sexta-feira, 17 de julho de 2026
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quinta-feira, 16 de julho de 2026
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E o tarifaço chinês de até 67% para carne?, cobra deputado
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quarta-feira, 15 de julho de 2026
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terça-feira, 14 de julho de 2026
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segunda-feira, 13 de julho de 2026
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sábado, 11 de julho de 2026
Em carta, Bolsonaro pede que "diferenças sejam deixadas de lado"
PARCEIRA DE LULA: China aplica tarifaço de 55% ao Brasil
A China, principal destino da carne bovina brasileira, passou a aplicar uma sobretaxa de 55% sobre as importações que ultrapassarem a cota anual isenta de 1,106 milhão de toneladas destinada ao Brasil. Como já existe uma tarifa-base de 12%, a carga tributária total para o volume excedente chega a 67%, tornando o produto brasileiro significativamente menos competitivo no mercado chinês. Notíciasdo Brasil
A medida funciona como uma salvaguarda comercial criada pelo governo chinês para proteger sua produção interna e já provoca impactos na cadeia produtiva brasileira.
Brasil praticamente esgotou a cota
Segundo levantamento da consultoria StoneX, até o fim de junho o Brasil já havia comprometido 98,5% da cota anual, considerando os embarques realizados.
Levando em conta o intervalo médio de aproximadamente 45 dias entre o embarque no Brasil e a chegada da carga aos portos chineses, a expectativa é que o limite seja completamente preenchido ainda em agosto. A partir desse momento, qualquer novo embarque destinado à China estará sujeito à tributação total de 67%.
Pelos dados de internalização da carga — ou seja, da carne efetivamente desembarcada em território chinês — cerca de 72% da cota havia sido utilizada até 30 de junho.
Exportações recordes aceleraram o esgotamento
O avanço acelerado ocorreu justamente porque os frigoríficos intensificaram os embarques no primeiro semestre.
Dados da Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec) mostram que o Brasil exportou 1,705 milhão de toneladas de carne bovina entre janeiro e junho de 2026, gerando receita de aproximadamente US$ 9,85 bilhões, o maior volume já registrado para o período.
Grande parte dessa antecipação ocorreu exatamente em razão da nova política chinesa de cotas.
China absorve mais da metade da carne brasileira
Hoje, aproximadamente 52% de toda a carne bovina exportada pelo Brasil tem como destino o mercado chinês. Notíciasdo Brasil
Em 2025, o país embarcou cerca de 1,68 milhão de toneladas para a China, volume aproximadamente 35% superior à cota estabelecida para 2026.
Com o novo limite, aproximadamente 580 mil toneladas que tradicionalmente seriam enviadas aos chineses precisarão ser redirecionadas ao mercado interno ou a outros compradores internacionais.
Frigoríficos reduzem abates e concedem férias coletivas
Mesmo antes do esgotamento oficial da cota, os efeitos começaram a aparecer na indústria.
Segundo a StoneX, diversos frigoríficos passaram a reduzir o ritmo de abates destinados ao mercado chinês e iniciaram férias coletivas em várias unidades, especialmente no Mato Grosso.
A analista de Inteligência de Mercado da StoneX, Larissa Barboza Alvarez, afirmou que a primeira reação da indústria foi diminuir os abates diante da expectativa de menor volume exportado.
Mais carne no mercado interno pressiona preços
Com menor capacidade de exportação para o principal comprador mundial, cresce a expectativa de aumento da oferta de carne bovina no mercado doméstico.
No curto prazo, esse movimento tende a exercer pressão baixista sobre os preços pagos aos pecuaristas, enquanto frigoríficos buscam alternativas para comercializar o excedente.
Setor pode perder até R$ 16,5 bilhões
A Abiec estima que as exportações brasileiras de carne bovina possam registrar uma queda de até 10% em 2026 na comparação com o ano anterior. Astronomia
Caso a projeção se confirme, o impacto financeiro poderá alcançar aproximadamente US$ 3 bilhões, o equivalente a cerca de R$ 16,5 bilhões em receita para o setor.
Exportações devem reagir apenas no quarto trimestre
A StoneX avalia que o fluxo de embarques para a China deverá voltar a ganhar força apenas no quarto trimestre, quando começa a vigorar a nova cota referente a 2027.
Enquanto isso, frigoríficos precisarão buscar novos mercados ou ampliar as vendas internas para compensar a redução do acesso ao principal comprador da carne bovina brasileira.
Outros países ainda possuem espaço
O relatório destaca que a Austrália também já esgotou sua cota de exportação para a China.
Já Argentina, Uruguai e Estados Unidos ainda possuem espaço dentro de seus respectivos limites, embora existam dúvidas sobre a capacidade desses países de ampliar rapidamente sua oferta para suprir a demanda chinesa.
Via portal Folha do Estado
sexta-feira, 10 de julho de 2026
Redução do IPVA para 25% do valor atual avança na Câmara. PT é contra
Uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) aprovada pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados pode alterar a forma de cobrança do Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) e reduzir significativamente o valor pago pelos proprietários de veículos.
A PEC 3/2026 estabelece que a alíquota máxima do IPVA seja limitada a 1% do valor venal do veículo. Atualmente, esse percentual pode chegar a 4%, conforme a legislação de cada estado. O texto também prevê a possibilidade de concessão de descontos para veículos menos poluentes, embora não defina os critérios ou percentuais desses benefícios.
Na prática, um automóvel avaliado em R$ 40 mil, que hoje pode pagar até R$ 1,6 mil de IPVA em estados que adotam a alíquota máxima, teria o imposto limitado a R$ 400 caso a proposta seja aprovada em definitivo.
De autoria do deputado federal Kim Kataguiri (União-SP), a PEC ainda precisa passar por uma comissão especial da Câmara antes de seguir para votação no plenário. Segundo o parlamentar, a instalação desse colegiado depende de decisão do presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), e a expectativa é que isso ocorra antes do período eleitoral.
Novo modelo considera o peso do veículo
Além do limite para a alíquota, a proposta pretende modificar os critérios utilizados para a cobrança do imposto. O texto defende que o modelo atual funciona como um tributo patrimonial permanente e não leva em consideração fatores como a depreciação do veículo nem o impacto que ele causa à infraestrutura viária.
A ideia é que veículos mais pesados, por provocarem maior desgaste nas vias públicas, possam ter um tratamento diferenciado na tributação. Para especialistas em Direito Tributário, a proposta busca aproximar a cobrança do impacto efetivamente causado pelos veículos, embora a regulamentação ainda dependa de etapas posteriores.
Debate entre governo e oposição
Durante a análise da matéria na CCJ, a proposta gerou divergências entre os parlamentares.
O deputado Helder Salomão (PT-ES) criticou o novo modelo, argumentando que ele pode favorecer proprietários de veículos de alto valor e menor peso, enquanto caminhões antigos e mais pesados poderiam ser mais onerados.
Em resposta, Kim Kataguiri afirmou que, mesmo com a limitação da alíquota em 1%, veículos de alto valor continuarão pagando mais imposto em termos absolutos. Como exemplo, destacou que 1% sobre um automóvel avaliado em milhões de reais representa um valor muito superior ao cobrado sobre um caminhão de menor valor de mercado.
Impacto nos preços ainda é incerto
Apesar da possibilidade de redução da carga tributária para proprietários de veículos, especialistas avaliam que a medida, por si só, não garante diminuição nos preços dos produtos ou dos fretes.
Segundo tributaristas, o IPVA representa apenas uma parte dos custos envolvidos no transporte. Despesas como combustível, manutenção, pedágios, seguros, financiamento e mão de obra continuam sendo os principais fatores que influenciam o preço final das mercadorias. Dessa forma, uma eventual redução do imposto não necessariamente será repassada ao consumidor.
Via portal Gazeta do Povo
quinta-feira, 9 de julho de 2026
"Isso não passará em branco": EUA acusa Moraes de promover censura contra plataformas americanas
quarta-feira, 8 de julho de 2026
PF faz buscas na casa de Jair Bolsonaro à procura de armas































