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quinta-feira, 2 de abril de 2026

Açude do Cachoeiro sangra após fortes chuvas em Sobral

Nesta quinta-feira, 2 de abril de 2026, o Açude do Cachoeiro, localizado no município de Sobral, amanheceu sangrando após as fortes chuvas registradas nos últimos dias na região.
Toda a extensão do sangradouro foi tomada pelas águas, evidenciando o alto volume acumulado. O reservatório é considerado um dos maiores nas proximidades de Sobral, o que torna o episódio ainda mais significativo para o abastecimento hídrico local.

Outro ponto que chama atenção é o Açude do Mocambinho, situado no bairro Terrenos Novos, que também apresenta nível elevado e está próximo de sangrar.

Já o Açude do Boqueirão ainda necessita de um volume maior de água para atingir sua capacidade máxima e começar a sangrar.

A expectativa é de que, com a continuidade das chuvas, outros reservatórios da região possam atingir níveis ainda mais elevados. Mais informações poderão ser divulgadas a qualquer momento.

sexta-feira, 27 de março de 2026

VÍDEO: Malu Gaspar detona STF: “ministros não se importam se aposentados foram roubados”

A jornalista Malu Gaspar fez duras críticas ao Supremo Tribunal Federal (STF) ao comentar a atuação da Corte em relação à Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do INSS.

Durante análise, ela sugeriu que ministros estariam mais incomodados com o avanço de investigações do que com possíveis irregularidades envolvendo aposentados.

“Está claro pelas falas dos ministros que o problema deles não é a CPI do INSS”, afirmou. Segundo ela, a preocupação não estaria centrada nos descontos associativos ou em eventuais prejuízos a beneficiários.

“Eles não estão preocupados com o desconto associativo, se os aposentados precisam de ressarcimento”, completou.

A jornalista citou declarações de integrantes da Corte, como Gilmar Mendes e Alexandre de Moraes, para sustentar que o foco estaria em outro ponto. “A CPI avançou pelo caso Master e começou a expor coisas que eles não gostariam de ver respondidas”, disse.

Malu Gaspar também questionou a coerência da atuação do STF ao tratar da prorrogação da comissão. “Eles dizem que não vão se meter no dia a dia da CPI, mas usam argumentos do que aconteceu dentro da CPI para barrar a prorrogação”, criticou.

Na avaliação dela, há uma contradição na postura da Corte. “Eles tinham que decidir se vão interferir ou não, porque estão entrando nas decisões internas da CPI”, afirmou.

A jornalista ainda comparou o cenário atual com o da CPI da Covid, quando o Supremo adotou entendimento favorável à ampliação das investigações.

Para ela, a diferença de postura levanta questionamentos. “Está claro que esses ministros não querem ver esse caso investigado”, concluiu.

Folha do Estado

quinta-feira, 26 de março de 2026

Senado Federal aprova uso de tornozeleira de imediato para agressores de mulheres

O Senado Federal aprovou projeto que determina que agressores que colocarem em risco a vida de mulheres e crianças, em casos de violência doméstica, deverão usar tornozeleira eletrônica de imediato. O PL 2.942/2024 determina a aplicação imediata da medida, autoriza a aplicação por delegados em cidades sem juiz e amplia os recursos públicos direcionados à compra de equipamentos para monitorar com urgência os agressores.

Os senadores também aprovaram proposta que prevê que vítimas de violência terão direito a exame de corpo de delito humanizado. Segundo o PL 1.729/2023, quando for necessário realizar exame de corpo de delito em virtude de violência sofrida por mulher, criança ou adolescente, a vítima será examinada em espaço apropriado ao seu atendimento humanizado e, preferencialmente, por profissional do sexo feminino. Se a vítima for uma pessoa idosa ou com deficiência também terá direito a exame em espaço apropriado.

Fonte: Agência Senado

Policiais penais seguem acampados em frente ao Palácio da Abolição pelo 2º dia

O Sindicato dos Policiais Penais do Ceará (Sindpen) segue no acampado pelo segundo dia, nesta quarta-feira, 25, em frente ao Palácio da Abolição, em Fortaleza, sob reivindicação para a implantação de um Plano de Cargos, Carreiras e Salários (PCCS).

Conforme a categoria, a manutenção das atividades depende, em grande parte, da adesão dos policiais penais a jornadas extras de trabalho. Na prática, isso significa abrir mão de períodos de descanso, convívio familiar e da própria saúde física e mental para garantir o funcionamento das unidades prisionais, um cenário que teria levado ao adoecimento da categoria.
Segundo a presidente do Sindicato dos Policiais Penais do Estado do Ceará, Joélia Silveira, a situação expõe uma fragilidade estrutural. "O sistema prisional só funciona hoje porque o policial penal está se sacrificando. Estamos falando de profissionais que abrem mão da própria vida pessoal para manter a segurança funcionando", afirma.
Policiais podem deixar de aderir horas extras

Os policiais penais podem deixar de aderir às horas extras como forma de pressão. A presidente confirmou que essa mudança pode ocorrer nos próximos dias. “Nada está descartado. Diante do que estamos vivendo, os policiais podem, sim, deixar de assumir as horas extras. Existe um prazo e o governo sabe disso”, declarou.

Conforme a presidente do sindicato, o Estado teria até o dia 1° de abril para encaminhar a mensagem do PCCS à Assembleia Legislativa, em razão das limitações impostas pela legislação eleitoral.

O sindicato também reivindica o chamamento de 834 candidatos já formados no último concurso para reforçar o sistema penitenciário. Para a entidade, a convocação é medida urgente para reduzir o déficit de efetivo e diminuir a sobrecarga enfrentada pelos servidores que estão na ativa.

Fonte: O Povo

terça-feira, 24 de março de 2026

Falta de diesel se espalha pelo país e acende alerta no agro

As dificuldades no fornecimento de óleo diesel ganharam força em diversas regiões do Brasil e começam a preocupar o setor produtivo. O problema já atinge desde o transporte da safra até a operação de máquinas no campo, elevando o risco de impactos no abastecimento e nos preços dos alimentos.

De acordo com reportagem do jornal O Globo, há registros de escassez em áreas estratégicas do agronegócio, tanto no Sul quanto no Centro-Oeste.

Dentro do governo, a avaliação é que a situação pode chegar rapidamente ao consumidor final, especialmente no custo de produtos como o milho — insumo essencial na ração animal —, o que tende a pressionar o preço das carnes.

Relatos de dificuldades vêm de produtores de arroz no Rio Grande do Sul — responsáveis por cerca de 70% da produção nacional —, além de agricultores de soja no Centro-Oeste, que tentam concluir a colheita da safra atual enquanto se preparam para o plantio do milho.

Em São Paulo, usinas de açúcar e etanol também demonstram preocupação às vésperas da safra 2026/2027.

O diesel é essencial em toda a cadeia: abastece caminhões que transportam a produção até indústrias e portos, além de alimentar tratores e colheitadeiras.

Mesmo com restrições ainda consideradas pontuais, os preços já refletem o cenário de tensão. Segundo a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), o combustível terminou a última semana 19,4% mais caro em relação ao período anterior ao início da guerra.

Esse aumento já se reflete no custo do frete, que subiu entre 10% e 12%, gerando um efeito em cadeia sobre toda a produção. A elevação dos custos pressiona ainda mais produtores rurais, muitos deles já enfrentando margens reduzidas.

No Sul, levantamento da Federação das Associações de Municípios do Rio Grande do Sul (Famurs) mostra que 165 dos 345 municípios consultados já enfrentam dificuldades para abastecer veículos e equipamentos públicos — número superior ao registrado dias antes.

A preocupação é maior neste período de colheita do arroz, que ocorre entre o fim de fevereiro e o início de abril, com pico em março. A produção de azeitonas e azeite também vem sendo afetada.

No Paraná, a Paranapetro relata episódios pontuais de desabastecimento, atribuídos à “demanda fora do normal”, principalmente no interior do estado.

Já no Sudeste, a Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Minas Gerais (Faemg) alerta para o risco de falta de diesel em plena colheita de grãos e cana-de-açúcar.

Em São Paulo, maior produtor nacional de açúcar e etanol, há receio de que a escassez comprometa o início da nova safra.

Na região de Ribeirão Preto, usinas já enfrentam atrasos e até interrupções na colheita por dificuldade de abastecimento, o que pode afetar diretamente a produção de etanol e açúcar.

No Centro-Oeste, o foco está no escoamento da soja recém-colhida e no plantio da segunda safra de milho, ambos dependentes do combustível.

Em Mato Grosso do Sul, ainda conforme reportagem de O Globo, há um movimento de antecipação de compras e formação de estoques por parte dos consumidores.

A Abramilho também confirmou relatos de dificuldade de aquisição de diesel em diversos estados, incluindo Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, Mato Grosso, Goiás e São Paulo.

Diante do cenário, o governo federal afirma que acompanha a situação de perto. O Ministério da Fazenda anunciou a redução de tributos federais sobre o diesel, além de subsídios voltados a produtores e importadores.

Paralelamente, a Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon) iniciará um plantão para apoiar Procons em todo o país na fiscalização de ‘aumentos abusivos’ nos preços dos combustíveis. (Foto: IA; Fonte: O Globo)

Mastercard assume prejuízo bilionário deixado pelo Banco Master; Saiba detalhes

A Mastercard precisou desembolsar milhões de dólares depois do colapso do Banco Master, cobrindo pagamentos de comerciantes referentes a transações feitas por clientes da fintech do banco, o Will Bank.

De acordo com reportagem de O Globo, fontes próximas ao caso afirmam que a bandeira de cartões se viu envolvida porque os cartões do Will Bank eram emitidos pela Mastercard.

Segundo esses interlocutores, a empresa agora tenta recuperar esses valores junto ao liquidante nomeado pelo Banco Central.

Quando a fintech entrou em colapso, os clientes do Will Bank tinham até R$ 5 bilhões em pagamentos pendentes. A Mastercard arcou com cerca da metade desse montante, correspondente às obrigações que venciam nos primeiros 30 dias após a liquidação da fintech, conforme relatado por duas pessoas próximas à situação.

Em nota, a Mastercard informou que “já antecipou o pagamento dos valores previstos em sua obrigação regulatória, a maior parte com recursos próprios, e agora aguarda a conclusão dos repasses devidos pelo liquidante”.

O Banco Central, responsável pela indicação do liquidante do Will Bank, não se manifestou de imediato.

Para reduzir parte dos custos, a Mastercard pode recorrer a garantias oferecidas pela fintech, incluindo ações do Banco de Brasília e da Westwing, empresas que possuem ligação com o Banco Master.

Algumas dessas ações do BRB já foram vendidas, segundo uma fonte familiarizada com o caso. Atualmente, a Mastercard detém cerca de 6,9% do capital do banco, que enfrenta questionamentos sobre sua situação financeira devido às operações realizadas com o Master.

O Will Bank havia sido adquirido pelo Banco Master em 2024 e mantinha um negócio de cartões de crédito voltado a clientes de baixa renda.

Após a liquidação do Master pelo Banco Central, a fintech continuou operando por dois meses, até também ser encerrada. (Foto: PixaBay; Fonte: O Globo)

segunda-feira, 23 de março de 2026

MP do Ceará move ação na Justiça para obrigar Prefeitura de Marco a reparar danos ambientais causados por lixões

O Ministério Público do Ceará, por meio da 1ª Promotoria de Justiça de Marco, ingressou com Ação Civil Pública (ACP) na Justiça para obrigar a Prefeitura a reparar danos ambientais causados por dois lixões, um deles localizado no distrito de Mocambo, a cerca de 350 metros da zona urbana, e outro situado na localidade de Tapera Velha, aproximadamente a 2 km da sede do município. O MP também requer o pagamento de indenização moral coletiva à população marquense, bem como a recuperação das áreas degradadas.

A Promotoria constatou que nos dois lixões os resíduos são descartados de forma irregular por caçambas do Município e pela própria população, incluindo materiais oriundos da construção civil e do sistema de saúde. Porém, o solo não é impermeabilizado e não há sistema de drenagem, de coleta e de tratamento de gases ou captação de águas pluviais. Além disso, os locais têm focos de incêndio e animais em meio ao lixo. Na ação, o MP destaca que já firmou termo de ajustamento de conduta (TAC) com o Município para construção de uma central municipal de resíduos sólidos, porém o acordo foi descumprido. Também tramita judicialmente uma outra ação sobre a questão na esfera criminal. A situação demonstra que a Prefeitura não possui qualquer plano de gestão de resíduos nem se esforçou para desenvolver as atividades relacionadas, descumprindo, portanto, a Lei nº 12.305/2010, que instituiu a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS).

“Os lixões do Município de Marco consistem na forma mais precária e irregular de destinação de resíduos sólidos, caracterizando-se pelo simples despejo de lixo diretamente no solo, sem nenhum controle ambiental, o que acarreta graves danos à saúde pública e ao meio ambiente, como contaminação do solo e das águas, proliferação de vetores de doenças e emissão de substâncias tóxicas decorrentes da decomposição dos resíduos e de queimadas clandestinas. A manutenção de lixões a céu aberto representa violação direta aos princípios estruturantes da PNRS que impõe ao Poder Público o dever de promover a correta destinação final dos resíduos sólidos, com a substituição dos lixões por soluções tecnicamente adequadas, como aterros sanitários”, detalha o promotor de Justiça Willian Rodrigues.

Na ação, o MP requer que a Justiça obrigue a Prefeitura a: adotar medidas emergenciais para cessar os danos ambientais; apresentar plano de recuperação das áreas degradadas; comprovar a destinação ambientalmente adequada dos resíduos sólidos; instalar uma central de triagem e compostagem de resíduos orgânicos; elaborar e encaminhar um projeto de aterro sanitário ou similar ao Consórcio Público de Manejo dos Resíduos Sólidos da Região do Litoral Norte; contratar equipe técnica habilitada para elaborar projeto de plano municipal de gestão integrada de resíduos sólidos; criar programa de coleta seletiva e educação ambiental; entre outros.

Fonte: MP/CE

quinta-feira, 19 de março de 2026

Master: Parte do STF considera “inevitável” que Toffoli renuncie

Uma ala de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) enxerga como inevitável que Dias Toffoli tenha que renunciar ao cargo ou recorrer à aposentadoria antecipada em razão do caso Master. Segundo apuração do jornalista Matheus Teixeira, da CNN, os magistrados “não têm esperança” de que a crise arrefeça rapidamente.

– O ministro Dias Toffoli é categórico nos bastidores ao dizer que não vai sair do STF, inclusive, fez o movimento de suspeição por isso. Mas, por outro lado, há ministros que avaliam que será inevitável uma renúncia, uma aposentadoria. Quando que o Supremo vai sair do epicentro da crise do Banco Master? Ninguém tem esperança de que isso aconteça rapidamente. E, portanto, uma saída do ministro Dias Toffoli poderia aliviar essa crise – declarou o comunicador.

Nos bastidores da Corte, a análise é de que, apesar de Alexandre de Moraes também estar em uma situação delicada, ele possui um “respaldo político maior” e mais simpatia por parte do governo federal.

– O presidente Lula tem algumas rusgas com Dias Toffoli. Inclusive, foi ele que indicou Toffoli para o STF em 2003, e depois quando estava preso, ele não permitiu que Lula fosse no velório do irmão dele. Isso criou um clima muito ruim entre os dois, e que também prejudica a situação. Muito diferente de Moraes, que conduziu todo o processo contra Jair Bolsonaro. (…) Portanto, ele [Moraes] tem hoje um simbolismo maior dentro da Corte. Sacrificar Alexandre de Moraes teria um custo político muito maior que sacrificar Dias Toffoli – relatou Teixeira.

A Polícia Federal (PF) avalia que o futuro dos ministros Dias Toffoli e Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), está nas mãos do relator do escândalo do Banco Master, André Mendonça. Para a corporação, o procurador-geral da República, Paulo Gonet, está alinhado à ala do Supremo que tenta fazer uma barreira de contenção no caso para amenizar o desgaste, e portanto, qualquer decisão envolvendo um novo elemento contra os ministros estará sob a decisão de Mendonça.

Via portal Pleno News

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