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quinta-feira, 26 de março de 2026

Corrupção passa a liderar lista de preocupações dos brasileiros, aponta pesquisa

A corrupção voltou a ocupar o primeiro lugar entre as principais preocupações da população brasileira. É o que revela uma pesquisa realizada pela AtlasIntel em parceria com a Bloomberg, divulgada nesta quinta-feira (26), indicando que 59,9% dos entrevistados consideram o problema como o mais grave do país no momento.

De acordo com o levantamento, houve um aumento de 5,6 pontos percentuais em relação ao mês anterior, consolidando a corrupção no topo das inquietações nacionais. O tema ultrapassou a criminalidade e o tráfico de drogas, que aparecem logo atrás e continuam sendo apontados por 53% dos entrevistados como questões críticas.

A pesquisa também mostra que outras áreas preocupam a população, mas com menor intensidade. Entre elas estão economia e inflação, citadas por 24,9% dos participantes; saúde pública, com 18,6%; violência contra a mulher, com 14,9%; e a polarização política e o extremismo, lembrados por 13,1%. Já temas como infraestrutura em estradas e portos tiveram baixa menção, com apenas 0,7%.

Segundo o relatório, a forte presença do tema corrupção no debate público está relacionada, entre outros fatores, ao avanço de investigações e denúncias recentes envolvendo instituições e autoridades, o que aumentou a atenção da sociedade para casos de irregularidades. Esse cenário tende a influenciar o clima político e as discussões nas eleições previstas para este ano.

O estudo ouviu 5.028 pessoas entre os dias 18 e 23 de março, por meio de recrutamento digital aleatório. A margem de erro é de um ponto percentual, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.

Além disso, dados internacionais reforçam a percepção de preocupação com o tema. No Índice de Percepção da Corrupção de 2025, elaborado pela Transparência Internacional, o Brasil obteve 35 pontos e ficou na 107ª posição entre mais de 180 países avaliados, indicando desafios persistentes no combate a irregularidades no setor público.

Via Folha do Estado

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