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sexta-feira, 8 de março de 2019

Polícia Civil prende três pessoas suspeitas de estupro de vulnerável

A Polícia Civil do Estado do Ceará (PCCE) prendeu três pessoas investigadas por estupro de vulnerável de uma criança de 11 anos. Uma investigação da Delegacia Municipal de Jijoca de Jericoacoara levou à identificação dos três agressores: a avó da criança, o companheiro desta e um ex-padrasto. Segundo apuração policial, a vítima sofria os abusos desde os oito anos de idade. Os mandados de prisão preventiva contra os infratores foram cumpridos, nessa quinta-feira (7) e no último sábado (2), no município da Área Integrada de Segurança 17 (AIS 17).

De acordo com o titular da Delegacia Municipal de Jijoca de Jericoacoara, delegado Alan Pereira, as investigações acerca do crime foram iniciadas no início deste ano. “No curso trabalho investigativo, os levantamentos indicaram que os abusos começaram quando a vítima tinha oito anos. Na época, a criança sofria violência do ex-padrasto”, revela o delegado. No final de 2017, a vítima passou a residir na casa da avó, que dividia o mesmo teto com um homem, também apontado como infrator. Com o avanço das investigações, de acordo com o delegado, os infratores passaram a coagir as testemunhas. 

Como resultado das apurações, ficou constatado que a avó acobertava os abusos praticados pelo companheiro e também ameaçava as testemunhas junto com o homem. O companheiro da avó e o ex-padrasto, assim como a avó da criança, foram indiciados por estupro de vulnerável e por coação no curso do processo. Ainda de acordo com as investigações, os abusos cometidos pelo ex-padrasto foram encerrados após a mudança da criança para a casa da avó. Todos os indiciados possuem antecedentes criminais. Os homens, inclusive, cumpriam pena no regime semiaberto. 

Com as prisões dos agressores, a Polícia Civil agora trabalha para concluir o inquérito policial, com o intuito de enviá-lo ao Poder Judiciário. Os investigados se encontram à disposição para responder pelos seus crimes. A criança está sob os cuidados de parentes. 

Os nomes dos agressores foram omitidos para preservar a identidade da vítima.

(Sobral 24 horas)

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