontra em situação legal no país. Ele possui um pedido de asilo previamente protocolado, que segue em análise pelas autoridades americanas. Esse status garante sua permanência nos Estados Unidos até que haja uma decisão final sobre o caso.

Figueiredo afirma que há expectativa positiva quanto ao desfecho do processo, destacando que esse tipo de tramitação costuma ser demorado, mas com chances de deferimento.


Veja abaixo a nota na íntegra:

“Sobre a suposta “prisão” de Alexandre Ramagem, alguns esclarecimentos objetivos:

1. Ramagem não foi preso, mas detido após uma abordagem policial em Orlando, inicialmente por uma infração leve de trânsito e, na sequência, encaminhado ao ICE – procedimento comum na Flórida.

2. Essa é, neste momento, uma questão meramente imigratória. Porém, o status de Ramagem é LEGAL: ele possui um pedido de asilo pendente, protocolado há tempos e ainda sob análise, o que lhe permite permanecer legalmente nos Estados Unidos até a decisão final do caso – que é demorada, mas tem tudo para ser deferida.

3. A Immigrex, empresa da qual sou sócio, está prestando toda a assistência a Ramagem e sua família. Nossa expectativa é de que seja liberado o mais rapidamente possível e, no momento, não vemos qualquer risco de deportação. O trâmite do ICE também é burocrático e depende da formalização no sistema do órgão para que os próximos passos sejam dados nesta direção.

4. Extradição e deportação não têm absolutamente nada a ver entre si: extradição é um processo político-diplomático entre Estados, conduzido pelo Departamento de Estado; deportação é um procedimento administrativo interno de imigração. O caso em questão é exclusivamente migratório.

5. Para deixar absolutamente claro: O governo brasileiro não teve qualquer participação nesse episódio. Trata-se de um procedimento padrão da imigração americana. Isso não tem absolutamente nada a ver com o pedido de extradição do Brasil, que segue em análise no Departamento de Estado.”

Fonte: Diário do Poder

EUA anunciam bloqueio dos portos do Irã a partir da segunda

O Comando Central dos Estados Unidos (Centcom) anunciou neste domingo (12), que as forças começaram a implementar o bloqueio do tráfego marítimo dos portos iranianos a partir das 11 horas (de Brasília, 10 horas em Washington) desta segunda-feira (13). As autoridades afirmam, ainda, que não impedirão o trânsito de embarcações que transitem pelo Estreito de Ormuz para portos não-iranianos.

Em publicação na pagina oficial da rede social X, o Centcom anunciou que o bloqueio será aplicado de forma imparcial contra as embarcações de todas as nações que entrem ou que saiam dos portos e áreas costeiras iranianas, incluindo todos os portos iranianos no Golfo Arábico e no Golfo de Omã.

– As forças do Centcom não impedirão a liberdade de navegação para embarcações que transitem pelo Estreito de Ormuz de e para portos não-iranianos – diz o anúncio.

Segundo informação da Associated Press, o tráfego no Estreito tem sido limitado mesmo nos dias desde o cessar-fogo.

Rastreamentos marítimos indicam que mais de 40 navios comerciais cruzaram desde o início do cessar-fogo.

*AE

sexta-feira, 10 de abril de 2026

Missão cumprida: Cápsula Orion da Artemis II pousa nos EUA

A missão Artemis II encerrou, nesta sexta-feira (10), a jornada histórica de dez dias, consolidando o retorno de humanos às proximidades da Lua após mais de meio século. A cápsula Orion tocou o Oceano Pacífico a cerca de 70 quilômetros de San Diego, nos Estados Unidos. O pouso ocorreu, em segurança, exatamente no horário previsto pela agência: às 21h07 (pelo horário de Brasília).

A cápsula, com tripulação formada pelos astronautas Reid Wiseman, Victor Glover, Christina Koch e pelo canadense Jeremy Hansen, superou o recorde de distância da Terra estabelecido pela Apollo 13, validando sistemas críticos de suporte à vida e navegação para futuras explorações.

O balanço final da operação é positivo. A Nasa confirmou o sucesso dos testes térmicos e de comunicação durante a passagem pelo lado oculto do satélite. O pouso seguro, após a reentrada atmosférica de alta velocidade, abre caminho definitivo para a próxima missão, que planeja levar a primeira mulher e o próximo homem ao solo lunar, com previsão para 2028.

PROCEDIMENTO DE REENTRADA NA ATMOSFERA
Separação do Módulo de Serviço: Antes de atingir a atmosfera, a cápsula Orion se separa do módulo de serviço europeu (ESM), que fornece energia e suporte de vida durante a missão. Apenas a cápsula de tripulação retorna.

A Manobra de Salto (Skip Entry): A Orion entra na parte superior da atmosfera, usa o atrito para reduzir a velocidade e salta (como uma pedra quicando na água) para fora da atmosfera antes de realizar o mergulho final. Isso ajuda a controlar o calor e o ângulo de reentrada.

Calor Extremo e Plasma: Ao reentrar, a cerca de 40.000 km/h (Mach 32), a cápsula comprime o ar à sua frente, criando um plasma superaquecido. O escudo térmico (chamado Avcoat) atinge temperaturas próximas a 2.700°C – 2.800°C, queimando de forma controlada (ablação) para proteger o interior.

Blackout de Comunicação: Devido à camada de plasma, há um silêncio de rádio de cerca de 3 a 6 minutos, durante o qual a nave opera de forma autônoma.

Pouso de Paraquedas (Splashdown): Após reduzir a velocidade, a cápsula libera a tampa superior, desdobra paraquedas de estabilização e, finalmente, três paraquedas principais, que reduzem a velocidade para cerca de 27-32 km/h, resultando em um pouso suave (amerissagem) no Oceano Pacífico.

Via portal Pleno News

quarta-feira, 8 de abril de 2026

Trump adia ultimato e anuncia cessar-fogo de 2 semanas com Irã

Mais cedo, presidente dos EUA havia dito que uma civilização inteira iria morrer.
Horas após anunciar um ultimato ao Irã e afirmar que uma civilização inteira iria morrer “esta noite, para nunca mais ser trazida de volta”, o presidente dos Estados Unidos (EUA), Donald Trump, decidiu voltar atrás. Em suas redes sociais, ele afirmou que vai suspender os bombardeios por duas semanas.

– Concordo em suspender o bombardeio e o ataque ao Irã por um período de duas semanas. Este será um CESSAR-FOGO de dois lados! – afirmou.

De acordo com o presidente dos EUA, a medida ocorre porque os objetivos militares do conflito já foram alcançados. Trump também disse que a medida depende de o Irã abrir o Estreito de Ormuz.

– A razão para isso é que já cumprimos e superamos todos os objetivos militares e estamos muito avançados em um acordo definitivo para uma PAZ de longo prazo com o Irã e a PAZ no Oriente Médio. Recebemos uma proposta de 10 pontos do Irã e acreditamos que ela constitui uma base viável para negociação. Quase todos os diversos pontos de discórdia do passado já foram acordados entre os Estados Unidos e o Irã, mas um período de duas semanas permitirá que o acordo seja finalizado e concluído – afirmou.

Mais cedo, ao anunciar o ultimato ao Irã, Trump havia dito que não desejava a morte de uma civilização inteira, mas avaliou que ele “provavelmente” ocorrerá. Ele também chegou a sugerir que uma “mudança completa e total de regime” já estaria ocorrendo no Irã, o que permitiria que “algo revolucionariamente maravilhoso” pudesse acontecer.

Via Pleno News

segunda-feira, 6 de abril de 2026

Como piloto americano gravemente ferido escalou montanha e fugiu de caçadores de recompensa no Irã por 36 horas

Ferido e caçado por milicianos que buscavam recompensa de US$ 60 mil, o piloto da Força Aérea dos Estados Unidos escalou 2 mil metros para se esconder; operação de extração envolveu o SEAL Team 6 e o uso de “iscas” da CIA.

Uma operação de resgate digna de Hollywood mobilizou o alto escalão do governo americano no último fim de semana. Um coronel da Força Aérea dos EUA, descrito como um militar de “nervos de aço”, sobreviveu a 36 horas de caçada em território hostil após seu caça F-15E ser abatido no Irã na última sexta-feira.

Mesmo gravemente ferido, o oficial — cuja identidade ainda é mantida em sigilo — conseguiu escalar uma crista de mais de 2.100 metros de altitude na cordilheira de Zagros. Ele le se escondeu em uma fenda nas rochas para escapar de combatentes locais e caçadores de recompensa, que buscavam o prêmio de US$ 60 mil oferecido por sua cabeça.

Armado apenas com uma pistola, o coronel enviou um sinal de emergência na manhã de domingo (horário local). No entanto, o resgate não foi imediato. O presidente Donald Trump revelou que ele e sua equipe hesitaram inicialmente, temendo que o sinal pudesse ser uma armadilha para atrair soldados americanos para uma emboscada.

Via portal Gazeta Brasil

Ultimato de Trump ao Irã promete "inferno a bastardos loucos" na terça

Presidente dos EUA ameaça destruir usinas e pontes se iranianos não reabrirem Estreito de Ormuz.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, reforçou suas ameaças ao Irã, neste domingo (5), com xingamentos e a promessa de transformar em “inferno” a vida dos iranianos, na terça-feira (7), caso não haja um acordo de paz, até esta segunda-feira (6). O republicano ainda anunciou o resgate com sucesso do segundo piloto de um caça F-15 derrubado pelo Irã, exaltando o sucesso em “uma das operações de busca e resgate mais ousadas da história americana”.

Trump exige de Teerã o fechamento de um acordo para reabrir o Estreito de Ormuz, por onde passam 20% do petróleo consumido no mundo. E chega a chamar de “bastardos loucos” os iranianos responsáveis pela intervenção na navegação, resultante dos ataques determinados pelo presidente dos EUA, que mataram diversos líderes da ditadura do Irã, inclusive o líder supremo aiatolá Ali Khamenei, desde fevereiro.

“Terça-feira será o Dia da Usina de Energia e o Dia da Ponte, tudo junto, no Irã. Não haverá nada igual!!! Abram o maldito Estreito, seus bastardos loucos, ou vocês vão viver no inferno – AGUARDEM PARA VER! Louvado seja Alá. Presidente DONALD J. TRUMP”, escreveu o presidente estadunidense, na sua rede social Truth Social.


Resgate histórico

Ainda neste domingo, Trump exaltou ter resgatado um dos oficiais tripulantes do caça derrubado pelo Irã, que estaria são e salvo. E destacou que o bravo guerreiro estava sendo caçado por inimigos nas montanhas do Irã, mas monitorado, ao detalhar que as Forças Armadas dos EUA enviaram dezenas de aeronaves, armadas com as armas mais letais do mundo, para resgatá-lo.

“Ele sofreu ferimentos, mas ficará bem. Esta milagrosa operação de busca e resgate se soma ao resgate bem-sucedido de outro bravo piloto ontem [sábado], que não confirmamos para não comprometer nossa segunda operação de resgate. Esta é a primeira vez na história militar que dois pilotos americanos foram resgatados, separadamente, em território inimigo. JAMAIS ABANDONAREMOS UM COMBATENTE AMERICANO!”, ressaltou Trump, ao afirmar ter conquistado domínio e superioridade aérea sobre o espaço aéreo iraniano.

Fonte: Diário do Poder

quinta-feira, 26 de março de 2026

Jovem de 18 anos é executada no Irã após prisão durante protestos e gera indignação internacional

O governo do Irã confirmou a execução de Melika Azizi, de 18 anos, presa durante os protestos ocorridos em janeiro de 2026. A jovem foi acusada de “moharebeh” — termo que significa “inimizade contra Deus” — um crime considerado capital no país e frequentemente aplicado a manifestantes envolvidos em atos contra o regime, como a queima de símbolos nacionais ou participação em protestos.

De acordo com informações divulgadas por autoridades iranianas, a sentença foi executada após julgamento no qual a jovem teria assumido uma postura de desafio diante do tribunal. Em seu depoimento, Melika teria declarado: “Vocês deixaram tantos jovens sangrarem. Como posso ficar em silêncio? Não me importo. Podem me matar.”

A fala, que rapidamente ganhou repercussão internacional, provocou forte indignação entre organizações de direitos humanos e parte da comunidade internacional. Entidades denunciam que o uso da acusação de “moharebeh” tem sido recorrente para reprimir manifestações populares e silenciar opositores do regime.

A execução reacende o debate sobre a situação dos direitos humanos no país, especialmente no que diz respeito à liberdade de expressão e ao direito de protesto. Até o momento, autoridades iranianas não se pronunciaram sobre possíveis revisões do caso, enquanto a pressão internacional por esclarecimentos e responsabilização tende a aumentar.

Via postagem  
@ThayzzySmith

Jovem espanhola tem eutan4sia autorizada após batalha judicial de 20 meses

A espanhola Noelia Castillo Ramos, de 25 anos, deve passar por eutanásia nesta quinta-feira (26), após uma longa disputa judicial que durou cerca de 20 meses para garantir seu direito à morte assistida, previsto na lei espanhola desde 2021.

Natural de Barcelona, Noelia ficou paraplégica em outubro de 2022 após uma tentativa de suicídio em que se jogou de um quinto andar. A decisão de tirar a própria vida foi motivada por um quadro de sofrimento emocional intenso, agravado por episódios de violência sexual, e resultou em lesão medular completa, deixando‑a sem movimento da cintura para baixo e com dor crônica incapacitante.

Ela passou a conviver com dependência severa, dores constantes e limitações funcionais, sem perspectiva de melhora, o que levou Noelia a pedir eutanásia em abril de 2024. A Comissão de Garantia e Avaliação da Catalunha aprovou o pedido por unanimidade em julho de 2024.

No entanto, o processo ficou bloqueado na Justiça após seu pai, com apoio da associação Abogados Cristianos, recorrer às instâncias judiciais para impedir a realização do procedimento. Os recursos chegaram ao Tribunal Supremo e ao Tribunal Constitucional, que rejeitaram os pedidos de suspensão do procedimento, concluindo que não havia violação de direitos fundamentais e que a decisão de Noelia, adulta e em plena capacidade, devia ser respeitada.

O caso ainda chegou ao Tribunal Europeu de Direitos Humanos, que também não admitiu medidas cautelares para bloquear a eutanásia, abrindo caminho para que o procedimento ocorra conforme a vontade da jovem.

O episódio se tornou um símbolo do debate sobre o direito individual à morte digna e a possibilidade de intervenção de terceiros — como familiares ou grupos religiosos — em casos de eutanásia já autorizada. Noelia afirmou em entrevistas que sua decisão foi pessoal e que desejava “ir em paz” diante do sofrimento físico e psicológico que vivia.

Via portal Folha do Estado

Israel mata comandante naval do Irã responsável por fechar Ormuz

Israel matou o comandante da Marinha da Guarda Revolucionária do Irã, Alireza Tangsiri, em um bombardeio realizado nesta quinta-feira (26) na cidade de Bandar Abbas, no sul do Irã. A informação foi confirmada pelo ministro da Defesa de Israel, Israel Katz.

O comandante é considerado peça-chave na estratégia iraniana no Golfo Pérsico. Tangsiri foi responsável pelo fechamento do Estreito de Ormuz à maior parte da navegação internacional. Ele era responsável por supervisionar os testes de drones e mísseis de cruzeiro da Marinha da Guarda Revolucionária.

De acordo com fontes do New York Times, Tangsiri foi atingido enquanto estava escondido em um apartamento com outros oficiais da Guarda Revolucionária.

Autoridades oficiais do Irã ainda não se pronunciaram sobre o caso.

O conflito no Oriente Médio chegou ao 27º dia, nesta quinta-feira (26), em meio à intensificação dos confrontos com ataques em grande escala de Israel contra o Irã.

As ações ocorreram poucas horas após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmar que Teerã buscaria um acordo para encerrar o conflito, o que o país nega. Em resposta, o Irã disparou mísseis contra Israel, acionando sirenes em Tel Aviv e Jerusalém, e também anunciou ataques contra bases ligadas aos EUA na região.

A informação sobre a morte de Tangsiri foi confirmada pelo ministro da Defesa de Israel, Israel Katz, que descreveu a ação como um ataque “preciso e mortal”, segundo comunicado de seu gabinete.

O ministro ainda afirmou que o ataque deveria servir como uma “mensagem clara” aos altos oficiais militares iranianos de que as forças armadas israelenses os caçariam.

OFENSIVAS
Israel lançou ataques em todo o Irã, nesta quinta. O país foi atingido na madrugada pelo que os militares israelenses descreveram como “uma série de ataques em grande escala”, incluindo a cidade central de Isfahan.

Já o Irã lançou um ataque com mísseis e acionou sirenes em toda a região central de Israel, em Tel Aviv e em partes de Jerusalém, na manhã desta quinta. Segundo militares israelenses, foram os primeiros lançamentos identificados do Irã em mais de 14 horas.

As defesas aéreas israelenses responderam diversas vezes aos disparos, foram sete ondas de mísseis lançados do Irã em direção a Israel, segundo as Forças Armadas israelenses. Autoridades relataram um impacto na cidade israelense de Kafr Qassem, na região central do país.

O Irã também anunciou, nesta quinta, que usou drones e mísseis para atacar uma base militar dos EUA no Kuwait e uma base aérea saudita utilizada pelas forças americanas na Arábia Saudita. Não ficou imediatamente claro se esses ataques danificaram alguma das bases.

Os ataques contra nações do Golfo Pérsico continuam. As autoridades dos Emirados Árabes Unidos afirmaram que suas defesas aéreas estavam respondendo a mísseis e drones vindos do Irã.

O Ministério da Defesa da Arábia Saudita e a Guarda Nacional do Kuwait disseram ter interceptado drones, sem especificar sua origem. O Ministério do Interior do Bahrein afirmou que houve um incêndio devido à “agressão iraniana”, mas não forneceu detalhes sobre o ataque ou a instalação atingida.

*AE

sábado, 21 de março de 2026

Advogada brasileira morre afogada em praia no México

Uma advogada capixaba, identificada como Gabriela Cardozo, morreu afogada em uma praia do México, na última quarta-feira (18). Sites internacionais informaram que a mulher, de 31 anos, foi arrastada logo que entrou no mar, na região de Rosedal, no município de Santa María Colotepec, perto de Puerto Escondido.

Segundo publicações locais, a jovem chegou a ser retirada da água por salva-vidas, mas sem sinais vitais.

Gabriela era natural do Espírito Santo, se formou em Direito em São Paulo e atualmente morava em Nova York, nos Estados Unidos. Ela estava em uma viagem de férias com amigos quando o acidente aconteceu.

Após confirmação do óbito, autoridades foram até o local para os trâmites legais.

Até o momento não há informações sobre quando o corpo da jovem será trazido para o Brasil.

Em nota, o Ministério das Relações Exteriores, por intermédio do Consulado-Geral do Brasil no México, informou que tem ciência do caso. O Consulado disse que está em contato com a família da capixaba, prestando assistência consular, e com as autoridades locais.

Via portal Fanotícias

segunda-feira, 16 de março de 2026

Ligado ao PCC, traficante Sebastián Marset é preso em ação do “Escudo” de Trump

O narcotraficante uruguaio Sebastián Enrique Marset Cabrera, de 34 anos, considerado um dos criminosos mais procurados de toda a América do Sul e alvo prioritário da Agência Antidrogas dos Estados Unidos (DEA), foi finalmente capturado. Com laços estreitos com o Primeiro Comando da Capital (PCC), Marset foi detido na Bolívia após uma megaoperação conduzida pelas forças de segurança locais, marcando o fim de uma longa caçada internacional. 


Cerco policial e transferência para os EUA 

A captura do traficante ocorreu de forma limpa, sem o registro de mortes ou feridos durante a ação. A informação foi confirmada na última sexta-feira pelo ministro do Interior boliviano, Marco Antonio Oviedo. A megaoperação foi capitaneada pela Polícia Boliviana, integrando agentes da Força Especial de Combate ao Narcotráfico e da Força Especial de Combate ao Crime. Imediatamente após a prisão, Marset foi transferido de avião para os Estados Unidos. Embora a DEA não tenha participado diretamente da incursão na Bolívia, o governo americano colaborou ativamente na logística de transferência do criminoso. Em nota, o Escritório de Assuntos Internacionais de Narcóticos e Aplicação da Lei dos EUA declarou que o reinado de terror e caos do traficante chegou ao fim. 


Logística de guerra e prejuízo milionário 

A ofensiva policial impôs um duro golpe financeiro à organização de Marset, com um prejuízo estimado em 15 milhões de dólares, o equivalente a cerca de 80 milhões de reais. O inventário de apreensões impressiona e revela o poder bélico e financeiro do grupo. Foram confiscados dez veículos, destacando-se um carro blindado com nível sete de proteção, um dos mais altos do mercado, que seria de uso pessoal do uruguaio. As autoridades também apreenderam cinco imóveis mobiliados, duas motocicletas de luxo, 21 armas de fogo de diversos calibres, além de 54 quilos de maconha e porções de cocaína. A logística de transporte aéreo do cartel foi desmantelada com a localização de 16 aeronaves de pequeno porte, a maioria em totais condições de voo. Oito pessoas foram detidas no total, sendo quatro durante a operação principal e as demais em buscas posteriores.


Liderança no narcotráfico internacional 

As investigações apontam Sebastián Marset como o líder incontestável do Primeiro Cartel Uruguaio. Sob o seu comando, a organização criminosa se especializou no transporte de grandes carregamentos de cocaína oriundos da América do Sul com destino à Europa, operando paralelamente um sofisticado e lucrativo esquema de lavagem de dinheiro. Foragido desde 2021, o uruguaio construiu um histórico de intimidação, chegando a ameaçar o início de uma guerra na tríplice fronteira entre Bolívia, Paraguai e o estado brasileiro de Mato Grosso do Sul. Nos Estados Unidos, ele já responde a um processo judicial que o indicia por lavagem de capitais e tráfico em escala global. O envolvimento da família no crime também é conhecido, já que seu irmão, Diego Nicolás Marset, foi capturado no Brasil em 2023. 

O que diz a defesa Apesar do vasto material apreendido e das acusações internacionais, a defesa do traficante tenta desqualificar as investigações. O advogado brasileiro Eduardo Mauricio e o advogado uruguaio Santiago Moratório alegam que as provas digitais utilizadas contra Marset, especialmente aquelas geradas durante a Operação A Ultranza, teriam sofrido manipulação por parte da polícia francesa. Os defensores sustentam que o uruguaio não reconhece as mensagens interceptadas, nunca utilizou o telefone criptografado atribuído a ele e que seria, na verdade, um empresário internacional de conduta ilibada.

Fonte: CM7

sexta-feira, 13 de março de 2026

Trump envia milhares de fuzileiros navais ao Estreito de Ormuz em meio à escalada da guerra com o Irã

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, determinou o envio de milhares de fuzileiros navais ao Estreito de Ormuz em meio ao aumento das tensões na guerra com o Irã e ao temor de que tropas americanas possam ser colocadas em combate terrestre na região.

Segundo autoridades ouvidas pelo Wall Street Journal, o secretário de Defesa dos EUA, Pete Hegseth, aprovou um pedido do Comando Central americano para mobilizar uma unidade expedicionária de fuzileiros navais, que normalmente inclui vários navios de guerra e cerca de 5 mil militares.

O navio de assalto anfíbio USS Tripoli, baseado no Japão, já segue para o Oriente Médio acompanhado de fuzileiros navais. Eles devem se juntar a outras forças americanas que já atuam na região.

A mobilização ocorre em um momento de escalada do conflito. O número de militares americanos mortos subiu para 13, enquanto o preço médio da gasolina nos Estados Unidos aumentou para cerca de US$ 3,60 por galão.

Ao mesmo tempo, o governo americano avalia a possibilidade de tomar o controle da ilha iraniana de Kharg, localizada no Golfo Pérsico e responsável por cerca de 90% das exportações de petróleo do país. Questionado sobre a possibilidade em entrevista à Fox News Radio, Trump afirmou: “Não está no topo da lista, mas é uma das muitas opções, e posso mudar de ideia em segundos.”

Durante coletiva no Pentágono, Hegseth criticou reportagens sobre a guerra e afirmou que os EUA estão lidando com a situação no Estreito de Ormuz. “Algumas pessoas da imprensa simplesmente não conseguem parar. As pessoas veem na TV manchetes como ‘guerra no Oriente Médio se intensifica’. O que deveria dizer é: ‘Irã cada vez mais desesperado’, porque é isso que está acontecendo.”

Em meio à crise, seis militares americanos morreram após a queda de um avião-tanque de reabastecimento Boeing KC-135 Stratotanker no oeste do Iraque. A aeronave caiu após uma colisão no ar com outro avião durante uma missão em espaço aéreo aliado.

Inicialmente, quatro tripulantes foram dados como mortos, mas o Comando Central confirmou posteriormente que os outros dois também morreram após falharem as tentativas de resgate. A segunda aeronave envolvida conseguiu pousar com segurança, sofrendo apenas danos leves na cauda.

Os nomes das vítimas ainda não foram divulgados oficialmente, pois o Exército americano aguarda a notificação das famílias.

Com o novo episódio, o número total de militares dos EUA mortos desde o início do conflito com o Irã chega a 13. No segundo dia da guerra, sete soldados já haviam morrido após um ataque de drone iraniano contra uma base americana no Kuwait.

O Estreito de Ormuz, uma das rotas marítimas mais importantes do mundo para o transporte de petróleo, continua sob ameaça. Cerca de um quinto de todo o petróleo global passa pela região.

Nos Estados Unidos, o impacto da crise já se reflete nos preços dos combustíveis. Segundo a Associação Americana de Automóveis (AAA), o valor médio do galão de gasolina subiu de US$ 2,90 antes da guerra para cerca de US$ 3,60.

Enquanto isso, o chefe de segurança do Irã, Ali Larijani, participou de manifestações em Teerã no final do Ramadã e provocou o governo americano. Ele afirmou que Trump “não percebeu que o Irã é maduro e determinado”.

Autoridades americanas também afirmaram que mais de 140 militares ficaram feridos desde o início da guerra, embora muitos casos sejam considerados leves.

Apesar das baixas, Trump já havia admitido anteriormente que mais mortes poderiam ocorrer no conflito. “São pessoas incríveis. Infelizmente, esperamos que isso aconteça. Pode acontecer continuamente, pode acontecer novamente.”, disse o presidente.

Em outra declaração polêmica, Hegseth afirmou que a liderança iraniana estaria enfraquecida e chegou a provocar o novo líder religioso do país, Mojtaba Khamenei. Segundo ele, o dirigente estaria ferido e escondido. “Sabemos que o novo chamado líder supremo está ferido e provavelmente desfigurado.”

Fonte: Gazeta Brasil

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