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sexta-feira, 6 de janeiro de 2023

Príncipe Harry matou 25 talibãs e consumiu cocaína; VEJA VÍDEO

Parece ser uma corrida contra a história e contra a monarquia britânica. O filho mais novo da Princesa Diana e do agora Rei Carlos III, do Reino Unido, lança oficialmente na terça-feira o livro de memórias “Na Sombra” (título em Portugal), mas as primeiras polémicas começaram a ser reveladas na imprensa inglesa depois de em Espanha o livro já ter sido disponibilizado nas lojas com o título “En La Sombra”.

Um pouco à imagem da famosa entrevista concedida à BBC pela mãe, a Princesa de Gales, Harry não se poupou nas revelações expressas num livro pelo qual se diz ter cobrado cerca de 20 milhões de libras (17 milhões de euros) como avanço por estas memórias, num negócio que o Page Six diz incluir quatro livros.

À cabeça destacamos as duas comissões militares realizadas no Afeganistão pelas forças armadas britânicas, onde ficou conhecido como “Capitão Gales” e nas quais diz ter morto 25 talibãs.

Harry esteve uma década nas forças armadas. Foi mobilizado para o Afeganistão durante 10 semanas, entre 2007 e 2008, e voltaria mais tarde aquele país como piloto de helicópteros de setembro de 2012 a janeiro de 2013.

De acordo com o jornal The Telegraph, nesses cerca de seis meses, o quinto na linha de sucessão da coroa britânica recorda ter matado 25 “inimigos”. Harry deixou as forças armadas em 2015.

“Naturalmente, eu preferira não ter esse número (25) no meu currículo militar nem na minha cabeça, mas eu também teria preferido viver num mundo sem os talibãs, num mundo sem guerra”, afîrma Harry no livro.

A cadeia de televisão Sky News também teve acesso ao conteúdo de “Na Sombra” e destacou, entre várias coisas, a revelação de Harry de ter experimentado o consumo de cocaína quando tinha 17 anos.

“Naquela altura estava disposto a experimentar quase tudo para alterar a ordem pré-estabelecida. Claro que usei cocaína naquela altura. Na casa de alguém, num fim de semana de caça, propuseram-me uma linha e depois ainda voltei a consumir mais alguma. Não foi nada agradável nem me deixou particularmente alegre”, lê-se numa passagem retirada das paginas 112 e 113 do livro, citada pelo portal da televisão britânica.

Ao lado das revelações mais pessoais, incluindo a “humilhante” perda da virgindade “com uma mulher mais velha que gostava muito de cavalos” e o tratava “como um jovem garanhão”, surgem também as referências à família real britânica, que prometem abalar ainda mais a coroa, agora na cabeça do pai, Carlos III.


(Terra Brasil Noticias)

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