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sexta-feira, 23 de outubro de 2026

Jair Bolsonaro assinou à mão autorização para abrir sigilos

O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) assinou à mão uma autorização para a abertura de seus sigilos bancário, fiscal e telefônico. O documento foi apresentado nesta quinta-feira (22) ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) pelo senador Flávio Bolsonaro (PL), candidato à Presidência, em manifestação enviada ao ministro André Mendonça.

Além do documento do pai, Flávio entregou autorizações assinadas por ele próprio, pelos irmãos Carlos e Jair Renan Bolsonaro e pela mãe, Rogéria Bolsonaro. A documentação também inclui empresas das quais o senador é sócio ou representante legal. Eduardo Bolsonaro, que está nos Estados Unidos, ficou de fora.

Na mesma manifestação, a defesa de Flávio cobrou que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) divulgue os gastos do cartão corporativo da Presidência e os registros de visitas ao gabinete presidencial. Os advogados argumentaram que os dados envolvem recursos públicos e citaram uma auditoria do Tribunal de Contas da União (TCU).

– Os gastos do cartão corporativo da Presidência da República são pagos com dinheiro do contribuinte, e auditoria do Tribunal de Contas da União apontou que 99,55% deles foram classificados como sigilosos ou reservados entre janeiro de 2023 e abril de 2025 – afirmam os advogados de Flávio.

A defesa também explicou que as autorizações apresentadas têm validade restrita ao processo eleitoral em questão e usou o documento para desafiar Lula a divulgar informações sobre as despesas presidenciais.

– Ante o exposto, e apenas para honrar o acordado na manhã de hoje, Flávio postula a juntada das autorizações em anexo, cujos efeitos são limitados a este processo e a esta jurisdição eleitoral, mas, em respeito à decisão já proferida nestes autos, inverte o desafio, sai da esfera de debate sobre informações sigilosas e pede: Lula, abra o cartão corporativo.

O ministro André Mendonça ainda não analisou o pedido apresentado pela defesa de Flávio Bolsonaro. Via portal Pleno News

PGR dá freio em Moraes e barra operação contra Flávio Bolsonaro

A cúpula da Procuradoria-Geral da República (PGR) decidiu não dar aval à operação da Polícia Federal (PF) contra o senador Flávio Bolsonaro (PL), candidato à Presidência da República, autorizada pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). A informação foi divulgada nesta sexta-feira (23) pelo jornalista Claudio Dantas, que classificou o caso como exclusivo.

Segundo a publicação, a operação estava prevista para quinta-feira (22), mas não recebeu o aval da cúpula da PGR. O episódio envolve uma medida autorizada por Moraes contra o senador, em meio a investigações que chegaram ao Supremo.

A notícia foi divulgada durante o programa ALive, apresentado por Claudio Dantas. Até o momento, o texto publicado pelo jornalista não apresenta detalhes adicionais sobre os fundamentos da decisão da PGR nem esclarece quais medidas poderão ser adotadas a partir de agora.

O caso ocorre em um cenário de tensão política e judicial envolvendo Flávio Bolsonaro, que disputa a Presidência da República, e integrantes do Supremo Tribunal Federal. A eventual realização de diligências policiais contra um candidato ao Palácio do Planalto também coloca a atuação das instituições no centro do debate político.

Via portal Folha do Estado

Sobral está entre os 46 municípios do Ceará que podem receber tropas federais nas eleições

Sobral está na lista dos 46 municípios cearenses para os quais o Tribunal Regional Eleitoral do Ceará (TRE-CE) solicitou o envio de tropas federais para o segundo turno das eleições de 2026, marcado para domingo (25/10).

A medida foi aprovada por unanimidade pelo Pleno do TRE-CE, durante sessão realizada na sexta-feira (16). O pedido ainda será analisado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a quem cabe autorizar o reforço federal.

A solicitação foi relatada pela presidente do TRE-CE, desembargadora Maria Iraneide Moura da Silva, após consultas aos juízes das 109 zonas eleitorais do Estado e análise de informações técnicas sobre a segurança do processo eleitoral.

Segundo o Tribunal, o objetivo é reforçar, de forma preventiva e complementar, a atuação das forças estaduais de segurança pública, contribuindo para a manutenção da ordem e a tranquilidade durante a votação.

Além de Sobral, a relação inclui municípios da região Norte, como Camocim, Forquilha, Alcântaras e Meruoca, além de Tianguá e Fortaleza.

No primeiro turno, 67 municípios cearenses receberam reforço de tropas federais. Para a segunda etapa da votação, o pedido contempla 46 cidades, mas a decisão final depende do TSE. Via Sobral em Revista

Flávio Bolsonaro abre quatro pontos de vantagem sobre Lula no segundo turno, aponta pesquisa

O senador Flávio Bolsonaro (PL) aparece numericamente à frente do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na disputa pelo Palácio do Planalto, segundo pesquisa Real Time Big Data divulgada nesta sexta-feira (23). No cenário de votos válidos, Flávio registra 52% das intenções de voto, contra 48% do petista.

Os votos válidos desconsideram os eleitores que declaram voto branco ou nulo, além dos indecisos, e são utilizados pela Justiça Eleitoral para definir o resultado das eleições.

No levantamento que considera os votos totais, Flávio Bolsonaro também aparece na liderança, com 49%, enquanto Lula soma 45%. Outros 5% dos entrevistados afirmaram que pretendem votar branco ou nulo, e 1% não soube responder ou preferiu não opinar.

A diferença entre os dois candidatos indica vantagem numérica do senador na reta final da campanha presidencial.

Na comparação com a pesquisa anterior do mesmo instituto, divulgada na terça-feira (20), Flávio apresentou crescimento de um ponto percentual nas intenções de voto totais, passando de 48% para 49%. Lula permaneceu com 45%.

No cenário de votos válidos, entretanto, os percentuais não sofreram alterações: Flávio Bolsonaro continua com 52%, contra 48% do presidente.

O levantamento também avaliou o cenário espontâneo, quando os entrevistados citam seus candidatos sem receber uma lista prévia de nomes. Nesse recorte, a diferença entre os dois presidenciáveis é de quatro pontos percentuais, resultado que configura empate técnico no limite da margem de erro, de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

A pesquisa também mediu a rejeição dos candidatos. Lula aparece com o maior índice: 36% dos entrevistados afirmaram que não votariam nele de jeito nenhum. Flávio Bolsonaro registra rejeição de 33%.

Outros 28% disseram que não votariam em nenhum dos dois candidatos, enquanto 3% afirmaram não rejeitar nenhum dos presidenciáveis.

Os números indicam que o presidente enfrenta um índice de rejeição três pontos percentuais superior ao do senador, em um cenário de disputa acirrada pelo voto dos eleitores que ainda não consolidaram sua escolha.

O Real Time Big Data ouviu 2 mil pessoas com 16 anos ou mais entre os dias 19 e 22 de outubro. A margem de erro é de dois pontos percentuais, com nível de confiança de 95%.

O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-09670/2026.

Via portal Folha do Estado

Vorcaro teria comprado uísque de R$ 500 mil para presentear Lula, aponta mensagens

O banqueiro Daniel Vorcaro, ex-dono do Banco Master, teria encomendado uma garrafa de uísque avaliada em aproximadamente R$ 500 mil para presentear o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), em 2024. A informação foi publicada pela revista Veja nesta quinta-feira (22), com base em mensagens extraídas do celular do empresário, apreendido pela Polícia Federal (PF).

Segundo a publicação, em 29 de outubro de 2024, Vorcaro pediu a um assistente que procurasse uma garrafa do uísque Macallan 1945, produzido na Escócia. A bebida era do mesmo ano de nascimento de Lula.

“Preciso dar pro Lula”, escreveu o banqueiro, segundo as mensagens divulgadas. Após receber a imagem de uma garrafa oferecida por cerca de 80 mil euros — aproximadamente R$ 500 mil na época —, Vorcaro teria autorizado a compra. O produto teria sido enviado de Dubai para o Brasil.

A encomenda teria ocorrido enquanto o empresário buscava ampliar os negócios do Banco Master e estreitar relações com integrantes do governo federal. Até o momento, as informações divulgadas não comprovam, por si só, que Lula tenha recebido pessoalmente a garrafa.

Em janeiro de 2025, o advogado Walfrido Warde, apontado como interlocutor de Vorcaro em articulações com o presidente e integrantes do governo, teria informado ao banqueiro que Lula agradeceu pelo uísque.

“Ele agradeceu mais uma vez o whisky e mandou abraço”, escreveu Warde, conforme as mensagens divulgadas pela revista.

Vorcaro se reuniu com Lula em 4 de dezembro de 2024, em um encontro fora da agenda oficial no Palácio do Planalto. A reunião teria sido articulada com a participação de Marco Aurélio Santana, conhecido como Marcola, então chefe de gabinete da Presidência.

Em 29 de novembro, Warde antecipou a reunião ao banqueiro e indicou que seria necessário alinhar os assuntos que seriam tratados com o presidente.

“Tua reunião será na quarta, às 11h, mas deixa o Guido te contar. Até lá, preciso alinhar com você tua fala”, teria escrito o advogado.

No dia do encontro, Warde voltou a orientar Vorcaro sobre como conduzir a conversa com Lula.

“Dica: abra o coração. Fale, ainda que elegantemente, mal do cara que quer te comprar. Fale exatamente o que você quer. É bala de prata”, escreveu, segundo a publicação.

Na mesma troca de mensagens, o advogado teria afirmado que o presidente estava “um pouco impaciente” e mencionado uma questão relacionada ao futuro presidente de uma autarquia.

Em declarações públicas, Lula afirmou que garantiu a Vorcaro que a situação envolvendo o Banco Master seria tratada de maneira técnica.

Vorcaro é investigado no caso Banco Master, que envolve suspeitas de fraudes financeiras bilionárias. A Operação Compliance Zero apura possíveis irregularidades na emissão de títulos de crédito e operações envolvendo o banco e o Banco de Brasília (BRB).

Durante o período em que buscava ampliar as atividades da instituição financeira, Vorcaro também contratou o ex-ministro Guido Mantega como consultor.

O banqueiro apresentou uma proposta de colaboração premiada na qual relatou supostos pagamentos a intermediários ligados ao governo para obter acesso a recursos de fundos de pensão de empresas estatais. A proposta foi rejeitada pela Polícia Federal e pela Procuradoria-Geral da República (PGR).

Fonte: Folha do Estado

quinta-feira, 22 de outubro de 2026

José Guimarães pede mais engajamento da militância em evento pró-Lula em Fortaleza

O ministro José Guimarães (PT) participou, na noite de quarta-feira (21), de um evento em apoio ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), realizado no bairro Pirambu, em Fortaleza.

Durante o encontro, Guimarães falou sobre as mobilizações políticas e destacou a importância do engajamento da militância no Ceará. A participação do ministro ocorreu em meio às articulações e manifestações de apoiadores do presidente no estado.

O evento reuniu apoiadores do governo Lula e teve como foco a mobilização política e o fortalecimento da participação da militância cearense nas atividades de apoio ao presidente.

Professora diz que Flávio mat4ria alunos negros e pardos; VÍDEO VÍDEO

Nesta quarta-feira (21), a prefeita de Potirendaba (SP), Gi Franzotti (PL), divulgou um vídeo que mostra uma professora da rede municipal associando uma eventual vitória de Flávio Bolsonaro (PL) à morte de alunos negros e pardos. A gravação foi apresentada após uma mãe denunciar que a filha, de 11 anos, chegou em casa chorando e com medo do que havia ouvido na escola.

Segundo a prefeita, as câmeras com áudio instaladas na unidade permitiram verificar o relato. Gi afirmou que a docente fez declarações sobre o nazismo, o fascismo e a possibilidade de mortes caso o candidato vença a eleição, além de apontar quais estudantes seriam atingidos.

Durante a aula, a professora relacionou Flávio Bolsonaro ao ditador italiano Benito Mussolini e ao líder nazista Adolf Hitler, mas trocou os países ao citar os dois. Mussolini comandou o regime fascista na Itália, enquanto Hitler liderou o regime nazista na Alemanha.

Na gravação, a docente diz que pessoas brancas e ricas teriam mais chances de sobreviver em um eventual governo do candidato. Ao apontar para estudantes, afirma que alguns morreriam por serem pardos ou negros e associa a cor da pele de um aluno à possibilidade de ser escravizado.

Confusos, os alunos perguntavam se eles seriam mortos e a professora apontou um por um para dizer se eram brancos ou não.

– Claro que ia, você tá lá com um pezinho na senzala – afirma a professora a um estudante. Quando o menino pergunta se seria escravizado, ela responde que ele seria morto.

Gi Franzotti declarou que a prefeitura já havia protocolado uma denúncia no Ministério do Trabalho. Segundo ela, o caso também seria encaminhado ao Ministério Público, ao juiz da Infância e da Juventude e ao Conselho Tutelar. A administração municipal ainda abriria uma sindicância para apurar a conduta da servidora.

Ao comentar o episódio, a prefeita defendeu o uso de câmeras de monitoramento em escolas e creches.

– Se nós não tivéssemos as nossas em bom estado como temos, eu não teria comprovado uma barbárie como essa – declarou. Via portal Pleno News

quarta-feira, 21 de outubro de 2026

Ciro descarta apoio a Lula e a Flávio e diz que Brasil “não tem jeito” para 2027

O ex-ministro Ciro Gomes (PSDB) afirmou que não apoiará Lula (PT) nem Flávio Bolsonaro (PL) na disputa pela Presidência da República nas eleições deste ano. A declaração foi dada ao jornal O Estado de Minas, nesta terça-feira (20), ao avaliar o cenário nacional para 2027.

Na entrevista, o ex-ministro fez um diagnóstico sobre a condução das políticas públicas no país e projetou os próximos ciclos administrativos. "Estou seguro de que não tem jeito ao projetar os próximos ciclos administrativos. O Brasil necessita de reformas substanciais, mas enfrenta dificuldades devido à falta de consenso e ao desgaste das fórmulas tradicionais de governabilidade", disse.

Ciro afirmou ainda que a transição para os novos mandatos no Executivo e no Legislativo vai exigir planos de desenvolvimento. "O cenário projetado aponta para um ambiente de restrições fiscais e demandas sociais reprimidas nos próximos anos", declarou. Via CN7

Flávio aceita o desafio e coloca Lula contra a parede sobre sigilos

Senador autorizou divulgação de dados bancários, fiscais e telefônicos dos últimos 20 anos, mas condicionou medida à apresentação de informações sobre familiares, ex-assessores e despesas do governo federal.

O senador Flávio Bolsonaro (PL), candidato à Presidência da República, aceitou o desafio lançado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para a abertura de sigilos bancário, fiscal e telefônico. Nesta quarta-feira (21), a defesa do parlamentar apresentou uma petição ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) autorizando a divulgação de seus dados dos últimos 20 anos, desde que o petista também cumpra uma série de exigências envolvendo pessoas próximas, familiares e despesas do governo federal.

O documento foi encaminhado ao ministro André Mendonça e estabelece condições para que a abertura dos dados seja efetivada. Além dos próprios registros, Flávio autorizou a divulgação de informações de familiares mencionados na proposta de Lula e de quatro empresas das quais é sócio ou administrador. A manifestação também prevê a divulgação de todas as mensagens trocadas pelo senador com o banqueiro Daniel Vorcaro, ligado ao Banco Master.

Na petição, a defesa de Flávio classifica a proposta de Lula como uma promessa insuficiente e argumenta que a transparência não deve ficar restrita aos dados pessoais dos dois candidatos. O senador exige que a iniciativa alcance também terceiros que, segundo sua defesa, podem contribuir para esclarecer questionamentos sobre relações políticas, movimentações financeiras e uso de recursos públicos.

Entre as exigências está a abertura dos sigilos de Marco Aurélio Santana Ribeiro, conhecido como Marcola, ex-chefe de gabinete de Lula. O pedido inclui registros bancários, fiscais, telefônicos e telemáticos. A defesa também solicita informações sobre empresas ligadas aos filhos do presidente, sociedades no exterior e o Instituto Lula.

A lista inclui ainda registros relacionados às investigações sobre descontos indevidos em benefícios de aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), além de informações envolvendo pessoas citadas nas apurações. Os pedidos são apresentados como condições para que a autorização concedida por Flávio seja colocada em prática.

O candidato do PL também cobra a divulgação de despesas do cartão corporativo da Presidência da República desde janeiro de 2023, além de informações sobre visitas de familiares aos palácios presidenciais, uso de helicópteros e gastos do Palácio da Alvorada. A petição solicita ainda registros de uma reunião entre Lula e Daniel Vorcaro, realizada em dezembro de 2024, e informações sobre entradas do banqueiro e de intermediários no Palácio do Planalto e no Alvorada.

Durante uma agenda de campanha em Guarulhos, na região metropolitana de São Paulo, Flávio voltou a comentar o assunto e afirmou que pretende levar a iniciativa até as últimas consequências. “Não só vou aceitar o desafio, como eu vou levar até as últimas consequências”, declarou.

Na ocasião, o senador também questionou a proposta do presidente e cobrou a divulgação dos registros de Marcola. “Abro o sigilo do meu telefone, mas o Marcola tem que abrir o dele”, afirmou.

O desafio foi lançado por Lula durante o debate presidencial da TV Band, realizado no domingo (18). Na ocasião, o presidente disse estar disposto a abrir seus sigilos e os de familiares caso Flávio fizesse o mesmo. Na terça-feira (20), Lula formalizou sua autorização junto à Justiça Eleitoral, condicionando a divulgação dos dados à adesão do adversário.

Via portal Folha do Estado

Lulinha aparece em novas fotos com lobista em jatinho de US$ 20 milhões

Revista mostra filho de Lula e Roberta Luchsinger em aeronave Embraer Praetor 600 em passeio para a Finlândia.
Reportagem da revista Veja publicada nesta quarta-feira (21) expôs novas imagens de passeios luxuosos do filho do presidente Lula (PT), Fábio Luís Lula da Silva, o “Lulinha”, em viagem à Finlândia, no ano passado, ao lado da lobista Roberta Luchsinger. Entre as fotos estão a que expõe o filho do candidato à reeleição em um luxuoso jatinho Embraer Praetor 600, que sai da fábrica com valor estimado em mais de 20 milhões de dólares.

Segundo a lobista que tem revelado suspeitas de tráfico de influência nas relações de Lulinha com contratos do governo petista, a viagem foi realizada em janeiro de 2025 com acompanhar a aurora boreal no território próximo ao Circulo Polar Ártico.

Com base no relato de Luchsinger, a Veja narra que o filho do presidente e sua família viajaram por quatro continentes em voos fretados ou emprestados por amigos, nos últimos quatro anos. A lobista investigada pela Polícia Federal afirma que passeios de Lulinha recebiam apoio logístico de embaixadas nos países onde o herdeiro de Lula frequentava os melhores restaurantes.

A lobista lembra que Lulinha celebrou seu aniversário com sua esposa em um camarote do Rock in Rio Lisboa, presenteado por um empresário. Além de citar que um empresário bancou outro passeio do filho do presidente a uma das sete maravilhas do mundo, a Grande Muralha da China, diante da qual Lulinha e sua família almoçaram.

“Se a vida está boa, quem vai questionar? Ninguém questiona. Aliás, o pai não questiona. O pai era o primeiro que deveria questionar. Para efeito de raciocínio, se minha filha, por exemplo, amanhã aparece aqui com qualquer coisa diferente, eu perguntaria: ‘de onde veio isso?'”, questiona Roberta Lucsinger, ao sugerir que o presidente Lula deveria saber que seu filho não teria lastro financeiro ou intelectual para obter recursos para aquela rotina de vida.

Em outras imagens expostas pela revista Veja, originadas na nuvem do celular da lobista, Lulinha aparece com o empresário Marcelo Checon, dono da MChecon Design e Cenografia, que tinha único contrato de R$ 197 mil para o setor de eventos do governo federal, antes da posse de Lula, e conquistou 13 novos contratos, nos últimos três anos. A empresa passou a faturar R$ 63 milhões, sob Lula, 323 vezes maior que a realidade no governo de Jair Bolsonaro (PL).

Segundo a reportagem, Lulinha se tornou amigo de Checon por meio de Fernando Bittar, sócio do filho de Lula em empresa de games que é investigada por suspeita de tráfico de influência no primeiro mandato petista. Em diálogo interceptado entre a lobista e um empresário, que teria pagamento pendente, Luchsinger reclama que Lulinha teria mania de pedir passagens a todo mundo.

“Tem que pagar essa bosta dessas passagens pro Fabio”, diz a lobista, que confirmou à Veja: “Reclamei mesmo dos pedidos de passagem. Está lá nas mensagens. Passagem, passagem, passagem… É caro. O Fábio tem mania de pedir passagem para todo mundo”.

Ontem, a Polícia Federal pediu prorrogação do prazo do inquérito que investiga Lulinha, por tráfico de influência e corrupção. E sua defesa alega que investigadores estariam interessados em fazer “pesca probatória” com motivação política, por não terem encontrado elementos que justificassem a continuidade da investigação. Via Diário do Poder

Dívida passa de R$2 trilhões sob Lula e Brasil passa de credor a devedor internacional

Dívida externa bruta passou dos 407 bilhões de dólares, confirma o BC
O Brasil voltou a apresentar dívida externa líquida positiva em 2026, encerrando uma posição de credor internacional que manteve por 19 anos (de 2007 a 2025). Segundo dados do Banco Central, a dívida externa bruta — somando setor público, bancos e empresas — alcançou US$ 407,1 bilhões em junho, o maior nível em 40 anos de estatísticas. Já as reservas internacionais, incluindo créditos brasileiros no exterior, somaram US$402 bilhões (R$2,045 trilhões). Com isso, a dívida externa líquida ficou em US$5,1 bilhões.

No atual governo de Luiz Inácio Lula da Silva, a dívida externa cresceu 27,4%, acima do avanço de 15,8% das reservas. O aumento do endividamento foi impulsionado por investidores estrangeiros em busca de diversificação fora dos Estados Unidos. Já o crescimento das reservas foi mais contido, influenciado por intervenções do Banco Central no câmbio e pela valorização do real.

A maior parte da dívida externa é de bancos e empresas (historicamente cerca de 73%), que geralmente contam com receitas em dólar para honrar os compromissos. A exposição do setor público em moeda estrangeira é relativamente baixa. Por isso, pelo critério do Tesouro Nacional e de agências como a Fitch, o governo continua sendo credor externo líquido.

Economistas e agências de classificação de risco não consideram o quadro preocupante no momento. A dívida externa líquida representa menos de 0,3% do PIB, e as reservas cobrem mais de três vezes os vencimentos de curto prazo. Ainda assim, o cenário é acompanhado de perto: o déficit em transações correntes se elevou (chegando a cerca de US$ 67 bilhões em 2025), e uma redução no investimento direto estrangeiro ou saídas relevantes de dólares poderiam aumentar a vulnerabilidade.

Em resumo, o Brasil perdeu a “almofada” de credor líquido que tinha há quase duas décadas, mas as métricas externas ainda indicam proteção relativa contra choques de curto prazo. Via Diário do Poder

Quaest: Flávio Bolsonaro aparece com 45%; Lula registra 44%

O senador Flávio Bolsonaro (PL) aparece com 45% das intenções de voto para o segundo turno da eleição presidencial, contra 44% do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), segundo pesquisa Quaest divulgada nesta quarta-feira (21). A diferença configura empate técnico, considerando a margem de erro de dois pontos para mais ou para menos.

Em comparação com o levantamento divulgado na semana passada, Flávio oscilou de 46% para 45%, enquanto Lula permaneceu com 44%. O percentual de entrevistados que pretendem votar em branco ou nulo ou não comparecer às urnas ficou estável em 9%. Já a parcela de indecisos passou de 1% para 2%.

A pesquisa avaliou também a transferência de votos do primeiro para o segundo turno entre os eleitores dos candidatos que não avançaram na disputa. Entre os que votaram em Ronaldo Caiado (PSD), a intenção de voto em Flávio Bolsonaro passou de 42% para 57%. Lula, por sua vez, oscilou de 23% para 21%. O percentual dos que pretendem votar em branco ou nulo ou não comparecer caiu de 33% para 22%.

No grupo que declarou voto em Renan Santos (Missão) no primeiro turno, Flávio avançou de 40% para 51%, enquanto Lula passou de 14% para 25%. Nesse segmento, a parcela de eleitores que pretendem votar em branco ou nulo ou não comparecer às urnas caiu de 43% para 24%.

Já entre os eleitores de Augusto Cury (Avante), Lula passou de 34% para 48%, enquanto Flávio foi de 30% para 33%. Já a intenção de votar em branco ou nulo ou não comparecer recuou de 30% para 16%.

Entre as pessoas que não votaram no primeiro turno ou escolheram branco ou nulo, Lula registrou 40%, ante 43% na pesquisa anterior. Flávio Bolsonaro passou de 38% para 36%. Nesse grupo, a parcela que pretende votar em branco ou nulo ou não comparecer subiu de 17% para 21%.

A pesquisa também perguntou aos entrevistados quem eles acreditam que vencerá a eleição, independentemente de sua própria intenção de voto. Flávio Bolsonaro foi apontado por 54% dos participantes, ante 53% no levantamento anterior. Lula foi citado por 37%, contra 35% registrados na pesquisa da semana passada.

A pesquisa foi encomendada pela Globo e pelo jornal O Globo. Ao todo, foram entrevistadas 2.154 pessoas com 16 anos ou mais, entre os dias 17 e 20 de outubro. O levantamento tem nível de confiança de 95% e está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-08535/2026. Fonte: Pleno News

domingo, 18 de outubro de 2026

Flávio Bolsonaro leva multidão para Av. Paulista neste domingo

O candidato à Presidência, Flávio Bolsonaro (PL-RJ) , participa neste domingo (18) de um ato de campanha na Avenida Paulista, apelidado de “Bloco do 22”. Desde as 9h, apoiadores já estavam reunidos no cruzamento da Avenida Paulista com a Alameda Ministro Rocha Azevedo.

Flávio e seus aliados chegaram por volta das 11h. O candidato à presidência subiu no trio acompanhado do deputado federal reeleito Nikolas Ferreira, mais votado da história do Brasil.

Também estão presentes os senadores eleitos Guilherme Derrite (PP) e André do Prado (PL), o governador reeleito Tarcísio de Freitas (Republicanos), e o prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes (MDB).

Às 11h15, trios elétricos partiram em direção ao Masp, enquanto Flávio e seus aliados dançavam ao som dos jingles.

De cima do trio, Flávio e seus aliados insuflaram o público fazendo erguendo as mãos para o ar e fazendo passos de funk. Com o veiculo em movimento, ele disparou fogos de artifício para o alto.

Nikolas ficou responsável por tentar organizar a multidão, pedindo que as pessoas abrissem caminho para a passagem dos carros de som. Enquanto tentava conter o tumulto, deu um chute em um boneco de Lula e puxou gritos contra o ministro do STF, Alexandre de Moraes.

– Ano que vem, o Flávio nao vai indicar quatro ministro do Supremo, vai indicar cinco. Porque nós vamos “impeachmar” Alexandre de Moraes – afirmou Nikolas, dando início a um coro de “Fora Moraes”. Fonte: Folha do Estado

Flávio comemora entrevista de lobista: “Bomba na família Lula”

Flávio Bolsonaro (PL), candidato que disputa o segundo turno da Presidência da República contra Luiz Inácio Lula da Silva (PT), comemorou a entrevista dada pela lobista Roberta Luchsinger à CNN Brasil, em que ela disse que Lula “continua mentindo”, o chamou de “mau-caráter” e ainda faz ataques a Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente.


– Bomba na família Lula. “Mentiroso e mau-caráter”. Fala tudo, Roberta – escreveu Flávio.

O líder da oposição na Câmara, deputado Cabo Gilberto Silva (PL-PB), disse que protocolou ofícios à Polícia Federal, ao Ministério da Justiça e à Procuradoria-Geral da República (PGR) pedindo a proteção de Luchsinger e também disse que irá pedir a convocação do ministro da Justiça, Wellington César, à Comissão de Segurança Pública para prestar esclarecimentos.

Em outra frente, a deputada Coronel Fernanda (PL-MT), que é procuradora da mulher na Câmara, disse que pedirá proteção a Luchsinger.

– Como Procuradora da Mulher na Câmara, solicito sua inclusão imediata no Programa de Proteção a Testemunhas, diante da gravidade das denúncias e dos riscos à segurança dela e de suas filhas – afirmou.

Chamada de pilantra por Lula em entrevistas, a lobista revidou e disse que o presidente é mau-caráter, mentiroso, senil e machista. Ela também relatou receber ameaças de morte e temer pela segurança das filhas.

Nessa entrevista, ela disse que quer fazer um acordo de delação premiada e disse que não irá poupar nem Lula e nem Lulinha. A lobista e o filho do presidente são investigados pela Polícia Federal por tráfico de influência.


O PL, partido de Flávio, também celebrou as declarações de Luchsinger.

– O Brasil precisa saber o que está acontecendo. Mentiroso e mau-caráter. Lula pai da mentira. Fala tudo, Roberta, Lula corrupto e mentiroso. Acabou pro Lula, delata Roberta – escreveu o partido em publicação no X.

Do outro lado, petistas optaram por não reagir em peso nas redes sociais. O deputado André Janones (Rede-MG), que comanda o “Exército do Lula”, canal do WhatsApp com 5 milhões de pessoas focado em angariar votos para a reeleição de Lula, conclamou apoiadores a ignorar tudo relacionado à entrevista.

– Se a campanha tiver que responder alguma coisa, vai responder na televisão, no jornal, onde a lógica do algoritmo não funciona. Você não vai engajar em nada negativo ao presidente – disse Janones.

O ministro da secretaria da Presidência, Guilherme Boulos, comentou fazendo contrastes entre Lula e Jair Bolsonaro (PL).

– Quando o filho de Lula foi citado numa investigação, o presidente chegou e disse: ‘investiga’. Quando Flávio estava sendo investigado, Bolsonaro disse numa reunião de ministros que ia trocar o diretor da Polícia Federal, e, se preciso, trocar até o ministro para poder proteger o filho dele – afirmou.

Fonte: Pleno News

Lula e Flávio se enfrentam pela primeira vez em debate na reta final da eleição

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL) ficam frente a frente neste domingo (18), no primeiro debate direto entre os dois candidatos à Presidência da República nas eleições de 2026. O encontro será transmitido a partir das 20h, pelo horário de Brasília, nos estúdios da TV Bandeirantes, em São Paulo, a uma semana do segundo turno, marcado para 25 de outubro.

O confronto representa uma oportunidade para os candidatos apresentarem propostas e questionarem diretamente o adversário sobre temas políticos, econômicos e sociais. A mediação ficará a cargo dos jornalistas Adriana Araújo e Eduardo Oinegue.

O debate será transmitido pela Band, BandNews TV, rádios Bandeirantes e BandNews FM, além das plataformas digitais da emissora e de veículos parceiros, como Estadão, TV Cultura, TV Gazeta e Jovem Pan.

Antes do debate, Flávio Bolsonaro participa de uma manifestação na Avenida Paulista, em São Paulo. A concentração está prevista para as 11h, com a presença de aliados e apoiadores da candidatura. Entre os políticos que convocaram o ato estão o governador paulista Tarcísio de Freitas (Republicanos) e o prefeito da capital, Ricardo Nunes (MDB).

A programação prevê que o senador percorra a avenida em veículo aberto. A mobilização ocorre na última semana antes da votação e integra a estratégia da campanha para manter apoiadores mobilizados.

Grupos favoráveis à candidatura de Lula também organizam manifestações em diferentes pontos de São Paulo, incluindo atividades nas periferias. Outros atos com pautas relacionadas à defesa da democracia estão previstos para cidades como Rio de Janeiro, Salvador e Porto Alegre.

As mobilizações são organizadas por apoiadores e movimentos políticos e não significam, necessariamente, a participação presencial do presidente. O compromisso de Lula confirmado na agenda divulgada é o debate da noite.

O encontro deste domingo abre a última semana da campanha presidencial antes do segundo turno. Outro debate está previsto para sexta-feira (23), na TV Globo, dois dias antes da votação.

A eleição será realizada no domingo, 25 de outubro, quando os eleitores decidirão entre Lula e Flávio Bolsonaro para a Presidência da República.

A programação dos candidatos e os atos de campanha ocorrem em meio à intensificação das articulações políticas e à busca por votos na reta final da disputa.

Folha do Estado

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