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terça-feira, 21 de novembro de 2017

Banco Mundial sugere fim do ensino superior gratuito no Brasil

A proposta se baseia no fato que 65% dos estudantes das instituições de ensino superior federais estão na faixa dos 40% mais ricos da população
Os gastos do governo com ensino superior são equivalentes a 0,7% do Produto Interno Bruto (Foto: Agência Brasil).

Para cortar gastos sem prejudicar os mais pobres, o governo deveria acabar com a gratuidade do ensino superior. Essa é uma das sugestões apresentadas no relatório "Um ajuste justo - propostas para aumentar eficiência e equidade do gasto público no Brasil", elaborado pelo Banco Mundial. 

A ideia é que o governo continue subsidiando os estudantes que estão entre os 40% mais pobres do País. Porém, os de renda média e alta poderiam pagar pelo curso depois de formados. Durante a faculdade, eles acessariam algum tipo de crédito, como o Fies. 

Essa proposta se baseia no fato que 65% dos estudantes das instituições de ensino superior federais estão na faixa dos 40% mais ricos da população. Como, após formadas, essas pessoas tendem a ter um aumento de renda, a suspeita dos técnicos é que a gratuidade "pode estar perpetuando a desigualdade no País". 

O Brasil tem aproximadamente 2 milhões de estudantes nas universidades e institutos federais, ao passo que nas universidades privadas são 8 milhões de estudantes. Porém, o custo médio de um aluno numa faculdade privada é de R$ 14 mil por ano. Nas universidades federais, esse custo salta para R$ 41 mil e nos institutos federais o valor é ainda maior: R$ 74 mil ao ano. 

Esse gasto, diz o estudo, é "muito superior" ao de países como a Espanha e a Itália, por exemplo. No entanto, o valor agregado em termos de conhecimento dos estudantes não é muito diferente do das faculdades privadas. Esse critério considera o que o aluno aprendeu em comparação ao que se esperava que ele tivesse aprendido. 

Os gastos do governo com ensino superior são equivalentes a 0,7% do Produto Interno Bruto (PIB) e crescem, em termos reais, 7% ao ano, acima da média mundial. "As despesas com ensino superior são, ao mesmo tempo, ineficientes e regressivas", diz o relatório. 

Uma reforma poderia economizar aproximadamente R$ 13 bilhões ao ano nas universidades e institutos federais. No nível estadual, a economia poderia ser de R$ 3 bilhões. 

Além da cobrança de mensalidades, o estudo sugere que os gastos por aluno tenham como limite o valor gasto pelas instituições mais eficientes. As menos eficientes teriam, assim, de ajustar suas despesas à nova realidade. 

Se as escolas do ensino fundamental e médio atingissem o nível das melhores do sistema, o desempenho na prova do Índice de Desenvolvimento do Ensino Básico (Ideb) subiria 40% para o nível fundamental e 18% no médio. No entanto, aponta o relatório, o Brasil gasta perto de R$ 56 bilhões a mais do que seria necessário para ter o atual desempenho. 

A principal proposta para enxugar gastos nessas esferas é aumentar a quantidade de alunos por professor. O estudo diz que a quantidade de estudantes está caindo devido à redução das taxas de natalidade, nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste. A proposta é não repor os professores que deixam o sistema. Só com isso, a economia seria de R$ 22 bilhões. 


Saúde 

Enquanto no ensino fundamental a nova realidade do crescimento demográfico está esvaziando salas, nos postos de saúde a tendência é contrária: a demanda por atendimento aumenta devido ao envelhecimento da população. 

Também nesse caso, o estudo sugere soluções para ajudar a reduzir os gastos que, segundo o banco, não trariam prejuízo ao atendimento. Se todo o sistema atingisse o nível das unidades mais eficientes, poderiam ser economizados R$ 22 bilhões. Entre as propostas, está o fechamento de hospitais de pequeno porte, que custam proporcionalmente mais do que os grandes, se for considerado o valor por atendimento prestado. 

O relatório sugere também o fortalecimento do atendimento primário que filtraria os casos mais complexos para enviar aos hospitais. E que o atendimento dos casos mais simples possa ser feito por profissionais de saúde não médicos, deixando-os liberados para os casos mais complexos. 

O governo poderia ter ganhos também com acréscimo na arrecadação tributária, da ordem de 0,3% do PIB, se fosse eliminada a dedução no Imposto de Renda da Pessoa Física (IRPF). Segundo o relatório, esse mecanismo beneficia os mais ricos de maneira "desproporcional" e "constitui um subsídio para as despesas de saúde privada."

Fonte: Diário do Nordeste

14 comentários:

Essa seria a saída mais adequada para não prejudicar os mais pobres? Que eufemismo desgraçado. Sou pobre, mas não sou burro!

Querem elitizar ainda mais o ensino, isso sim!

Esse País agora vive de "PIADA"!
#RENASCEPATRIAAMADA

Os ignorantes irão condenar essa proposta. Mas se pensarem bem, o pobre paga FIES na Universidade Particular para o rico cursar medicina nas Universidades Federais. Ou seja, para o pobre, o ensino superior nunca foi público. Já para o rico, ele cursa medicina, direito ou qualquer coisa na escola pública, pois teve condições de se preparar para o vestibular. Além disso, pode estudar sem precisar se preocupar com a barriga. Abram a mente e parem de defender universidade para rico, universidade pública só serve para a elite. O que tem que ser feito é privatizar tudo. E criar bolsas para alunos de baixa renda poderem cursar o ensino superior sem terem que fazer financiamento. Aí sim haverá mais igualdades.

Anonimo das 12:46, elitizar o que já é elitizado? Como? O pobre já estuda nas universidades privadas por meio do FIES. As melhores públicas é só pros ricos.

Não, so privatiza as estaduais e deixa as federais, poís o estado precisa dos estudantes!!!

Sou pobre e estudo em universidade pública, se passasse a ser paga, teria que desistir do meu curso.

verdade , realmente tem de ser, o pobre estuda vida toda toda na publica qd vai faculdade vai para particular, ja o riquinhos estudam na particular,na hora do vestibular. quem ganha as vagas da publica??,,,,kkk

KKKKK o VELHO DRAMA do pobre brasileiro que, não tem dinheiro pra investir em EDUCAÇÃO, mas pra investir em FESTA, CARNAVAL ATE EM FORA DE ÉPOCA ai esse tem, O BRASIL é fudido porque o brasileiro so gosta de entrenmento, não gosta de educação!!

Em vez de tirar o pouco que o pobre "tem" que tal tirar as regalias desses políticos que não serve pra nada,vamos lá,verbas parlamentares, condomínios de luxo,viagens a "trabalho", ternos,vários empregados pra coçar o nariz com eles,comidas,bebidas e carros de luxo pra suas locomocoes e tudo por conta dos nossos suados e sofridos impostos que somos obrigados a pagar,fora o salário gordo deles. quantos bilhões não economizaria cortando essas regalias desses vermes inúteis. Mas é mais fácil tirar do pobre do que desses políticos inúteis.

Você é uma exceção garoto, a maioria dos pobres paga FIES. Se os ricos pagassem a Universidade, teria mais vagas para os pobres e a qualidade também melhoraria.

Na verdade sobraria mais verbas pra ser desviada,por esses políticos malditos inúteis

Diga-se de passagem já votado em uma sessão e o Dep. Moses como sempre, votou favorável a matéria, ou seja, contra o povo!

Verdade seja dita dependendo do curso são poucos os alunos de escolas públicas que conseguem entra, quando um aluno de escola pública termina o segundo grau tem que estudar muito para passar em um desses cursos muitos concorridos, e o tempo pedido é enorme então muitas vezes o aluno da pública vai para particular, sabe para não perder tempo, já é a sexta vez que faço o enem para medicina e entendo isso e olha que já faço um curso na área biológica, sabe para não ficar parado sem um profissão, bom tentarei mais vezes até conseguir, se não der certo pelo menos estarei em uma área próxima. Antes de alguém começar a acha que sou incompetente por não ter passado nessas seis tentativas tem que levar em consideração que esses que passam de primeira tiveram várias pessoas por trás ajudando e ensinando como familiares, amigos reforço escolar desde o primário, amigos que são especialistas em áreas do conhecimento humano, até mesmo familiares mestres e doutores, bom pelo menos o meu certificado vai servir para fazer concursos de nível superior na esfera federal, e vou até onde conseguir ir com o meu certificado, e verei quais portas conseguirei abrir

ENSINO MEDIO DE PESSIMA QUALIDADE, NÃO DÁ CONDIÇÕES PARA OS ESTUDANTES DE ESCOLAS PUBLICAS CONCORRER COM ALUNOS DE ESCOLAS PRIVADAS EM DETERMINADOS CURSOS SUPERIORES. JUNTO COM ADESMOTIVAÇÃO E OUTRAS SERIES DE FATORES DIFICULTAM O ACESSO DE ESTUDANTES PARA AQUELES CURSOS MAIS CONCORRIDOS E VALORIZADOS. A CULPA DE TUDO ISSO SAO DOS PROPRIOS POLÍTICOS QUE ADMINISTRAM O DINHEIRO PUBLICO DE FORMA IRREGULAR . OS POBRES SÃO VITIMAS SIM DO SISTEMA CAPITALISTA QUE NAO VALORIZA O SER HUMANO EM SUA PLENITUDE. TEM MUITOS ESTUDANTES DE FAMILIAS POBRES QUE ESTUDAM EM ESCOLAS PRIVADAS, OS PAIS FAZEM SACRIFÍCIOS PELOS FILHOS, LHES DANDO BOA EDUCAÇÃO PARA PODER CONCORRER EM BONS CONCURSOS E CURSAR CURSOS QUE SAO VALORIZADOS PELO MERCADO DE TRABALHO,COM BONS SALARIOS.

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