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Mostrando postagens com marcador Polícia Federal. Mostrar todas as postagens
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segunda-feira, 14 de setembro de 2026

Polícia Federal deflagra operação contra desvio de emendas parlamentares

PF deflagrou nesta segunda-feira (14) a terceira etapa da Operação Transparência.
A Polícia Federal deflagrou nesta segunda-feira (14) a terceira fase da Operação Transparência para investigar suspeitas de exploração de prestígio, tráfico de influência, corrupção passiva e lavagem de dinheiro. A ação cumpre quatro mandados de busca e apreensão no Distrito Federal e em São Paulo, expedidos pelo Supremo Tribunal Federal.

Segundo a PF, a investigação é um desdobramento de uma apuração iniciada em dezembro de 2025, que investigava irregularidades na destinação de emendas parlamentares. Os investigadores agora apuram se integrantes de um grupo teriam negociado o pagamento de valores elevados em troca de suposta influência sobre decisões judiciais.

De acordo com a Polícia Federal, os pagamentos estariam condicionados ao resultado de processos em andamento nos tribunais. Os investigados teriam alegado ter influência suficiente para interferir nas decisões.

A PF ressalta que, até o momento, não há elementos que indiquem a participação de integrantes do Poder Judiciário nos fatos investigados. Via portal Diário do Poder

quarta-feira, 9 de setembro de 2026

PF apura fraude em obras públicas em três municípios cearenses

A Polícia Federal (PF) deflagrou nesta quarta-feira (09) a Operação Contrapiso para apurar suposta fraude em licitações e desvio de recursos públicos federais na contratação de obras públicas em Carnaubal, Madalena e Guaraciaba do Norte. A investigação é conduzida pela PF em conjunto com a Controladoria-Geral da União (CGU) e o Ministério Público Federal (MPF).

São cumpridos sete mandados de busca e apreensão expedidos pela 22ª Vara Federal da Seção Judiciária do Ceará. Os mandados são cumpridos nos três municípios.

Os alvos são endereços ligados à empresa investigada, ao sócio-administrador, a dois agentes públicos municipais e às sedes das três prefeituras contratantes.

O objetivo é apreender documentos e mídias para instruir o inquérito, como processos licitatórios originais, contratos, medições e prestações de contas. A PF busca individualizar a atuação dos suspeitos e apurar a destinação dos recursos repassados pela União e eventuais desvios envolvendo secretarias municipais e comissões de licitação.

Os investigados poderão responder, em tese, por corrupção ativa e passiva, fraude em licitações e lavagem de capitais. As investigações continuam com a análise do material apreendido. Via portal CN7

sábado, 1 de agosto de 2026

Armações ilimitadas: PF investiga Lulinha por tráfico de influência na estatal Dataprev

A Polícia Federal solicitou a abertura de um segundo inquérito para apurar suspeitas de tráfico de influência envolvendo Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha, filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A investigação, autorizada nesta sexta-feira (31) pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça, foca na relação de Lulinha com o empresário Cleber Ribas de Oliveira, sócio da empresa de tecnologia 3STRUCTURE IT.

Segundo a PF, há indícios de que Ribas buscou negócios na Dataprev (empresa pública de tecnologia do governo federal) e em outros órgãos. A suspeita é de que o empresário tenha bancado ao menos uma viagem de Lulinha — em dezembro de 2024, com destino a Foz do Iguaçu — em troca de apoio para obter contratos no governo.

A apuração começou a partir das investigações sobre desvios no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Ribas teria atuado junto com Antônio Camilo Antunes, o “Careca do INSS”, e com a empresária Roberta Luchsinger (amiga próxima de Lulinha) na prospecção de contratos públicos. Diálogos apreendidos mencionam “Cléber na Data”, e a PF identificou que a empresa de Ribas recebeu pagamentos de Luchsinger e firmou contratos com o governo.

Cleber Ribas, ao ser procurado, afirmou ser amigo pessoal de Lulinha, negou ter obtido negócios com a Dataprev e rejeitou qualquer irregularidade. A defesa de Lulinha classificou a investigação como “pesca probatória”, afirmou que a PF não encontrou provas contra o filho do presidente e que ele nunca intercedeu em favor de ninguém no governo federal.

A PF também pediu a abertura de um terceiro inquérito sobre outros fatos envolvendo Lulinha, ainda em fase de distribuição no STF. Nos dois primeiros pedidos, o sistema de sorteio do Supremo manteve André Mendonça como relator, apesar de os documentos da PF não terem solicitado expressamente a vinculação ao ministro — o que abriu espaço para uma eventual redistribuição livre durante o recesso, sob a presidência interina de Alexandre de Moraes.

Fonte: Diário do Poder

quarta-feira, 15 de julho de 2026

PF deflagra Operação Voto Livre para apurar corrupção eleitoral no Ceará

A Polícia Federal (PF) iniciou nesta quarta-feira (15) a Operação Voto Livre, com o objetivo de cumprir mandados de busca e apreensão autorizados pela Justiça Eleitoral. A medida integra uma investigação que apura suspeitas de corrupção eleitoral no estado do Ceará, com foco em irregularidades cometidas durante as Eleições Municipais de 2024. Cumprimentoda lei

Os investigadores cumprem os mandados em diferentes endereços, dos municípios de Fortaleza e Massapê, com o intuito de recolher documentos, dispositivos eletrônicos e outros materiais que possam auxiliar no esclarecimento dos fatos. A apuração busca identificar não apenas os autores das condutas investigadas, mas também eventual participação de terceiros, a origem dos recursos utilizados e uma possível articulação entre os envolvidos.

De acordo com a PF, todo o material recolhido durante as buscas será encaminhado para análise técnica e pericial. Os resultados devem subsidiar as próximas etapas da investigação, que segue sob acompanhamento da Justiça Eleitoral e do Ministério Público Eleitoral.

Caso as suspeitas sejam confirmadas, os investigados podem responder por crime eleitoral, conforme previsto na legislação. A identidade dos alvos não foi divulgada.

A reportagem apurou que este é mais um capítulo nos esforços de órgãos de controle para coibir práticas de compra de votos e uso irregular de recursos em campanhas municipais, tema recorrente em pleitos anteriores no país.

Fonte: Portal CN7

sábado, 27 de junho de 2026

PF e Prefeitura de Sobral firmam parceria no combate ao crime organizado no município

A Polícia Federal (PF) cumpriu, na última sexta-feira (19), um mandado de prisão definitiva contra um homem condenado por tráfico de drogas. A ação contou com apoio da Guarda Civil Municipal de Sobral.

A ordem judicial foi expedida pelo Tribunal de Justiça do Piauí. Após a prisão, o homem foi encaminhado à Delegacia Regional de Sobral, onde permanece à disposição da Justiça.

A ação ocorre em meio à parceria firmada entre o prefeito Oscar Rodrigues e a Polícia Federal para atuar no enfrentamento ao crime organizado no município. Via CN7

terça-feira, 23 de junho de 2026

Justiça bloqueia de R$ 670 milhões em investigação sobre banco ligado a bispo

A Polícia Federal realizou, na manhã desta terça-feira (23), uma operação para investigar suspeitas de irregularidades financeiras envolvendo o Banco Digimais, instituição controlada pelo empresário e líder religioso Edir Macedo. A ação foi batizada de Operação Miragem e mira possíveis crimes contra o Sistema Financeiro Nacional.

Mais de 50 agentes federais participaram do cumprimento de nove mandados de busca e apreensão autorizados pela Justiça Federal em São Paulo. Além das buscas, foram determinadas medidas como a quebra dos sigilos bancário e fiscal dos investigados e o bloqueio de bens e valores que podem alcançar R$ 670 milhões.

Segundo a Polícia Federal, as apurações tiveram como base informações técnicas e relatórios elaborados pelo Banco Central. Os investigadores suspeitam que tenham sido adotados mecanismos para mascarar a situação financeira da instituição por meio de alterações em registros contábeis e documentos regulatórios.

A linha investigativa aponta que essas práticas teriam sido utilizadas para apresentar ao mercado e aos órgãos de fiscalização uma condição financeira diferente da realidade, permitindo a manutenção de operações e atividades sob aparente regularidade.

De acordo com a PF, os fatos analisados podem se enquadrar em crimes previstos na legislação que trata do Sistema Financeiro Nacional, incluindo suspeitas de gestão fraudulenta, prestação de informações contábeis inverídicas e operações de crédito realizadas em desacordo com as normas vigentes.

A ofensiva ocorre em meio ao aumento da fiscalização sobre instituições financeiras e práticas de governança corporativa, especialmente em bancos que atuam em segmentos específicos do mercado de crédito e serviços digitais.

Os materiais apreendidos durante a operação serão analisados e poderão auxiliar no avanço das investigações, que seguem sob responsabilidade da Polícia Federal.

Via portal Folha do Estado

quinta-feira, 18 de junho de 2026

Líder do governo Lula, Jaques Wagner é alvo da PF por sua ligação a Vorcaro

A Polícia Federal deflagrou nesta quarta-feira a 9ª fase da Operação Compliance Zero, que investiga um suposto esquema de fraudes financeiras envolvendo o Banco Master. A nova etapa teve como alvo pessoas e empresas suspeitas de atuar na ocultação e movimentação de recursos ligados ao grupo investigado. Mandados de busca e apreensão foram cumpridos por determinação do Supremo Tribunal Federal (STF).

O líder do governo Lula no Senado, Jaques Wagner (PT), é um dos alvos da operação. Policiais federais cumprem 18 mandados de busca e apreensão nos estados da Bahia, São Paulo e no Distrito Federal. Também estão sendo cumpridas medidas cautelares diversas da prisão, como proibição de contato entre os investigados e suspensão de passaporte.

Segundo os investigadores, a ofensiva amplia o foco sobre estruturas que teriam sido utilizadas para dissimular patrimônio e dificultar o rastreamento de ativos supostamente relacionados ao esquema atribuído ao banqueiro Daniel Vorcaro. A operação apura crimes contra o sistema financeiro, lavagem de dinheiro, organização criminosa e corrupção.

A Compliance Zero foi lançada em novembro de 2025 e, ao longo de suas fases anteriores, resultou em prisões, bloqueios bilionários de bens e no avanço de investigações sobre relações entre executivos do banco, agentes públicos, políticos e operadores financeiros. As apurações também alcançaram ex-dirigentes do Banco Master, integrantes do Banco de Brasília e pessoas ligadas ao núcleo empresarial de Vorcaro. Via Diário do Poder

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