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sábado, 7 de março de 2026

Trump: “Cuba vai cair muito em breve”

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, declarou nesta sexta-feira (6) que o regime em Cuba pode enfrentar mudanças em breve. Em entrevista por telefone à CNN norte-americana, o líder americano afirmou que o país caribenho estaria próximo de uma transformação política e sinalizou a possibilidade de negociações com Havana.

Durante a conversa com a jornalista Dana Bash, Trump comentou o tema enquanto falava sobre o desempenho militar dos Estados Unidos em seu segundo mandato.

“Cuba vai cair muito em breve, aliás, sem relação com o assunto, mas Cuba também vai cair. Eles querem muito fechar um acordo”, afirmou.

O presidente também mencionou o secretário de Estado, Marco Rubio, ao falar sobre eventuais tratativas diplomáticas. “Eles querem fechar um acordo, então vou colocar Marco (Rubio) lá e veremos como isso funciona. Estamos realmente focados nisso agora. Temos bastante tempo, mas Cuba está pronta — depois de 50 anos”, acrescentou.

Em outro momento da entrevista, Trump reforçou que acompanha a situação cubana há décadas.

“Tenho observado isso por 50 anos, e caiu no meu colo por minha causa, caiu, mas, mesmo assim, caiu no meu colo. E estamos indo muito bem”, declarou.

Na véspera, durante declarações na Casa Branca, o presidente afirmou que seria apenas uma “questão de tempo” para que cubano-americanos possam voltar ao país de origem, indicando que a questão cubana pode ganhar destaque na agenda do governo após o conflito em andamento com o Irã.

Na ocasião, Trump voltou a citar Rubio ao falar sobre possíveis negociações com Havana. “Ele está fazendo um bom trabalho, e o próximo será… queremos fazer aquele acordo especial com Cuba”, disse o presidente.

Segundo ele, a condução do processo deve ocorrer de forma gradual. “Ele está esperando. Mas ele diz: ‘Vamos terminar este primeiro’. Poderíamos fazer todos ao mesmo tempo, mas coisas ruins acontecem. Se você observar os países ao longo dos anos, verá que, se tudo for feito muito rápido, coisas ruins acontecem. Não vamos deixar que nada de ruim aconteça com este país.”. (Foto: Casa Branca; Fonte: CNN)

sexta-feira, 6 de março de 2026

Trump exige rendição incondicional do Irã e ameaça resposta militar devastadora

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta sexta-feira (6) que não pretende negociar com o Irã a menos que haja uma “rendição incondicional” por parte do país. A declaração ocorre em meio à escalada do conflito no Oriente Médio, após a ofensiva militar iniciada pelos norte-americanos em parceria com Israel contra alvos iranianos.

Em uma publicação nas redes sociais, Trump declarou que, após o fim do confronto e a escolha de um “grande e aceitável líder” para comandar o Irã, os Estados Unidos e seus aliados pretendem atuar para reconstruir o país e ajudar na recuperação da economia iraniana.
A fala ocorre poucos dias depois de Washington e Tel Aviv iniciarem uma série de ataques contra o território iraniano, em meio às crescentes tensões relacionadas ao programa nuclear do regime de Teerã. A ofensiva militar começou no último sábado (28) e intensificou o clima de instabilidade na região.

Como resposta, o governo iraniano lançou ataques retaliatórios contra países do Oriente Médio que abrigam bases militares norte-americanas. Entre os territórios atingidos ou ameaçados estão Emirados Árabes Unidos, Catar, Bahrein, Kuwait, Jordânia e Iraque.

A crise ganhou novos contornos no domingo, quando a mídia estatal iraniana informou que o líder supremo do país, Ali Khamenei, teria sido morto durante os ataques conduzidos por forças dos Estados Unidos e de Israel.

Após a divulgação da morte de Khamenei, autoridades iranianas ameaçaram lançar a “ofensiva mais pesada da história” contra seus adversários. O presidente do país, Masoud Pezeshkian, declarou que retaliar os bombardeios realizados por Israel e pelos Estados Unidos é considerado pelo governo iraniano um “direito e dever legítimo”.

Diante das ameaças, Trump reagiu com novos alertas. O presidente norte-americano afirmou que qualquer tentativa de retaliação será respondida com força ainda maior. “É melhor que eles não façam isso, porque se fizerem, nós os atingiremos com uma força nunca antes vista”, declarou.

Fonte: Folha do Estado

segunda-feira, 2 de março de 2026

Esposa e familiares de Khamenei também morrem após ofensiva

Mansoureh Khojasteh Bagherzadeh, a esposa do falecido líder supremo iraniano, Ali Khamenei, também morreu em decorrência dos ataques coordenados por forças americanas e de Israel contra a República Islâmica, no último sábado (28). A informação foi divulgada pela imprensa iraniana nesta segunda-feira (2).

Mansoureh, de 79 anos, estava em coma desde o dia dos bombardeios.

A agência de notícias Fars, ligada à Guarda Revolucionária, havia afirmado neste domingo (1º) que uma das filhas, o genro e o neto de Khamenei morreram nos ataques, além de uma de suas noras

O Irã confirmou a morte de Khamenei, de 86 anos e líder supremo desde 1989, nos bombardeios lançados pelos Estados Unidos e Israel. A morte do líder criou um vácuo de poder no Irã.

O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que todas as lideranças que haviam sido identificadas para assumir o comando do Irã após o assassinato do aiatolá morreram em decorrência da ofensiva.

– Não será ninguém que pensávamos, porque todos estão mortos. O segundo e terceiro na linha de sucessão morreram – disse Trump.

A televisão estatal do país assinalou que o Irã entrará em um período de 40 dias de luto.

*Com informações EFE

“Nem começamos com força total”: Trump sobre ofensiva contra o Irã

Presidente dos EUA afirma que ataques até agora são apenas o começo e que ações militares mais intensas ainda serão desencadeadas.
O presidente dos EUA afirmou em entrevista ao portal de noticias CNN Internacional que o estágio atual da guerra com o Irã representa apenas o início das operações e que uma “grande onda” ainda está por vir, sugerindo que os ataques e ações militares mais intensos ainda não foram realizados. Segundo Trump, apesar das forças americanas estarem atacando o Irã, o ponto máximo da campanha ainda está por vir e o conflito deve se intensificar antes de atingir seu ápice.

A declaração foi feita em meio a uma série de ofensivas dos Estados Unidos e de aliados na região, que incluem ataques a alvos militares iranianos após a morte do líder supremo do Irã, o aiatolá Ali Khamenei, em meio ao conflito. Trump ressaltou que as forças norte‑americanas ainda “nem começaram com força total” e que as ações até agora representam apenas fases iniciais de uma campanha que pode durar semanas.

O presidente também mencionou que não se sabe quem sucederá Khamenei como liderança do Irã, criando uma incerteza estratégica no desfecho do conflito. Analistas observam que tais declarações refletem a postura de Washington em manter pressão sobre Teerã e seus aliados, enquanto continuam avaliando os resultados das operações até o momento.

Via portal Folha do Estado

domingo, 1 de março de 2026

Voos do Brasil para o Oriente Médio são suspensos após início do conflito no Irã

Ao menos 13 voos entre o Brasil e países do Oriente Médio tinham sido afetados até a manhã deste domingo (1º) pelo fechamento do espaço aéreo na região, após o ataque dos Estados Unidos e Israel ao Irã.⁣⁣

Em retaliação, o Irã promoveu ataques com drones a alvos dos Emirados Árabes Unidos e Catar, aliados dos americanos na região.⁣
Duas companhias aéreas desses países que operam no Brasil – Qatar Airways e Emirates – anunciaram a suspensão dos voos para a região.⁣
Segundo a agência Associated Press, mais de 1.800 voos foram cancelados desde os ataques e milhares de viajantes estão retidos nos aeroporto do Oriente Médio.⁣

Portal R7

sábado, 28 de fevereiro de 2026

TRUMP CONFIRMA QUE LÍDER SUPREMO DO IRÃ ESTÁ MORTO

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou, neste sábado (28), que o líder supremo do Irã, aiatolá Ali Khamenei, foi morto. A declaração foi feita em publicação na Truth Social.

“Khamenei, uma das pessoas mais perversas da história, está morto”, escreveu o republicano, dizendo que a morte representa “justiça” para americanos e outros cidadãos afetados por ações atribuídas ao líder iraniano.

Mais cedo, Trump anunciou o início de “grandes operações de combate” no Irã para destruir o programa nuclear do país. Israel também confirmou ataques. Segundo a CNN Internacional, a ofensiva pode durar vários dias.

Em resposta, o Irã lançou ataques contra países do Oriente Médio que abrigam bases americanas, como Emirados Árabes Unidos, Catar, Bahrein, Kuwait, Jordânia e Iraque. 

Fonte: BACCINOTICIAS

Ministro da Defesa e comandante da Guarda Revolucionária do Irã foram mortos, diz agência

O ministro da Defesa do Irã, Amir Nasirzadeh, e um comandante da Guarda Revolucionária, Mohammad Pakpour, foram mortos nos ataques de Israel ao país neste sábado, 28, segundo fontes ouvidas pela agência de notícias Reuters.

Segundo a televisão estatal israelense KAN, citando autoridades do governo de Israel, os ataques aéreos dos Estados Unidos e de Israel contra o Irã tiveram como alvos o líder supremo iraniano, o aiatolá Ali Khamenei, e o presidente iraniano, Masoud Pezeshkian.

A informação foi confirmada por autoridades ouvidas pela emissora americana CNN. Os ataques também teriam mirado outras figuras importantes do regime, incluindo o Chefe do Estado-Maior das Forças Armadas, Sayyid Abdolrahim Mousavi, o secretário do recém-criado Conselho de Defesa do Irã, Ali Shamkhani, e o secretário do Conselho de Segurança Nacional do Irã, Ali Larijani.

Uma fonte com conhecimento do assunto disse anteriormente à agência de notícias Reuters que Khamenei não estava em Teerã e havia sido transferido para um local seguro. A mídia iraniana também noticiou que o ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araqchi, está em segurança.
O ataque ao Irã na madrugada deste sábado foi uma ação coordenada dos EUA com Israel, país próximo, que é inimigo histórico do regime dos aiatolás que comandam o país persa. O presidente americano, Donald Trump, confirmou os ataques e disse que o objetivo é defender o povo americano e garantir “que o Irã não terá uma arma nuclear”.
Em resposta, o Irã lançou um ataque a instalações militares americanas no Bahrein, no Kuwait e no Catar. O regime também lançou mísseis e drones contra Israel. Ainda não há informações sobre possíveis danos.

O Ministério da Defesa do Catar afirmou que as Forças Armadas do país derrubaram vários mísseis antes que eles alcançassem seu espaço aéreo.

O Ministério das Relações Exteriores do Irã confirmou a retaliação, afirmando que o país “não hesitará” em sua resposta. “Chegou a hora de defender a pátria e enfrentar o ataque militar do inimigo”, publicou o ministério em comunicado na rede social X. “Assim como estávamos preparados para negociações, estivemos ainda mais preparados para a defesa em todos os momentos. As forças armadas da República Islâmica do Irã responderão de forma decisiva aos agressores, com plena autoridade.”


Negociações fracassadas

O ataque deste sábado ocorre após o fracasso da última rodada de negociações entre EUA e Irã, vista como a possível última saída diplomática. Sobre o tema, Trump afirmou: “sempre foi política dos Estados Unidos, em particular da minha administração, que esse regime terrorista jamais poderá ter uma arma nuclear”.

Em sequência, o presidente citou a guerra de junho de 2025, quando os Estados Unidos bombardearam instalações nucleares e militares iranianas durante o conflito entre Israel e Irã.

Na quinta-feira, representantes dos dois países encerraram seis horas de negociações em Genebra sem avanço concreto sobre a principal exigência americana: o desmantelamento completo do programa nuclear iraniano.

Em relatório reservado a seus 35 Estados-membros, a agência Internacional de Energia Atômica afirmou que o Irã estocou parte de seu urânio altamente enriquecido em uma área subterrânea do complexo nuclear de Isfahan, no centro do país. É a primeira vez que o órgão vinculado à ONU especifica o local onde o material com grau de pureza de até 60% estaria guardado. O patamar está tecnicamente próximo dos 90% de enriquecimento considerados necessários para a produção de uma arma nuclear.

A tensão em torno do programa nuclear iraniano se intensificou após a erosão do acordo firmado em 2015, conhecido como Plano de Ação Conjunto Global, que impunha limites rígidos ao enriquecimento de urânio em troca do alívio de sanções. Desde a saída unilateral dos Estados Unidos do pacto, durante o primeiro mandato de Donald Trump, o Irã ampliou progressivamente seus níveis de enriquecimento e reduziu a cooperação com inspetores internacionais.

Ao mesmo tempo em que o campo diplomático encontrava dificuldades para avançar, os EUA seguiam acumulando poderio bélico ao redor do Irã. Na quarta-feira, 25, Washington enviou uma dúzia de caças F-22 para a região, que já contava com dois porta-aviões, 12 contratorpedeiros e três embarcações de combate.

Ao todo, os EUA reuniram sua maior força militar no Oriente Médio desde a invasão ao Iraque, em 2003.

Com informações de VEJA

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2026

Ex-presidente da Coreia do Sul é condenado à prisão perpétua por insurreição

Em um veredicto histórico, o ex-presidente sul-coreano Yoon Suk Yeol foi sentenciado a prisão perpétua, nesta quinta-feira (19), após ser considerado culpado pelo crime de insurreição ao decretar lei marcial em dezembro de 2024. A Justiça entendeu que Yoon tentou mobilizar forças militares e policiais para paralisar o Parlamento e consolidar poder de forma inconstitucional.

O caso remonta a 3 de dezembro de 2024, quando o então presidente declarou lei marcial em um momento de intenso conflito político com a Assembleia Nacional, controlada por partidos de oposição. A medida visava suspender atividades legislativas e permitir à Presidência maior controle sobre o processo político, mas foi suspensa após poucas horas graças à reação de legisladores que restabeleceram o funcionamento do Parlamento.

O tribunal de Seul concluiu que a ação de Yoon não foi apenas um uso legítimo de autoridade, mas uma tentativa de subverter a ordem constitucional ao enviar tropas ao Legislativo e planejar prisões de líderes políticos. Por isso, a insurreição foi considerada um ato grave contra a democracia sul-coreana.

Promotores pediram até a pena de morte, mas os juízes optaram pela prisão perpétua, levando em conta fatores como a ausência de mortes diretas e a idade do réu.

A condenação de Yoon marca um momento sem precedentes na história recente da Coreia do Sul. Ele é o primeiro ex-presidente eleito democraticamente a ser condenado por insurreição relacionada a uma tentativa de impor lei marcial.

Além de Yoon, vários membros de seu governo também foram condenados. O ex-ministro da Defesa, Kim Yong-hyun, recebeu 30 anos de prisão por seu papel central na mobilização das forças militares. Outros oficiais civis e militares envolvidos na crise também foram sentenciados.

A sentença ainda pode ser objeto de recurso pelos advogados de Yoon, que argumentam que ele tinha autoridade presidencial para adotar medidas de emergência diante da paralisia política. As reações no país continuam polarizadas, com apoiadores do ex-presidente criticando a decisão e defensores das instituições democráticas saudando o veredicto.

A crise de dezembro de 2024 provocou um dos maiores choques políticos na história da Coreia do Sul, evocando lembranças do passado autoritário do país e reforçando o debate sobre os limites do poder presidencial em uma democracia consolidada.

Folha do Estado

domingo, 8 de fevereiro de 2026

Trump se nega a pedir desculpas por vídeo r4cista contra casal Obama

Presidente dos EUA apagou post e diz que não viu trecho com o ex-presidente e a ex-primeira-dama retratados como macacos.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou não ter pelo que se desculpar sobre o vídeo que republicou na sua rede social Truth, com uma montagem racista que sobrepôs os rostos do ex-presidente Barack Obama e da ex-primeira-dama Michelle a corpos de macacos.

O republicano que chefia o governo norte-americano apagou e condenou o post, após reações de aliados e da oposição. E alegou não ter visto o trecho racista de cerca de 2 segundos do final do vídeo que denunciava a suposta fraude eleitoral jamais comprovada nas eleições de 2020. Naquele ano, Trump perdeu para o democrata Joe Biden, que foi apoiado por Obama.

“Eu não cometi nenhum erro. Quer dizer, eu analiso milhares de coisas. E eu vi o começo [do vídeo]. Estava tudo bem. […] Alguém deixou passar um detalhe muito pequeno. Aliás, repito, não fui eu que fiz isso, foi outra pessoa. Foi uma republicação, não fomos nós que fizemos [o vídeo]”, justificou Trump, para a imprensa, no avião presidencial.

Uma das mais incisivas críticas à republicação do post racista veio do único republicano negro no Congresso dos EUA, senador Tim Scott. “Rezo para que seja falso, porque é a coisa mais racista que já vi vinda desta Casa Branca. O presidente deveria remover isso”, reagiu o parlamentar republicano.

A publicação de Trump também foi classificada como “extremamente ofensiva” pelo deputado republicano Mike Lawler, mesmo se foi intencional ou um engano. E cobrou que o presidente Trump deveria pedir desculpas, não apenas apagar a publicação.

Fonte: Diário do Poder

terça-feira, 3 de fevereiro de 2026

Eduardo Bolsonaro é convidado para evento com Trump e Milei nos EUA

O ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) anunciou neste domingo (1º) que participará, no dia 10 de fevereiro, do “Hispanic Prosperity Gala”, evento realizado no Mar-A-Lago Club, resort do presidente americano Donald Trump, na Flórida.

O encontro contará com a presença do presidente da Argentina, Javier Milei, e tem como objetivo homenagear os “250 anos de prosperidade americana e as contribuições vitais dos hispano-americanos para o futuro econômico da nação”.

Em publicação na rede social X, Eduardo compartilhou o card do evento e destacou a satisfação em retornar ao hotel de Trump, além de elogiar Milei, a quem descreveu como o “melhor presidente da Argentina de todos os tempos”.

O evento é considerado um encontro de líderes e empresários voltado para debates sobre economia e cooperação entre os países da América.

Fonte: Folha do Estado

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2026

Costa Rica: Candidata de direita é eleita presidente já no 1° turno

Laura Fernández registrou 48,3% dos votos, acima dos 40% necessários para conquistar vitória já na primeira rodada.
A cientista política Laura Fernández, do Partido Soberano do Povo, venceu as eleições presidenciais da Costa Rica, realizadas neste domingo (1°). Segundo o Tribunal Supremo Eleitoral do país, com 96,2% das urnas apuradas, Laura tinha 48,3% dos votos, enquanto o economista Álvaro Ramos, do Partido de Libertação Nacional, tinha 33,4%. Para vencer no primeiro turno, era necessário obter ao menos 40% dos votos.

A costa-riquenha tem 39 anos e nasceu em Puntarenas, uma das províncias mais pobres do país. Ela é graduada em Ciências Políticas pela Universidade da Costa Rica e se tornou apenas a segunda mulher eleita para o cargo máximo do Poder Executivo.

Antes de chegar a Presidência, ela foi ministra do Planejamento Nacional e Política Econômica entre 2022 e 2025 e ministra da Presidência de 2024 a 2025, durante o governo de Rodrigo Chaves, do Partido Progressista Social Democrata. Ela deixou os cargos para disputar a eleição e é vista como herdeira política de Chaves.

Apesar de ser um dos países mais pacíficos da América Central, a Costa Rica vem enfrentando um aumento da criminalidade nos últimos anos, com crescimento de 50% na taxa de homicídios em seis anos. O combate à violência se tornou uma das principais bandeiras da campanha de Laura, que defende o endurecimento da política de segurança pública, inspirado no presidente de El Salvador, Nayib Bukele.

Bukele adotou ações duras contra gangues, com estados de emergência e prisões em massa. Ele foi um dos primeiros líderes a parabenizar Laura pela vitória e afirmou desejar “o maior sucesso em seu governo e tudo de bom para a querida nação irmã da Costa Rica”. Assim como Bukele fez em El Salvador, Laura prometeu concluir a construção de uma megaprisão para criminosos perigosos.

Em seu primeiro discurso como presidente eleita, Laura afirmou que sua vitória representa um voto “pela continuidade da mudança”.

– A Costa Rica votou pela continuidade da mudança, uma mudança que busca apenas resgatar e aperfeiçoar nossas instituições democráticas e devolvê-las a vocês, ao povo soberano, para criar mais bem-estar e prosperidade para o nosso povo – disse.

*AE

sábado, 31 de janeiro de 2026

Desabamento de mina na África deixa mais de 200 mortos

Deslizamento de terra ocorreu em uma mina de coltan na cidade de Rubaya
O número de mortos em um deslizamento de terra ocorrido em uma mina de coltan na cidade de Rubaya, na República Democrática do Congo, subiu de 45 para mais de 200, segundo confirmaram neste sábado (31) um líder da sociedade civil e autoridades rebeldes locais. O desabamento ocorreu na última quinta-feira (29) na mina situada no território de Masisi, na província de Kivu do Norte, após chuvas.

– O que aconteceu aqui em Rubaya após as chuvas de quinta-feira é realmente terrível. O número de corpos continua aumentando. Ontem [sexta, 30], recuperamos 45 corpos dos poços, mas, desde esta manhã, temos mais de 200, a maioria deles mineradores artesanais – relatou à Agência EFE, por telefone, Telesphore Nitendike, presidente da sociedade civil de Masisi.

Entre os mortos, além dos mineradores, estão comerciantes que trabalhavam na área, dominada pelos rebeldes do poderoso grupo Movimento 23 de Março (M23), que também controla a mina onde ocorreu o desastre.

– Pequenos comerciantes que operavam na zona mineradora e vários pedestres em diferentes trechos de estrada foram arrastados pelo deslizamento de terra, que desembocou nos rios Mumba e Rushog – detalhou Nitendike.

As chuvas frequentes na região tornaram o solo cada vez mais frágil, sendo os poços de mineração os mais propensos a desabamentos, segundo o líder da sociedade civil. Em declarações à EFE nesta sexta, Nitendike lamentou que os moradores não contem com equipes de resgate adequadas para recuperar os corpos enterrados na lama.

– A população local busca seus próprios mortos diante da falta de assistência. São obrigados a valer-se por si mesmos – afirmou.

Lumumba Kambere Muyisa, porta-voz do governador de Kivu do Norte nomeado pelo M23, também confirmou os fatos e a cifra de mais de 200 mortos à imprensa local. O conflito no leste congolês se agravou no final de janeiro de 2025, quando o M23 tomou o controle de Goma, capital de Kivu do Norte; e, semanas depois, de Bukavu, capital da vizinha Kivu do Sul, após combates com o Exército congolês.

Ambas as províncias são ricas em minerais como o coltan, fundamental para a indústria tecnológica na fabricação de telefones celulares. Os acidentes de mineração são frequentes no país, onde muitas minas são exploradas de maneira artesanal, sem seguir as regulamentações e medidas de segurança necessárias, além de, em muitos casos, serem operadas por grupos armados.

Desde 1998, o leste da República Democrática do Congo vive um conflito alimentado por grupos rebeldes e pelo Exército, apesar do destacamento da missão de paz da ONU.

*EFE

quinta-feira, 29 de janeiro de 2026

Trump diz que 'frota maior que enviada à Venezuela' segue rumo ao Irã; VEJA VÍDEO

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou, nesta quarta-feira (28/1), que uma “enorme arm4da” está a caminho do Irã. “Maior do que a frota enviada à Venezuela”, disse. Com informações do portal Metrópoles.

VEJA VÍDEO:

quarta-feira, 28 de janeiro de 2026

Presidente dos EUA fala em ataque “muito pior” contra o Irã

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, voltou a pressionar o Irã nesta quarta-feira (28) em uma série de declarações nas redes sociais e à imprensa, alertando que o próximo ataque dos EUA ao Irã será “muito pior” do que as ações anteriores caso o Teerã não aceite negociar um acordo nuclear e encerre seu programa atômico.

Trump afirmou que uma “armada” dos EUA está em deslocamento rumo à região do Oriente Médio, liderada pelo porta-aviões USS Abraham Lincoln, e que o país espera que o Irã volte à mesa de negociações para discutir um pacto que impeça a obtenção de armas nucleares.

Em publicações na rede social Truth Social, o presidente norte-americano ressaltou que “o tempo está se esgotando” para que um acordo seja alcançado, e que não há garantia de que esta nova fase de tensões se resolverá sem escalada militar significativa.

Autoridades iranianas, por sua vez, têm descartado negociações sob ameaças militares e afirmado que não existe solicitação formal por parte de Washington para recomeçar conversas diplomáticas com esse tipo de pressão.

Fonte: Folha do Estado

domingo, 25 de janeiro de 2026

Trump afirma que arma secreta "desorientadora" foi usada para capturar Maduro

O presidente Donald Trump afirmou que os EUA usaram uma arma que ele chamou de “descombobulator” (algo como “desorientador”) para capturar o então presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, neste mês, mas um alto funcionário americano disse que ele provavelmente está confundindo diferentes ferramentas usadas pelas Forças Armadas dos EUA.

“O descombobulator, não tenho permissão para falar sobre isso”, disse Trump ao New York Post em uma entrevista publicada no sábado, acrescentando que o
equipamento “fez com que [o equipamento inimigo] parasse de funcionar” durante a captura.

O presidente pode estar misturando várias capacidades em uma única arma que, na prática, não existe, afirmou à CNN um alto funcionário dos EUA.

As forças americanas usaram, sim, ferramentas cibernéticas para desativar sistemas de alerta antecipado e outras defesas venezuelanas durante a operação, além de empregar sistemas acústicos já existentes para desorientar o pessoal em terra.

Os militares dos EUA também possuem há anos uma arma de “raio de calor”, chamada Sistema de Negação Ativa (Active Denial System, ADS), que utiliza energia pulsada direcionada. Não está claro se esse sistema também foi usado

Fonte: Blog do BG

sábado, 24 de janeiro de 2026

Trump ameaça tarifa de 100% se Canadá fizer acordo com China

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ameaçou o Canadá com uma tarifa de 100% caso o país vizinho faça um acordo comercial com a China. Ele deu declarações, neste sábado (24), por meio de sua rede, Truth Social.

Segundo Trump, se o primeiro-ministro canadense, Mark Carney, “acredita que vai transformar o Canadá em um ponto de entrada para a China enviar bens e produtos para os Estados Unidos, está muito enganado”.

– Se Carney pensa que vai transformar o Canadá em um “porto de desembarque” para a China enviar mercadorias e produtos para os Estados Unidos, está redondamente enganado – escreveu.


Ele acrescentou que “a China vai devorar o Canadá”:

– A China vai devorar o Canadá vivo, consumindo-o completamente, inclusive destruindo seus negócios, tecido social e modo de vida em geral. Se o Canadá fizer um acordo com a China, será imediatamente atingido por uma tarifa de 100% sobre todos os bens e produtos canadenses que entrarem nos EUA. Obrigado pela atenção a este assunto.

Fonte: Pleno News

domingo, 18 de janeiro de 2026

EUA fazem ataque na Síria e matam líder ligado à Al Qaeda

Os Estados Unidos anunciaram neste sábado (17) a realização de uma operação militar na Síria que terminou com a morte de um líder extremista ligado à Al Qaeda. Segundo autoridades americanas, o alvo tinha conexão direta com um integrante do Estado Islâmico responsável pela morte de três cidadãos dos EUA no início de dezembro.

Identificado como Bilal Hasan al-Jasim, o líder jihadista estaria diretamente ligado ao ataque que matou dois militares americanos e um intérprete civil em Palmyra, em dezembro de 2025. De acordo com o Comando Central dos EUA (CENTCOM), a ação integra a “Operação Hawkeye Strike”, campanha de retaliação contra o Estado Islâmico. O secretário de Defesa, Pete Hegseth, afirmou que os Estados Unidos não recuarão no combate a ameaças terroristas.

BACCI

quinta-feira, 15 de janeiro de 2026

Embaixada explica suspensão de vistos para brasileiros

Nesta quarta-feira (14), a Embaixada dos Estados Unidos no Brasil explicou a suspensão de vistos de imigração de brasileiros e de cidadãos de outros 74 países. Segundo a representação diplomática, a medida foi adotada pelo Departamento de Estado para evitar o uso excessivo de programas de assistência social.

Em nota, a embaixada informou que o congelamento seguirá em vigor até que o governo norte-americano tenha garantias de que novos imigrantes não se tornem um custo para os contribuintes dos EUA.

– A medida afeta dezenas de países – incluindo Somália, Haiti, Irã e Eritreia – cujos imigrantes frequentemente se tornam encargos para os cofres públicos dos EUA logo após a chegada – diz a Embaixada.


E continua:

– Estamos trabalhando para garantir que a generosidade do povo americano não seja mais abusada. A Administração Trump sempre colocará os EUA em primeiro lugar.

Fonte: Pleno News

quarta-feira, 14 de janeiro de 2026

Idosa de 71 anos mata a mãe de 102 anos e motivo choca o mundo

Um caso que expõe a crescente crise do cuidado de idosos no Japão voltou a repercutir internacionalmente depois que uma mulher de 71 anos foi condenada por matar sua mãe de 102 anos após anos de cuidados extenuantes e solidão no papel de cuidadora principal. O episódio, ocorrido em 22 de julho de 2024, na cidade de Kunitachi, na região de Tóquio, evidencia os desafios sociais de um país que enfrenta um dos envelhecimentos populacionais mais acelerados do mundo.

Segundo relatos da imprensa internacional e registros policiais, Yoko Komine estrangulou e esfaqueou sua mãe, Fuku Komine, que vivia com demência avançada e fragilidade física extrema. Komine havia vivido com a mãe por mais de uma década, assumindo sozinha a maior parte dos cuidados necessários, desde higiene até alimentação e locomoção, tarefas que se tornaram progressivamente mais difíceis à medida que a mãe envelheceu.

Na manhã de 22 de julho de 2024, Komine ligou para os serviços de emergência confessando o que havia feito. Quando a polícia chegou ao local, encontrou a idosa de 102 anos sem vida na cama, com marcas de estrangulamento e ferimentos de faca. Segundo vizinhos e depoimentos publicados, a tensão emocional e física acumulada ao longo dos anos contribuiu para o desespero de Komine, que repetidamente relatou sentir-se “sozinha e sem apoio” diante da rotina exaustiva de cuidado.

O caso ganhou ampla repercussão em 2025 após a conclusão do julgamento no Tribunal Regional de Tachikawa, quando Komine foi condenada a três anos de prisão, com pena suspensa por cinco anos, em uma decisão que reconheceu o impacto do esgotamento físico e psicológico no crime. O tribunal considerou a pena com “grande margem para compaixão”, destacando a sobrecarga enfrentada pela acusada como um fator mitigador na sentença.

Fonte: MSN

Trump ameaça Irã com “ações contundentes” caso regime inicie execução de manifestantes

O presidente Donald Trump alertou nesta terça-feira (13) que os Estados Unidos adotarão “ações muito contundentes” caso as autoridades iranianas comecem a executar manifestantes detidos durante a atual onda de protestos contra o governo de Teerã. Em entrevista à CBS News, Trump destacou que sua administração responderá de forma firme a qualquer tentativa de repressão letal, especialmente se forem realizados enforcamentos de manifestantes presos pelo regime, medida que poderia começar a ser aplicada a partir de quarta-feira, segundo promotores iranianos.

Trump afirmou que o número de mortos nas manifestações no Irã é incerto, mas reconheceu que se trata de uma “quantidade considerável”, com relatos que variam desde números menores até estimativas superiores a 12 mil vítimas, podendo chegar a 20 mil, de acordo com fontes citadas pela emissora americana. O presidente destacou que “uma morte já é demais” e disse que receberá um relatório detalhado sobre a situação no país ao retornar a Washington.

A declaração do presidente surge diante do temor crescente de que o regime iraniano recorra à pena de morte como forma de sufocar os protestos, após a promotoria de Teerã indicar que alguns detidos serão julgados pelo crime de “moharebeh” ou “guerra contra Deus”, que prevê pena capital.

Mais tarde, em discurso na cidade de Detroit, Trump voltou a comentar as manifestações no Irã. “A todos os patriotas iranianos: continuem protestando, assumam o controle de suas instituições, se possível, e anotem o nome dos assassinos e abusadores que estão cometendo esses crimes, porque eles pagarão um preço muito alto”.

“Cancelei todas as reuniões com funcionários iranianos até que a matança sem sentido de manifestantes cesse. A ajuda está a caminho. Imponho tarifas a quem fizer negócios com o Irã. O país era grande até que esses monstros chegaram e tomaram o poder”, afirmou.

Segundo a ONG norueguesa Iran Human Rights (IHR), pelo menos 734 pessoas já foram confirmadas como vítimas fatais, embora o número real possa ser muito maior. A organização também alertou sobre o caso de Erfan Soltani, de 26 anos, detido na cidade satélite de Karaj e condenado à morte, com execução prevista para quarta-feira, segundo informações fornecidas por sua família.

Trump disse nas redes sociais que “a ajuda está a caminho” para os cidadãos iranianos, prometendo apoio em “diferentes formas”, incluindo assistência econômica. Ele também reiterou a suspensão de todas as reuniões com autoridades iranianas enquanto os assassinatos não cessarem e afirmou que os responsáveis “pagarão um alto preço” por qualquer ato de violência. Na entrevista, Trump mencionou operações militares anteriores de sua administração, como ataques a instalações nucleares no Irã e a eliminação de figuras como o líder do ISIS, Abu Bakr al-Baghdadi, e o general Qassem Soleimani. Sobre seu objetivo final, declarou: “O objetivo é vencer. Eu gosto de vencer”.

Organizações de direitos humanos, como a Anistia Internacional, manifestaram preocupação com a possibilidade de julgamentos sumários e execuções arbitrárias, alertando sobre o uso da pena de morte como instrumento para reprimir a dissidência no Irã.

Fonte: Gazeta Brasil

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