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segunda-feira, 29 de abril de 2019

DHPP captura homem suspeito de matar adolescente em Fortaleza

Uma ação da Polícia Civil do Estado do Ceará (PCCE), por meio da 12ª Delegacia do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), resultou na captura de um homem suspeito de executar uma adolescente de 16 anos em novembro do ano passado. A prisão ocorreu, na manhã desta segunda-feira (29), no Conjunto Residencial José Euclides Ferreira Gomes, no bairro Ancuri, na Área Integrada de Segurança 3 (AIS 3), de Fortaleza.
Adriano Andrade da Silva (24)

Adriano Andrade da Silva (24), que já responde por tráfico de drogas, porte ilegal de arma de fogo e homicídio, foi capturado nas primeiras horas de hoje. O homem é um dos executores de Tháfilla Maria de Sousa Silva (16). A adolescente foi morta em novembro do ano passado. Outro suspeito de ter participação da morte da vítima foi preso no último mês de março.
Emílio Cardoso da Cunha Capistrano (22)

O crime

A teia criminosa começou a ser desarticulada após a 12ª Delegacia do DHPP iniciar uma investigação sobre o desaparecimento Tháfilla Maria de Sousa Silva (16). A vítima desapareceu no dia 10 de novembro após sair de casa para se encontrar com um suposto namorado. O homem que a jovem acreditava chamar-se “Jacinto”, na verdade, tratava-se de Emílio Cardoso da Cunha Capistrano (22), que já responde por homicídio e roubo. A vítima foi atraída pelo homem para o bairro Jangurussu, onde passou mais de 24 horas em cárcere privado, até ser executada por seus algozes. Emílio foi preso em março deste ano.

Segundo as investigações, a motivação do crime está nas fotos que a vítima postava em suas redes sociais com pessoas de determinado grupo criminoso. Tháfilla foi atraída por rivais das pessoas com quem ela posava para fotos. “Os criminosos acharam que a vítima pertencia a um grupo criminoso, por causa das fotos que ela postava em suas redes sociais. Com isso, ela foi atraída por um homem que se passou por outra pessoa”, revelou a delegada Arlete Silveira, titular da 12ª delegacia do DHPP.

As investigações descobriram ainda que os criminosos conversaram com familiares da jovem enquanto ela estava desaparecida. Um deles chegou a dizer para um parente da vítima,via mensagem de uma rede social, que a procurassem na sede da Perícia Forense do Estado do Ceará (Pefoce), pois lá era onde eles a encontrariam.

A delegada Arlete explicou a complexidade da investigação desenvolvida pela equipe de policiais civis. “Desde o primeiro momento, nós prestamos apoio à família da Tháfilla. Realizamos várias diligências que, infelizmente, culminaram na localização do corpo da jovem. Com a certeza da morte, passamos a investigar os suspeitos e a motivação. E sobre a motivação, fica o alerta para muitas jovens que não conseguem dimensionar os riscos dos relacionamentos através de redes sociais. Que elas não acreditem em desconhecidos só porque conversam via aplicativos. Você nunca sabe quem está do outro lado e quais são suas verdadeiras intenções. Existe muito lobo se passando por cordeiro”, finalizou a delegada.

(Polícia Civil CE)

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