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sexta-feira, 13 de fevereiro de 2026

Ministro André Mendonça marca reunião com a PF e inicia trabalho no caso Master

Brasil – Apenas um dia depois de ser definido por sorteio como novo relator do inquérito que apura supostas fraudes bilionárias envolvendo o Banco Master, o ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), já adotou sua primeira medida no processo: uma reunião com os delegados da Polícia Federal responsáveis pelas investigações.

O encontro está previsto para a tarde desta sexta-feira (13/2) e ocorrerá de forma virtual. Mendonça, que cumpre agenda institucional em São Paulo, participará remotamente, acompanhado por assessores do gabinete.

Segundo fontes próximas ao ministro, o objetivo é obter um panorama detalhado sobre o estágio atual das investigações, ouvir os responsáveis pelas apurações e definir um plano de trabalho para os próximos meses.


Mudança na relatoria

A escolha de Mendonça ocorreu na noite de quinta-feira (12/2), após o ministro Dias Toffoli solicitar sua saída da relatoria.

A decisão foi tomada em meio a uma crise interna no STF, desencadeada pela entrega de um relatório da PF ao presidente da Corte, Edson Fachin.

O documento, com cerca de 200 páginas, mencionava o nome de Toffoli a partir de dados extraídos do celular de Daniel Vorcaro, controlador do Banco Master e apontado como figura central no esquema investigado.


Relação com a Polícia Federal

A troca de relator foi bem recebida em setores da Polícia Federal. A cúpula da instituição, liderada pelo diretor-geral Andrei Rodrigues, mantém relação considerada positiva com Mendonça — apesar de o ministro ter sido indicado ao STF pelo ex-presidente Jair Bolsonaro.

A saída de Toffoli encerra um período marcado por tensões entre o ex-relator e investigadores, que divergiam sobre o ritmo e o grau de sigilo das diligências.


Próximos passos

Além da reunião com a PF, o gabinete de Mendonça realiza nesta sexta-feira um encontro interno para alinhar estratégias. Entre os pontos que devem ser analisados estão:

  • O nível de sigilo do processo;

  • A revisão de medidas cautelares já adotadas;

  • A possibilidade de devolução do inquérito à primeira instância, alternativa debatida como forma de reduzir pressões sobre o STF.


O que envolve o Caso Master

O Caso Master apura suspeitas de fraudes financeiras de grande escala, com operações que quase teriam provocado prejuízo bilionário ao Banco de Brasília (BRB) e que dependiam fortemente do Fundo Garantidor de Créditos (FGC).

Daniel Vorcaro chegou a ser preso temporariamente. Depoimentos recentes, incluindo os do próprio empresário e de diretores do Banco Central, acrescentaram novos elementos às investigações.

Com Mendonça agora à frente do caso — acumulando também a relatoria de outro inquérito sensível, relacionado a fraudes no INSS —, o processo entra em uma nova fase em um cenário político delicado, com eleições no horizonte e o Judiciário sob constante escrutínio.

sábado, 7 de fevereiro de 2026

Falha em sistema afeta aplicativos de bancos e interrompe Pix neste sábado

Clientes de diversos bancos enfrentaram instabilidade nos aplicativos e dificuldades para realizar operações financeiras na manhã e no início da tarde deste sábado (7). As falhas afetaram serviços como transferências via Pix, pagamentos e acesso às contas, com normalização gradual a partir das 13h30.

De acordo com o site Downdetector, que monitora reclamações sobre serviços digitais, mais de 10 mil registros foram feitos envolvendo instituições como Itaú, Santander, Nubank, Banco do Brasil, Bradesco, Banco Inter, C6 Bank e PicPay. Usuários relataram erros de login, lentidão e indisponibilidade total dos aplicativos.

Ainda segundo o Downdetector, a origem do problema pode estar relacionada a uma falha na Amazon Web Services (AWS), que registrou mais de 134 reclamações nas últimas 24 horas. A AWS é a principal provedora de computação em nuvem utilizada por bancos e instituições de pagamento no Brasil, o que explicaria o impacto simultâneo em diferentes plataformas financeiras.

Nas redes sociais, clientes relataram frustração com a impossibilidade de concluir transações básicas, especialmente transferências via Pix, e criticaram a dependência dos sistemas bancários de serviços externos de tecnologia.

Até o início da tarde, a maioria dos aplicativos começou a apresentar melhora no funcionamento, embora alguns usuários ainda relatassem instabilidade pontual. As instituições financeiras e a AWS não haviam se manifestado oficialmente sobre o ocorrido até a última atualização.

Fonte: Gazeta Brasil

Suzane von Richthofen assume inventário de R$ 5 milhões de tio falecido

Suzane von Richthofen foi nomeada nesta semana como inventariante dos bens de seu tio, o médico Miguel Abdalla Neto, de 76 anos, encontrado morto em 9 de janeiro.
Com a decisão da Justiça, Suzane passa a supervisionar o patrimônio deixado pelo tio, avaliado em cerca de R$ 5 milhões, mas não tem autorização para vender ou transferir os bens sem consentimento judicial.

Ela concorria à função de inventariante com a empresária Carmem Sílvia Gonzales Magnani, prima de Abdalla, que afirma ter mantido união estável com o médico. A Justiça, no entanto, considerou a alegação prematura.

O relacionamento de Carmem com Abdalla é discutido em outro processo, no qual a empresária alega ter vivido com o tio entre o final de 2011 e o início de 2015 — período que “destoa das alegações inicialmente apresentadas” no processo de herança, em que dizia ter união estável de 14 anos.

Segundo o despacho da 1ª Vara de Família e Sucessões de Santo Amaro, o julgamento desse processo deve ser concluído antes de qualquer mudança, mantendo Suzane no comando da gestão dos bens até segunda ordem.

A decisão ainda ressaltou que o histórico criminal de Suzane não interfere legalmente na disputa pela herança. Além dela, há outro herdeiro, seu irmão Andreas von Richthofen, que até o momento não se habilitou no processo.

Carmem registrou boletim de ocorrência acusando Suzane de apropriação indevida de vários bens do médico, duas semanas após a Polícia Civil iniciar investigação sobre furto na residência de Abdalla.

A empresária afirma que, durante o processo de inventário, Suzane “admitiu expressamente ter subtraído e estar na posse dos bens do espólio (carro e demais bens), sem qualquer autorização judicial para tanto”. Entre os itens listados estão um Subaru prata 2021, uma lavadora, um sofá, uma poltrona e uma bolsa com documentos e dinheiro.

Miguel Abdalla Neto foi encontrado morto na sala de sua residência no Campo Belo, zona sul de São Paulo, e a polícia aguarda os laudos do IML para esclarecer a causa do óbito.

O médico havia sido tutor de Andreas após o assassinato dos pais de ambos, em 31 de outubro de 2002. Ré confessa, Suzane foi condenada em 2006 a quase 40 anos de prisão, quando tinha 19 anos e cursava direito na PUC-SP. Desde então, passou por diversos regimes de prisão, incluindo liberdade provisória e domiciliar.

Fonte: Direita Online

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2026

Urgente: Moraes manda prender indígena Sererê

Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou a prisão preventiva de José Acácio Sererê Xavante, acusado de supostamente liderar ataques contra a sede da Polícia Federal (PF), em dezembro de 2022. A decisão foi enviada para cumprimento pela PF.

Sererê Xavante estava em prisão domiciliar desde abril do ano passado, mas, segundo documentos do processo, a tornozeleira eletrônica usada por ele deixou de enviar sinal em novembro.

Embora a defesa aponta que o indígena reside em zona rural com dificuldade de acesso à internet, Moraes alegou para a decisão que ele não atendeu às chamadas da Secretaria de Administração Penitenciária (Seape) nem entrou em contato para regularizar o equipamento. Além disso, diz Moraes, o investigado não compareceu quando convocado pelo órgão. (continua)

Dinheiro esquecido: Os brasileiros têm atualmente R$ 10,025 bilhões em dinheiro esquecido em bancos e outras instituições financeiras, de acordo com a atualização do SVR. O sistema permite que pessoas físicas e jurídicas consultem se há recursos disponíveis para resgate.

(segue) “Essa circunstância caracteriza o descumprimento injustificado da medida substitutiva da prisão. Nesse contexto, o descumprimento das medidas cautelares pessoais diversas da prisão é causa hábil a autorizar o restabelecimento da custódia preventiva”, escreveu Moraes, citando o Código de Processo Penal. A decisão seguiu manifestação da Procuradoria-Geral da República.

José Acácio Sererê Xavante já havia sido preso na Argentina em dezembro de 2024 acusado de ‘descumprir medidas

Segundo a PGR, ele foi um dos líderes do acampamento montado em frente ao Quartel-General do Exército em 2022, “com objetivo de pressionar por um golpe militar” contra Lula.

O indígena ficou conhecido por apoiar Bolsonaro e por organizar manifestações em apoio ao ex-presidente em diversos pontos de Brasília.

Entre os atos relatados pela PF estão protestos em frente ao Congresso Nacional, ao Aeroporto Internacional de Brasília, ao ParkShopping, na Esplanada dos Ministérios e diante do hotel onde Lula estava hospedado. (Foto: reprodução; Fonte: Metrópoles)

Ministro do STJ é acusado de assédio s3xual contra jovem de 18 anos

O ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ), Marco Buzzi, é alvo de uma grave denúncia de assédio sexual feita por uma jovem, de 18 anos, que passou as férias de janeiro hospedada na residência do magistrado em Balneário Camboriú, no litoral de Santa Catarina.

De acordo com apuração do portal Metrópoles, a jovem é filha de um casal de amigos do ministro. O suposto episódio teria ocorrido no dia 9 de janeiro, enquanto o grupo estava na praia. Em determinado momento, a jovem entrou no mar para nadar, onde também se encontrava Buzzi.

Segundo o relato da vítima, o ministro teria tentado agarrá-la por três vezes dentro da água. A jovem afirmou que entrou em estado de desespero durante a situação e conseguiu se desvencilhar, retornando à areia, onde contou aos pais o que havia ocorrido.

Após o relato, o casal deixou o local e seguiu para São Paulo, onde registrou um boletim de ocorrência em uma delegacia de polícia. Por se tratar de uma autoridade com foro privilegiado, os denunciantes foram orientados a formalizar a queixa junto às instâncias superiores.

Na terça-feira (3), os pais da jovem estiveram reunidos com o desembargador Luís Geraldo Sant’Ana Lanfredi, juiz auxiliar do ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF). Atualmente, a denúncia está sendo formalizada no Conselho Nacional de Justiça (CNJ).

Marco Buzzi tomou posse como ministro do STJ em 2011, após indicação da então presidente da República, Dilma Rousseff (PT). Ele completa 68 anos nesta quarta-feira (4).

Até o momento, não houve posicionamento público do ministro sobre as acusações. O caso deve seguir sob análise das autoridades competentes.

Fonte: Folha do Estado

terça-feira, 3 de fevereiro de 2026

ATENÇÃO! WhatsApp deixa de funcionar em 30 celulares a partir de fevereiro

O WhatsApp, aplicativo de mensagens mais usado no Brasil, deixou de oferecer suporte para cerca de 30 modelos de smartphones que já não atendem aos requisitos mínimos exigidos pela plataforma.

Embora a medida costume gerar preocupação, ela faz parte de uma política recorrente do aplicativo, que periodicamente revisa quais sistemas operacionais ainda conseguem acompanhar as atualizações de segurança e desempenho. Para quem depende do WhatsApp no dia a dia, entender o que muda é essencial para evitar transtornos.


Quais celulares perdem acesso ao WhatsApp e por quê

Segundo informações do próprio WhatsApp, os aparelhos afetados utilizam versões antigas de sistema operacional que não recebem mais atualizações dos fabricantes. Com isso, o aplicativo deixa de funcionar completamente: não é possível abrir o app, enviar mensagens ou receber conteúdos.

A decisão leva em conta fatores como segurança digital, estabilidade do aplicativo e a capacidade de suportar novos recursos. Celulares com softwares desatualizados ficam mais vulneráveis a falhas, lentidão e até ataques virtuais, o que representa risco para os dados dos usuários.

Entre os modelos que deixam de ter acesso estão aparelhos lançados há mais de uma década, como Samsung Galaxy S3, S4 e S5; Motorola Moto G e Moto E de primeira geração; LG Optimus L3, L5 e L7; além de iPhones das linhas 5, 5c, 5s, 6 e 6 Plus. Também entram na lista modelos antigos da Sony, Huawei e HTC.

Atualmente, o WhatsApp exige Android 5.0 ou superior e iOS 15.1 ou versões mais recentes. Antes do bloqueio definitivo, o aplicativo costuma enviar notificações aos usuários avisando sobre o fim do suporte, com meses de antecedência.

Para quem possui um dos celulares afetados, a principal orientação é verificar se ainda existe atualização disponível. Caso contrário, será necessário transferir o backup das conversas para um aparelho compatível.

Via portal THN1

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2026

Registro de armas legais no Brasil despenca com Lula; Veja os números

O terceiro mandato de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) registra o menor volume de liberações de armas para defesa pessoal desde o início de suas gestões no Planalto.
Entre 2023 e 2025, foram concedidos 85.469 registros, número inferior ao observado no mesmo intervalo do primeiro governo Lula, quando houve 80.001 autorizações. A reportagem é do Poder360.

Os dados revelam uma queda expressiva em relação à administração anterior. Nos três primeiros anos do governo Jair Bolsonaro (PL), o total de registros para defesa pessoal foi cerca de 343,2 mil superior ao verificado agora, o que representa uma redução aproximada de 80% no ritmo de liberações.

Historicamente, o maior volume de registros nos anos iniciais de um governo ocorreu durante o segundo mandato de Lula. Naquele período, houve um esforço concentrado de recadastramento de armas registradas até 2003, ano da entrada em vigor do ‘Estatuto do Desarmamento’.

O processo teve prazos prorrogados diversas vezes, o que provocou acúmulo de pedidos e atrasos na inclusão das informações no sistema oficial.

Já no atual mandato, Lula adotou uma política de maior restrição ao acesso a armas. Em 2023, o petista editou um decreto que revogou normas flexibilizadas durante o governo Bolsonaro e tornou mais rigorosas as exigências para novos registros. O impacto foi imediato: ainda naquele ano, o número de autorizações despencou, conforme demonstram os dados oficiais.

As novas regras também atingiram diretamente os CACs — caçadores, atiradores e colecionadores. As mudanças reduziram permissões de uso, limitaram a compra de armamentos e impuseram tetos mais baixos para aquisição de munições, de acordo com cada categoria.

Desde 1965, início da série histórica, o Brasil emitiu cerca de 2,95 milhões de registros de armas para defesa pessoal. Desse total, aproximadamente 1,32 milhão seguem válidos e ativos, enquanto cerca de 1,63 milhão estão vencidos ou foram cancelados.

Entre os registros atualmente em vigor, 562,4 mil foram concedidos durante os quatro anos do governo Bolsonaro. No segundo mandato de Lula, o número total de liberações foi maior, mas apenas 222,5 mil dessas autorizações permanecem ativas nos dias de hoje. (Foto: PixaBay; Fonte: Poder360)

domingo, 1 de fevereiro de 2026

Reprovação em CNH dispara quase 500% desde o início do 3º mandato de Lula

Enquanto fere de morte instrutores e geradores de emprego donos de autoescola, o governo Lula viu o número de reprovação nos exames para obtenção da Carteira Nacional de Habilitação (CNH) disparar quase 500% desde o início do terceiro mandato do petista. Os números foram obtidos pela coluna via Lei de Acesso à Informação e são da Secretaria Nacional de Trânsito (Senatran), subordinada ao Ministério dos Transportes, que patrocinou a ofensiva contra as autoescolas.


Pré-caos

Considerando exames para veículos de quatro e duas rodas, em 2022, último ano antes de Lula assumir, foram 48.744 “inaptos”.


Melhora e piora

No primeiro ano do Lula3, o número até caiu, chegou a 48.590. Mas só aí. Em 2024, as reprovações dispararam para 68.577, alta de 41,13%.


Teto de reprovações

No ano em que Lula resolveu que pode excluir autoescolas do processo, o número é espantoso: 284.736 inaptidões. Alta de 484.15% desde 2022.


Aprovações caem

Mesmo o número de aprovados nos exames caiu 8%. Fora 4.863.043 em 2022. No ano passado, o número ficou em 4.474.032.

Fonte: Diário do Poder

sexta-feira, 30 de janeiro de 2026

Empresário do "Açaí no Grau" morre aos 43 anos após infecção

O empresário piauiense Daniel Rocha, de 43 anos, fundador da rede de franquias Açaí no Grau, morreu na madrugada desta sexta-feira (30), em São Paulo. Ele estava internado desde terça-feira (27) no Hospital Sírio-Libanês, após apresentar complicações causadas por uma infecção bacteriana que comprometeu órgãos como pulmão, coração e rins.

O corpo deve chegar a Picos, no Sul do Piauí, na manhã deste sábado (31). Familiares ainda definem o local do velório, com possibilidade de ocorrer na Câmara Municipal, e uma celebração está prevista para as 15h30, na Igreja Matriz de Nossa Senhora dos Remédios, no centro da cidade. Empresário de destaque, Daniel ganhou projeção nacional ao expandir a Açaí no Grau para mais de 80 lojas em diferentes regiões do país.

Fonte: Luiz Bacci

quinta-feira, 29 de janeiro de 2026

Caso Orelha: Justiça manda redes apagarem dados de adolescentes

Plataformas deverão excluir informações relacionadas aos adolescentes investigados pela morte do animal.
A Justiça de Santa Catarina determinou nesta quarta-feira (28), por meio de liminar, que redes sociais excluam informações relacionadas aos adolescentes investigados pela morte do cão Orelha. O crime ocorreu neste mês na Praia Brava, em Florianópolis (SC). A informação foi confirmada em nota divulgada pelos advogados Alexandre Kale e Rodrigo Duarte, que representam os adolescentes.

A decisão foi proferida pela Vara da Infância e Juventude de Florianópolis e é direcionada às empresas Meta (proprietária de Instagram, Facebook e WhatsApp) e Bytedance, responsável pelo TikTok. A Justiça determinou que as plataformas excluam postagens que identifiquem os investigados e adotem medidas para impedir a republicação desse tipo de conteúdo.

Segundo os advogados, os adolescentes têm sido alvo de difamação e perseguição nas redes sociais, com publicações que violariam o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). Eles ressaltam ainda que o caso segue sob investigação e que não há acusação formal contra os jovens até o momento.

Em nota conjunta, os advogados acrescentam que “a falsa sensação de impunidade na internet faz com que muitos acreditem que podem difamar, perseguir e atacar inocentes sem enfrentar consequências, o que não corresponde à realidade”.

As plataformas digitais terão prazo de 24 horas para remover fotos, vídeos e postagens e comentários que permitam a identificação pessoal dos adolescentes, incluindo informações como nome, apelido, filiação, parentesco ou endereço.

No caso do WhatsApp, a liminar estabelece que a Meta adote medidas para evitar o compartilhamento de conteúdos que identifiquem os suspeitos, impeça o reenvio de mensagens com esse teor e realize o bloqueio ou a suspensão de contas responsáveis pela divulgação do material vetado.

Na decisão, o juiz ressalta que as medidas devem ser adotadas “conforme as diretrizes da plataforma, com preservação de registros e metadados eventualmente disponíveis, sem que haja acesso ao conteúdo de comunicações privadas”.

– O acolhimento do pedido liminar é medida que se impõe para a exclusão de postagens que contenham elementos que viabilizem a identificação dos infantes em conteúdos sobre o caso, conforme determina a legislação afeta ao tema – diz trecho da decisão divulgado pelos advogados.

Ainda de acordo com Kale e Duarte, o magistrado considerou que, por serem adolescentes, os investigados devem ser protegidos não apenas pela Constituição Federal, mas também pelo ECA, “cujo princípio central é o da proteção integral, evitando a violação de direitos de personalidade como privacidade, intimidade, imagem e honra”.

– A violência contra os animais deve ser combatida para que nunca ocorra, e o caso do cachorro Orelha é muito triste. Mas linchamento virtual, ameaças e desinformação não são aceitáveis, sobretudo contra menores de idade em um processo que ainda está sob investigação – conclui Rodrigo Duarte.

MORTE DO CACHORRO ORELHA

Orelha tinha 10 anos de idade e era um cão comunitário que vivia na região da Praia Brava, na capital catarinense. Neste mês, ele foi encontrado machucado, agonizando, e morreu durante um atendimento veterinário que buscava reverter o quadro clínico provocado pelas agressões.

A Polícia Civil soube do caso no dia 16 de janeiro. As investigações identificaram ao menos quatro adolescentes suspeitos de tê-lo agredido de forma violenta com intuito de causar sua morte – parte das agressões se concentraram na cabeça no animal. As autoridades também apuram se o mesmo grupo tentou afogar outro cão comunitário, na mesma praia, no início de janeiro.

O caso levou à abertura de dois inquéritos: um para investigar a morte do animal e outro pelo crime de coação. Conforme a polícia, parentes dos adolescentes estariam coagindo pessoas que testemunharam o caso. Por esse motivo, três pessoas – todas elas, adultos – foram indiciadas. Os nomes não foram revelados pelos delegados e, por isso, não foi possível localizar as defesas.

Na última segunda-feira (26), a polícia cumpriu mandados de busca e apreensão nas casas dos suspeitos, mas ninguém foi detido. Celulares e notebooks foram apreendidos. Dois dos adolescentes apontados como os agressores de Orelha estão em viagem para os Estados Unidos. Segundo o delegado-geral, Ulisses Gabriel, o passeio já estava programado e eles devem retornar ao Brasil na semana que vem.

O Ministério Público de Santa Catarina (MP-SC), por meio da 10ª Promotoria de Justiça da Capital, da área da Infância e Juventude, e da 32ª Promotoria de Justiça da Capital, da área do Meio Ambiente, também acompanha o caso.

Fonte: Pleno News

Brasil entrega aos EUA pedido de extradição de Ramagem

Nesta quarta-feira (28), o Ministério da Justiça e Segurança Pública informou ao Supremo Tribunal Federal (STF) que o governo brasileiro formalizou o pedido de extradição do ex-deputado federal Alexandre Ramagem (PL-RJ) dos Estados Unidos.

No ofício enviado ao ministro Alexandre de Moraes, que solicitou a extradição, o ministério informou que o pedido foi entregue pela embaixada do Brasil em Washington ao Departamento de Estado no dia 30 de dezembro de 2025. Não há prazo para análise da extradição.

Ex-diretor da Agência Brasileira de Inteligência (Abin) durante o governo de Jair Bolsonaro, Ramagem foi condenado a 16 anos de prisão na ação do golpe de Estado.

Em setembro do ano passado, ele fugiu do país para evitar o cumprimento da pena e está morando em Miami.

Durante a investigação sobre o golpe de Estado, Ramagem foi proibido pelo STF de sair do país. Segundo a Polícia Federal, ele fugiu pela fronteira com a Guiana e embarcou para os Estados Unidos com passaporte diplomático, que não estava apreendido.

No final do ano passado, a Mesa Diretora da Câmara dos Deputados declarou a cassação do mandato de Ramagem. A Constituição determina que a Casa declare a perda do mandato de parlamentar em função de condenação criminal.

*Com informações da Agência Brasil

segunda-feira, 26 de janeiro de 2026

Como fazer a Prova de Vida do INSS sem sair de casa e poupar ida aos bancos em 2026

Saiba como realizar a Prova de Vida do INSS por meio do aplicativo gov.br.

A Prova de Vida do INSS é obrigatória para quem recebe aposentadoria, pensão ou outros benefícios previdenciários e continua valendo em 2026.

Esse procedimento confirma que o beneficiário está vivo e garante a continuidade do pagamento mensal, evitando bloqueio ou suspensões inesperadas.

Desde 2023, o INSS modernizou esse processo e passou a realizar a comprovação de vida de forma automática, por meio de cruzamento de dados oficiais do Governo Federal.

Desse modo, na maioria dos casos, o beneficiário não precisa ir ao banco nem a uma agência do INSS para realizar a Prova de Vida.

No entanto, o segurado pode fazer a Prova de Vida de forma voluntária, especialmente se quiser evitar qualquer risco de pendência no sistema.

De acordo com o governo, atualmente, existem três formas de realizar o procedimento:

  • No balcão de atendimento do órgão pagador do benefício
  • Nos terminais de autoatendimento (caixas eletrônicos) do banco responsável pelo pagamento
  • Pelo aplicativo gov.br

Como fazer a Prova de Vida pelo aplicativo gov.br?

Essa é a opção mais prática e recomendada para 2026. O procedimento acontece pelo aplicativo gov.br. usando reconhecimento facial.

O processo é simples e leva apenas alguns minutos. Veja o passo a passo: 
  • Primeiramente, acesse o aplicativo do gov.br em seu celular
  • Em seguida, na tela inicial, vá até “Serviços” e selecione “Prova de Vida”
  • No Histórico da Prova de Vida, clique em “Prova de vida pendente”
  • Em seguida, toque em “Autorizar”
  • Siga as instruções para realizar o reconhecimento facial
  • Finalize o procedimento e clique “OK”
  • Por fim, o status mudará para “Autorizado”
Além disso, para realizar a Prova de Vida digital é obrigatório ter Carteira Nacional de Habilitação (CNH) válida ou biometria cadastrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE)


Quais são as regras para se aposentar pelo INSS em 2026?

Por fim, uma das dúvidas mais comuns é: quais são as regras para se aposentar pelo INSS em 2026?

Pela regra geral, para quem começou a contribuir após 2019, as exigências para idade mínima permanecem as mesmas:
  • Mulheres: idade mínima de 62 anos e pelo menos 15 anos de contribuição
  • Homens: idade mínima de 65 anos e pelo menos 20 anos de contribuição
Para quem começou a contribuir antes da Reforma da Previdência, em novembro de 2019, existem as regras de transição:
  • Idade mínima + tempo de contribuição
  • Pedágio de 50%
  • Pedágio de 100%
  • Regra dos Pontos
com informações TVFOCO

domingo, 25 de janeiro de 2026

Forças Armadas vive debandada de oficiais qualificados e acende alerta no alto comando

A saída voluntária de militares com alta qualificação deixou de ser um movimento pontual e passou a gerar preocupação dentro das Forças Armadas e também fora delas.
A evasão de oficiais, já chamada internamente de “debandada”, tem chamado a atenção pela frequência e pelo perfil dos profissionais que optam por deixar a carreira militar.

Levantamento divulgado pela Revista Sociedade Militar aponta que, apenas nas primeiras semanas de janeiro de 2026, ao menos 15 portarias foram publicadas formalizando pedidos de demissão. Entre os desligamentos, aparecem pilotos, engenheiros, médicos e oficiais superiores da Força Aérea Brasileira (FAB) e da Marinha do Brasil. .

O dado mais sensível, segundo a publicação, é que o movimento não se limita a jovens em início de trajetória. Majores aviadores e capitães com longa experiência operacional — muitos deles atuando como instrutores na formação de novos pilotos militares — também decidiram deixar a farda. A busca por salários mais atrativos, rotina previsível e melhores condições de trabalho no setor civil aparece como fator decisivo.

No caso da Aeronáutica, as listas oficiais divulgadas no Diário Oficial da União evidenciam uma perda contínua em áreas consideradas críticas, especialmente na aviação militar. Cada desligamento representa mais do que um número: envolve anos de investimento público em formação, treinamento técnico complexo e conhecimento operacional que não pode ser reposto rapidamente. Somente em janeiro de 2026, foram registrados 14 pedidos de saída.

A presença de majores aviadores entre os desligados chama atenção por se tratar de oficiais que já superaram a fase inicial da carreira e, em muitos casos, ocupam funções de liderança e instrução.

Quando profissionais com esse perfil optam por abandonar uma trajetória que poderia levá-los aos mais altos postos da hierarquia militar, o problema deixa de ser atribuído apenas à adaptação dos mais jovens.

Na Marinha do Brasil, o cenário segue linha semelhante. Portarias publicadas ao longo de janeiro confirmam pedidos de desligamento, inclusive na área médica, considerada estratégica. Além disso, a própria Força Naval passou a editar normas mais detalhadas sobre transferência para a reserva ou demissão a pedido, indicando que o volume de saídas voluntárias exige regulamentação mais frequente.

Um piloto da Marinha, ouvido sob condição de anonimato, afirma que a insatisfação interna costuma ser tratada de forma defensiva pelos comandos superiores.

Segundo ele, “os almirantes dizem que o problema está na gente, não na Força”. O militar relata ainda que há Capitães de Corveta aviadores, inclusive instrutores, em processo de desligamento, o que considera extremamente grave por impactar diretamente a formação de novos pilotos.

Dados internos da Marinha ajudam a explicar o pano de fundo desse movimento. Oficiais com até dez anos de serviço apontam salários considerados baixos, falta de tempo para a família, escalas imprevisíveis, dedicação exclusiva e dificuldade para conciliar estudos como principais motivos de insatisfação. Entre pilotos, a comparação com o mercado civil torna o quadro ainda mais desfavorável.

Ex-oficiais da aviação naval e da FAB relatam que, na iniciativa privada, é possível voar cerca de 80 horas por mês e alcançar remunerações próximas ou superiores a R$ 20 mil, com jornadas mais organizadas e menor carga administrativa. O contraste com a rotina militar — que acumula horas de voo, expediente regular, escalas e missões extras — tem pesado cada vez mais na decisão de saída.

A análise das portarias publicadas em janeiro de 2026 indica que não se trata de casos isolados. O padrão de evasão atinge setores estratégicos da Defesa, como aviação, engenharia e saúde, e desmonta a tese de que a debandada seria apenas um fenômeno geracional.

O desafio imposto às Forças Armadas é evidente: manter profissionais altamente especializados em um cenário de forte concorrência com o mercado civil, maior valorização do tempo pessoal e demanda crescente por qualidade de vida.

Sem mudanças estruturais na gestão de carreira, na rotina e nas condições de trabalho, a tendência é que listas como as deste início de ano se tornem cada vez mais comuns — e com impacto cada vez mais sensível para a Defesa nacional. E mais: Nikolas se emociona ao comentar alcance da caminhada pela Liberdade.

(Foto: Forças Armadas; Fonte: Sociedade Militar)

Irmãos desaparecidos no Maranhão teriam sido vistas em hotel no centro de SP; polícia investiga

Uma denúncia anônima mobilizou as forças de segurança de São Paulo e do Maranhão neste fim de semana. A Polícia Civil paulista investiga o paradeiro dos irmãos Ágatha Isabelly, de 6 anos, e Allan Michael, de 4, que teriam sido vistos por volta das 18h de sábado (24) em um hotel na região da República, centro da capital paulista.

O estabelecimento citado na denúncia é o Hotel Piratininga, localizado no Largo General Osório, no Centro Histórico. De acordo com informações da Secretaria da Segurança Pública de São Paulo (SSP-SP), o local está sendo preservado para a realização de perícia, visando encontrar indícios que confirmem a passagem das crianças pelo local.

Os irmãos estão desaparecidos desde o dia 4 de janeiro, quando foram vistos pela última vez brincando na porta de casa, no povoado São Sebastião dos Pretos, zona rural de Bacabal (MA).

Na ocasião, eles estavam acompanhados de um primo, José Anderson, de 8 anos. O menino mais velho foi encontrado com vida três dias após o sumiço, caminhando sozinho em uma área de matagal a cerca de 10 quilômetros da residência da família. Desde então, buscas intensas foram realizadas na região maranhense, mas sem sucesso até o surgimento desta nova pista em território paulista.

A SSP-SP informou que a Polícia Civil do Maranhão já foi comunicada oficialmente sobre a denúncia para que as providências sejam adotadas de forma integrada. “Diligências estão em andamento para maiores esclarecimentos”, afirmou a pasta em nota.

Até o momento, não há confirmação oficial de que as crianças vistas no centro de São Paulo sejam, de fato, Ágatha e Allan. A polícia trabalha agora na análise de câmeras de segurança do hotel e da região para tentar identificar quem acompanhava os menores.


Leia a nota na íntegra da SSP-SP

A Polícia Civil investiga uma denúncia de que duas crianças, de 6 e 4 anos, desaparecidas no estado do Maranhão teriam sido vistas por volta das 18h deste sábado (24), em um hotel no bairro da República, no centro da capital. A Polícia Civil maranhense já foi notificada sobre o caso e diligências estão em andamento para o esclarecimento dos fatos.

Fonte: Gazeta Brasil

sexta-feira, 23 de janeiro de 2026

Câmara avança com projeto do PL para estandes de tiro; Saiba mais

A Comissão de Segurança Pública da Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei 3827/25, que autoriza a construção, instalação e utilização de estandes de tiro em imóveis residenciais, urbanos ou rurais, desde que devidamente cadastrados junto à Polícia Federal.

A proposta foi apresentada pelo deputado Marcos Pollon (PL-MS) e recebeu parecer favorável do relator, deputado Rodolfo Nogueira (PL-MS). De acordo com o texto aprovado, os estandes poderão ser utilizados para práticas esportivas, recreativas, treinamentos, aperfeiçoamento técnico e atividades relacionadas à legítima defesa.

Em sua justificativa, o relator argumentou que o projeto busca suprir “uma lacuna na legislação atual”, que deixa cidadãos e atiradores desportivos em situação de insegurança jurídica ao praticarem tiro em suas propriedades privadas.

O autor e o relator reforçam que a proposta visa garantir direitos civis já previstos na lei, defendendo que pessoas que possuem armas legalmente devem ter meios seguros de treinar e manter proficiência no manuseio.

Segundo o texto do PL 3827/25, os estandes serão vinculados à pessoa física responsável, com cadastro obrigatório na Polícia Federal. A medida prevê fiscalização e a possibilidade de regulamentação técnica posterior, permitindo que a prática seja monitorada e realizada de forma segura.

O objetivo do projeto, segundo seus defensores, é evitar interpretações administrativas que possam “criminalizar condutas lícitas” e fortalecer o que consideram um direito constitucional de proteção à própria vida e patrimônio.

Após a aprovação na Comissão de Segurança Pública, a proposta seguirá para análise em outras comissões da Câmara, incluindo a de Desenvolvimento Urbano e a de Constituição, Justiça e Cidadania. Somente depois de percorrer essas etapas, o projeto poderá ser votado em plenário e, caso aprovado, seguirá para o Senado Federal, onde passará por nova análise antes de ser eventualmente sancionado.

Especialistas em legislação de segurança pública destacam que a proposta levanta discussões importantes sobre direitos civis, segurança dos cidadãos e regulamentação de armas de fogo, com atenção especial à fiscalização e à responsabilidade dos proprietários de imóveis que desejam instalar estandes.

(Foto: PixaBay; Fonte: Sociedade Militar)

quarta-feira, 21 de janeiro de 2026

MST planeja enviar brigadas para a Venezuela e Faixa de Gaza

O Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) informou que pretende enviar brigadas de jovens para a Faixa de Gaza e também para a Venezuela. A ideia é que eles ajudar nessas dessas regiões. O tema foi abordado pela historiadora Simone Magalhães, representante do MST, nesta quarta-feira (21).

De acordo com ela, a ideia é que os jovens do MST ajudem na reconstrução da Venezuela e a “fortalecer” os palestinos.

– O Movimento Sem Terra do Brasil vai enviar uma brigada grande de jovens para continuar esse processo. Desde o produtivo, formativo, o que nós temos para intercambiar, que é nossa produção de alimentos agroecológicos, saudáveis, a produção de agroindústria. Podemos fazer um intercâmbio desses conhecimentos que desenvolvemos aqui há mais de quarenta anos. É isso que nossa brigada vai fazer na Venezuela – disse Simone Magalhães em entrevista a uma televisão estatal venezuelana.

O MST, no entanto, ainda não divulgou mais detalhes.

Fonte: Pleno News

Banco Central decreta liquidação do Will Bank após colapso financeiro ligado ao Master

O Banco Central decretou nesta quarta-feira (21) a liquidação do Will Bank, banco digital que integra o grupo Master. A instituição estava, desde novembro, sob regime de administração especial temporária, mecanismo que permite ao regulador tentar uma solução antes do encerramento definitivo das atividades.

Quando o BC anunciou a liquidação extrajudicial do Banco Master, em 18 de novembro, o Will Bank foi preservado porque havia, naquele momento, expectativa de interesse de investidores na aquisição da instituição. Essa alternativa, porém, não avançou dentro do prazo máximo de até 120 dias permitido pelo regime especial.

Segundo o Banco Central, a situação se agravou quando o Will Bank deixou de cumprir pagamentos a participantes da cadeia de cartões de crédito, incluindo a bandeira Mastercard, o que inviabilizou qualquer tentativa de continuidade da operação.

No ato que formalizou a liquidação, assinado pelo presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, o regulador afirmou que a medida foi adotada em razão do “comprometimento da sua situação econômico-financeira, da sua insolvência e do vínculo de interesse, evidenciado pelo exercício do poder de controle do Banco Master”.

A liquidação é aplicada quando o BC entende que a situação de uma instituição financeira é irreversível. Nesses casos, o funcionamento do banco é interrompido e ele é retirado do Sistema Financeiro Nacional.

De acordo com dados do próprio Banco Central, o grupo Master respondia por 0,57% do ativo total e 0,55% das captações do sistema financeiro. O conglomerado, liderado pelo Banco Master, era classificado como de crédito diversificado, de pequeno porte, e enquadrado no segmento S3 da regulação prudencial, faixa que corresponde a instituições com ativos entre 0,1% e 1% do Produto Interno Bruto (PIB).

Antes mesmo do anúncio oficial da liquidação, a bandeira Mastercard decidiu suspender a aceitação de transações realizadas com cartões emitidos pelo Will Bank. A medida foi tomada após operações feitas por consumidores não terem sido honradas pelo banco junto aos participantes do arranjo de pagamento.

Esse episódio foi determinante para o agravamento da crise, uma vez que comprometeu diretamente a principal frente de atuação da instituição no mercado de serviços financeiros digitais.

A interrupção das operações com cartões inviabilizou a continuidade do modelo de negócios do Will Bank e reforçou a avaliação do Banco Central de que não havia mais alternativa para a instituição.

Liquidada nesta quarta-feira (21), a Will S.A. Crédito, Financiamento e Investimento iniciou suas atividades em setembro de 2016. A instituição se apresentava como voltada ao atendimento das classes econômicas C, D e E, com foco em serviços financeiros digitais de baixo custo.

O conglomerado Will era formado pelo banco digital will bank e por um FIDC (Fundo de Investimento em Direitos Creditórios). Com a reorganização societária ocorrida ao longo dos anos, a instituição passou a concentrar ativos e passivos operacionais que antes estavam distribuídos entre diferentes empresas do grupo.

Com isso, o Will Bank passou a oferecer soluções completas de pagamento, incluindo emissão e administração de cartões de crédito internacionais com bandeira Mastercard, conta de pagamento 100% digital, sem tarifas, com rendimento de 100% da taxa DI, além de serviços como Pix, transferências, pagamento de boletos, recarga de celular e saques em caixas eletrônicos da rede 24 horas.

Apesar da deterioração financeira que levou à liquidação, o Will Bank havia registrado, em 2024, um lucro líquido de R$ 199,1 milhões, revertendo o prejuízo de R$ 182,3 milhões apurado no ano anterior.

Ainda assim, segundo o Banco Central, o resultado positivo não foi suficiente para reverter o quadro estrutural de insolvência da instituição, agravado pela ligação societária e operacional com o Banco Master S.A., que já se encontrava sob liquidação extrajudicial.

De acordo com o regulador, a liquidação do Will Bank foi inevitável diante do comprometimento financeiro, da incapacidade de honrar obrigações e da relação direta de controle com o Banco Master, encerrando de forma definitiva as operações do banco digital.

Via portal Direita Online

terça-feira, 20 de janeiro de 2026

Moraes decide que vender cr4ck, por si só, não justifica prisão

Ministro do STF manda soltar homem preso com pequena quantidade de droga em Santa Catarina.
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu que a venda de crack, isoladamente, não é motivo suficiente para justificar a decretação de prisão preventiva. A decisão resultou na soltura de um homem preso em flagrante por tráfico de drogas em Balneário Camboriú, no litoral de Santa Catarina.

O acusado havia sido detido com 12 pedras de crack e uma quantia em dinheiro trocado. Após a prisão em flagrante, a Justiça estadual converteu a detenção em preventiva, sob o argumento de garantia da ordem pública, risco de reiteração criminosa e pelo fato de o suspeito não possuir endereço fixo.

A defesa recorreu a instâncias superiores, mas teve os pedidos negados até o caso chegar ao Supremo. Ao analisar o processo, Alexandre de Moraes entendeu que a prisão preventiva é uma medida extrema e só deve ser aplicada quando houver fundamentos concretos e proporcionais à gravidade da situação.

Na avaliação do ministro, a quantidade de droga apreendida, por si só, não demonstrava risco suficiente para justificar a manutenção da prisão antes do julgamento. Moraes destacou que a restrição à liberdade deve ser compatível com as circunstâncias do caso concreto, o que não teria ocorrido na decisão anterior.

Com isso, o ministro determinou a revogação da prisão preventiva e autorizou que o juízo de origem aplique medidas cautelares alternativas, previstas no Código de Processo Penal, como comparecimento periódico em juízo ou outras restrições que não envolvam a privação de liberdade.

A decisão reforça o entendimento de que a prisão preventiva não pode ser usada de forma automática em casos de tráfico de drogas, especialmente quando não há elementos adicionais que indiquem maior periculosidade ou ameaça à ordem pública.

Via portal Folha do Estado

segunda-feira, 19 de janeiro de 2026

Mãe de crianças que sumiram em Bacabal: “Coração despedaçado”

Mãe das crianças desaparecidas em Bacabal, no Maranhão, Clarice Cardoso afirmou estar com “a mente destruída” e o “coração despedaçado” em meio às buscas por Ágatha Isabelly, de 6 anos, e Allan Michael, de 4. O desabafo foi feito por meio das redes sociais neste domingo (18).

– Quinze dias sem vocês, meus amores. O meu pensamento sempre é o mesmo: estão vivos e com alguém. Que Deus possa guiar a pessoa certa, um anjo, para encontrar vocês. Estou com a mente destruída, o coração despedaçado, mas a fé que eu tenho em Deus é grande. Não tá sendo fácil, mas Deus está me sustentando. Só quero meus filhos de volta – escreveu Clarice.

As operações de buscas pelas duas crianças ganharam reforço da Marinha e do side scan sonar, equipamento especializado em localização subaquáticas em águas turvas ou profundas por meio de ondas sonares. Há ainda a participação do Exército Brasileiro, do Corpo de Bombeiros, de policiais, agentes do ICMBio e voluntários. As ações ocorrem por meios fluviais e aéreos, após as operações terrestres se mostrarem infrutíferas.

Nesta segunda-feira (19), as buscas completam 16 dias. A única criança encontrada até o momento foi o primo de Ágatha e Allan, Anderson Kauan, de 8 anos. Ele foi achado sem roupas no último dia 7 por um carroceiro, em um matagal, a 4 quilômetros de distância do local em que havia desaparecido. Ele continua internado sob acompanhamento multiprofissional.

Fonte: Pleno News

quinta-feira, 15 de janeiro de 2026

URGENTE! Moraes manda PF transferir Jair Bolsonaro para a Papudinha

Nesta quinta-feira (14), o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou que o ex-presidente Jair Bolsonaro seja transferido da sede da Polícia Federal, em Brasília, para o batalhão da Polícia Militar do Distrito Federal (PM-DF), mais conhecido como Papudinha.

Preso na Superintendência desde novembro do ano passado, o líder da direita vinha reclamando das condições da cela, principalmente pelo barulho do ar-condicionado que o impedia de dormir. A PF chegou a lhe entregar um tampão de ouvido para abafar o ruído e, dias depois, concordou em desligar o equipamento no período da noite.

Fora isso, a defesa do ex-presidente também solicitava prisão domiciliar, pois o estado de saúde de Bolsonaro exige acompanhamento. Mas, ao contrário do pedido, Moraes decidiu enviá-lo ao batalhão da PM-DF, onde outros condenados pelo plano de golpe também estão presos.

Assim, Bolsonaro passará a cumprir a pena de 27 anos e três meses de prisão onde estão o ex-ministro Anderson Torres e o ex-diretor-geral da Polícia Rodoviária Federal (PRF) Silvinei Vasques.

Antes de ser enviado para lá, o ex-chefe do Executivo deve passar por exame médico, feito por peritos da PF, para então ser transferido.

Pleno News

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