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domingo, 1 de março de 2020

Aluna de 16 anos processa estado por doutrinação esquerdista em sala de aula

Uma aluna de 16 anos e sua mãe dela entraram na Justiça pedindo reparação de danos contra o estado de Santa Catarina. Elas alegam que foram vítimas de doutrinação esquerdista por uma professora da rede estadual de ensino e pedem R$ 50 mil de indenização para cada uma, somando R$ 100 mil.

Na ação contra o governo, os advogados Miguel Nagib, um dos fundadores do movimento Escola Sem Partido, e Igor Costa Alves narram que a estudante e a mãe tiveram vários prejuízos por conta do comportamento antiprofissional, antiético e antijurídico de uma professora de história da Escola Estadual de Educação Básica Dra. Nayá Gonzaga Sampaio, da cidade de Caçador, no meio-oeste catarinense, assinala o Zero Hora.

Alguns episódios citados na petição foram denunciados pela mãe da aluna também nas redes sociais. Em um vídeo de 2018, ela divulgou um áudio que a filha teria captado em março daquele ano durante uma aula em que a citada professora faz críticas e ataques ao, na época, pré-candidato a presidente, Jair Bolsonaro.

Uma voz feminina acusa o político de incitar a violência e propagar o ódio contra negros, índios e mulheres. Em um trecho, a professora teria dito que Bolsonaro “se baseava na Bíblia para dizer que mulher só servia para ser estuprada, espancada e para limpar chão”.

Na gravação, a professora também diz impropérios como: “Então vocês têm que conversar com os pais de vocês em casa, pessoal, porque não existe a possibilidade de alguém apoiar [Bolsonaro]. Se apoiar um cara que diz que o estupro é legítimo, que o negro voltar pra senzala é legítimo”

Em uma carta anexa que a aluna anexou ao processo, ela cita outros episódios que se encaixariam na doutrinação. A professora teria afirmado, por exemplo, que pastores estão roubando dinheiro das pessoas.

“Me senti constrangida pelo fato de ser cristã, e meus colegas sabiam disso”, escreveu a jovem na carta.

Os advogados da família ainda acusam a professora de ter humilhado a aluna ao contar aos colegas de turma que a jovem estava com herpes e, por isso, poderia contaminá-los.

O Ministério Público afirma que o processo está em andamento.

(República de Curitiba)

4 comentários:

Tive um professor no São Francisco que fazia isso, mas na época não tinha noção, hoje meu irmão está passando pelo mesmo problema em um dos maiores colégios da cidade.

Apoia o facismo,e ainda quer dinheiro fácil .

A parte "Pastores estão roubando dinheiro das pessoas" é vdd..O Restante é só mimimi dessa geração Nutella criada a base de leite com pêra

Coitado do Martins ainda não aprendeu o que é facismo.

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