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sexta-feira, 29 de maio de 2026

Big techs: canetada autoritária de Lula pode ser suspensa

Decretos inconstitucionais podem ser suspensos com ajuda de Alcolumbre.
Surge um sopro de resistência no Senado ao crescente autoritarismo regulatório de Lula: Davi Alcolumbre (União-AP) avalia suspender os efeitos de dois decretos que ferem de morte a liberdade na internet e impõem às plataformas digitais – big techs – estrutura de censura inconstitucional que adultera até o Marco Civil da Internet, já atacado pelo STF. Após fracassar na aprovação de leis de controle de conteúdo, como o “PL das fake news”, Lula optou pela via mais fácil: a canetada. A informação é da Coluna Claudio Humberto, do Diário do Poder.

Os decretos usam conceitos vagos como “desinformação”, “conteúdo ilícito” e “ataques à democracia” para assumir o controle da informação.

Pela decisão, caberá a uma “Autoridade Nacional de Proteção de Dados” e Advocacia-Geral da União poderes ilegais de fiscalização e punição.

Especialistas como Luiz Augusto D’Urso, professor no MBA de Direito Digital da FGV, são taxativos: os decretos de Lula são inconstitucionais.

Via Diário do Poder

quinta-feira, 28 de maio de 2026

Pesquisa aponta que 59% dos eleitores não querem quarto mandato de Lula

Levantamento da Indexa mostra aumento da rejeição à continuidade do petista no Palácio do Planalto, apesar da liderança nas intenções de voto.
Pesquisa aponta que 59% dos eleitores brasileiros acreditam que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva não merece disputar um quarto mandato presidencial em 2026. O levantamento revela um cenário de desgaste político do atual chefe do Executivo, embora ele continue liderando os principais cenários eleitorais para a próxima disputa presidencial.

Segundo a pesquisa Indexa, o índice de rejeição ao quarto mandato cresceu ao longo dos últimos meses. Em janeiro, o percentual de eleitores contrários à reeleição era de 51%, passando para 53,3% em março e chegando agora aos atuais 59%.

Apesar disso, Lula ainda aparece na frente em cenários de intenção de voto para 2026. De acordo com o levantamento, o petista teria 39% das intenções de voto em um eventual primeiro turno, enquanto o senador Flávio Bolsonaro aparece com 30%.

A pesquisa também indica um cenário mais apertado em um eventual segundo turno. Nesse caso, Lula aparece com 46% contra 41% de Flávio Bolsonaro.

O levantamento ouviu cerca de 2 mil eleitores entre os dias 22 e 24 de maio em todo o país.

Outras pesquisas recentes também vêm mostrando resistência à continuidade do atual presidente. Levantamentos de institutos como Quaest e Meio/Ideia registraram maioria contrária a uma nova candidatura de Lula, reforçando o ambiente de polarização política para a eleição de 2026.

Fonte: Folha do Estado

Câmara aprova redução da jornada semanal em 4 horas

Medida eleitoreira ignorou advertências e estudos de especialistas.
A Câmara dos Deputados aprovou, nesta quarta-feira (27), por 472 a 22 votos em primeiro turno e 461 a 19 em segundo turno a proposta de emenda à Constituição (PEC) que é um salto no escuro porque não ter sido precedida de qualquer exame mais cuidadoso: reduz a jornada de trabalho de 44 horas para 40 horas por semana em até 14 meses e o fim da escala 6×1.

Os deputados também rejeitaram destaque do PL, que pretendia alterar o período de transição para a escala 5×2, mantendo o texto do relator como apresentado no início desta semana. O texto também fixa uma transição de até 14 meses para a redução de horas, com queda de duas horas após dois meses da promulgação da PEC.

A ânsia pela aprovação da medida claramente demagógica e eleitoreira tramitou praticamente em tempo recorde, em razão das manobras do presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), que marcou sessões extras na Casa para vencer o prazo para apresentação de emendas na comissão.

Fonte: Diário do Poder

terça-feira, 26 de maio de 2026

Governo e STF estudam como blindar Moraes contra Justiça dos EUA

O Supremo Tribunal Federal e o governo Lulapassaram a discutir medidas jurídicas e diplomáticas para proteger o ministro Alexandre de Moraes após a abertura de um processo nos Estados Unidos contra o magistrado. A reportagem é da Folha de SP.

A ação foi apresentada pela Trump Media & Technology Group e pela plataforma Rumble no Tribunal do Distrito da Flórida. As empresas alegam que decisões tomadas por Moraes configurariam “ordens de silêncio” e práticas de censura contra cidadãos e companhias americanas.

Na sexta-feira (22), a Justiça americana autorizou que a notificação ao ministro brasileiro fosse realizada por e-mail, depois de tentativas frustradas de cooperação internacional para formalizar a citação. Segundo informações publicadas pela Folha de S.Paulo, a mensagem já teria sido encaminhada ao gabinete de Moraes. O envio também foi divulgado nas redes sociais pelo advogado Martin De Luca, representante do Rumble e da Trump Media.

Até o momento, o ministro não comentou publicamente o caso. Nos bastidores, diz a Folha, o presidente do STF, Edson Fachin, analisa possíveis instrumentos legais para resguardar a autonomia da Corte e as prerrogativas dos ministros. As conversas envolvem ainda a Advocacia-Geral da União e o Ministério da Justiça e Segurança Pública.

O principal argumento discutido pelas autoridades brasileiras é o de que magistrados supostamente não poderiam responder pessoalmente por decisões tomadas no exercício de suas funções, uma vez que a independência judicial é protegida pelo ordenamento jurídico nacional.

A disputa judicial está ligada a uma decisão de Moraes que determinou o bloqueio definitivo da conta de Allan dos Santos no Rumble, além da proibição de criação de novos perfis na plataforma.

Após o descumprimento da ordem, Moraes determinou, em 2025, a suspensão do Rumble em território brasileiro. O advogado Martin De Luca sustenta que o ministro teria agido sem respaldo jurídico e extrapolado sua competência.

Diante da ofensiva judicial nos Estados Unidos, a AGU acionou seu escritório no país para acompanhar o caso e passou a atuar formalmente na defesa do ministro, sob o entendimento de que Moraes representa institucionalmente o Estado brasileiro. (Foto: STF; Fonte: Folha de SP)

STF acaba com aposentadoria compulsória como maior punição a magistrados

Ministros seguiram o entendimento do relator do caso, Flávio Dino.
O Supremo Tribunal Federal decidiu, por unanimidade, acabar com a aposentadoria compulsória remunerada como punição máxima aplicada a magistrados investigados por infrações disciplinares.

A decisão foi confirmada nesta terça-feira (26) pela Primeira Turma da Corte, que rejeitou um recurso apresentado pela Procuradoria-Geral da República.

Os ministros seguiram o entendimento do relator do caso, Flávio Dino, que em decisão individual tomada em março deste ano havia determinado que o Conselho Nacional de Justiça passe a aplicar a perda do cargo como sanção máxima a juízes que cometerem violações graves.

Integram a Primeira Turma os ministros: Flávio Dino (presidente do colegiado); Cármen Lúcia; Alexandre de Moraes e Cristiano Zanin.

Com isso, magistrados punidos também deixarão de receber salários proporcionais ao tempo de serviço. Na prática, a medida encerra a aposentadoria compulsória como principal punição administrativa para casos considerados mais graves.

O modelo anterior era alvo de críticas recorrentes por afastar o magistrado das funções, mas manter o pagamento de vencimentos mensais mesmo após a punição.


A votação

Moraes e Cármen acompanharam integralmente o voto de Dino, inclusive ao defender que eventuais ações de perda de mandato de magistrados sejam julgadas pelo STF.

Já Zanin, concordou com o entendimento de que a aposentadoria compulsória foi revogada pela Reforma da Previdência de 2019, mas divergiu quanto à competência do STF para analisar ações de perda de mandato.

Segundo Dino, o debate sobre a aposentadoria compulsória está diretamente relacionado à ética no Judiciário. O ministro ressaltou que a discussão envolve uma “reivindicação justa” e lembrou que a própria Constituição Federal exige conduta pautada pela probidade.

“Infrações graves devem resultar em punições que não transfiram o ônus à sociedade e que reflitam a gravidade dos atos praticados. As sanções precisam gerar consequências efetivas, sob pena de estimular a impunidade e contribuir para a erosão democrática”, ponderou.

(Diário do Poder)

Flávio encontra Donald Trump ao lado de Eduardo e Figueiredo

Na tarde desta terça-feira (26), o senador Flávio Bolsonaro confirmou que se reuniu com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, no Salão Oval da Casa Branca, em Washington D.C.. O encontro também contou com a presença do ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro e do jornalista Paulo Figueiredo.

A reunião havia sido alvo de especulações ao longo do dia, já que não constava na agenda oficial do governo norte-americano. Mais cedo, Flávio publicou um vídeo informando que estava entrando na Casa Branca para uma “conversa muito bacana”, sem revelar o nome do interlocutor.

Na tarde desta terça-feira (26), o senador Flávio Bolsonaro confirmou que se reuniu com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, no Salão Oval da Casa Branca, em Washington D.C.. O encontro também contou com a presença do ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro e do jornalista Paulo Figueiredo.

A reunião havia sido alvo de especulações ao longo do dia, já que não constava na agenda oficial do governo norte-americano. Mais cedo, Flávio publicou um vídeo informando que estava entrando na Casa Branca para uma “conversa muito bacana”, sem revelar o nome do interlocutor.

Após o encontro, Eduardo Bolsonaro publicou uma foto ao lado de Trump e afirmou que há alinhamento político entre o republicano e o grupo político ligado ao ex-presidente Jair Bolsonaro.

– Brasil e EUA têm interesses estratégicos comuns: fortalecimento do comércio, defesa da liberdade, combate ao crime organizado internacional e promoção da prosperidade nas Américas – escreveu.

Em outro trecho da publicação, Eduardo fez críticas à política externa do governo Lula (PT).

– Há uma convergência natural de valores e objetivos. No futuro governo Flávio Bolsonaro haverá uma política internacional firme, alinhada às democracias ocidentais, em contraste com a atual diplomacia ideológica de Lula e Celso Amorim – declarou.

A publicação foi feita nas redes sociais pouco depois da reunião na Casa Branca. Via portal Pleno News

segunda-feira, 25 de maio de 2026

Bloqueio bilionário expõe pressão nos gastos sociais e fragilidades das contas públicas

Alta acelerada do BPC e das aposentadorias do INSS força governo federal a congelar R$ 22 bilhões do orçamento para tentar cumprir meta fiscal.
O novo bloqueio de R$ 22 bilhões anunciado pelo governo federal nesta semana trouxe novamente ao centro do debate a dificuldade da gestão Lula em controlar o crescimento das despesas obrigatórias. A medida, segundo explicou o analista econômico da CNN Money, Fernando Nakagawa, foi necessária após uma elevação bilionária nos gastos com aposentadorias do INSS e com o Benefício de Prestação Continuada (BPC), programa voltado para idosos e pessoas com deficiência de baixa renda. De acordo com Nakagawa, o bloqueio segue exatamente o que determina o arcabouço fiscal: quando as despesas sobem acima do previsto, o governo é obrigado a congelar recursos de outras áreas para evitar descumprimento da meta fiscal.

O problema, porém, vai muito além do aspecto técnico. O crescimento explosivo das despesas sociais começa a pressionar de forma cada vez mais intensa o orçamento federal, reduzindo espaço para investimentos, obras, programas estratégicos e até funcionamento de ministérios. Os dados apresentados chamam atenção. Atualmente, mais de 6,3 milhões de brasileiros recebem o BPC, sendo cerca de 3,6 milhões de pessoas com deficiência e 2,6 milhões de idosos. Um dado considerado especialmente preocupante pelo mercado e pela própria equipe econômica é que quase 30% dos benefícios destinados a PCDs foram concedidos por decisão judicial, indicando uma forte judicialização do sistema.

A situação também amplia o desgaste político do governo, que já tentou realizar um pente-fino no programa em outras oportunidades, mas encontrou resistência política e social. A percepção dentro da área econômica é de que existem distorções relevantes nas regras atuais, sobretudo diante do aumento acelerado das concessões. Nakagawa revelou ainda ter conversado com um advogado do interior de Minas Gerais que se autodenomina “terror do INSS”, afirmando protocolar mais de dois mil pedidos de BPC por mês. O relato reforça o entendimento de que o sistema pode estar sendo pressionado por brechas legais, judicializações em massa e dificuldades de fiscalização.

Na prática, o bloqueio anunciado evita, neste momento, um descumprimento formal das regras fiscais, mas não resolve o problema estrutural das contas públicas. O avanço contínuo das despesas obrigatórias vem se tornando um dos principais desafios econômicos do país e pode obrigar o governo a adotar medidas mais duras nos próximos meses. Enquanto isso, cresce entre analistas a avaliação de que o atual modelo de expansão dos benefícios sociais sem controle mais rígido poderá gerar impactos cada vez maiores sobre a capacidade de investimento do Estado e sobre a credibilidade fiscal do Brasil.

Fonte: Blog do César Wagner

sexta-feira, 22 de maio de 2026

Flávio Bolsonaro aparece com 47% contra 44% de Lula em nova pesquisa

Levantamento do instituto Gerp indica vantagem numérica do senador em cenário de disputa direta, com diferença dentro da margem de erro.
Uma pesquisa do instituto Gerp divulgada nesta sexta-feira (22) aponta que o senador Flávio Bolsonaro (PL) aparece à frente do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em um eventual segundo turno das eleições de 2026.

Segundo o levantamento, Flávio registra 47% das intenções de voto, enquanto Lula aparece com 44%, configurando uma diferença de três pontos percentuais, dentro da margem de erro de 2,24 pontos.

O estudo ouviu 2 mil pessoas em todo o país entre os dias 19 e 22 de maio e possui nível de confiança de 95,5%.

No cenário de primeiro turno estimulado, a pesquisa também mostra equilíbrio entre os principais nomes testados, com Flávio Bolsonaro e Lula empatados tecnicamente.

A sondagem ainda indica um quadro de disputa altamente polarizada, com outros nomes políticos aparecendo em patamares mais baixos de intenção de voto nas simulações apresentadas pelo instituto.

O levantamento faz parte de uma série de pesquisas que vêm medindo o cenário eleitoral para 2026, em meio à movimentação antecipada de possíveis pré-candidaturas e articulações políticas nacionais.

Via portal a Folha do  Estado

quinta-feira, 21 de maio de 2026

Flávio e Oposição querem CPMI do Master de imediato

Requerimento já possui assinaturas suficientes para instalar o colegiado.
A oposição ao governo Lula (PT) no Congresso intensificou nesta quinta-feira (21) a pressão pela instalação imediata da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) destinada a investigar o Banco Master.

Durante sessão conjunta da Câmara e Senado, parlamentares afirmaram que o requerimento já alcançou o número mínimo de assinaturas exigido pela Constituição e acusaram a presidência do Congresso de retardar deliberadamente a leitura do pedido.

Na tribuna, senadores e deputados defenderam a abertura da comissão e cobraram esclarecimentos sobre supostas relações entre dirigentes da instituição financeira e figuras políticas de diferentes espectros ideológicos.

Um dos discursos mais incisvos foi feito por Flávio Bolsonaro (PL-RJ), senador e pré-candidato à Presidência da República, que afirmou que a instalação da CPMI é “mais necessária do que nunca”.

“Eu quero Daniel Vorcaro e Augusto Lima sentados naquela CPMI, falando qual é a relação que eles tinham com Flávio Bolsonaro e também qual é a relação que eles tinham com o Lula, qual a relação que eles tinham com o Alexandre de Moraes, porque eu não tenho nada a temer, eu não tenho nada a esconder”, declarou o parlamentar durante a sessão.

O senador também desafiou partidos da esquerda a apoiarem a investigação. “Estou desafiando aqui a esquerda brasileira. Vocês têm medo dessa CPMI. Nenhum de vocês assinou. Eu assinei todas, porque não tenho nada a esconder”, afirmou. 

O deputado federal Carlos Jordy (PL-RJ) destacou a quantidade de assinaturas: “A CPMI do Master é de nossa autoria. Obtivemos 281 assinaturas, mas ninguém da esquerda assinou. Quem não deve não teme. Chega de blindagem e enrolação. CPMI já!”.

Nas redes sociais, a deputada federal Júlia Zanatta também reforçou a mobilização pela criação da comissão.

Em publicação nos stories, a parlamentar exibiu imagens do movimento no Congresso e escreveu: “CPMI do Banco Master Já! PT e PSOL não assinaram. O que estão escondendo?” Via portal Diário do Poder

Dayany Bittencourt, esposa de Capitão Wagner, perde mandato de deputada federal no Ceará

Decisão da Justiça Eleitoral envolve anulação dos votos de Heitor Freire e provoca mudança na bancada federal do Ceará.
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) publicou a decisão que resulta na perda do mandato da deputada federal Dayany Bittencourt, eleita pelo União Brasil no Ceará. A medida ocorre após o avanço do julgamento envolvendo o suplente de deputado federal Heitor Freire (União Brasil) e a anulação dos votos obtidos por ele nas eleições de 2022.


Dayany Bittencourt é esposa do ex-deputado federal Capitão Wagner (União Brasil) e vinha exercendo mandato na Câmara dos Deputados desde 2023.


TSE confirma decisão sobre votos de Heitor Freire

O julgamento do caso de Heitor Freire foi retomado pelo TSE nesta quinta-feira. O relator do processo, ministro Antonio Carlos Ferreira, votou pela manutenção da decisão do Tribunal Regional Eleitoral do Ceará (TRE-CE), que já havia cassado o mandato do político em abril de 2024.

Além da cassação, o ministro também defendeu a nulidade dos votos recebidos por Heitor Freire nas eleições de 2022, quando ele disputou o pleito pelo União Brasil. Na prática, a anulação dos votos altera o cálculo do quociente eleitoral e partidário, mecanismo utilizado para distribuir vagas nas eleições proporcionais. Com isso, o União Brasil perde parte da votação total obtida no Ceará.

O partido, com isso, passa de 709.596 votos para 660.708 após a retirada dos 48.888 votos atribuídos a Heitor Freire. Esse novo cenário provoca a perda da cadeira ocupada por Dayany Bittencourt.


Entenda por que Dayany Bittencourt perde o mandato

A decisão do TSE diverge parcialmente do entendimento adotado anteriormente pelo TRE-CE.

Em abril de 2024, a Corte eleitoral cearense decidiu pela cassação de Heitor Freire por arrecadação e gastos ilícitos de recursos de campanha, mas havia mantido válidos os votos destinados ao União Brasil. Agora, com o entendimento favorável à nulidade dos votos do candidato, a composição da bancada federal do Ceará sofre alteração.

O Ministério Público Eleitoral defendeu que os votos de Heitor não fossem aproveitados pelo partido. O posicionamento foi acolhido pelo ministro Antonio Carlos Ferreira.

O vice-procurador-geral Eleitoral, Alexandre Espinosa, argumentou que os gastos identificados no processo comprometem a legitimidade do pleito.
Justiça apontou irregularidades em contas de campanha

As irregularidades apontadas pela Justiça envolvem recursos do Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC).

Segundo o processo, Heitor Freire não comprovou a destinação de R$ 618 mil em recursos de campanha. Além disso, mais de R$ 1 milhão foram declarados como despesas com serviços advocatícios e contábeis.

O Ministério Público Eleitoral considerou os valores desproporcionais em comparação com outras campanhas no Ceará.

De acordo com os autos, os gastos advocatícios foram oito vezes maiores do que os do deputado federal mais votado no estado e quase o dobro dos valores registrados na campanha do governador eleito.

Já os gastos contábeis teriam sido 65 vezes superiores aos do parlamentar federal mais votado no Ceará.

O parecer do Ministério Público apontou ainda que cerca de R$ 2,75 milhões em despesas não foram declarados integralmente na prestação de contas, deixando aproximadamente R$ 636 mil fora da contabilidade apresentada.


Recontagem de votos pode alterar composição da bancada

A decisão do TSE ainda deve gerar novos desdobramentos na Justiça Eleitoral, especialmente em relação à definição oficial de quem assumirá a vaga aberta na Câmara dos Deputados.

Com a nova recontagem eleitoral, a vaga na Câmara dos Deputados poderá ser ocupada pelo vereador de Fortaleza Ronaldo Martins, do Republicanos. Também existe a possibilidade de a vaga ficar com a vereadora Priscila Costa, do PL, a depender das próximas definições da Justiça Eleitoral.

Via portal GCmais

Trump convida Flávio Bolsonaro para reunião na Casa Branca

Agenda inclui temas como crime organizado, minerais estratégicos e tarifas comerciais entre Brasil e EUA.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, convidou o senador Flávio Bolsonaro para uma visita à Casa Branca na próxima semana, de acordo com informações apuradas pelo jornalista Cláudio Dantas.

O convite ocorre poucos dias após a reunião entre Trump e o presidente brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva, realizada em 7 de maio, em Washington.

A movimentação indica, segundo a apuração, que o governo norte-americano busca manter diálogo com diferentes lideranças políticas brasileiras com potencial influência nas eleições de outubro.

De acordo com as informações divulgadas, a reunião entre Trump e Flávio Bolsonaro deve abordar três pontos principais: o combate ao crime organizado, possíveis parcerias na exploração de minerais críticos no Brasil e a discussão sobre tarifas aplicadas pelos Estados Unidos a produtos brasileiros.

Esses mesmos temas já haviam sido citados na agenda do encontro entre Trump e Lula, embora sem anúncios de acordos concretos ao final da reunião. O novo convite, porém, é interpretado como um sinal de que Washington avalia cenários políticos distintos no Brasil e possíveis mudanças na relação bilateral.

Nos bastidores, a aproximação pode ter impacto positivo na pré-campanha de Flávio Bolsonaro, que enfrenta desgaste político recente. Ele foi citado em reportagens do Intercept Brasil envolvendo negociações de US$ 24 milhões com o banqueiro Daniel Vorcaro relacionadas ao filme “Dark Horse”, inspirado na trajetória de Jair Bolsonaro.

O episódio teria gerado repercussão negativa e, segundo levantamento da AtlasIntel/Bloomberg, contribuído para uma queda de 5,4 pontos percentuais na intenção de voto do senador.

Via portal Folha do Estado

Lula retira o termo “mãe” e substitui por “pessoas que gestam” em caderneta pré-natal

Ministério da Saúde sustenta que o material busca garantir orientação ampla sobre assistência médica, direitos e acompanhamento da maternidade.
A nova versão da Caderneta da Gestante lançada pelo Ministério da Saúde do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva provocou forte reação de médicos, movimentos pró-vida e setores conservadores após incluir orientações sobre aborto legal e substituir termos como “mãe” e “mulher” por expressões neutras, como “pessoas que gestam”.

O material foi apresentado oficialmente no último dia 12 de maio e passou a ser disponibilizado em formato físico e digital por meio do aplicativo Meu SUS Digital. Segundo o governo federal, a atualização busca modernizar o acompanhamento do pré-natal, parto e pós-parto, além de ampliar informações relacionadas à saúde mental, violência obstétrica e direitos das gestantes.

A principal polêmica envolve um trecho da nova caderneta que aborda “gestação não planejada” e “gestação não desejada”, além de trazer informações sobre aborto previsto em lei. Para críticos da medida, o conteúdo representa uma tentativa de normalizar o aborto dentro de um documento tradicionalmente voltado ao incentivo do acompanhamento da gravidez e da maternidade.

Outro ponto que gerou repercussão foi a adoção de linguagem neutra no material oficial. A substituição do termo “mãe” por “pessoa que gesta” foi interpretada por opositores como alinhamento ideológico do governo a pautas progressistas ligadas à identidade de gênero.

O obstetra Raphael Câmara, ex-secretário de Atenção Primária do Ministério da Saúde e responsável pela versão anterior da caderneta, criticou as mudanças. Segundo ele, não faz sentido incluir orientações sobre aborto em um material destinado a mulheres que optaram por manter a gestação e realizar o pré-natal.

Já o Ministério da Saúde defendeu as alterações e afirmou que a nova caderneta reúne avanços tecnológicos e amplia o acesso à informação para gestantes em todo o país. A pasta também sustenta que o material busca garantir orientação ampla sobre assistência médica, direitos e acompanhamento da maternidade.

Via portal Folha do Estado

CENSURA? Lula assina decretos que ampliam fiscalização sobre big techs no Brasil

Medidas reforçam responsabilidade de plataformas digitais e preveem atuação de agência federal na supervisão de conteúdos ilegais.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou dois decretos que reforçam a fiscalização e as regras de responsabilização das chamadas big techs no Brasil. As medidas tratam do funcionamento das plataformas digitais e ampliam o papel do Estado na supervisão de conteúdos considerados ilegais ou criminosos.

Os textos fazem parte de uma estratégia do governo para adequar a regulamentação da internet às decisões recentes do Supremo Tribunal Federal (STF), que ampliaram a responsabilidade das empresas de tecnologia sobre conteúdos publicados por usuários.

Um dos decretos atualiza normas ligadas ao Marco Civil da Internet e estabelece que as plataformas devem agir de forma mais ativa na análise de denúncias e na remoção de conteúdos ilegais após determinação judicial. O outro trata de medidas específicas de proteção, incluindo o combate à violência contra mulheres no ambiente digital.

As novas regras também preveem que a Agência Nacional de Proteção de Dados (ANPD), vinculada ao Ministério da Justiça, passe a atuar na fiscalização do cumprimento dessas obrigações pelas plataformas, ampliando sua função além da proteção de dados pessoais.

Segundo informações divulgadas, a proposta busca tornar mais efetiva a aplicação das decisões do STF e fortalecer mecanismos de controle sobre a circulação de conteúdos considerados nocivos, como discursos de ódio e incitação à violência.

As medidas vêm em meio a um debate crescente sobre a regulação das redes sociais no país e podem impactar diretamente o funcionamento de empresas como Google, Meta e TikTok.

Fontes apontam que as mudanças fazem parte de uma tentativa do governo de estabelecer regras mais claras para o ambiente digital, sem depender exclusivamente de novas leis no Congresso Nacional.

Via portal Folha do Estado

quarta-feira, 20 de maio de 2026

STF arquiva ação sobre suposta espionagem no governo Bolsonaro

O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu arquivar uma ação movida pelo Partido Verde (PV) que acusava o governo do ex-presidente Jair Bolsonaro de promover uma suposta espionagem contra jornalistas e parlamentares por meio do monitoramento de redes sociais.

A decisão foi tomada por sete votos a quatro e encerrou o julgamento da Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) 765. O caso questionava a contratação de uma empresa privada pela Secretaria de Governo e pela Secretaria Especial de Comunicação Social (Secom) para acompanhar publicações em redes sociais durante o mandato de Bolsonaro.

A ação foi apresentada após uma reportagem publicada em 2020 afirmar que o monitoramento incluía cerca de 80 jornalistas e 116 parlamentares. O PV sustentava que a prática configurava uso indevido da máquina pública para vigilância política e violava a liberdade de expressão.

A relatora do caso, ministra Cármen Lúcia, votou pela procedência da ação e considerou inconstitucionais os atos do governo relacionados aos relatórios de monitoramento. Ela foi acompanhada pelos ministros Alexandre de Moraes, Rosa Weber e Luís Roberto Barroso.

No entanto, prevaleceu o entendimento divergente apresentado pelo ministro André Mendonça. Para ele, a ação não deveria ser analisada pelo STF porque tratava de um ato concreto e específico, o que exigiria outro tipo de instrumento jurídico, e não uma ADPF.

Mendonça também destacou que o contrato de monitoramento foi encerrado em setembro de 2020 e que não havia continuidade da produção de relatórios após aquele período. Com isso, a maioria da Corte concluiu que não havia elementos suficientes para manter o processo em tramitação.

Via portal Folha do Estado

Câmara vota proposta que pode baixar maioridade penal para 16 anos

Caso aprovado, projeto seguirá para comissão especial e plenário.
A Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados colocou na pauta desta terça-feira (19) a votação da PEC que prevê a redução da maioridade penal de 18 para 16 anos em casos considerados graves. O tema volta ao centro da tensão política em Brasília e promete um embate intenso entre parlamentares da segurança pública e setores ligados aos direitos humanos.

A proposta original foi apresentada pelo ex-deputado Gonzaga Patriota e estabelece a responsabilização penal de adolescentes a partir dos 16 anos. No parecer atual, porém, a mudança ficaria restrita a crimes hediondos, homicídio doloso e lesão corporal seguida de morte.

O relatório favorável à admissibilidade da PEC é assinado pelo deputado federal Coronel Assis, enquanto o presidente da comissão, Leur Lomanto Júnior, defende um texto mais restritivo para evitar punições em delitos considerados leves.

A sessão da CCJ está marcada para as 15h, no Plenário 1 da Câmara dos Deputados, e deve marcar o primeiro parecer oficial sobre a proposta nesta nova fase de tramitação. Se aprovada, a PEC seguirá para análise de uma comissão especial antes de ir ao plenário da Câmara.

O debate divide o Congresso Nacional. Parlamentares da ala conservadora afirmam que facções criminosas utilizam adolescentes como escudo para cometer crimes violentos, aproveitando-se das regras atuais do Estatuto da Criança e do Adolescente. Já opositores argumentam que a redução da maioridade penal não resolve a criminalidade e pode ampliar a crise no sistema prisional brasileiro.

Levantamentos citados durante a discussão mostram que parte significativa da população brasileira apoia o endurecimento da legislação penal para menores envolvidos em crimes violentos.

Fonte: Folha do Estado

terça-feira, 19 de maio de 2026

Mendonça autoriza ação da PF contra perito suspeito de vazar caso Master

Servidor federal foi afastado após suspeita de repassar informações sigilosas.
O ministro do Supremo Tribunal Federal André Mendonça autorizou uma nova ofensiva da Polícia Federal dentro das investigações relacionadas ao Banco Master. Desta vez, o alvo foi um perito da própria corporação suspeito de ter repassado informações sigilosas da apuração.

A ação foi realizada nesta terça-feira e integra mais uma etapa da Operação Compliance Zero, investigação que apura possíveis irregularidades financeiras envolvendo o banco e seus representantes.

Segundo as investigações, o servidor federal teria compartilhado conteúdos restritos ligados ao inquérito, incluindo informações consideradas sensíveis sobre a condução do caso. Por determinação judicial, foram cumpridos mandados de busca e apreensão, além do afastamento do perito das funções exercidas dentro da Polícia Federal.

As suspeitas apontam que dados sigilosos da investigação teriam sido encaminhados de forma indevida para terceiros, o que levou o STF a autorizar novas diligências para aprofundar a apuração sobre o vazamento.

O caso ganhou repercussão após surgirem informações sobre supostas conversas envolvendo o ministro Alexandre de Moraes e o banqueiro Daniel Vorcaro, um dos nomes centrais da investigação.

Em nota, o Supremo Tribunal Federal informou que a operação mira exclusivamente a conduta funcional do agente investigado por possível quebra de sigilo funcional. A Corte também ressaltou que as medidas não atingem jornalistas nem veículos de comunicação.

Nos bastidores, a investigação é considerada uma das mais delicadas em andamento dentro da Polícia Federal por envolver suspeitas de vazamentos internos em uma apuração de grande repercussão nacional.

Recentemente, Mendonça ampliou o alcance das investigações ao autorizar a análise de dezenas de aparelhos eletrônicos apreendidos durante as fases anteriores da operação, além de permitir que a PF realizasse diligências complementares sem necessidade de autorização judicial individual para cada medida.

Via portal Folha do Estado

Copa: Janones chama Neymar de “vagabundo”, mas torcerá por ele

Vestindo a camisa da Seleção Brasileira, o deputado federal André Janones (Rede-MG) chamou o jogador Neymar Jr. de “vagabundo” e “sem vergonha”, mas frisou esperar que o atleta “arrebente” na Copa do Mundo e traga o hexa.

– Que o Neymar vá para a Copa do Mundo e arrebente. Faça um gol atrás do outro. E traga o hexa. Ah, Janones, mas você tinha que estar usando o vermelho. Eu não vou usar o vermelho porque o verde e amarelo não é desses vagabundos desses bolsonaristas não. O verde e amarelo é nosso – declarou ele, em vídeo publicado nas redes sociais.

– O Neymar é um vagabundo, sem vergonha, não entende nada de política, não entende de povo, não tem nenhum valor. Porém, é o Neymar jogador de futebol. Então vou torcer, eu vou vibrar com cada gol – assinalou.

Para o parlamentar, o atacante foi convocado porque o treinador Carlo Ancelotti “sabiamente deu ouvidos ao clamor popular”. Via Pleno News

Assista ao vídeo completo a seguir:

domingo, 17 de maio de 2026

Cid mostra marcas de tiros após acusação de arrogância por Ciro

O senador Cid Gomes (PSB-CE) mostrou marcas de tiros para responder Ciro Gomes, que o acusou de arrogância por ter esquecido que um dia ter sido conhecido como irmão de Ciro -- a fala do pré-candidato ao governo do Ceará aconteceu no sábado (16) em evento do PSDB.

A manifestação de Cid foi em Sobral, horas depois do discurso de Ciro. "Para quem não acredita, levei um tiro aqui, e outro aqui a 2cm do coração e um passou por cima da minha cabeça, que ficou cheia de estilhaços".

Indagado por sua rádio, Cid Gomes respondeu a Ciro, que o enquadrou por ter atacado Alcides Fernandes, como o pai de André, esquecendo que já foi o irmão de Ciro. "Deus tá vendo. Deus tá vendo", disse o senador.

As palavras revelam o desejo de Cid se vitimizar e atacar Capitão Wagner como líder de motim. Na greve que foi alvejado, Wagner não foi quem liderou esse movimento grevista da Polícia Militar do Ceará.

Via portal CN7

Grave: Brasil já atingiu o "topo" da curva de Laffer

A discussão sobre impostos voltou ao centro do debate econômico brasileiro após a repercussão de um trecho de entrevista divulgado nas redes sociais e em canais do YouTube ligados ao universo de ciência e economia.

Durante a conversa, esse analista econômico convidado do youtuber Sergio Sacani afirmou que o Brasil já teria alcançado o chamado “topo da Curva de Laffer”, teoria econômica que defende a existência de um limite para a capacidade de arrecadação de impostos de um país. Assista ao fim da reportagem.

Segundo o comentarista, aumentar tributos além de determinado ponto deixa de gerar mais receita ao governo e passa a produzir o efeito contrário: redução da atividade econômica, aumento da informalidade e fuga de recursos. Na avaliação dele, esse cenário já estaria acontecendo no Brasil.

“Quanto mais você sobe o imposto, menos você arrecada”, afirmou o entrevistado ao explicar a teoria criada pelo economista americano Arthur Laffer, conhecido por popularizar o conceito nos anos 1970.

A ideia ganhou notoriedade durante o governo de Ronald Reagan, nos Estados Unidos, dentro da política econômica apelidada de “Reaganomics”, marcada por cortes de impostos e incentivo ao crescimento econômico.

A chamada Curva de Laffer é uma teoria que tenta demonstrar a relação entre alíquota de impostos e arrecadação do governo. O conceito parte de uma lógica simples: se o imposto é zero, o governo não arrecada nada.

Por outro lado, se o imposto chegar a 100%, a atividade econômica tende a desaparecer ou migrar para a informalidade, já que ninguém teria incentivo para produzir ou investir.

Entre esses dois extremos existiria um ponto considerado “ideal”, no qual a arrecadação alcançaria seu máximo. A partir dali, aumentos de impostos passariam a reduzir receitas em vez de ampliá-las.

Durante a entrevista, o analista usou um exemplo prático para explicar sua visão sobre o sistema tributário brasileiro.

Segundo ele, um trabalhador que recebe salário de R$ 10 mil acaba custando cerca de R$ 18 mil para a empresa após encargos e tributos. Mesmo assim, afirma o comentarista, o valor líquido recebido pelo funcionário cairia significativamente após descontos e impostos embutidos no consumo.

Na visão dele, o problema não está apenas no volume de impostos, mas também na percepção de retorno insuficiente em serviços públicos essenciais.

“Em troca, em compensação, você teria educação, segurança e saúde”, disse o convidado. Em seguida, ele argumenta que muitos brasileiros ainda precisam gastar com serviços privados, como plano de saúde, mesmo após a elevada carga tributária.

O analista também afirmou que impostos elevados acabam incentivando práticas como contrabando, informalidade, contratação sem registro e mecanismos para reduzir tributação. Segundo ele, esse ambiente gera distorções econômicas e afeta diretamente trabalhadores e empresários.

Experiências relacionadas à forte corte de impostos ocorreram em países como Irlanda, que reduziu impostos corporativos e atraiu grandes multinacionais de tecnologia, e Estônia, frequentemente citada por adotar um sistema tributário simplificado e digitalizado.

Via portal Diretia Online

sexta-feira, 15 de maio de 2026

Produtora nega dinheiro de Vorcaro em filme sobre Bolsonaro

Goup Entertainment afirma que longa sobre Bolsonaro não recebeu recursos de Vorcaro e nem do Banco Master.

A produtora GOUP Entertainment afirmou nesta quarta-feira (13) que o filme “Dark Horse”, inspirado na trajetória do ex-presidente Jair Bolsonaro, não recebeu recursos do banqueiro Daniel Vorcaro nem do Banco Master.

A manifestação ocorreu após reportagem divulgar que o senador Flávio Bolsonaro teria solicitado um repasse de R$ 135 milhões ao empresário para financiar a produção cinematográfica.

Em nota, a produtora declarou que “não consta um único centavo” de Vorcaro entre os investidores do longa e afirmou que o projeto foi estruturado exclusivamente por meio de financiamento privado, sem uso de dinheiro público ou incentivos da Lei Rouanet.

Segundo a GOUP Entertainment, a legislação dos EUA impede a divulgação de investidores protegidos por acordos de confidencialidade, conhecidos como NDAs (Non-Disclosure Agreements), razão pela qual os nomes dos financiadores permanecem sob sigilo. Documentos apontam que pelo menos US$ 10,6 milhões — cerca de R$ 61 milhões — teriam sido transferidos entre fevereiro e maio de 2025 para financiar o projeto.

A produtora afirmou, porém, que conversas com empresários e possíveis apoiadores não significam efetivação de investimento e repudiou “tentativas de associação indevida” entre o filme e fatos externos sem comprovação. Flávio comentou o caso e classificou o contato com Vorcaro como uma tentativa de buscar patrocínio privado para a produção.

“Zero de dinheiro público. Zero de Lei Rouanet”, afirmou o senador em nota.

Segundo Flávio, ele conheceu Vorcaro apenas no fim de 2024, quando o governo Bolsonaro já havia terminado e ainda não existiam acusações públicas envolvendo o banqueiro.

Via Diário do Poder

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