A sentença proferida pela juíza Elizabeth Machado Louro, que concedeu perdão judicial para Monique Medeiros, mãe do menino Henry Borel, tem repercutido de várias formas nas redes sociais, uma delas é a comparação do caso ocorrido no Rio de Janeiro com a condenação a 14 anos de prisão aplicada pelo Supremo Tribunal Federal (STF) contra a cabeleireira Débora Rodrigues, conhecida como Débora do batom.
Na web, diversos internautas contestaram a rigidez aplicada pela Suprema Corte no caso de Débora e a ausência do mesmo nível de severidade na aplicação de uma punição contra Monique. Outros ainda apontaram que o grau de benevolência judicial usado ao aplicar o perdão para a mãe de Henry Borel não foi utilizado em favor de Débora, mesmo com a cabeleireira tendo dois filhos ainda crianças.
– Ser cúmplice com o assassinato do próprio filho é perdoada porque sofreu um castigo severo da sociedade. Debora do Batom continua em prisão domiciliar, por uma frase. A Debora não sofreu castigo? Justiça Brasileira. Depois ainda falam que não existe insegurança jurídica – disse um usuário da rede social X.
Entre as personalidades que também compararam os dois casos nas redes esteve o deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG). O parlamentar manifestou sua indignação com o resultado do julgamento sobre a morte do menino Henry Borel e citou a condenação de Débora.
– Se você é uma mãe e mata o seu filho, ou se é um pai e mata o seu filho, você recebe perdão judicial, se você pega um batom e vai em uma estátua, você pega 17 anos de cadeia [na verdade, Debora foi condenada a 14 anos de prisão]. Sério, alguma coisa tá errada nesse país – disse.
Via portal Pleno News













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