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terça-feira, 18 de abril de 2017

Polícia descarta envolvimento de parentes na morte de Débora Lohany

Walderir Batista dos Santos confessou que matou a menina por vingança.
Em entrevista coletiva realizada na tarde desta segunda-feira (17), a Secretaria de Segurança Pública e Defesa Social (SSPDS) informou detalhes da investigação que resultou na prisão de Walderir Batista dos Santos, acusado de matar a menina Débora Lohany, de apenas 4 anos. 

Conforme o delegado Renê Andrade, titular do Departamento de Inteligência da Polícia Civil (DIP), o homem confessou ter matado a criança motivado por vingança. Walderir disse que tinha uma rixa com a família de Débora por conta de um ponto de venda de flanelas, mas conforme as investigações, a real motivação do crime ainda segue sob investigação.

Segundo relatos da polícia, Walderir teria tentado beijar uma criança que mora nas proximidades da casa de Débora, mas foi espancado pela população. Para se vingar, ele retornou ao local, raptou Débora e depois a matou. Renê Andrade ressaltou que está descartado o envolvimento de familiares de Débora no caso. 

O homem foi encontrado pelos agentes de segurança em Parnaíba, no Estado do Piauí, e trazido para Fortaleza sob escolta, na última quinta-feira (13). Ele revelou que fugiu dias após o crime para se esconder na casa de seus pais, que residem na cidade.

"Durante as investigações acerca do sumiço de Débora, descobrimos que concomitantemente Walderir, que era frequentador da região, também desapareceu. E ele possuía as características da pessoa que procurávamos como principal suspeito. Passamos então a diligenciar nos possíveis endereços onde ele costumava frequentar", disse Renê. 

Os policiais ainda revelaram que aguardam o resultado do exame de DNA feito nas unhas de Débora para saber se há material genético do suspeito. O objetivo do exame é comprovar a autoria do crime. Até o momento, o laudo realizado pela perícia forense aponta traumatismo craniano como a causa da morte da criança, versão condizente com a do suspeito, que confessou ter matado a menina com uma pedrada na cabeça. Walderir garante não ter estuprado a criança. 

Como apurado em primeira mão pelo Cnews, a polícia revelou que Walderir já responde a seis procedimentos policiais por homicídio, lesão corporal, roubo e ameaça. 

O caso

Débora sumiu no último dia 27 de março, enquanto brincava com amigos na avenida Raul Barbosa, em Fortaleza. De acordo com o relato de testemunhas, a criança foi levada por um homem sem um dos braços para um matagal e desde então, não foi mais vista. Buscas foram realizadas pelas forças de Segurança e populares, mas nada foi encontrado. 

Corpo encontrado

Na última semana, o corpo da criança foi encontrado em meio ao lixo, no cruzamento entre a avenida Pontes Vieira com Via Expressa, em Fortaleza. Um laudo apresentado esta semana aponta que a causa da morte possivelmente foi traumatismo craniano. O resultado do exame veio com base nas evidências encontradas nos ossos da menina.

Cnews

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