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terça-feira, 8 de setembro de 2026

Mendonça cita decisões de Moraes e Dino ao afastar chefe da PF

Para fundamentar o afastamento de Andrei Rodrigues do comando da Polícia Federal (PF), determinado nesta terça-feira (8), o ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), recorreu a decisões anteriores da Suprema Corte, inclusive do ministro Alexandre de Moraes, com quem trava um embate dentro do Tribunal atualmente.

Na decisão desta terça, Mendonça citou o afastamento de Ibaneis Rocha do cargo de governador do Distrito Federal, determinado por Moraes após os atos de 8 de janeiro de 2023. Também mencionou a decisão que suspendeu Eduardo Bim da presidência do Ibama durante investigação sobre exportação ilegal de madeira.

O ministro, porém, não incluiu entre os precedentes utilizados a suspensão da nomeação de Alexandre Ramagem para a direção-geral da Polícia Federal, determinada por Moraes em abril de 2020, durante o governo do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). O episódio ocorreu em meio à crise envolvendo a troca no comando da PF na época.

Mendonça também recorreu a um precedente de Flávio Dino, outro integrante do STF e aliado de Moraes. Trata-se da decisão recente que determinou o afastamento de Daniel Brandão do cargo de conselheiro do Tribunal de Contas do Estado do Maranhão.

Ao reunir decisões de diferentes ministros, Mendonça sustentou que o próprio histórico do Supremo admite a suspensão cautelar de agentes públicos quando existem elementos concretos que indiquem risco à investigação ou possibilidade de uso indevido das prerrogativas do cargo.

– Verifica-se que a jurisprudência desta Corte revela orientação coerente: a suspensão cautelar de função pública é constitucionalmente admissível quando fundada em elementos concretos, submetida à proporcionalidade e destinada a neutralizar risco efetivo à persecução penal ou de utilização indevida das prerrogativas funcionais – escreveu Mendonça.

Fonte: Pleno News

URGENTE: André Mendonça afasta Andrei Rodrigues do cargo de chefe de Polícia Federal

O ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou nesta terça-feira (8) o afastamento preventivo de Andrei Rodrigues do cargo de diretor-geral da Polícia Federal (PF). A decisão ocorre em meio à escalada da crise entre Mendonça e o ministro Alexandre de Moraes, envolvendo investigações relacionadas ao Banco Master.

Além de Rodrigues, Mendonça determinou o afastamento de Leandro Almada, diretor de Inteligência da Polícia Federal. O ministro também suspendeu a produção e a utilização de determinados relatórios de inteligência relacionados a atos praticados por integrantes do STF, da Advocacia-Geral da União (AGU) e da própria PF.

A decisão ocorre poucos dias depois de vir à tona um relatório interno da Polícia Federal utilizado por Moraes para sustentar um pedido de investigação contra Mendonça, "monitorado há mais de 30 dias". O documento levantou suspeitas sobre a atuação do ministro na condução de inquéritos sob sua relatoria, mas a própria PF classificou o material como sem valor probatório e com informações de diferentes níveis de confiabilidade.


Relatório citou afastamento

O relatório da PF já havia apontado que Mendonça teria manifestado, em reuniões com investigadores, a intenção de afastar Andrei Rodrigues. Segundo o documento, o ministro questionava a proximidade do diretor-geral da PF com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e afirmava, por isso, que não confiava no comando da corporação.

Ainda segundo o relatório, Mendonça teria dito que possuía um procedimento no qual avaliava determinar o afastamento de Rodrigues. O documento, porém, registrava que o ministro não havia apresentado, até então, fato concreto que indicasse alguma atuação irregular do diretor-geral.

A determinação anunciada nesta terça-feira, portanto, concretiza uma possibilidade que já havia sido mencionada no relatório usado por Moraes.


Crise envolvendo Moraes

O afastamento acontece em um momento de forte tensão entre Mendonça e Moraes, que envolve também mensagens trocadas entre o ministro e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro, além das investigações sobre o Banco Master. A crise é considerada uma das mais graves já registradas publicamente entre integrantes do STF.


A decisão de Mendonça ainda deverá ser analisada pelos demais ministros do Supremo.

Andrei Rodrigues está à frente da Polícia Federal desde 2023 e possui mais de duas décadas de atuação na corporação. Durante sua gestão, a PF conduziu operações de grande repercussão, entre elas investigações relacionadas ao Banco Master, às fraudes no INSS e a desvios envolvendo emendas parlamentares.

FOLHA DO ESTADO

segunda-feira, 7 de setembro de 2026

Avenida Paulista é tomada por milhares de manifestantes exigindo impeachment de Alexandre de Moraes

A Avenida Paulista foi tomada por milhares de manifestantes na tarde desta segunda-feira (7), em São Paulo, durante uma das principais mobilizações políticas realizadas no país neste Dia da Independência. O pedido de impeachment do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), esteve entre as principais bandeiras levantadas pelo público.

Vestidos predominantemente de verde e amarelo e carregando bandeiras do Brasil, manifestantes ocuparam a avenida e entoaram palavras de ordem contra Moraes e contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Os gritos de “Fora Moraes” e “Fora Lula” marcaram diferentes momentos da manifestação.

O ato foi convocado pelo senador Flávio Bolsonaro (PL), candidato à Presidência da República, e reuniu diferentes lideranças da direita. Entre os presentes estavam o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, o deputado federal Nikolas Ferreira, o pastor Silas Malafaia, parlamentares e dirigentes partidários.

A pressão pela saída de Alexandre de Moraes ganhou espaço nos discursos durante a manifestação. Lideranças presentes defenderam que o Senado avance na análise dos pedidos de impeachment contra o ministro.

Paralelamente às cobranças contra Moraes, participantes demonstraram apoio ao ministro André Mendonça. Cartazes em defesa do magistrado foram levados à Paulista, enquanto manifestantes também cobraram o avanço das investigações envolvendo o Banco Master.

No palanque, o tom contra Moraes foi elevado. Nikolas Ferreira puxou o coro de “Fora Moraes”, enquanto Silas Malafaia dirigiu parte de seu discurso ao presidente do STF, Edson Fachin, pedindo que Moraes seja afastado “pelo bem da Suprema Corte”.

Flávio Bolsonaro também colocou a saída do ministro no centro de seu pronunciamento. O candidato iniciou sua fala sob gritos de “Fora Lula” e “Fora Moraes”, reforçando as críticas ao governo federal e ao ministro do Supremo.

Além de São Paulo, manifestações com críticas a Moraes e ao governo Lula foram registradas em diferentes capitais brasileiras neste 7 de Setembro. Os atos colocaram a atuação do STF, o caso Banco Master e a pressão sobre o Senado para analisar pedidos de impeachment de ministros da Corte no centro do debate político nacional.

A manifestação na Avenida Paulista ocorre em plena corrida presidencial de 2026 e representa uma demonstração da capacidade de mobilização da direita em torno de pautas de oposição ao governo Lula e de críticas à atuação de Alexandre de Moraes.

FOLHA DO ESTADO

VEXAME: em cena constrangedora, Lula desfila no 7 de Setembro acenando para ninguém; veja vídeo

A cena é emblemática. Em pleno 7 de Setembro, Luiz Inácio Lula da Silva desfila no tradicional Rolls-Royce presidencial, levanta a mão e acena para ninguém. O registro rapidamente ganhou as redes sociais e transformou-se numa imagem devastadora para um presidente que chega às vésperas das eleições cercado por investigações, suspeitas de corrupção e uma sucessão de escândalos que estarrecem o país.

O vazio registrado durante o desfile ganha uma dimensão que ultrapassa a cerimônia. Politicamente, pode ser interpretado como o retrato do desgaste de um governo atingido novamente pelo fantasma da corrupção.


Desta vez, o problema chegou à própria família presidencial.

Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente, tornou-se alvo de três inquéritos. Em uma das investigações, a Polícia Federal apontou “comunhão de interesses econômicos” entre Lulinha, a lobista Roberta Luchsinger e o empresário Fernando Bittar. A PF investiga suspeitas de corrupção e tráfico de influência envolvendo interesses privados e negócios com órgãos do governo federal.

A Polícia Federal também apontou Lulinha como possível beneficiário indireto de tratativas realizadas por terceiros e investiga se houve atuação para facilitar contratos públicos e mudanças legislativas de interesse privado. A defesa do filho do presidente nega qualquer irregularidade.

O peso político do caso é enorme. Lula, que durante a campanha tenta colocar adversários no banco dos réus da opinião pública, vê agora o próprio filho submetido a investigações policiais justamente quando o eleitor começa a decidir o futuro do país.


E a crise não termina em Lulinha.

O escândalo do Banco Master colocou Brasília diante de outra sucessão de revelações explosivas. A Polícia Federal recuperou do celular de Daniel Vorcaro mensagens, registros de contatos, minutas e outros elementos envolvendo o banqueiro e um número atribuído ao ministro Alexandre de Moraes.

A PF identificou dezenas de mensagens enviadas por Vorcaro ao número atribuído ao ministro. Nos diálogos, o banqueiro pede ajuda diante de investigações da Polícia Federal e do Ministério Público, menciona autoridades e chega a tratar da possibilidade de deixar o país.

Também veio para o centro do escândalo o contrato de aproximadamente R$ 131 milhões firmado pelo Banco Master com o escritório ligado à família de Moraes.

O resultado é uma crise que atravessou os muros do Supremo e contaminou o ambiente político nacional. Moraes e André Mendonça passaram a protagonizar um confronto aberto dentro da Corte, enquanto as revelações do caso Master aumentam a pressão sobre instituições que deveriam representar justamente a última barreira de proteção da legalidade.


É nesse Brasil que Lula chega ao 7 de Setembro.

Um país assistindo a investigações envolvendo o filho do presidente, um banqueiro no centro de um gigantesco escândalo e uma crise sem precedentes recentes atingindo integrantes do Supremo Tribunal Federal.


Então surge a imagem.

Lula passa no carro presidencial e acena para ninguém.

O contraste é brutal: de um lado, o Rolls-Royce, a escolta, os militares e toda a estrutura do Estado. Do outro, o vazio diante do presidente.

Para os críticos do governo, dificilmente poderia existir uma fotografia mais simbólica deste momento.

Às vésperas das eleições, Lula precisa convencer o país de que merece permanecer no poder justamente quando a palavra corrupção volta com força ao centro do debate nacional e investigações policiais alcançam personagens cada vez mais próximos dos círculos mais poderosos da República.

O 7 de Setembro deveria ser uma demonstração de força, patriotismo e conexão entre presidente e população.

Mas a imagem que viralizou entregou outra mensagem: cercado pelo aparato do poder, Lula acenava para ninguém. Via portal Folha do Estado

Flávio tem 48,5% e Lula 43,1% em eventual 2º turno, diz pesquisa

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) aparece à frente do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em um eventual segundo turno das eleições presidenciais de 2026, segundo pesquisa do Instituto Veritá divulgada neste domingo (6). O levantamento mostra Flávio com 48,5% das intenções de voto, contra 43,1% de Lula, uma diferença de 5,4 pontos percentuais.

No cenário, 4,9% dos entrevistados afirmaram que votariam em branco ou nulo, enquanto 3,6% não souberam ou não responderam. Considerando apenas os votos válidos, Flávio Bolsonaro chega a 53%, contra 47% de Lula.

A pesquisa também simulou disputas de Lula contra outros nomes que estão no cenário eleitoral. Nesses casos, o atual presidente aparece numericamente à frente dos adversários.

Contra o escritor Augusto Cury (Avante), Lula registra 35,6%, enquanto o candidato aparece com 27%. Nesse cenário, brancos e nulos somam 11,3%, e 26,1% não souberam ou não responderam.

Em uma eventual disputa contra Pablo Marçal (PRTB), Lula tem 38,4%, ante 28,6% do empresário. Já contra Renan Santos (Missão), o petista aparece com 37,8%, enquanto o líder do MBL registra 19,3%.

O levantamento também testou um segundo turno entre Lula e Ronaldo Caiado (PSD). O presidente aparece com 36,8%, contra 24,9% do ex-governador de Goiás.

A pesquisa Veritá ouviu 3.804 eleitores em todo o país entre os dias 1º e 4 de setembro. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95%. O levantamento foi realizado com recursos próprios do instituto e está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-09426/2026.

O resultado coloca Flávio como o único dos adversários testados pelo Veritá a superar Lula em uma simulação de segundo turno. O cenário, porém, contrasta com levantamentos recentes de outros institutos, que apontam uma disputa mais apertada ou vantagem de Lula. Na pesquisa Datafolha divulgada recentemente, por exemplo, Lula aparece com 46% contra 44% de Flávio em um eventual segundo turno, dentro da margem de erro.

Fonte: Folha do Estado

Prefeito Oscar Rodrigues prestigia desfile de 7 de Setembro ao lado da primeira-dama, vice-prefeita e autoridades

O prefeito de Sobral, Dr. Oscar Rodrigues, participou nesta segunda-feira (7) do tradicional desfile cívico de 7 de Setembro, em uma solenidade marcada pela celebração da Independência do Brasil e pela presença de autoridades, estudantes, instituições e representantes da sociedade sobralense.

Durante o evento, o prefeito esteve acompanhado da primeira-dama, da vice-prefeita e de várias autoridades municipais, prestigiando de perto a programação que celebra uma das principais datas cívicas do calendário nacional.

Como chefe do Executivo municipal, Oscar Rodrigues marcou presença ao lado da população, reforçando a importância de valorizar as tradições cívicas, o patriotismo e o respeito aos símbolos nacionais. A participação do prefeito também demonstra a aproximação da gestão municipal com eventos que fazem parte da história e da identidade de Sobral.

O desfile reuniu diferentes segmentos da sociedade e proporcionou um momento de civismo, patriotismo e integração entre a comunidade. A presença do prefeito, da primeira-dama, da vice-prefeita e das demais autoridades contribuiu para prestigiar os participantes e reconhecer o trabalho das instituições envolvidas na organização da solenidade.

Para Sobral, o 7 de Setembro representa também uma oportunidade de reunir famílias, estudantes, profissionais e representantes das instituições em torno de um sentimento de pertencimento, união e respeito ao Brasil.

A participação de Dr. Oscar Rodrigues na programação reforça o compromisso de sua gestão em prestigiar manifestações cívicas e eventos tradicionais do município, mantendo a Prefeitura próxima da população e das iniciativas que valorizam a história, a cultura e os símbolos nacionais.

O desfile de 7 de Setembro, mais uma vez, levou às ruas de Sobral uma demonstração de civismo e orgulho pela Independência do Brasil, com a participação de autoridades e da população sobralense.

Protestos contra Lula e Moraes tomam área central de Brasília no feriado da Independência

Manifestantes exibiram faixas com “Fora Lula” e “Fora Moraes”.
Uma multidão de manifestantes ocupou áreas do centro de Brasília nesta segunda-feira (7), feriado da Independência do Brasil, em um protesto com críticas ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes.

Vestidos, em grande parte, com as cores verde e amarelo, os participantes carregaram bandeiras do Brasil e cartazes com mensagens como “Fora Lula” e “Fora Moraes”. Durante a manifestação, o grupo também cantou o Hino Nacional e percorreu vias da capital federal.

O ato ocorreu em frente ao Banco Central e foi convocado pelo desembargador aposentado e candidato ao Senado pelo Novo, Sebastião Coelho, um dos articuladores da mobilização. Segundo informações divulgadas durante o evento, a manifestação tinha como uma de suas principais bandeiras a defesa do afastamento de Moraes.

O senador Eduardo Girão (Novo-CE) e o senador Izalci Lucas (PL-DF), também participaram do protesto. Via portal Diário do Poder. Veja os registros abaixo:

domingo, 6 de setembro de 2026

Bispo católico pede reação nas ruas neste 7 de Setembro: "Basta de ministros corruptos"

Dom Adair José Guimarães afirma que a fé não permite ignorar a situação do país e defendeu mobilização nacional.

O bispo Dom Adair José Guimarães, da Diocese de Formosa (GO), convocou, neste domingo (6), brasileiros a ocuparem às ruas no 7 de Setembro.

“Nós estamos na semana da Pátria. Há brasileiros preocupados com a situação econômica, com suas famílias, com o futuro dos filhos, com esta condição tensa, que está no Brasil”, afirmou.

O líder religioso ainda criticou ministros e políticos “corruptos”:

“A fé não nos manda ignorar essas realidades, mas também não nos permite cair no desespero. A resposta cristã é dupla: confia no Senhor e faz o bem. Nós vamos vencer. Não basta reclamar do Brasil. Precisamos fazer o bem à nossa pátria. Por isso, neste 7 de setembro, é preciso que os brasileiros encham as praças das nossas cidades, das nossas capitais, gritando: basta à corrupção, basta ao autoritarismo, basta às injustiças, basta de ministros corruptos, de políticos corruptos. Queremos uma pátria mais honesta”. Via portal Diário do Poder

Veja o vídeo abaixo:

Ciro confessa ter procurado ajuda psicológica após traição de Cid

O candidato ao Governo do Ceará Ciro Gomes (PSDB) confessa, em vídeo que circula nas redes sociais, que traição do seu irmão, o senador Cid Gomes (PSB-CE), o abalou. O tucano admite ter procurado ajuda psicológica.

"Pela primeira vez na vida, eu que sou um homem de luta, altos e baixos, passei por todo tipo de perrengue, já ganhei, já perdi. Pela primeira vez na vida, eu precisei de ajuda psicológica. Não tenho vergonha de dizer, procurei ajuda. E hoje, graças a essa ajuda e a minha esposa, a minha mulher Gisele, eu tenho uma paz no coração que eu tinha perdido completamente. Eu não dormia mais, de repente eu me apanhava chorando", revelou Ciro.

O candidato continuou: "Porque você experimentar a amargura da ingratidão e da traição, acredite. Eu tinha ele como filho, e ele não é meu filho, certo? Mas como o meu pai morreu e eu era o mais velho e eu... Eu criei esse cara, sabe? Eu vou parar por aqui, porque eu não quero reavivar".

E o FG concluiu: "Então é o seguinte, qual é a solução que eu resolvi desenvolver na minha cabeça? Faço de conta que ele não existe, porque também não tenho a menor vontade de atacá-lo. Acho que o meu caráter não permite atacar um irmão. Então o que resta disso é isso, meu respeito pelos meus pais, que devem estar sofrendo lá no céu, mas aqui não, aqui acabou esse assunto vencido pra mim. O povo que resolve e Deus lá vai se encontrar com nós dois lá na frente". Via portal CN7

Mendonça libera para julgamento em plenário caso que envolve Moraes e Banco Master no STF

O ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), liberou neste domingo (6) para julgamento no plenário o caso que envolve o ministro Alexandre de Moraes nos desdobramentos das investigações relacionadas ao Banco Master.

Com a decisão, caberá ao presidente do STF, ministro Edson Fachin, definir quando o processo será incluído na pauta do plenário.

O caso ganhou repercussão após a divulgação de um relatório da Polícia Federal que reúne mensagens atribuídas ao banqueiro Daniel Vorcaro e a Alexandre de Moraes. O material passou a integrar o centro da crise que envolve os dois ministros e a condução das apurações relacionadas ao banco.

A Procuradoria-Geral da República (PGR) questionou a legalidade do procedimento e pediu que ele seja declarado nulo. Mendonça, por outro lado, entende que a questão deve ser submetida ao plenário do Supremo para que os ministros avaliem os próximos passos da apuração.

A decisão ocorre em meio ao agravamento das divergências internas no STF entre Moraes e Mendonça.

Os dois ministros adotaram posições distintas sobre a condução das investigações e sobre os procedimentos utilizados para apurar os fatos relacionados ao Banco Master.

A divulgação do relatório da PF, que trouxe à tona mensagens atribuídas a Moraes e Vorcaro, elevou a pressão sobre o Supremo e provocou novos questionamentos sobre os limites da atuação dos ministros e a forma como investigações envolvendo integrantes da própria Corte devem ser conduzidas.

Agora, a definição sobre a pauta ficará nas mãos de Fachin. A análise pelo plenário poderá estabelecer os próximos passos do caso e terá potencial para ampliar ou reduzir as divergências que vêm marcando a atuação do Supremo.

FOLHA DO ESTADO

Adolescente assume atentado contra comitê político em Cariré

Novos detalhes vieram à tona sobre o ataque registrado na madrugada desta sexta-feira (4) contra um comitê ligado a dois candidatos no município de Cariré. O caso teria ligação com uma organização criminosa. Segundo as informações, os envolvidos estariam exigindo dinheiro dos candidatos e, diante da negativa em atender às exigências, teria ocorrido o ataque contra o comitê.

Após diligências, dois indivíduos foram presos pela Polícia Civil, por meio da Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas (DRACO Norte), com apoio da Polícia Militar e da Força Tática, e conduzidos à Primeira Delegacia Regional de Polícia Civil.

Os dois foram ouvidos pelo delegado plantonista da DRACO Norte. O adolescente de 16 anos assumiu a autoria do ataque. Ele foi apreendido por ato infracional análogo ao crime investigado e, após os procedimentos, encaminhado para o núcleo destinado ao atendimento de adolescentes, em Sobral, onde permaneceu à disposição das autoridades competentes.

Já o homem de 19 anos foi liberado. No entanto, uma portaria foi instaurada para investigar sua possível participação no ataque. Mesmo em liberdade, ele continuará sendo investigado pela Polícia Civil.

Os dois indivíduos são apontados como integrantes do Comando Vermelho (CV). A possível ligação com a organização criminosa, a motivação do ataque e a eventual participação de outras pessoas continuam sendo investigadas pela DRACO Norte.

Com informações do portal CN7

Polícia apreende fuzil e 11 armas durante ação na Barra do Ceará

Um arsenal composto por 12 armas de fogo, entre elas um fuzil, cinco pistolas e seis revólveres, foi apreendido pela Polícia Militar do Ceará (PMCE), por meio do Comando Tático Motorizado (Cotam), no sábado (5), na comunidade da Colônia, no bairro Barra do Ceará, em Fortaleza. Na ação, os policiais militares também apreenderam drogas e dinheiro. Uma mulher foi presa.

A ocorrência teve início após uma denúncia pelo Disque-Denúncia da Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social (SSPDS), com informações sobre um possível local de esconderijo de armas e drogas na região. Com a localização, os policiais militares intensificaram as diligências e seguiram até o endereço indicado.

Durante a aproximação da equipe, um suspeito correu em direção a uma residência e conseguiu fugir. Os policiais deram continuidade às diligências e, no imóvel, encontraram o armamento.

Ao todo, foram localizados: um fuzil calibre 556, cinco pistolas de diferentes calibres e seis revólveres .38, além de drogas, munições e uma quantia em dinheiro. Todo o material foi apreendido.

Uma mulher maior de idade, responsável pelo imóvel onde o material foi encontrado, foi conduzida, juntamente com o material, para a Delegacia de Combate às Ações Criminosas Organizadas (Draco), da Polícia Civil do Estado do Ceará (PCCE) para os procedimentos cabíveis.

A ocorrência permanece em andamento para a identificação e contabilização completa do material apreendido, bem como para a realização das demais diligências relacionadas ao caso.

Via portal CN7

Ministro aposentado do STF se arrepende de ter indicado Moraes

O ministro aposentado Marco Aurélio Mello, do Supremo Tribunal Federal (STF), falou em arrependimento sobre ter apoiado a indicação do nome de Alexandre de Moraes para a Suprema Corte.

A declaração de Mello ocorre após a divulgação das mensagens entre Moraes e Daniel Vorcaro, dono do Banco Master e acusado de diversos crimes. O magistrado aposentado classificou as revelações como “seríssimas”.

— Os fatos que vieram à balha são seríssimos. Quando caiu o avião e morreu o ministro Teori Zavascki, […] eu disse que o presidente Temer tinha um homem talhado para o cargo: professor universitário, membro do Ministério Público, secretário de segurança do prefeito Kassab, secretário de governo do governador Geraldo Alckmin, ministro da Justiça. […] Se arrependimento matasse, eu não estaria aqui hoje conversando com vocês — relatou em entrevista à CNN.

Mello entende que Moraes está “errando a mão” e saiu em defesa do ministro André Mendonça. Para ele, o relator do caso Master agiu de forma correta e está sendo vítima de uma inversão de valores.

— Eu penso que está havendo uma inversão de valores. O ministro André Mendonça se defrontou com um relatório da PF (Polícia Federal) e procedeu como deveria, encaminhando à PGR (Procuradoria-Geral da República) — declarou.

Moraes assumiu o cargo em março de 2017. Ele ocupou o cargo deixado por Teori Zavascki, vítima fatal de um acidente aéreo em janeiro daquele ano. O bimotor em que o magistrado estava caiu sobre o mar em Paraty, na Costa Verde, Rio de Janeiro. No dia, havia baixa visibilidade e chovia muito. Via portal PLENO NEWS

A GLORIOSA GRAÇA DE DEUS!

Há aproximadamente cem anos, Julia H. Johnson compôs a letra de um hino intitulado Grace Greater Than Our Sin [“Graça Maior que o Nosso Pecado”; conhecido em português pelo título: Graça de Deus, Infinito Amor]. A quarta estrofe desse hino sintetiza com muita propriedade o conceito da graça de Deus:


Maravilhosa, 
incomparável graça,
concedida livremente a todo
o que nEle crer;
tu que anelas ver Sua face,
queres neste instante
Sua graça receber?

Nós que recebemos a graça de Deus por intermédio de Jesus Cristo, de fato, constatamos quão maravilhosa e incomparável é essa graça. Entretanto, qual é o significado da expressão Graça de Deus?

A Definição da Graça de Deus

A definição encontrada em um dicionário para o termo graça é a seguinte: “O favor imerecido que Deus concede ao homem”. Embora tal definição seja verdadeira, é incompleta. Graça é um atributo de Deus, um componente do caráter divino, demonstrada por Ele através da bondade para com o ser humano pecador que não merece o Seu favor.

Um Deus santo não tem nenhuma obrigação de conceder graça a pecadores, mas Ele assim o faz segundo o bem querer da Sua vontade. Ele demonstra graça ao estender Seu favor, Sua misericórdia e Seu amor para suprir a necessidade do ser humano. Visto que o caráter de Deus é composto de graça, movido por bondade Ele espontaneamente se dispõe a conceder Sua graça à humanidade pecadora em nosso tempo de aflição. A graça de Deus pode ser definida como “aquela qualidade intrínseca do ser ou essência de Deus, pela qual Ele, em Sua disposição e atitudes, é espontaneamente favorável” a outorgar favor imerecido, amor e misericórdia àqueles que Ele escolhe dentre a humanidade desmerecedora.1

A Declaração da Graça de Deus

Ao longo de toda a Bíblia, a graça de Deus se manifestou em três estágios. No primeiro, Deus revelou Sua bondade e graça ao demonstrar misericórdia, favor e amor para com todos os homens em geral, mas para com Israel em particular. No segundo estágio, Deus expressou ou apresentou Sua graça, de forma mais clara, através de Jesus Cristo, o qual veio ao mundo para pagar pelos pecados do homem mediante Sua morte sacrificial na cruz. No terceiro, a graça de Deus proporciona salvação e santificação a todos os que, pela fé, confiam em Jesus Cristo como Salvador e Senhor de suas vidas.

Na Septuaginta, uma antiga tradução das Escrituras do Antigo Testamento para a língua grega, o termo grego traduzido por “graça” é charis que significa “graça ou favor imerecido”. As Escrituras Hebraicas não possuem nenhum termo hebraico equivalente. Os termos originais hebraicos traduzidos na Septuaginta por charis são chanan ou chen, que se traduzem por “graça”, “favor” ou “misericórdia”.

Essas duas palavras hebraicas são usadas no Antigo Testamento para retratar o mesmo significado de charis: (1) mostrar misericórdia para com o pobre (Pv 14.31); (2) proporcionar misericórdia àqueles que invocam a Deus em tempo de angústia (Sl 4.1; 6.2; 31.9); (3) demonstrar favor a Israel no Egito (Êx 3.21; 11.3; 12.36); e (4) conceder (Deus) Sua graça a determinadas pessoas, tais como Noé (Gn 6.8), José (Gn 39.21), Moisés (Êx 33.12,17), e Gideão (Jz 6.17). Além disso, a graça de Deus será derramada sobre a nação de Israel no tempo da sua salvação (Zc 12.10).

Outros termos hebraicos, tais como,racham ou rachamim (i.e., “misericórdia”) echesed (“amor leal” ou “bondade”) muitas vezes ocorrem juntos no texto hebraico para expressar o conceito da graça de Deus (Êx 34.6; Ne 9.17; Sl 86.15; 145.8; Jl 2.13; Jn 4.2). Graça, amor e misericórdia estão explicitados na aliança de Deus com o rei Davi, a qual se estendeu a seu filho Salomão mesmo depois que este veio a pecar no decurso de sua vida (2 Sm 7.1-17).

Deus não outorgou Seu amor e graça a Israel por qualquer mérito dessa nação. Deus escolheu Israel para que fosse o povo de Sua propriedade exclusiva através de um ato de pura graça (Dt 7.6-9).

A graça e a misericórdia também foram manifestadas a nações inteiras. O Senhor, por Sua graça, libertou o povo de Israel da escravidão no Egito, supriu as necessidades da nação durante sua peregrinação no deserto e lhes concedeu a terra de Canaã. O amor do profeta Oséias por sua esposa Gômer, uma prostituta, ilustrava a graça e misericórdia de Deus para com Israel. Embora Gômer fosse uma esposa infiel, Oséias demonstrou-lhe graça, misericórdia e amor, ao resgatá-la do mercado de escravos pelo pagamento de um preço. Ela tipificava a nação de Israel redimida da escravidão do pecado.

Pela graça de Deus a ímpia cidade de Nínive foi poupada da destruição ao arrepender-se de seu pecado com a pregação de Jonas.

No Novo Testamento, o conceito de graça encontra uma expressão mais precisa, rica e completa no termo grego charis, o qual ocorre, no mínimo, por 170 vezes. A graça de Deus assume uma dimensão pessoal totalmente nova e se torna evidente ao ser humano nas palavras e obras do ministério redentor de Jesus Cristo. Que prova maior da graça de Deus poderia ser dada do que essa da salvação?

Foi o próprio Deus que, em Sua bondade e graça, tomou a iniciativa de providenciar a salvação para o homem após a queda de Adão no pecado. A graça de Deus se revela à humanidade de duas maneiras fundamentais:

A Graça Comum

A graça comum se refere ao imerecido favor, amor e cuidado providencial de Deus, estendidos a toda a raça humana em corrupção, pelos quais Deus derrama Suas bênçãos sobre todos em geral, tanto sobre os salvos quanto sobre os descrentes (Sl 145.8-9). Deus refreia Sua ira contra a humanidade pecadora, concedendo a uma nação ou a uma pessoa o tempo necessário para que se arrependa – o que vem a ser uma extensão da graça comum do Senhor.

A graça comum também pode ser constatada na obra do Espírito Santo, quando este move o coração de uma pessoa ao persuadi-la(lo) e convencê-la(lo) da necessidade de buscar a salvação por intermédio de Jesus Cristo (Jo 16.8-11).

A Graça Especial

A segunda maneira de Deus revelar Seu favor é através da graça especial,comumente denominada de graça eficaz, efetiva ou graça salvadora. A graça de Deus é eficaz na medida em que produz salvação na vida dos indivíduos eleitos que depositam sua fé na morte de Cristo e no sangue que Ele derramou na cruz para remissão de seus pecados. A graça eficaz é conhecida por experiência no momento em que Deus, pela instrumentalidade do Espírito Santo, opera de forma irresistível na mente e no coração de uma pessoa, de modo que o indivíduo escolha livremente crer em Jesus Cristo como seu Salvador.

Os crentes em Cristo são chamados, não segundo suas obras de esforço próprio, mas conforme a “determinação e graça” de Deus (2 Tm 1.9).

O apóstolo Paulo é um exemplo clássico da chamada eficaz de Deus. Ele foi chamado, não por sua vontade, mas “pela vontade de Deus” (1 Co 1.1). Na realidade, ele tentava destruir a Igreja até o momento em que se converteu a Cristo, conversão essa que ocorreu pela graça de Deus (At 9).

sábado, 5 de setembro de 2026

Delegados da PF pedem que Gonet se declare impedido em apuração sobre relatório da Compliance Zero

A Associação Nacional dos Delegados de Polícia Federal (ADPF) pediu neste sábado (5) que o procurador-geral da República, Paulo Gonet, se declare impedido de atuar na apuração aberta para investigar a elaboração de um relatório da Polícia Federal relacionado à Operação Compliance Zero.

Em nota, a entidade também pediu o arquivamento do Procedimento de Controle Externo da Atividade Policial instaurado pela Procuradoria-Geral da República (PGR) e defendeu que os fatos revelados pela operação sejam investigados integralmente, sem distinção entre as autoridades envolvidas.

“A ADPF requer que o Procurador-Geral da República se declare impedido e se abstenha de praticar atos, seja como fiscal da lei, seja como titular do controle externo, nos procedimentos relacionados aos fatos em que é citado”, afirmou a associação.

Segundo a entidade, o relatório questionado foi produzido pela PF por determinação do então relator do caso no Supremo Tribunal Federal (STF), ministro André Mendonça, e os delegados e servidores envolvidos apenas teriam cumprido a ordem judicial dentro dos limites estabelecidos.


Associação critica investigação da PGR

A ADPF classificou como motivo de “indignação e preocupação” a decisão da PGR de abrir um procedimento para apurar a atuação dos policiais responsáveis pela elaboração do documento.

Para a associação, o controle externo da atividade policial, previsto na Constituição, não estabelece relação de hierarquia ou poder disciplinar do Ministério Público sobre delegados e agentes. A entidade também sustenta que o mecanismo não pode ser utilizado como uma espécie de instância para revisar decisões judiciais.

“Se a Procuradoria-Geral da República entende que a decisão determinante do relatório é irregular ou que deveria ter sido previamente comunicada, a via própria é o processo, perante o Supremo Tribunal Federal”, afirmou a ADPF.

A controvérsia envolve um relatório produzido pela Polícia Federal a pedido de Mendonça, que reuniu informações sobre mensagens e contatos do banqueiro Daniel Vorcaro, do Banco Master, com autoridades, entre elas o ministro Alexandre de Moraes e o próprio Paulo Gonet.

Após retirar o sigilo do documento, Mendonça determinou que os elementos apresentados fossem analisados e solicitou manifestação da PGR.

Na sequência, o presidente do STF, ministro Edson Fachin, passou a conduzir os procedimentos relacionados ao caso e pediu esclarecimentos à Procuradoria sobre a produção do relatório.

A PGR informou a Fachin que instaurou o Procedimento de Controle Externo da Atividade Policial para verificar se houve eventual ordem ou interferência externa que pudesse ter comprometido a elaboração do documento.

Segundo a Procuradoria, o Ministério Público não teria sido comunicado sobre a determinação para produção do relatório, o que, na avaliação da instituição, teria impedido o exercício do controle externo durante a elaboração do material.


Pedido de impedimento

No pedido, a ADPF argumenta que Gonet deveria se declarar impedido porque seu próprio nome aparece no relatório que está sendo analisado pela PGR.

A associação cita o artigo 258 do Código de Processo Penal, que estende aos integrantes do Ministério Público as regras de impedimento e suspeição aplicáveis aos magistrados.

“Independentemente de qualquer juízo sobre intenções, que a ADPF não formula, o efeito objetivo da medida é intimidatório sobre os investigadores”, declarou a entidade.

A associação também questionou o fato de a apuração da PGR ter como alvo os policiais responsáveis pela elaboração do relatório, em vez de concentrar o questionamento na decisão judicial que determinou a produção do documento.

Para a ADPF, responsabilizar os investigadores por cumprirem uma ordem judicial deslocaria para os agentes da PF uma controvérsia que deveria ser discutida no próprio Supremo.


Entidade pede investigação sem seletividade

Além do impedimento de Gonet, a associação pediu o arquivamento do procedimento instaurado pela PGR, sob o argumento de que o instrumento seria inadequado para questionar uma decisão emanada do STF.

A ADPF também defendeu que os fatos revelados no âmbito da Operação Compliance Zero sejam investigados “em toda a sua extensão”, sem seletividade quanto às autoridades eventualmente envolvidas.

A entidade informou ainda que prestará assistência aos delegados e servidores que eventualmente sejam alcançados por procedimentos instaurados em decorrência do caso.

“Assegurar que ninguém seja responsabilizado por cumprir ordem judicial não é defesa corporativa: é defesa da capacidade do Estado brasileiro de investigar sem receio de retaliação”, afirmou a associação.

FOLHA DO ESTADO

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