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quinta-feira, 21 de novembro de 2019

ÁUDIO CALUNIOSO CONTRA A PRF TIANGUÁ

Após tomar conhecimento de áudio calunioso propagado por meio de redes sociais em Tianguá, cujo conteúdo atinge a imagem institucional e a honra dos policiais rodoviários federais que trabalham na unidade PRF da região, o Chefe da 4a Delegacia em Sobral, David Breno, diligenciou junto a polícia civil de Tianguá com o fito de identificar o autor do áudio.

O autor foi identificado e já intimado pela autoridade policial para se apresentar na Delegacia para prestar esclarecimentos.

Além disso, de acordo com o Delegado Regional, Dr. Miguel Sales, serão lavrados TCO's por cada PRF que sentiu ofendido pelo conteúdo do áudio e que forem representar formalmente.

Nesta tarde, o chefe da Delegacia e os policiais de serviço na unidade PRF, registrarão as representações perante a autoridade policial para as devidas providências legais cabíveis.

As redes sociais não podem ser instrumentos de prática delituosa, especialmente contra as instituições públicas democráticas, servindo tal desdobramento e atitude policial para desestimular esse tipo de crime.


C O M P L E M E N T O D O C A S O

O autor do áudio, João Luciano Sales Silva, foi preso por existir, em face do mesmo, um mandado de prisão em aberto expedido por uma comarca do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo. A captura foi realizada por equipe da Polícia Civil Regional de Tianguá, sob o comando do Delegado Miguel Sales.

Além disso, após a formalização de representação criminal dos policiais rodoviários federais que laboram na unidade PRF de Tianguá, a referida autoridade policial determinou a lavratura de 9 (nove) termos circunstanciados de ocorrência em desfavor do injuriante.

Desta feita, o chefe da 4ª Delegacia em Sobral, David Breno, com o objetivo de dar conhecimento da agressão sofrida pelos PRFs com os detalhes que o caso exigia, entrou em contato com o Procurador da República, Dr. Milton Nogueira, e repassou as informações necessárias da ocorrência.

Ainda na oportunidade, o representante do Ministério Público Federal informou que o MPF atuará nesse caso, explicando que os autos deveriam ser remetidos à Justiça Federal para o processamento e julgamento em razão da conduta criminosa ter sido praticada contra servidores públicos da União.

Essas informações foram imediatamente comunicadas ao Delegado de Polícia Civil que, por sua vez, concordou prontamente com a remessa dos autos à Justiça Federal tão logo se dê a conclusão dos procedimentos policiais.

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