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terça-feira, 4 de outubro de 2016

Associação afirma que PMs foram ameaçados por Inácio Arruda

O secretário estadual se envolveu em uma confusão no IFCE, no Benfica, em Fortaleza.
As Associações de Policiais e Bombeiros Militares do Estado do Ceará (ACSMCE) emitiu uma nota de repúdio sobre o episódio ocorrido durante o primeiro turno da eleição municipal, no domingo (2), envolvendo o secretário estadual Inácio Arruda. De acordo com a nota, Inácio ameaçou e caluniou os militares envolvidos na abordagem policial.

“Quando da invasão à abordagem, o mesmo senhor agiu de forma agressiva e truculenta com os policiais, chegando a empurrar um deles, dizendo que iria retirar a bolsa de sua filha pelo fato de os policiais serem “ladrões”. Além de tumultuar o trabalho dos policiais, o referido senhor adentrou à viatura policial, dizendo que sua filha não iria ser conduzida sozinha, pois os profissionais de segurança pública poderiam dar “sumiço” a ela”, diz a nota. 

Ainda segundo a Associação, um dos policiais registrou o momento em que Inácio “proferia ameaças e calúnias contra os militares, usando do seu cargo público no Governo do Estado do Ceará, para intimidá-los”. 

“As associações militares do Estado do Ceará repudiam a resistência, intimidação e uso do cargo público para burlar as leis eleitorais, que combatem de forma incisiva qualquer tido de “boca de urna” durante o pleito”, completou. 

Além da ACSMCE, a nota é assinada pela Associação dos Profissionais da Segurança (APS) e Associação dos Oficiais da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros do Estado do Ceará (ASSOF).

Leia a nota na íntegra: 

"As associações de policiais e bombeiros militares do Estado do Ceará repudiam as matérias veiculadas nos últimos dias, em desfavor dos policiais militares que atuaram na Operação Eleições 2016, durante abordagem no Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Ceará (IFCE). Após uma denúncia anônima que foi repassada aos policiais, via Ciops, de que estaria havendo “boca de urna” no referido instituto, os mesmos se dirigiram ao local, ocasião em que procederam a abordagem a três mulheres que tinham as características da referida denúncia.

No início do procedimento, foi solicitado uma verificação nas bolsas das mulheres, havendo uma resistência incisiva por parte das mesmas, onde se negaram veementemente a abri-las durante a ocorrência. Além da resistência em mostrar o conteúdo, as mulheres sentaram sobre as bolsas, e posteriormente tentaram livrar o flagrante tentando repassá-las para uma terceira pessoa, que seria a genitora de uma delas.

Durante a ação, houve a incitação das mulheres no sentido de atrapalhar a ocorrência policial, com isso ocasionou um aglomerado de pessoas que invadiram o perímetro da abordagem. Posteriormente, o genitor de uma das mulheres abordadas adentrou ao espaço da ocorrência, fazendo uso de força para retirar sua filha e a bolsa que continha o material do flagrante: “santinhos” de dois candidatos a vereador do município de Fortaleza e um postulante a prefeito, produto esse que foi apreendido na sede da Polícia Federal (PF). Quando da invasão à abordagem, o mesmo senhor agiu de forma agressiva e truculenta com os policiais, chegando a empurrar um deles, dizendo que iria retirar a bolsa de sua filha pelo fato de os policiais serem “ladrões”. Além de tumultuar o trabalho dos policiais, o referido senhor adentrou à viatura policial, dizendo que sua filha não iria ser conduzida sozinha, pois os profissionais de segurança pública poderiam dar “sumiço” a ela.

No trajeto até a sede da PF, um dos policiais gravou o momento em que o referido senhor proferia ameaças e calúnias contra os militares, usando do seu cargo público no Governo do Estado do Ceará, para intimidá-los. Todos os procedimentos, desde o início da abordagem até a finalização na sede da PF, foram feitos dentro da legalidade e da lisura profissional, seguindo as normas técnicas dos profissionais de segurança pública.

As associações militares do Estado do Ceará repudiam a resistência, intimidação e uso do cargo público para burlar as leis eleitorais, que combatem de forma incisiva qualquer tido de “boca de urna” durante o pleito.

As medidas cabíveis judiciais já estão sendo tomadas para que a verdade venha à tona, e que os profissionais que estão sendo injustiçados tenham seus direitos resguardados, inclusive o direito de resposta aos meios de comunicação, que só ouviram uma das partes envolvidas, especialmente a parte que cometeu o crime eleitoral. As associações estão à disposição para quaisquer esclarecimentos, com base não só em relatos, mas em provas contundentes, que podem ser apresentadas a qualquer momento".

Fonte: CNEWS

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