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domingo, 17 de setembro de 2017

General fala em intervenção se Justiça não agir contra corrupção; assista

O general do Exército da ativa Antonio Hamilton Martins Mourão falou por três vezes na possibilidade de intervenção militar diante da crise enfrentada pelo País, caso a situação não seja resolvida pelas próprias instituições. A afirmação foi feita em palestra realizada na noite de sexta-feira, 15, na Loja Maçônica Grande Oriente, em Brasília, após o então procurador-geral da República, Rodrigo Janot, denunciar pela segunda vez o presidente Michel Temer por participação em organização criminosa e obstrução de justiça. Janot deixou o cargo nesta segunda-feira.

A atitude do general causou desconforto em Brasília. Oficiais-generais ouvidos pelo jornal “O Estado de S. Paulo” criticaram a afirmação de Mourão, considerada desnecessária neste momento de crise.

“Ou as instituições solucionam o problema político, pela ação do Judiciário, retirando da vida pública esses elementos envolvidos em todos os ilícitos, ou então nós teremos que impor isso”, disse Mourão em palestra gravada, justificando que “desde o começo da crise o nosso comandante definiu um tripé para a atuação do Exército: legalidade, legitimidade e que o Exército não seja um fator de instabilidade”.

O general Mourão seguiu afirmando que “os Poderes terão que buscar uma solução, se não conseguirem, chegará a hora em que teremos que impor uma solução… e essa imposição não será fácil, ela trará problemas”. Por fim, acrescentou lembrando o juramento que os militares fizeram de “compromisso com a Pátria, independente de sermos aplaudidos ou não”. E encerrou: “O que interessa é termos a consciência tranquila de que fizemos o melhor e que buscamos, de qualquer maneira, atingir esse objetivo. Então, se tiver que haver haverá”.

Procurado neste domingo, Mourão explicou, no entanto, que não estava “insuflando nada” ou “pregando intervenção militar” e que a interpretação das suas palavras “é livre”. Ele afirmou que falava em seu nome, não no do Exército.

Ao jornal, o comandante do Exército, general Eduardo Villas Bôas, foi enfático e disse que “não há qualquer possibilidade” de intervenção militar. “Desde 1985 não somos responsáveis por turbulência na vida nacional e assim vai prosseguir. Além disso, o emprego nosso será sempre por iniciativa de um dos Poderes”, afirmou Villas Bôas, acrescentando que a Força defende “a manutenção da democracia, a preservação da Constituição, além da proteção das instituições”.

Depois de salientar que “internamente já foi conversado e o problema está superado”, o comandante do Exército insistiu que qualquer emprego de Forças Armadas será por iniciativa de um dos Poderes. No sábado, o ministro da Defesa, Raul Jungmann, conversou com o comandante do Exército, que telefonou para o general Mourão para saber o que havia ocorrido. O general, então, explicou o contexto das declarações.


Polêmicas anteriores

Esta não é a primeira polêmica protagonizada pelo general Mourão, atual secretário de economia e finanças do Exército, cargo para o qual foi transferido, em outubro de 2015, quando perdeu o Comando Militar do Sul, por ter feito duras críticas à classe política e ao governo.

Antes, ele já havia desagradado ao Palácio do Planalto, ao ter atacado indiretamente a então presidente Dilma Rousseff ao ser questionado sobre o impeachment dela e responder que “a mera substituição da PR( presidente da República) não trará mudança significativa no ‘status quo'” e que “a vantagem da mudança seria o descarte da incompetência, má gestão e corrupção”.

Neste domingo, ao ser procurado pelo jornal, o general Mourão disse que “não está insuflando nada” e que “não defendeu (a tomada de poder pelos militares), apenas respondeu a uma pergunta”. Para o general, “se ninguém se acertar, terá de haver algum tipo de intervenção, para colocar ordem na casa”. Sobre quem faria a intervenção, se ela seria militar, ele responde que “não existe fórmula de bolo” para isso. E emendou: “Não (não é intervenção militar). Isso não é uma revolução. Não é uma tomada de poder. Não existe nada disso. É simplesmente alguém que coloque as coisas em ordem, e diga: atenção, minha gente vamos nos acertar aqui e deixar as coisas de forma que o País consiga andar e não como estamos. Foi isso que disse, mas as pessoas interpretam as coisas cada uma de sua forma. Os grupos que pedem intervenção é que estão fazendo essa onda em torno desse assunto”.

Mourão estava fardado ao fazer a palestra. Ele permanece no serviço ativo no Exército até março do ano que vem, quando passará para a reserva. O general Mourão disse ao jornal que não vai se candidatar, apesar de existir página nas redes sociais sugerindo seu nome para presidente da República. “Não. Não sou político. Sou soldado.”

Fonte: Istoe
Vídeo YouTube

9 comentários:

deste e que o brasil Presciza eu voto nele e todo ceará

Ai sobe pra cabeça e pronto, se eles fizeram cagada e vc falar mal deles, tu vai preso e será torturado.

Ta certo. Quem não gosta dos generais são aqueles que querem fazer a coisa erra, ter liberdade para falar o que quer e o que bem quer. Os que fizeram democracia hj, são aqueles que choravam para entrar e esta ai o resultado, o povo refém da bandidagem, de milicias, comando vermelho, PCC e outras organizações criminosas que estão mandando no Pais. Tem que dar um basta nisso. O Cidadão não pode sentar mais numa praça, numa calcada de sua casa e quem defendem a democracia: Jornalistas, artistas da Globo, Cantores que querem ter liberdade para falar, mas não ajudam a resolver nada. Quando a coisa acocha vão todos embora para o exterior gastar o dinheiro do povo brasileiro. Quem fica aqui, entra no pau.

Quero no governo não obrigado. Mas se quiserem fazer um limpa lá em Brasilia e nos municípios eu agradeço, mas só isso.

Esse general é um desacreditado no meio da tropa!
O que ele fala não se escreve.

O Brasil tá uma zona!! Tem q ser feito alguma coisa rápido!!! Intervenção militar ja

Esse elemento é conhecido no meio por ser imbecilizado!

Ditadura e esse canalhas en Brasília guerendo aprova um Fundão bilionário pra esses vagabundos ter mais dinheiro pra roubar essas pessoas ignorante nem sabem diferença de ditadura o intervenção militar gue e u gue o general tá falando mais os bandidos de ternos gueren passar um impressão gue os militares sao um terror terror sao esses políticos parasitas dos infernos guer matan minhares de forme de doenças por falta de atendimentos nos hospitais entre outras mazelas de tanto dinheirão guer é roubando dos nossos impostos suado iso sim é ditadura política tenho nojo dessa classe imunda de políticos

é isso aí general bota essa cambada de corruptos na cadeia, ou expulsa eles do pais mande eles para um bom lugar, opçao:venezuela;libia,iraque,ou na área do furacao.

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