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sábado, 25 de novembro de 2017

A SALVAÇÃO PELA GRAÇA


INTRODUÇÃO:

a. A Lei no Antigo Testamento tem a função de instruir e ensinar ao povo o que Deus estabeleceu aos israelitas a fim de eles terem um convívio próspero, pacífico e harmonioso na terra de Canaã.

b. A questão, contudo, foi que o homem não conseguiu cumprir a lei de Deus. Nenhum sequer foi bom suficiente para satisfazer as demandas prescritas, verdade essa comprovada pela morte que atingiu toda a criação:

“Portanto, como por um homem entrou o pecado no mundo, e pelo pecado a morte, assim também a morte passou a todos os homens por isso que todos pecaram.” – Romanos 5.12

c. Alguém tinha que cumprir este lado do pacto, para que fôssemos absolvidos da pena da lei. Cristo foi único que cumpriu as justas exigências, e não somente isto: Ele tomou sobre Si a maldição na qual a lei enquadra os transgressores:

“Porque, aquilo que a lei fora incapaz de fazer por estar enfraquecida pela carne, Deus o fez, enviando seu próprio Filho, à semelhança do homem pecador, como oferta pelo pecado. E assim condenou o pecado na carne, a fim de que as justas exigências da lei fossem plenamente satisfeitas em nós, que não vivemos segundo a carne, mas segundo o Espírito.” Romanos 8:3,4 (NVI)


I. LEI E GRAÇA

1. O propósito da lei.

a. A Lei tem o propósito espiritual de mostrar quão terrível é o pecado – “pela lei vem o conhecimento do pecado.” (Rm 3.20) -, bem como o propósito concreto de preservar o povo de Israel do pecado. Mais tarde, a Lei também revelaria quão grande é a necessidade do ser humano, pela graça, obter a salvação, pois era impossível cumprir plenamente a Lei de Deus no Antigo Testamento (Rm 7.19; Tg 2.10).

b. A lei foi entregue para mostrar ao homem justamente a sua total incapacidade de observá-la.

“Pois ninguém será declarado justo diante de Deus por fazer o que a lei ordena. A lei simplesmente mostra quanto somos pecadores.” – Romanos 3.20 (NVT)

“Qual era, então, o propósito da lei? Ela foi acrescentada à promessa para mostrar às pessoas seus pecados.” – Gálatas 3.19 (NVT)

c. A lei foi entregue por causa da transgressão (Rm 5.13). Acerca disso, Martinho Lutero diz que “a lei não ensina o que os homens podem fazer, mas o que os homens devem fazer”.

d. Entretanto, sob o ponto de vista dos aspectos morais da Lei, há princípios que continuam vigorando até os dias atuais. Esses princípios, conforme resumidos no Decálogo – os Dez Mandamentos -, representam nossas obrigações éticas para com Deus e com o próximo (Êx 20.1-17).

e. Sobre isso, Lutero diz que, “a lei me leva até Cristo; Cristo me justifica e me leva até a lei”.

f. O critério aqui não é salvação por mérito, mas o “novo e vivo caminho” proposto por Deus (esforço).

g. A lei é uma dádiva de Deus, pois ela é a luz para caminharmos seguramente neste mundo de trevas. 


2. A Lei nos conduziu a Cristo.

a. A Lei foi uma espécie de guia para encontrarmos a Cristo por meio da graça (Gl 3.24). Ela nos convence, pela impossibilidade de ser cumprida, de que não podemos alcançar a salvação sem Cristo. Desse modo, quando a Lei se faz a própria justiça do homem, como mérito dele, ela se torna depreciativa, impossibilitando o ser humano de alcançar a salvação que só é possível mediante o evangelho da graça de Deus (Ef 2.8).

b. A lei ensina e fala sobre o nosso dever, mas ela não nos capacita à cumpri-la. É aqui que entra o evangelho, a boa notícia, que só pode ser boa se a má notícia for anunciada (por meio da lei) primeiramente. 

c. Quando é revelado este mistério ao homem, o véu é removido, e Cristo converte os corações dos pecadores.


3. A graça revela que a Lei é imperfeita.

a. Paulo constata a superioridade do Espírito em relação à Lei (Gl 5.18) e, que por isso, morremos para a Lei (Rm 7.4; Gl 2.19). Assim, o escritor aos Hebreus revela que a Lei é imperfeita (Hb 8.6,7,13) e o apóstolo João afirma que foi Cristo quem trouxe a graça e a verdade (Jo 1.17). Sim, a graça é superior à lei! Logo, segundo as Escrituras, só existe a Lei por causa do pecado e para apontá-lo: “Que diremos, pois? É a lei pecado? De modo nenhum! Mas eu não conheci o pecado senão pela lei” (Rm 7.7).

b. O comentarista da revista errou ao afirmar que a “lei é imperfeita”. A Bíblia diz justamente o contrário:

“A lei do Senhor é perfeita, e revigora a alma. Os testemunhos do Senhor são dignos de confiança, e tornam sábios os inexperientes.” – Salmos 19:7

“De fato a lei é santa, e o mandamento é santo, justo e bom.” – Romanos 7:12

c. Jesus diz que a “Escritura não pode falhar” (Jo 10.35), e que não passará da lei um só i ou um só til, sem que tudo se cumpra (Mt 5:18).

d. Ou seja, não é a lei que é imperfeita, somos nós o problema; a lei (em parte) se tornou antiquada não por causa do seu conteúdo, pois ela apenas mostrava a nossa pecaminosidade, mas porque Cristo a cumpriu, e hoje nós não estamos sob sua condenação.


SÍNTESE DO TÓPICO I 

Lei e graça: a justiça e a misericórdia de Deus.

II. O FAVOR IMERECIDO DE DEUS

1. Superabundante graça.

a. Não há pecador, por pior que seja, que não possa ser alcançado pela graça divina, pois onde abundou o pecado, que foi exposto pela Lei, superabundou a graça de Deus (Rm 5.20). Por meio da compreensão dessa maravilhosa graça, o apóstolo João escreveu: “se alguém pecar, temos um Advogado para com o Pai, Jesus Cristo, o Justo” (1Jo 2.1).

b. Ou seja, a graça do segundo Adão é maior que o pecado do primeiro Adão. Com efeito, a graça é maior do que o pecado.

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