A taxa de desemprego no Brasil subiu para 6,1% no trimestre encerrado em março, segundo dados da Pnad Contínua (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios) divulgados pelo IBGE nesta quinta-feira (30). O índice representa o nível mais alto desde maio de 2025, embora ainda seja a menor leitura histórica para este período do ano.
O resultado apurado pelo instituto veio em linha com as projeções de economistas consultados pelo mercado. No primeiro trimestre de 2025, o índice estava em 7,0%, o que indica um patamar inferior ao registrado no mesmo intervalo do ano anterior.
O número de desempregados teve um salto de 19,6% em relação aos três meses anteriores, totalizando 6,5 milhões de pessoas. Já o total de ocupados apresentou queda de 1,0% no trimestre, somando agora um contingente de 101,9 milhões de trabalhadores.
Segundo o IBGE, a queda na ocupação ocorreu em setores como comércio e administração pública, que encerram contratos temporários no início do ano. O emprego com carteira assinada recuou 0,6%, enquanto o trabalho sem carteira teve uma redução de 2,1%.
Apesar do aumento na desocupação, a renda média real dos trabalhadores atingiu o valor recorde de R$ 3.722 no período. Esse montante representa uma alta de 1,6% em relação ao trimestre anterior e de 5,5% na comparação com o ano passado. (Pleno News)












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