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segunda-feira, 24 de outubro de 2016

PF afirma que ex-presidente Lula é o "Amigo" citado na planilha da propina da Odebrecht

Planilha aponta repasse de R$ 23 milhões para 'Amigo'. R$ 8 milhões teriam sido pagos em 2012, 'sob solicitação e coordenação de Palocci'.

A Polícia Federal concluiu, no despacho divulgado nesta segunda-feira (24) que indiciou o ex-ministro Antonio Palocci Filho por suspeita de receber propina da Odebrecht, que o ex-presidente Lula é o "Amigo" citado na planilha da propina da empreiteira.

"Há respaldo probatório e coerência investigativa em se considerar que o 'Amigo' das planilhas faça referência a Luiz Inácio Lula da Silva", afirmou o delegado Filipe Hille Pace, no documento.

Segundo as planilhas, a Odebrecht repassou R$ 23 milhões em propina ao "Amigo", sendo R$ 8 milhões em 2012 "sob solicitação e coordenação de Palocci".

Outro lado

O ex-presidente Lula afirma que jamais recebeu ou solicitou propinas e afirma ser perseguido pela Lava Jato por fins políticos. Já o advogado do petista, Cristinano Zanin Martins, divulgou nota caracterizando as acusações como "frívolas, típicas do lawfare, ou seja, da manipulação das leis e dos procedimentos jurídicos para fins de perseguição política".

Confira nota na íntegra:

"A Lava Jato não apresentou qualquer prova que possa dar sustentação às acusações formuladas contra Luiz Inácio Lula da Silva, mesmo após ter promovido devassa em relação ao ex-Presidente, seus familiares, colaboradores, ao Instituto Lula e à empresa de palestras LILS. São, por isso, sem exceção, acusações frívolas, típicas do lawfare, ou seja, da manipulação das leis e dos procedimentos jurídicos para fins de perseguição política.

Neste caso, uma autoridade que não é a responsável pelas investigações em relação a Lula, emitiu sua "convicção", sem lastro, para atacar a honra e a reputação do ex-Presidente, repetindo o abuso praticado na coletiva realizada pelos Procuradores da Operação Lava Jato (14/9/2016), quando nosso cliente foi alvo de comentários sobre questões estranhas ao processo ali tratado. Tal posicionamento não pode, assim, ser tratado como oficial, mas tão somente como a indevida e inconsequente opinião de um membro da Polícia Federal, sem elemento algum para autorizar a conclusão de que Lula recebeu qualquer vantagem indevida. Todas as contas de Lula já foram analisadas pela Polícia Federal e nenhum valor ilegal foi identificado".

Cristiano Zanin Martins e Roberto Teixeira

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