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sábado, 28 de fevereiro de 2026

Ministro da Defesa e comandante da Guarda Revolucionária do Irã foram mortos, diz agência

O ministro da Defesa do Irã, Amir Nasirzadeh, e um comandante da Guarda Revolucionária, Mohammad Pakpour, foram mortos nos ataques de Israel ao país neste sábado, 28, segundo fontes ouvidas pela agência de notícias Reuters.

Segundo a televisão estatal israelense KAN, citando autoridades do governo de Israel, os ataques aéreos dos Estados Unidos e de Israel contra o Irã tiveram como alvos o líder supremo iraniano, o aiatolá Ali Khamenei, e o presidente iraniano, Masoud Pezeshkian.

A informação foi confirmada por autoridades ouvidas pela emissora americana CNN. Os ataques também teriam mirado outras figuras importantes do regime, incluindo o Chefe do Estado-Maior das Forças Armadas, Sayyid Abdolrahim Mousavi, o secretário do recém-criado Conselho de Defesa do Irã, Ali Shamkhani, e o secretário do Conselho de Segurança Nacional do Irã, Ali Larijani.

Uma fonte com conhecimento do assunto disse anteriormente à agência de notícias Reuters que Khamenei não estava em Teerã e havia sido transferido para um local seguro. A mídia iraniana também noticiou que o ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araqchi, está em segurança.
O ataque ao Irã na madrugada deste sábado foi uma ação coordenada dos EUA com Israel, país próximo, que é inimigo histórico do regime dos aiatolás que comandam o país persa. O presidente americano, Donald Trump, confirmou os ataques e disse que o objetivo é defender o povo americano e garantir “que o Irã não terá uma arma nuclear”.
Em resposta, o Irã lançou um ataque a instalações militares americanas no Bahrein, no Kuwait e no Catar. O regime também lançou mísseis e drones contra Israel. Ainda não há informações sobre possíveis danos.

O Ministério da Defesa do Catar afirmou que as Forças Armadas do país derrubaram vários mísseis antes que eles alcançassem seu espaço aéreo.

O Ministério das Relações Exteriores do Irã confirmou a retaliação, afirmando que o país “não hesitará” em sua resposta. “Chegou a hora de defender a pátria e enfrentar o ataque militar do inimigo”, publicou o ministério em comunicado na rede social X. “Assim como estávamos preparados para negociações, estivemos ainda mais preparados para a defesa em todos os momentos. As forças armadas da República Islâmica do Irã responderão de forma decisiva aos agressores, com plena autoridade.”


Negociações fracassadas

O ataque deste sábado ocorre após o fracasso da última rodada de negociações entre EUA e Irã, vista como a possível última saída diplomática. Sobre o tema, Trump afirmou: “sempre foi política dos Estados Unidos, em particular da minha administração, que esse regime terrorista jamais poderá ter uma arma nuclear”.

Em sequência, o presidente citou a guerra de junho de 2025, quando os Estados Unidos bombardearam instalações nucleares e militares iranianas durante o conflito entre Israel e Irã.

Na quinta-feira, representantes dos dois países encerraram seis horas de negociações em Genebra sem avanço concreto sobre a principal exigência americana: o desmantelamento completo do programa nuclear iraniano.

Em relatório reservado a seus 35 Estados-membros, a agência Internacional de Energia Atômica afirmou que o Irã estocou parte de seu urânio altamente enriquecido em uma área subterrânea do complexo nuclear de Isfahan, no centro do país. É a primeira vez que o órgão vinculado à ONU especifica o local onde o material com grau de pureza de até 60% estaria guardado. O patamar está tecnicamente próximo dos 90% de enriquecimento considerados necessários para a produção de uma arma nuclear.

A tensão em torno do programa nuclear iraniano se intensificou após a erosão do acordo firmado em 2015, conhecido como Plano de Ação Conjunto Global, que impunha limites rígidos ao enriquecimento de urânio em troca do alívio de sanções. Desde a saída unilateral dos Estados Unidos do pacto, durante o primeiro mandato de Donald Trump, o Irã ampliou progressivamente seus níveis de enriquecimento e reduziu a cooperação com inspetores internacionais.

Ao mesmo tempo em que o campo diplomático encontrava dificuldades para avançar, os EUA seguiam acumulando poderio bélico ao redor do Irã. Na quarta-feira, 25, Washington enviou uma dúzia de caças F-22 para a região, que já contava com dois porta-aviões, 12 contratorpedeiros e três embarcações de combate.

Ao todo, os EUA reuniram sua maior força militar no Oriente Médio desde a invasão ao Iraque, em 2003.

Com informações de VEJA

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2026

Sobe para 69 número de mortos por fortes chuvas na Zona da Mata de Minas Gerais

O número de vítimas fatais das fortes chuvas que atingiram a Zona da Mata mineira nesta semana subiu para 68 mortos, segundo balanço divulgado pela Polícia Civil de Minas Gerais nesta sexta-feira (27). Entre os municípios mais afetados estão Juiz de Fora e Ubá, que registraram grande parte das ocorrências decorrentes de deslizamentos, enchentes e desabamentos.

De acordo com o último relatório das autoridades, 63 vítimas foram confirmadas em Juiz de Fora e seis em Ubá, totalizando 68 óbitos ligados às chuvas intensas que começaram na última segunda-feira (23). As equipes de resgate mantêm as operações em várias frentes para localizar desaparecidos e auxiliar moradores atingidos.

Equipes do Corpo de Bombeiros de Minas Gerais (CBMG) continuam as buscas em bairros castigados pela tragédia, incluindo áreas com risco de deslizamentos e ruínas de casas arrastadas pela água. As buscas têm sido dificultadas pela instabilidade do solo e pelo grande volume de chuva que caiu na região.

Além das vítimas confirmadas, há registros de desaparecidos, e as autoridades seguem intensificando as operações de busca e salvamento. A Defesa Civil estima que mais de quatro mil pessoas foram desalojadas ou desabrigadas em decorrência dos temporais, e dezenas de ocorrências de danos à infraestrutura e prejuízos materiais ainda estão sendo contabilizadas.

O temporal deixou um rastro de destruição em comunidades inteiras e mobilizou unidades de emergência de diversos órgãos estaduais e municipais. A previsão meteorológica indica que a instabilidade pode continuar, o que mantém o alerta da Defesa Civil para possíveis novos eventos de chuva e risco à população.

As autoridades reforçam a importância de que moradores de áreas de risco sigam as orientações de segurança e se mantenham em contato com os serviços de emergência para apoio imediato caso necessário.

Fonte: Folha do Estado

Gilmar Mendes anula quebra de sigilo de empresa dos Dias Toffoli

O ministro do Superior Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes, acatou a um pedido da defesa da Maridt Participações, empresa da família Dias Toffoli, e anulou, nesta sexta-feira (27), a quebra dos sigilos bancário, fiscal, telefônico e telemático (mensagens e emails), aprovado pela CPI do Crime Organizado que investiga o escândalo do Banco Master.

Mendes considerou a decisão injustificável e equivocada por parte da comissão e que não tinha relação direta com o foco da investigação.

– Uma simples e rápida leitura da justificativa apresentada junto ao requerimento de quebra de sigilos permite vislumbrar elementos vazios, destituídos de fundamentação concreta e sem amparo em base documental idônea. Não se vislumbra, em suas razões, a exposição de qualquer fundamentação concreta ou o apontamento de suporte probatório mínimo que autorize a deflagração de tamanha ingerência na esfera privada dos investigados – apontou o ministro.

Gilmar Mendes alegou que não há indícios concretos de ligação entre as empresas citadas e atividades relacionadas a facções criminosas e milícias, consideradas o alvo principal da CPI. O ministro enfatizou ainda que a quebra de sigilo é uma regra excepcional e precisa de justificativas profundas para ser executada.

– Há, na espécie, um verdadeiro salto lógico e jurídico: sob o pretexto de combater o crime organizado, a Comissão decreta a quebra de sigilos e a produção de relatórios sem a indicação de um único elemento concreto que vincule a ora requerente aos fatos narrados no requerimento de criação. (…) Uma simples e rápida leitura da justificativa apresentada junto ao requerimento de quebra de sigilos permite vislumbrar elementos vazios, destituídos de fundamentação concreta e sem amparo em base documental idônea. Não se vislumbra, em suas razões, a exposição de qualquer fundamentação concreta ou o apontamento de suporte probatório mínimo que autorize a deflagração de tamanha ingerência na esfera privada dos investigados – declarou Mendes.

Nesta quinta (26), o ministro André Mendonça já havia atendido a outro pedido da defesa de José Eugênio e José Carlos Dias Toffoli, irmãos do ministro Dias Toffoli, e autorizou que eles não comparecessem a CPI do Crime Organizado. O pedido da defesa se baseou nos princípios constitucionais que tornam facultativa a presença de investigados.

Fonte: Pleno News

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2026

Sargento Mota expulso pela PM: entenda detalhes de condenação por furto de perfume em Teresina

Decisão será enviada para análise do governador, que pode sancioná-la ou rejeitá-la. Defesa do sargento afirmou que vai recorrer na Justiça.
O sargento Avelar dos Reis Mota, conhecido como Sargento Mota, foi expulso pela Polícia Militar do Piauí após ser condenado a 4 anos e 2 meses de prisão por invadir uma casa e furtar um perfume em Teresina. O crime foi cometido em fevereiro de 2023.

A decisão será enviada para análise do governador Rafael Fonteles (PT), que pode sancioná-la ou rejeitá-la. Além disso, a defesa do policial afirmou que vai recorrer na Justiça Militar. Enquanto o processo não é concluído, o sargento continua na corporação.


1. Como foram a invasão e o furto?

O furto aconteceu na tarde de 15 de fevereiro de 2023, no bairro Areias, Zona Sul de Teresina. Na ocasião, o sargento estava escalado para trabalhar no bairro Promorar, mas foi até a casa da vítima, com o cabo que dirigia a viatura.

Segundo o processo, Mota entrou na casa, que ainda estava em construção, sem autorização e sem mandado judicial. Ele usou uma chave falsa e furtou um perfume. Ao sair, tentou danificar a câmera de segurança. Como não conseguiu, cortou os fios de energia.


Em julho de 2023, outra viatura foi até o local. A vítima contou que um policial encapuzado atirou contra a câmera de segurança, destruindo o equipamento. Ela também relatou que, dias após o furto, outros policiais apontaram armas para o local da câmera e fizeram novos disparos.


2. Por que o sargento foi condenado?

As imagens das câmeras da casa e de vizinhos foram fundamentais para a condenação. O Ministério Público afirmou que ficou comprovado que o sargento entrou sem autorização e cometeu o furto. Testemunhas e a escala de serviço também confirmaram o crime.

A Justiça Militar determinou que a pena deve ser cumprida em regime semiaberto e aplicou uma agravante por abuso de poder, já que o crime foi cometido durante o serviço.

Os antecedentes criminais de Mota também influenciaram na decisão. No entanto, a sentença permite que ele recorra em liberdade.


3. Por que a PM decidiu expulsá-lo?

A expulsão foi assinada pelo comandante-geral da Polícia Militar do Piauí, coronel Scheiwann Lopes, e motivada por infrações que envolvem a utilização da condição de militar para obter facilidades pessoais e por apropriação de bens particulares.

Em outubro de 2024, Mota também foi alvo da Operação Jogo Sujo II, da Polícia Civil do Piauí, que investigou o policial e influenciadores digitais por estelionato, divulgação de jogos de azar e lavagem de dinheiro.

Ao g1, o corregedor da PM, coronel Newmarcos Pessoa, informou que a decisão ainda será encaminhada para sanção do Governo do Piauí e que a defesa de Mota pode recorrer.


4. O que diz a defesa do sargento?

O advogado Otoniel Bisneto, que representa o sargento, afirmou ter sido informado sobre a decisão nesta quarta-feira (24) e que irá recorrer.

Segundo ele, um colegiado formado por oficiais de segurança havia apontado a possibilidade de aposentadoria compulsória de Mota.

Na época da condenação, o advogado disse que a decisão foi injusta e houve falhas no processo. Ele alegou, por exemplo, que os vídeos usados como prova não passaram por perícia técnica.


5. O que acontece agora?

Até que a Justiça analise os recursos da defesa de Mota, o sargento segue em serviços internos da Polícia Militar. Ele está afastado das operações nas ruas.

A expulsão decidida pela corporação também precisa ser confirmada pelo governador Rafael Fonteles, que não se manifestou até a publicação desta reportagem.

Fonte: G1

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2026

Gilmarlândia: projeto pode criar cidade em homenagem a Gilmar Mendes

Um projeto apresentado no interior de Mato Grosso prevê a criação de um novo município que, de forma informal, já vem sendo chamado de “Gilmarlândia”, em referência ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes.

A proposta foi lançada no último sábado (21) com o nome oficial de Nova Aliança do Norte e foi divulgada inicialmente pelo jornal Folha do Estado.

A futura cidade está planejada para uma área situada entre os municípios de Diamantino e São José do Rio Claro, a cerca de 300 quilômetros de Cuiabá. Caso o processo avance e seja aprovado pelas instâncias competentes, o novo município passará a ser o 143º do estado.

Natural de Diamantino, Gilmar Mendes participou do evento de lançamento do projeto. Durante a cerimônia, o ministro destacou a importância da cooperação entre instituições públicas, iniciativa privada e a comunidade local como caminho para viabilizar o empreendimento e fomentar o desenvolvimento regional. S

egundo ele, a integração desses setores é fundamental para garantir crescimento sustentável e organização administrativa da nova cidade.

A proposta é liderada pelo produtor rural Eraí Maggi, um dos principais nomes do agronegócio na região. O projeto prevê a construção de uma cidade planejada em uma área marcada pela forte expansão agrícola, com o objetivo de atender à crescente demanda por infraestrutura urbana, serviços públicos e suporte administrativo em um território que concentra intensa atividade econômica no campo.

O encontro de lançamento reuniu lideranças políticas, empresários e representantes da sociedade civil, que debateram aspectos técnicos, jurídicos e sociais da possível emancipação.

A criação de um novo município, no entanto, depende de uma série de etapas legais, como estudos de viabilidade econômica e administrativa, além de consultas públicas à população local, antes de eventual aprovação pelos órgãos competentes. (Foto: STF; Fonte: InfoMoney; Poder360)

domingo, 22 de fevereiro de 2026

Fachin anula investigação da Polícia Federal sobre Toffoli e grupo Master

O presidente do Supremo Tribunal Federal, Edson Fachin, arquivou neste sábado (21) ação que tratava da conduta do ministro Dias Toffoli no caso Master. Com isso, apesar de não ser mais relator da investigação sobre fraudes do banco, Toffoli não foi considerado suspeito e poderá inicialmente participar de julgamentos envolvendo o Master.

Toffoli integra a 2º turma do STF, mesmo grupo do qual faz parte o novo relator do caso Master, ministro André Mendonça.

Tecnicamente chamado de arguição de suspeição, o processo contra Toffoli teve início após a Polícia Federal entregar para Fachin relatório sobre a relação do ministro com o banqueiro Daniel Vorcaro.

Em 10 de fevereiro, o diretor geral da PF, Andrei Rodrigues, se reuniu com Fachin para apresentar relatório de 200 páginas com conversas extraídas do celular de Vorcaro, citações a Toffoli e até informações sobre pagamentos.

Apesar do sigilo, é possível verificar no acompanhamento processual que Fachin deu encaminhamento ao pedido no mesmo dia. A ação foi autuada, portanto recebeu um número, e como presidente da corte, o próprio Fachin foi registrado como relator.

A decisão de arquivar processo agora vem após acordo feito entre todos integrantes da corte, inclusive Toffoli. No dia 12 deste mês, em reuniões reservadas no STF, os ministros decidiram anular pedido formal de suspeição, mas dar uma saída honrosa a Dias Toffoli do caso. O ministro acabou anunciando que deixaria a relatoria do Master, diante da pressão pública e desgaste para a corte.

Outros pedidos de suspeição de Toffoli, no caso Master, ainda tramitam na Procuradoria Geral da República, com perspectiva de arquivamento. Ao mesmo tempo, no Senado, políticos entraram com pedidos de impeachment de Toffoli, que ainda não foram analisados.

Fonte: SBT News

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2026

Marinha abre concurso para Fuzileiros Navais com 1.680 vagas

A Marinha do Brasil oficializou a abertura do concurso público para o Curso de Formação de Soldados Fuzileiros Navais, com ingresso previsto para as turmas de 2027. O processo seletivo oferece, ao todo, 1.680 vagas distribuídas em diferentes regiões do país.

As inscrições começam nesta quinta-feira (19) e devem ser feitas exclusivamente pela internet. O prazo para se candidatar termina em 20 de março. A taxa de participação foi fixada em R$ 40, enquanto a data da prova escrita ainda será divulgada pela instituição.

Candidatos inscritos no CadÚnico e doadores de medula óssea poderão solicitar isenção da taxa até o dia 27 de fevereiro, conforme previsto no edital. A inscrição pode ser feita AQUI.

Entre os requisitos exigidos, a Marinha estabelece idade mínima de 18 anos e máxima inferior a 22 anos até junho de 2027. Também é necessário ter concluído o ensino médio, possuir altura entre 1,54m e 2,00m e atender aos critérios de saúde e aptidão física. O edital veda tatuagens na cabeça, no rosto e na parte frontal do pescoço.

O concurso contempla candidatos de ambos os sexos e reserva 30% das vagas para pessoas negras, indígenas e quilombolas. A distribuição das oportunidades ocorre da seguinte forma:

  • Rio de Janeiro: 1.042 vagas para homens e 179 para mulheres (1.221 no total)
  • Manaus: 90 vagas para homens e 4 para mulheres (94)
  • Belém: 64 vagas para homens e 9 para mulheres (73)
  • São Paulo: 53 vagas para homens e 18 para mulheres (71)
  • Natal: 52 vagas para homens e 10 para mulheres (62)
  • Rio Grande: 46 vagas para homens e 4 para mulheres (50)
  • Salvador: 34 vagas para homens e 6 para mulheres (40)
  • Ladário (MS): 35 vagas para homens e 4 para mulheres (39)
  • Brasília: 24 vagas para homens e 6 para mulheres (30)

Durante o período de formação, que tem duração aproximada de 17 semanas em regime de internato, o recruta recebe um auxílio financeiro mensal de R$ 1.424,26. Após a conclusão do curso e a incorporação no posto de soldado fuzileiro naval, a remuneração passa para R$ 2.505,10.

A carreira militar permite progressão hierárquica ao longo dos anos, podendo alcançar a graduação de suboficial, conforme critérios de tempo de serviço, mérito e capacitação profissional. (Foto: Marinha; Fonte: repórter MT)

sábado, 14 de fevereiro de 2026

Itumbiara: Benício é sepultado após velório restrito a familiares

O corpo de Benício Araújo Machado, de 8 anos, foi sepultado na manhã deste sábado (14), em Itumbiara, em uma cerimônia fechada para familiares e amigos próximos.

O velório ocorreu na casa do avô materno do menino, o prefeito Dione Araújo. Segundo informações da imprensa local, o cortejo seguiu para o Cemitério Avenida da Saudade com apoio de uma viatura do Corpo de Bombeiros.

Benício estava internado desde a madrugada de quinta-feira (12), na UTI do Hospital Estadual São Marcos. Ele foi baleado pelo pai, o secretário de Governo Thales Machado, e morreu na tarde de sexta (13).

A liberação do corpo aconteceu após a conclusão dos protocolos médicos e o encerramento do suporte por aparelhos.

Benício foi a segunda vítima fatal do ataque. O irmão mais velho, Miguel Araújo Machado, de 11 anos, morreu ainda na madrugada do crime e foi sepultado na quinta.

O pai das crianças tirou a própria vida após os disparos. A mãe, Sarah Araújo, segue sob monitoramento de segurança e amparo de familiares.

A prefeitura informou que a cidade permanece em luto oficial. Colégios onde os irmãos estudavam e outras escolas da rede municipal e privada suspenderam atividades nos últimos dias.

Fonte: Pleno News

Sete pessoas continuam desaparecidas após naufrágio no Encontro das Águas

A lancha Lima Abreu naufragou nas proximidades do Encontro das Águas, em Manaus, nesta sexta-feira (13), deixando vítimas e desaparecidos. Até o momento, a morte de uma mulher e de uma criança, ainda não identificadas, foi confirmada. 

De acordo com os registros da embarcação, havia 67 passageiros e 4 tripulantes a bordo. Além das mortes confirmadas, sete pessoas seguem desaparecidas. 

O Corpo de Bombeiros Militar do Amazonas (CBMAM) mobilizou 25 bombeiros, três lanchas e oito viaturas para o resgate, contando também com o apoio de uma lancha da Polícia Militar e de uma ambulância do Samu. As operações de salvamento ainda estão em andamento, e mais informações sobre vítimas e feridos serão divulgadas assim que o atendimento for concluído. 

A empresa Lima de Abreu Navegações, responsável pela lancha, divulgou nota lamentando o acidente e informando que a embarcação estava com a documentação regular e em conformidade com as normas de navegação. Segundo a companhia, há total colaboração com as autoridades e apoio às vítimas e familiares. 

A Marinha do Brasil, por meio da Capitania Fluvial da Amazônia Ocidental, também atua no local, com equipe de resgate e aeronave sobrevoando a área. As operações incluem fiscalização das normas de navegação e garantias de segurança aos passageiros. 

Até o momento, não há confirmação oficial sobre as causas do naufrágio, e as investigações permanecem em andamento.

Fonte: CM7

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2026

Ministro André Mendonça marca reunião com a PF e inicia trabalho no caso Master

Brasil – Apenas um dia depois de ser definido por sorteio como novo relator do inquérito que apura supostas fraudes bilionárias envolvendo o Banco Master, o ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), já adotou sua primeira medida no processo: uma reunião com os delegados da Polícia Federal responsáveis pelas investigações.

O encontro está previsto para a tarde desta sexta-feira (13/2) e ocorrerá de forma virtual. Mendonça, que cumpre agenda institucional em São Paulo, participará remotamente, acompanhado por assessores do gabinete.

Segundo fontes próximas ao ministro, o objetivo é obter um panorama detalhado sobre o estágio atual das investigações, ouvir os responsáveis pelas apurações e definir um plano de trabalho para os próximos meses.


Mudança na relatoria

A escolha de Mendonça ocorreu na noite de quinta-feira (12/2), após o ministro Dias Toffoli solicitar sua saída da relatoria.

A decisão foi tomada em meio a uma crise interna no STF, desencadeada pela entrega de um relatório da PF ao presidente da Corte, Edson Fachin.

O documento, com cerca de 200 páginas, mencionava o nome de Toffoli a partir de dados extraídos do celular de Daniel Vorcaro, controlador do Banco Master e apontado como figura central no esquema investigado.


Relação com a Polícia Federal

A troca de relator foi bem recebida em setores da Polícia Federal. A cúpula da instituição, liderada pelo diretor-geral Andrei Rodrigues, mantém relação considerada positiva com Mendonça — apesar de o ministro ter sido indicado ao STF pelo ex-presidente Jair Bolsonaro.

A saída de Toffoli encerra um período marcado por tensões entre o ex-relator e investigadores, que divergiam sobre o ritmo e o grau de sigilo das diligências.


Próximos passos

Além da reunião com a PF, o gabinete de Mendonça realiza nesta sexta-feira um encontro interno para alinhar estratégias. Entre os pontos que devem ser analisados estão:

  • O nível de sigilo do processo;

  • A revisão de medidas cautelares já adotadas;

  • A possibilidade de devolução do inquérito à primeira instância, alternativa debatida como forma de reduzir pressões sobre o STF.


O que envolve o Caso Master

O Caso Master apura suspeitas de fraudes financeiras de grande escala, com operações que quase teriam provocado prejuízo bilionário ao Banco de Brasília (BRB) e que dependiam fortemente do Fundo Garantidor de Créditos (FGC).

Daniel Vorcaro chegou a ser preso temporariamente. Depoimentos recentes, incluindo os do próprio empresário e de diretores do Banco Central, acrescentaram novos elementos às investigações.

Com Mendonça agora à frente do caso — acumulando também a relatoria de outro inquérito sensível, relacionado a fraudes no INSS —, o processo entra em uma nova fase em um cenário político delicado, com eleições no horizonte e o Judiciário sob constante escrutínio.

sábado, 7 de fevereiro de 2026

Falha em sistema afeta aplicativos de bancos e interrompe Pix neste sábado

Clientes de diversos bancos enfrentaram instabilidade nos aplicativos e dificuldades para realizar operações financeiras na manhã e no início da tarde deste sábado (7). As falhas afetaram serviços como transferências via Pix, pagamentos e acesso às contas, com normalização gradual a partir das 13h30.

De acordo com o site Downdetector, que monitora reclamações sobre serviços digitais, mais de 10 mil registros foram feitos envolvendo instituições como Itaú, Santander, Nubank, Banco do Brasil, Bradesco, Banco Inter, C6 Bank e PicPay. Usuários relataram erros de login, lentidão e indisponibilidade total dos aplicativos.

Ainda segundo o Downdetector, a origem do problema pode estar relacionada a uma falha na Amazon Web Services (AWS), que registrou mais de 134 reclamações nas últimas 24 horas. A AWS é a principal provedora de computação em nuvem utilizada por bancos e instituições de pagamento no Brasil, o que explicaria o impacto simultâneo em diferentes plataformas financeiras.

Nas redes sociais, clientes relataram frustração com a impossibilidade de concluir transações básicas, especialmente transferências via Pix, e criticaram a dependência dos sistemas bancários de serviços externos de tecnologia.

Até o início da tarde, a maioria dos aplicativos começou a apresentar melhora no funcionamento, embora alguns usuários ainda relatassem instabilidade pontual. As instituições financeiras e a AWS não haviam se manifestado oficialmente sobre o ocorrido até a última atualização.

Fonte: Gazeta Brasil

Suzane von Richthofen assume inventário de R$ 5 milhões de tio falecido

Suzane von Richthofen foi nomeada nesta semana como inventariante dos bens de seu tio, o médico Miguel Abdalla Neto, de 76 anos, encontrado morto em 9 de janeiro.
Com a decisão da Justiça, Suzane passa a supervisionar o patrimônio deixado pelo tio, avaliado em cerca de R$ 5 milhões, mas não tem autorização para vender ou transferir os bens sem consentimento judicial.

Ela concorria à função de inventariante com a empresária Carmem Sílvia Gonzales Magnani, prima de Abdalla, que afirma ter mantido união estável com o médico. A Justiça, no entanto, considerou a alegação prematura.

O relacionamento de Carmem com Abdalla é discutido em outro processo, no qual a empresária alega ter vivido com o tio entre o final de 2011 e o início de 2015 — período que “destoa das alegações inicialmente apresentadas” no processo de herança, em que dizia ter união estável de 14 anos.

Segundo o despacho da 1ª Vara de Família e Sucessões de Santo Amaro, o julgamento desse processo deve ser concluído antes de qualquer mudança, mantendo Suzane no comando da gestão dos bens até segunda ordem.

A decisão ainda ressaltou que o histórico criminal de Suzane não interfere legalmente na disputa pela herança. Além dela, há outro herdeiro, seu irmão Andreas von Richthofen, que até o momento não se habilitou no processo.

Carmem registrou boletim de ocorrência acusando Suzane de apropriação indevida de vários bens do médico, duas semanas após a Polícia Civil iniciar investigação sobre furto na residência de Abdalla.

A empresária afirma que, durante o processo de inventário, Suzane “admitiu expressamente ter subtraído e estar na posse dos bens do espólio (carro e demais bens), sem qualquer autorização judicial para tanto”. Entre os itens listados estão um Subaru prata 2021, uma lavadora, um sofá, uma poltrona e uma bolsa com documentos e dinheiro.

Miguel Abdalla Neto foi encontrado morto na sala de sua residência no Campo Belo, zona sul de São Paulo, e a polícia aguarda os laudos do IML para esclarecer a causa do óbito.

O médico havia sido tutor de Andreas após o assassinato dos pais de ambos, em 31 de outubro de 2002. Ré confessa, Suzane foi condenada em 2006 a quase 40 anos de prisão, quando tinha 19 anos e cursava direito na PUC-SP. Desde então, passou por diversos regimes de prisão, incluindo liberdade provisória e domiciliar.

Fonte: Direita Online

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2026

Urgente: Moraes manda prender indígena Sererê

Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou a prisão preventiva de José Acácio Sererê Xavante, acusado de supostamente liderar ataques contra a sede da Polícia Federal (PF), em dezembro de 2022. A decisão foi enviada para cumprimento pela PF.

Sererê Xavante estava em prisão domiciliar desde abril do ano passado, mas, segundo documentos do processo, a tornozeleira eletrônica usada por ele deixou de enviar sinal em novembro.

Embora a defesa aponta que o indígena reside em zona rural com dificuldade de acesso à internet, Moraes alegou para a decisão que ele não atendeu às chamadas da Secretaria de Administração Penitenciária (Seape) nem entrou em contato para regularizar o equipamento. Além disso, diz Moraes, o investigado não compareceu quando convocado pelo órgão. (continua)

Dinheiro esquecido: Os brasileiros têm atualmente R$ 10,025 bilhões em dinheiro esquecido em bancos e outras instituições financeiras, de acordo com a atualização do SVR. O sistema permite que pessoas físicas e jurídicas consultem se há recursos disponíveis para resgate.

(segue) “Essa circunstância caracteriza o descumprimento injustificado da medida substitutiva da prisão. Nesse contexto, o descumprimento das medidas cautelares pessoais diversas da prisão é causa hábil a autorizar o restabelecimento da custódia preventiva”, escreveu Moraes, citando o Código de Processo Penal. A decisão seguiu manifestação da Procuradoria-Geral da República.

José Acácio Sererê Xavante já havia sido preso na Argentina em dezembro de 2024 acusado de ‘descumprir medidas

Segundo a PGR, ele foi um dos líderes do acampamento montado em frente ao Quartel-General do Exército em 2022, “com objetivo de pressionar por um golpe militar” contra Lula.

O indígena ficou conhecido por apoiar Bolsonaro e por organizar manifestações em apoio ao ex-presidente em diversos pontos de Brasília.

Entre os atos relatados pela PF estão protestos em frente ao Congresso Nacional, ao Aeroporto Internacional de Brasília, ao ParkShopping, na Esplanada dos Ministérios e diante do hotel onde Lula estava hospedado. (Foto: reprodução; Fonte: Metrópoles)

Ministro do STJ é acusado de assédio s3xual contra jovem de 18 anos

O ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ), Marco Buzzi, é alvo de uma grave denúncia de assédio sexual feita por uma jovem, de 18 anos, que passou as férias de janeiro hospedada na residência do magistrado em Balneário Camboriú, no litoral de Santa Catarina.

De acordo com apuração do portal Metrópoles, a jovem é filha de um casal de amigos do ministro. O suposto episódio teria ocorrido no dia 9 de janeiro, enquanto o grupo estava na praia. Em determinado momento, a jovem entrou no mar para nadar, onde também se encontrava Buzzi.

Segundo o relato da vítima, o ministro teria tentado agarrá-la por três vezes dentro da água. A jovem afirmou que entrou em estado de desespero durante a situação e conseguiu se desvencilhar, retornando à areia, onde contou aos pais o que havia ocorrido.

Após o relato, o casal deixou o local e seguiu para São Paulo, onde registrou um boletim de ocorrência em uma delegacia de polícia. Por se tratar de uma autoridade com foro privilegiado, os denunciantes foram orientados a formalizar a queixa junto às instâncias superiores.

Na terça-feira (3), os pais da jovem estiveram reunidos com o desembargador Luís Geraldo Sant’Ana Lanfredi, juiz auxiliar do ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF). Atualmente, a denúncia está sendo formalizada no Conselho Nacional de Justiça (CNJ).

Marco Buzzi tomou posse como ministro do STJ em 2011, após indicação da então presidente da República, Dilma Rousseff (PT). Ele completa 68 anos nesta quarta-feira (4).

Até o momento, não houve posicionamento público do ministro sobre as acusações. O caso deve seguir sob análise das autoridades competentes.

Fonte: Folha do Estado

terça-feira, 3 de fevereiro de 2026

ATENÇÃO! WhatsApp deixa de funcionar em 30 celulares a partir de fevereiro

O WhatsApp, aplicativo de mensagens mais usado no Brasil, deixou de oferecer suporte para cerca de 30 modelos de smartphones que já não atendem aos requisitos mínimos exigidos pela plataforma.

Embora a medida costume gerar preocupação, ela faz parte de uma política recorrente do aplicativo, que periodicamente revisa quais sistemas operacionais ainda conseguem acompanhar as atualizações de segurança e desempenho. Para quem depende do WhatsApp no dia a dia, entender o que muda é essencial para evitar transtornos.


Quais celulares perdem acesso ao WhatsApp e por quê

Segundo informações do próprio WhatsApp, os aparelhos afetados utilizam versões antigas de sistema operacional que não recebem mais atualizações dos fabricantes. Com isso, o aplicativo deixa de funcionar completamente: não é possível abrir o app, enviar mensagens ou receber conteúdos.

A decisão leva em conta fatores como segurança digital, estabilidade do aplicativo e a capacidade de suportar novos recursos. Celulares com softwares desatualizados ficam mais vulneráveis a falhas, lentidão e até ataques virtuais, o que representa risco para os dados dos usuários.

Entre os modelos que deixam de ter acesso estão aparelhos lançados há mais de uma década, como Samsung Galaxy S3, S4 e S5; Motorola Moto G e Moto E de primeira geração; LG Optimus L3, L5 e L7; além de iPhones das linhas 5, 5c, 5s, 6 e 6 Plus. Também entram na lista modelos antigos da Sony, Huawei e HTC.

Atualmente, o WhatsApp exige Android 5.0 ou superior e iOS 15.1 ou versões mais recentes. Antes do bloqueio definitivo, o aplicativo costuma enviar notificações aos usuários avisando sobre o fim do suporte, com meses de antecedência.

Para quem possui um dos celulares afetados, a principal orientação é verificar se ainda existe atualização disponível. Caso contrário, será necessário transferir o backup das conversas para um aparelho compatível.

Via portal THN1

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2026

Registro de armas legais no Brasil despenca com Lula; Veja os números

O terceiro mandato de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) registra o menor volume de liberações de armas para defesa pessoal desde o início de suas gestões no Planalto.
Entre 2023 e 2025, foram concedidos 85.469 registros, número inferior ao observado no mesmo intervalo do primeiro governo Lula, quando houve 80.001 autorizações. A reportagem é do Poder360.

Os dados revelam uma queda expressiva em relação à administração anterior. Nos três primeiros anos do governo Jair Bolsonaro (PL), o total de registros para defesa pessoal foi cerca de 343,2 mil superior ao verificado agora, o que representa uma redução aproximada de 80% no ritmo de liberações.

Historicamente, o maior volume de registros nos anos iniciais de um governo ocorreu durante o segundo mandato de Lula. Naquele período, houve um esforço concentrado de recadastramento de armas registradas até 2003, ano da entrada em vigor do ‘Estatuto do Desarmamento’.

O processo teve prazos prorrogados diversas vezes, o que provocou acúmulo de pedidos e atrasos na inclusão das informações no sistema oficial.

Já no atual mandato, Lula adotou uma política de maior restrição ao acesso a armas. Em 2023, o petista editou um decreto que revogou normas flexibilizadas durante o governo Bolsonaro e tornou mais rigorosas as exigências para novos registros. O impacto foi imediato: ainda naquele ano, o número de autorizações despencou, conforme demonstram os dados oficiais.

As novas regras também atingiram diretamente os CACs — caçadores, atiradores e colecionadores. As mudanças reduziram permissões de uso, limitaram a compra de armamentos e impuseram tetos mais baixos para aquisição de munições, de acordo com cada categoria.

Desde 1965, início da série histórica, o Brasil emitiu cerca de 2,95 milhões de registros de armas para defesa pessoal. Desse total, aproximadamente 1,32 milhão seguem válidos e ativos, enquanto cerca de 1,63 milhão estão vencidos ou foram cancelados.

Entre os registros atualmente em vigor, 562,4 mil foram concedidos durante os quatro anos do governo Bolsonaro. No segundo mandato de Lula, o número total de liberações foi maior, mas apenas 222,5 mil dessas autorizações permanecem ativas nos dias de hoje. (Foto: PixaBay; Fonte: Poder360)

domingo, 1 de fevereiro de 2026

Reprovação em CNH dispara quase 500% desde o início do 3º mandato de Lula

Enquanto fere de morte instrutores e geradores de emprego donos de autoescola, o governo Lula viu o número de reprovação nos exames para obtenção da Carteira Nacional de Habilitação (CNH) disparar quase 500% desde o início do terceiro mandato do petista. Os números foram obtidos pela coluna via Lei de Acesso à Informação e são da Secretaria Nacional de Trânsito (Senatran), subordinada ao Ministério dos Transportes, que patrocinou a ofensiva contra as autoescolas.


Pré-caos

Considerando exames para veículos de quatro e duas rodas, em 2022, último ano antes de Lula assumir, foram 48.744 “inaptos”.


Melhora e piora

No primeiro ano do Lula3, o número até caiu, chegou a 48.590. Mas só aí. Em 2024, as reprovações dispararam para 68.577, alta de 41,13%.


Teto de reprovações

No ano em que Lula resolveu que pode excluir autoescolas do processo, o número é espantoso: 284.736 inaptidões. Alta de 484.15% desde 2022.


Aprovações caem

Mesmo o número de aprovados nos exames caiu 8%. Fora 4.863.043 em 2022. No ano passado, o número ficou em 4.474.032.

Fonte: Diário do Poder

sexta-feira, 30 de janeiro de 2026

Empresário do "Açaí no Grau" morre aos 43 anos após infecção

O empresário piauiense Daniel Rocha, de 43 anos, fundador da rede de franquias Açaí no Grau, morreu na madrugada desta sexta-feira (30), em São Paulo. Ele estava internado desde terça-feira (27) no Hospital Sírio-Libanês, após apresentar complicações causadas por uma infecção bacteriana que comprometeu órgãos como pulmão, coração e rins.

O corpo deve chegar a Picos, no Sul do Piauí, na manhã deste sábado (31). Familiares ainda definem o local do velório, com possibilidade de ocorrer na Câmara Municipal, e uma celebração está prevista para as 15h30, na Igreja Matriz de Nossa Senhora dos Remédios, no centro da cidade. Empresário de destaque, Daniel ganhou projeção nacional ao expandir a Açaí no Grau para mais de 80 lojas em diferentes regiões do país.

Fonte: Luiz Bacci

quinta-feira, 29 de janeiro de 2026

Caso Orelha: Justiça manda redes apagarem dados de adolescentes

Plataformas deverão excluir informações relacionadas aos adolescentes investigados pela morte do animal.
A Justiça de Santa Catarina determinou nesta quarta-feira (28), por meio de liminar, que redes sociais excluam informações relacionadas aos adolescentes investigados pela morte do cão Orelha. O crime ocorreu neste mês na Praia Brava, em Florianópolis (SC). A informação foi confirmada em nota divulgada pelos advogados Alexandre Kale e Rodrigo Duarte, que representam os adolescentes.

A decisão foi proferida pela Vara da Infância e Juventude de Florianópolis e é direcionada às empresas Meta (proprietária de Instagram, Facebook e WhatsApp) e Bytedance, responsável pelo TikTok. A Justiça determinou que as plataformas excluam postagens que identifiquem os investigados e adotem medidas para impedir a republicação desse tipo de conteúdo.

Segundo os advogados, os adolescentes têm sido alvo de difamação e perseguição nas redes sociais, com publicações que violariam o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). Eles ressaltam ainda que o caso segue sob investigação e que não há acusação formal contra os jovens até o momento.

Em nota conjunta, os advogados acrescentam que “a falsa sensação de impunidade na internet faz com que muitos acreditem que podem difamar, perseguir e atacar inocentes sem enfrentar consequências, o que não corresponde à realidade”.

As plataformas digitais terão prazo de 24 horas para remover fotos, vídeos e postagens e comentários que permitam a identificação pessoal dos adolescentes, incluindo informações como nome, apelido, filiação, parentesco ou endereço.

No caso do WhatsApp, a liminar estabelece que a Meta adote medidas para evitar o compartilhamento de conteúdos que identifiquem os suspeitos, impeça o reenvio de mensagens com esse teor e realize o bloqueio ou a suspensão de contas responsáveis pela divulgação do material vetado.

Na decisão, o juiz ressalta que as medidas devem ser adotadas “conforme as diretrizes da plataforma, com preservação de registros e metadados eventualmente disponíveis, sem que haja acesso ao conteúdo de comunicações privadas”.

– O acolhimento do pedido liminar é medida que se impõe para a exclusão de postagens que contenham elementos que viabilizem a identificação dos infantes em conteúdos sobre o caso, conforme determina a legislação afeta ao tema – diz trecho da decisão divulgado pelos advogados.

Ainda de acordo com Kale e Duarte, o magistrado considerou que, por serem adolescentes, os investigados devem ser protegidos não apenas pela Constituição Federal, mas também pelo ECA, “cujo princípio central é o da proteção integral, evitando a violação de direitos de personalidade como privacidade, intimidade, imagem e honra”.

– A violência contra os animais deve ser combatida para que nunca ocorra, e o caso do cachorro Orelha é muito triste. Mas linchamento virtual, ameaças e desinformação não são aceitáveis, sobretudo contra menores de idade em um processo que ainda está sob investigação – conclui Rodrigo Duarte.

MORTE DO CACHORRO ORELHA

Orelha tinha 10 anos de idade e era um cão comunitário que vivia na região da Praia Brava, na capital catarinense. Neste mês, ele foi encontrado machucado, agonizando, e morreu durante um atendimento veterinário que buscava reverter o quadro clínico provocado pelas agressões.

A Polícia Civil soube do caso no dia 16 de janeiro. As investigações identificaram ao menos quatro adolescentes suspeitos de tê-lo agredido de forma violenta com intuito de causar sua morte – parte das agressões se concentraram na cabeça no animal. As autoridades também apuram se o mesmo grupo tentou afogar outro cão comunitário, na mesma praia, no início de janeiro.

O caso levou à abertura de dois inquéritos: um para investigar a morte do animal e outro pelo crime de coação. Conforme a polícia, parentes dos adolescentes estariam coagindo pessoas que testemunharam o caso. Por esse motivo, três pessoas – todas elas, adultos – foram indiciadas. Os nomes não foram revelados pelos delegados e, por isso, não foi possível localizar as defesas.

Na última segunda-feira (26), a polícia cumpriu mandados de busca e apreensão nas casas dos suspeitos, mas ninguém foi detido. Celulares e notebooks foram apreendidos. Dois dos adolescentes apontados como os agressores de Orelha estão em viagem para os Estados Unidos. Segundo o delegado-geral, Ulisses Gabriel, o passeio já estava programado e eles devem retornar ao Brasil na semana que vem.

O Ministério Público de Santa Catarina (MP-SC), por meio da 10ª Promotoria de Justiça da Capital, da área da Infância e Juventude, e da 32ª Promotoria de Justiça da Capital, da área do Meio Ambiente, também acompanha o caso.

Fonte: Pleno News

Brasil entrega aos EUA pedido de extradição de Ramagem

Nesta quarta-feira (28), o Ministério da Justiça e Segurança Pública informou ao Supremo Tribunal Federal (STF) que o governo brasileiro formalizou o pedido de extradição do ex-deputado federal Alexandre Ramagem (PL-RJ) dos Estados Unidos.

No ofício enviado ao ministro Alexandre de Moraes, que solicitou a extradição, o ministério informou que o pedido foi entregue pela embaixada do Brasil em Washington ao Departamento de Estado no dia 30 de dezembro de 2025. Não há prazo para análise da extradição.

Ex-diretor da Agência Brasileira de Inteligência (Abin) durante o governo de Jair Bolsonaro, Ramagem foi condenado a 16 anos de prisão na ação do golpe de Estado.

Em setembro do ano passado, ele fugiu do país para evitar o cumprimento da pena e está morando em Miami.

Durante a investigação sobre o golpe de Estado, Ramagem foi proibido pelo STF de sair do país. Segundo a Polícia Federal, ele fugiu pela fronteira com a Guiana e embarcou para os Estados Unidos com passaporte diplomático, que não estava apreendido.

No final do ano passado, a Mesa Diretora da Câmara dos Deputados declarou a cassação do mandato de Ramagem. A Constituição determina que a Casa declare a perda do mandato de parlamentar em função de condenação criminal.

*Com informações da Agência Brasil

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