Nicolás Maduro, acuado por pressões internacionais, enviou uma carta desesperada ao Secretário-Geral da ONU, António Guterres, implorando por proteção contra o que chama de “ameaças” dos Estados Unidos sob o governo de Donald Trump. Na missiva, datada de 27 de agosto de 2025, Maduro se queixa de uma suposta escalada de agressões, apontando o envio de navios de guerra e um submarino nuclear ao Caribe como uma violação da soberania venezuelana. A retórica alarmista, típica do líder chavista, tenta pintar os EUA como uma potência imperialista, enquanto ele próprio enfrenta acusações de narcotráfico e ilegitimidade eleitoral, com uma recompensa de 50 milhões de dólares por sua captura.
A jogada de Maduro reflete seu crescente isolamento e medo de perder o controle, enquanto a administração Trump intensifica a pressão com operações militares no Caribe, justificadas como combate ao narcotráfico. A carta, repleta de tom vitimista, não apresenta provas concretas das acusações contra os EUA e ignora os próprios problemas do regime, como a crise humanitária e a repressão política na Venezuela. Analistas veem a atitude como uma tentativa de desviar a atenção de suas falhas internas, enquanto o apoio de aliados como China e Irã não parece suficiente para conter a ofensiva americana, deixando Maduro cada vez mais encurralado. (Fotos: Reprodução)
Via 360Diário
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