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terça-feira, 16 de abril de 2019

"Não tenho dúvida de que é censura", diz Mourão sobre Moraes mandar retirar do ar matéria da Revista Crusoé

Vice-presidente afirmou ao site “O Antagonista”, também atingido pela decisão, que a convocação dos jornalistas dos dois veículos mostra que eles são investigados.

A decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF ) Alexandre de Moraes de ordenar a retirada do ar de uma matéria da revista “Crusoé” que cita o presidente da Corte, ministro Dias Toffoli, provocou reação nesta segunda-feira do vice-presidente Hamilton Mourão e de parlamentares.
Vice-presidente, Hamilton Mourão, em foto de fevereiro de 2019 Foto: Jorge William / Agência O Globo

Mourão afirmou ao site “O Antagonista”, também atingido pela decisão, que a convocação dos jornalistas dos dois veículos mostra que eles são investigados.

“Não tenho dúvida de que é censura, mas vai além da censura. No momento em que (a decisão), além de interditar a publicação, convoca os jornalistas a depor (significa que) já estão respondendo a inquérito”, disse o vice-presidente.

O ministro determinou que a revista “Crusoé ” e o site “O Antagonista” tirassem imediatamente do ar uma reportagem intitulada “O amigo do amigo de meu pai”. Segundo a matéria, o empreiteiro Marcelo Odebrecht identifica que o apelido do título, citado em um e-mail, refere-se ao presidente do tribunal, ministro Dias Toffoli.Pela manhã, um oficial de justiça da Corte chegou à redação da revista para entregar a cópia da decisão.

Moraes estipulou multa de R$ 100 mil por dia em caso de desobediência . E determinou que a Polícia Federal intime os responsáveis pela revista e pelo site para prestar depoimento no prazo de 72 horas. Em publicação desta segunda-feira, a Crusoé “reitera o teor da reportagem” e informa que ela foi escrita com base em documento.

A Rede Sustentabilidade entrou com um pedido de liminar no Supremo Tribunal Federal (STF) para derrubar a decisão do ministro Alexandre de Moraes . O senador Jorge Kajuru (PSB-GO) também protocolou um recurso na Corte.

Fonte: O Globo

1 comentários:

Qualquer pessoa que assume cargos públicos, está sujeito a ter seu nome execrado, se, no passado, teve participação em atos que ofendem o interesse da coletividade. Nessa ocorrência, a ação do STF está desconforme. As medidas tomadas, de início, não visam esclarecer e nem justificar (justificar, sim, pois ministros não são intocáveis!)) os fatos. Se houver justificativas, já perderam importância, ofuscadas pelo modo de agir do supremo.

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