Antônio Francisco Bonfim Lopes, o Nem, foi preso no bairro da Lagoa. Ele ainda tentou subornar os policiais em R$ 1 milhão
O traficante Antônio Francisco Bonfim Lopes, o Nem, foi preso no final da noite desta quarta-feira (9), no bairro da Lagoa, na zona sul do Rio de Janeiro. A prisão foi realizada em conjunto com policiais federais da delegacia de Repressão a Entorpecentes.
Segundo a polícia, Nem, que era considerado o traficante mais procurado da cidade, chegou a oferecer R$ 1 milhão aos policiais para não ser preso. O traficante estava no porta-malas de um carro ocupado por outros três homens. O veículo foi parado em uma blitz realizada por policiais do batalhão de Choque da PM, na avenida Borges de Medeiros.
Um dos ocupantes afirmou que era cônsul honorário do Congo no Brasil e se recusou a autorizar a revista no carro por policiais militares alegando imunidade diplomática. Então, agentes federais foram chamados e encontraram Nem escondido no porta-malas do veículo com uma grande quantia em dinheiro.
O traficante e os outros três homens foram levados para a sede da polícia federal no Rio, localizada na Praça Mauá, zona portuária do Rio de Janeiro e devem ser transferidos ainda nesta quinta-feira para o Complexo penitenciário de Gericinó, na zona oeste.
A Polícia Federal ainda não descartou a possibilidade de um dos presos realmente se tratar de um cônsul, apenas afirmou que os três são advogados e possuem carteira da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) . A assessoria do Ministério das Relações Exteriores afirmou ao iG que está checando a informação junto com o Departamento de Polícia Federal (DPF).
O traficante e os outros três homens foram levados para a sede da polícia federal no Rio, localizada na Praça Mauá, zona portuária do Rio de Janeiro e devem ser transferidos ainda nesta quinta-feira para o Complexo penitenciário de Gericinó, na zona oeste.
A Polícia Federal ainda não descartou a possibilidade de um dos presos realmente se tratar de um cônsul, apenas afirmou que os três são advogados e possuem carteira da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) . A assessoria do Ministério das Relações Exteriores afirmou ao iG que está checando a informação junto com o Departamento de Polícia Federal (DPF).












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