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sexta-feira, 9 de outubro de 2026

Mendonça manda Janones e Lindbergh apagarem vídeo com informações falsas contra Flávio Bolsonaro

O ministro André Mendonça, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), determinou que os deputados federais André Janones (Rede-MG) e Lindbergh Farias (PT-RJ) retirem das redes sociais um vídeo com críticas ao candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL). A gravação, que ultrapassou 6,8 milhões de visualizações antes da intervenção judicial, atribui ao senador propostas que, segundo a decisão, não foram comprovadas.

No conteúdo, os parlamentares afirmam que Flávio Bolsonaro pretende aumentar a idade mínima para aposentadoria, desvincular os benefícios previdenciários do salário mínimo, estabelecer jornadas de trabalho de 12 horas diárias sem folgas e privatizar a Petrobras.

As medidas são apresentadas no vídeo como iniciativas que seriam adotadas caso o candidato chegasse à Presidência. Mendonça, porém, avaliou que não foram apresentados elementos suficientes para sustentar as afirmações como propostas efetivamente defendidas por Flávio.

Na decisão, Mendonça considerou que os deputados ultrapassaram os limites da crítica política ao apresentar especulações como se fossem compromissos concretos do candidato. Para o ministro, a situação vai além de uma manifestação de opinião contrária ao adversário, pois pode levar o eleitor a acreditar que Flávio Bolsonaro defende medidas sem comprovação.

A decisão também destaca o local escolhido para a gravação: a frente do Ministério da Fazenda. Na avaliação do magistrado, o cenário, associado à forma de apresentação das alegações, poderia conferir aparência de credibilidade institucional às informações divulgadas.

Mendonça estabeleceu prazo de três horas para a retirada do vídeo e fixou multa diária de R$ 10 mil em caso de republicação do conteúdo.

O ministro também determinou a preservação dos dados relacionados ao alcance e ao engajamento da publicação, além de informações sobre eventual impulsionamento pago. A medida permite conservar registros relevantes para a análise da divulgação do material.

O caso coloca novamente em discussão os limites da propaganda eleitoral nas redes sociais e a responsabilidade de agentes públicos pela divulgação de informações sobre adversários durante a disputa presidencial.
A decisão se concentra na ausência de comprovação das propostas atribuídas a Flávio Bolsonaro. A crítica política permanece possível, mas a apresentação de afirmações não demonstradas como compromissos efetivos de um candidato pode ser objeto de análise pela Justiça Eleitoral.

Fonte: Folha do Estado

Elmano antecipa para terça-feira o Dia do Professor

O governador do Ceará, Elmano de Freitas, anunciou nas redes sociais a antecipação do feriado escolar em homenagem ao Dia do Professor na rede estadual de ensino. A folga, inicialmente prevista para quinta-feira, dia 15, foi transferida para terça-feira, dia 13 de outubro.

Com o feriado nacional de Nossa Senhora Aparecida, padroeira do Brasil, na segunda-feira (12), a mudança permitirá um feriadão de quatro dias para a rede estadual, de sábado (10) até terça-feira (13).

Ao anunciar a decisão, Elmano também esclareceu que, em algumas escolas estaduais do Interior, onde o feriado foi definido para sexta-feira, dia 16, será respeitado o calendário do município.

“Um descanso merecido para todos os nossos professores e professoras”, comentou o governador.

A medida altera o calendário escolar de parte da rede estadual e garante aos profissionais da educação um período prolongado de descanso em reconhecimento ao Dia do Professor, celebrado nacionalmente em 15 de outubro. Via Sobral em Revista

José Guimarães vê virada de Lula sobre Flávio Bolsonaro

O ministro-chefe da Secretaria de Relações Institucionais (SRI), José Guimarães (PT), comentou nesta quinta-feira (08), o resultado da pesquisa Datafolha divulgada sobre a disputa presidencial. Para ele, o levantamento mostra uma mudança de cenário na corrida entre Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL).

"O Datafolha de hoje não deixa dúvidas: há uma virada acontecendo no Brasil e Lula será reeleito presidente", afirmou. Segundo Guimarães, os adversários anteciparam vitória e agora se preocupam com os números.

O ministro atribuiu o movimento à militância do PT nas ruas e nas redes e à adesão do eleitorado jovem. Ao mencionar a oposição, disse que "a juventude reconhece o perigo que a extrema direita representa".

Guimarães afirmou ainda que Lula deve intensificar a agenda até o segundo turno, no dia 25, com presença nas ruas, nas redes e nos debates.

Fonte: Portal CN7

quinta-feira, 8 de outubro de 2026

Terceiro colocado no 1º turno, Augusto Cury decide declarar apoio a Flavio

Eles conversaram por mais de uma hora em videoconferência e candidato do PL assume compromissos programáticos.
Augusto Cury, ex-candidato à Presidência pelo Avante, anunciou nesta quinta-feira (8) o apoio a Flávio Bolsonaro no segundo turno das eleições. A decisão foi tomada após uma conversa por vídeo-chamada entre os dois, na manhã do mesmo dia, que durou mais de uma hora.

O apoio não é incondicional. Cury exigiu que Flávio assumisse publicamente um conjunto de compromissos, formalizados em uma carta intitulada Termo de Compromisso Público com o Brasil. No texto, Flávio se compromete com as medidas sem troca de cargos ou vantagens pessoais.

O documento lista oito pontos centrais:

  1. Fim da reeleição presidencial, por meio de reforma constitucional, com o argumento de combater personalismo, populismo e o uso da máquina pública para permanência no poder.
  2. Expansão da educação em tempo integral, com reformulação curricular (oratória, gestão financeira, empreendedorismo), valorização dos professores e ampliação do ensino técnico e profissionalizante no ensino médio.
  3. Criação de uma grande rede pública de telemedicina integrada ao SUS, com uso de inteligência artificial, para reduzir o tempo de espera por especialistas.
  4. Prioridade nacional ao combate à violência contra as mulheres, com tecnologias de prevenção e resposta rápida, incluindo aplicativo com botão de pânico, além de reforço a delegacias especializadas e acolhimento.
  5. Apoio ao ato cooperativo, às cooperativas e à verticalização agroindustrial.
  6. Financiamento de milhões de microempreendimentos, com participação do BNDES e de outras instituições, e criação de escolas de empreendedorismo em comunidades e escolas públicas.
  7. Meta de dobrar a produção brasileira de alimentos em dez anos, com investimentos em ciência, tecnologia, irrigação sustentável, bioinsumos, crédito rural e infraestrutura, conciliando produtividade e responsabilidade ambiental.
  8. Compromisso de pacificação nacional e de governar para brasileiros de diferentes posições ideológicas, sem vingança ou perseguição política.

Na carta, Flávio afirma que a confiança de Cury não é um “cheque em branco” e que o apoio estará sujeito a cobrança, crítica e prestação de contas. O texto também registra a oposição de Cury à reeleição e a preocupação com o endividamento das famílias brasileiras. A assinatura consta como Brasil, 8 de outubro de 2026, às 12h30.

Fonte: Diário do Poder

TSE deve proclamar vitória de Douglas Ruas no Rio de Janeiro; será o 7º governador eleito do PL

TSE julgou o caso nesta quinta(8) e decidiu anular os votos de Garotinho,
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) formou maioria nesta quinta-feira (8) para anular os votos destinados a Anthony Garotinho (Republicanos) recebidos durante o primeiro turno das eleições do estado do Rio de Janeiro. Com a decisão, o cenário deve oficializar a vitória em primeiro turno de Douglas Ruas (PL) para chefe do estado, vencendo Eduardo Paes (PSD). Se for confirmada a proclamação de sua vitória, ele será o 7º governador do PL eleito em primeiro turno.

Os ministros que votaram pela decisão de anulação foram Floriano Marques, Estela Aranha, André Mendonça e Dias Toffoli. Ainda faltam três votos no plenário.

O debate gira em torno de três temas: se é aceito o pedido de desistência de Garotinho e o segundo é o veto de seu registro ao pleito eleitoral. O terceiro, se as decisões após julgadas devem culminar na anulação de votos. 

O terceiro ponto é o mais relevante, pois pode reavaliar uma contagem de votos no estado e declarar a vitória do candidato do PL ainda no primeiro turno.

O ex-governador concorreu sub judice, ou seja, com recurso pendente para analisar a regularidade de sua candidatura. Seu nome constava da urna e seus votos foram contabilizados.

No domingo (4), Ruas teve 49,27% dos votos nominais, enquanto o ex-prefeito do Rio, Eduardo Paes (PSD), ficou com 42,76% e Garotinho, 3,17%. Com a anulação em definitivo dos votos ao ex-governador, Ruas passaria a ter 50,88% dos válidos, superando a metade necessária para vencer no primeiro turno.

Via portal Diário do Poder

Anitta rejeita pressão de gravar vídeo para Lula: “Não adianta”

Nesta quarta-feira (7), Anitta rebateu nas redes sociais as cobranças para que grave um vídeo pedindo votos para Lula (PT) no segundo turno da eleição presidencial. A cantora afirmou que, neste momento, considera a iniciativa pouco eficaz.

Em resposta a uma publicação em uma página de fãs, a artista explicou que um vídeo desse tipo alcançaria principalmente pessoas que já compartilham de sua posição política. Segundo ela, a exposição também poderia ser aproveitada por adversários.

– Chega a dar vontade de jogar tudo pro alto com essas cobranças infundadas de algo que não adianta de absolutamente nada na prática – escreveu.

Anitta afirmou ainda que sua imagem poderia acabar sendo utilizada em campanhas de oposição. A cantora disse que prefere contribuir de outras formas e criticou a estratégia adotada pela esquerda nas redes sociais.

– Só piora, na verdade, porque dá material para as pessoas do outro lado utilizarem a minha cara justamente pra fazer campanha opositora – avaliou.

– Existe um motivo para as coisas estarem como estão, justamente pela esquerda não saber jogar com as redes – destacou a cantora.

Anitta também reclamou da pressão feita por parte dos próprios fãs. ela afirmou que tem buscado maneiras que considera mais eficientes para colaborar com o cenário eleitoral.

– Ficam enchendo o saco e o anjo da guarda de quem está tentando de outras maneiras mais eficazes – desabafou.

Ao final, a cantora defendeu que os esforços sejam concentrados nos últimos dias antes da votação. Ela questionou se não seria melhor preservar energia para o período considerado mais importante da campanha.

– Cadê o fôlego pros dias mais importantes que são quatro, cinco dias antes da votação? Puxado! – encerrou Anitta.

Fonte: Pleno News

PF desiste da lorota da interferência americana na eleição

A PF arquivou a investigação sobre a tal interferência americana em favor de Flávio. A patranha durou três dias.
O ministro Alexandre de Moraes reuniu-se na terça-feira com o diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, para discutir a historieta de que haveria interferência americana em favor de Flávio Bolsonaro na eleição brasileira.

É o que noticiou a jornalista Roseann Kennedy. Ela publicou que ambos chegaram à conclusão de que a lorota não teria respaldo do TSE, da PGR e de observadores internacionais da OEA— e, assim, o melhor a fazer era arquivar a investigação anunciada por Andrei Rodrigues no dia da votação do primeiro turno (anúncio por si só espantoso pelo timing).

Na quarta-feira, diligentemente, o diretor-geral da PF arquivou a tal investigação. A patranha durou três dias. Nada como o resultado das urnas para desinfectar o ambiente de tentações autoritárias, em especial quando se respira o ar de impeachment de ministros do Supremo.

O que se tem agora é uma ação do PT sobre interferência americana nas mãos de Flávio Dino desde a última semana de setembro. Não deve prosperar, visto que PGR e PF engataram marcha à ré, embora o eterno ministro da Justiça de Lula seja imprevisível.

De qualquer forma, se Dino insistir com esse embuste, receberá conselhos para não ir adiante de gente que, garantidora da lei e da ordem, obediente à Constituição, não esconde a irritação com a alopragem de golpe judicial, abordada por este colunista em mais de um artigo.

Por falar em golpe contra a Constituição, o senador Rogério Marinho negou a mim que tenha ouvido de ministros do STF que eles não vão “aceitar” impeachment de colegas, conforme veiculado em uma emissora de TV.

“Essa notícia não procede, é fake, até porque a própria Constituição determina que é dever do Senado iniciar processo de investigação de crimes de responsabilidade da parte de ministros do STF. Disse a todos que queremos uma relação institucional e equilibrada, mas que o Senado não será mais omisso”, afirma Marinho.

Por Portal Metrópoles

quarta-feira, 7 de outubro de 2026

Ao explicar declaração sobre a Constituição, Flávio cita redução da maioridade penal e reforma do STF

O candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) afirmou nesta quarta-feira (7) que a declaração sobre querer “mudar a Constituição para redemocratizar o país” se referia a propostas já anunciadas por ele caso seja eleito, como a redução da maioridade penal e mudanças no Supremo Tribunal Federal (STF).

Flávio concedeu uma coletiva à imprensa em frente ao QG de campanha, localizado no Lago Sul, em Brasília. Ele se reuniu com integrantes da Federação União-Progressista, que oficializou a ele o apoio para o segundo turno das eleições contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

“Vocês acham que o Brasil está numa democracia plena? Não. A gente tem que respeitar a política, tem várias PECs [propostas de mudanças na Constituição] que são possíveis”, disse.

“Tem que haver, sim, uma reforma no Judiciário. Eu sou a favor da redução da maioridade penal há bastante tempo, tem que ser feito por PEC. Tem pontos da reforma tributária que têm que ser alterados por PEC. E o fim da reeleição”, prosseguiu.

“A gente tem várias PECs que são possíveis. Tem que haver uma reforma do Judiciário. Eu sou a favor da redução da maioridade penal há bastante tempo. Isso tem que ser feito por PEC. Tem pontos aqui da reforma tributária que têm que ser alterados por PEC”, explicou.

“Comigo não vai ter isso, vai ter estabilidade, vai ter paz para todo mundo trabalhar, vai ter segurança jurídica, respeito à Constituição. Vai ser o normal. O Brasil tem que voltar ao normal.”

Declaração anterior em Goiânia

Durante viagem a Goiânia nesta terça-feira (6), Flávio falou que, caso seja eleito, quer usar a maioria no Congresso conquistada nas urnas no último domingo (4) para “mudar a Constituição”, mas não disse o que pretende alterar. Ele deu a declaração ao lado do candidato derrotado no primeiro turno Ronaldo Caiado (PSD), que anunciou apoio à candidatura dele.

Questionado pela imprensa nesta quarta-feira sobre o que quis dizer com a declaração, o candidato adotou um tom mais moderado em respeito à Constituição e tentou afastar qualquer possibilidade de medidas autoritárias.

“Comigo vai ser sempre com ponderação, com respeito à política e honrando e respeitando cada seguimento da sociedade aqui representado nesses parlamentares, não só os deputados estaduais e federais que estão aqui, mas os governadores, as candidatas ao governo que estão concorrendo ainda, os senadores”, disse.

Ele também comentou críticas que a declaração vem sofrendo. “Eu já vi gente começar a dizer: ‘Ah, agora o Flávio com esse Congresso com ampla maioria ele vai fazer o que o pai dele não fez [no caso da trama golpista]. Vamos parar de mentir, vamos aterrissar no mundo real.”

Propostas já no programa de governo

A reforma do Judiciário já aparece no programa de governo de Flávio Bolsonaro, que reúne propostas principalmente relacionadas ao Supremo Tribunal Federal (STF), entre elas mudanças em decisões monocráticas.

A redução da maioridade penal também já havia sido defendida pelo candidato. Em agosto, Flávio Bolsonaro afirmou que apoiaria a redução de 18 para 16 anos. A proposta em discussão no Congresso altera o artigo 228 da Constituição e, portanto, precisa ser aprovada por meio de uma PEC.

Fonte: Gazeta Brasil

POLÊMICA: DELEGADO CHARLES ELEITO COM VOTOS DA DIREITA DECLARA APOIO A LULA NO 2º TURNO E GERA REVOLTA

Eleito deputado federal pelo Piauí com 184.763 votos, o Delegado Charles Pessoa (PV) anunciou, apenas dois dias após a eleição, que apoiará Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no segundo turno. O posicionamento repercutiu entre eleitores e apoiadores.

Durante a campanha, Charles construiu sua imagem principalmente em torno da segurança pública e do combate ao crime organizado, pautas que contribuíram para sua identificação com o eleitorado de direita. Agora, a decisão de apoiar Lula gerou questionamentos entre parte dos eleitores que se identificaram com esse posicionamento ao longo da campanha.

Fonte: Portal O Oeste

Lula quer tirar do presidente a indicação dos Ministros do STF

O presidente nacional do PT, Edinho Silva, afirmou nesta terça-feira que Luiz Inácio Lula da Silva pretende alterar as regras para a escolha dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) e de outras cortes superiores.

Segundo ele, a proposta é retirar do chefe do Executivo a prerrogativa de fazer essas indicações e transferir a decisão para a sociedade civil.

Em entrevista ao programa SBT News, Edinho afirmou que “a ideia é transferir a escolha para a sociedade civil”. De acordo com o dirigente petista, Lula pretende discutir o formato da mudança com juristas e representantes de diferentes setores da sociedade antes de definir como seria o novo modelo.

“O presidente Lula quer mudar a legislação brasileira para que saia da mão do presidente da República a indicação de ministro do Supremo e de tribunais superiores”, declarou Edinho.
Entrevistas com políticos

A proposta também inclui, segundo o presidente do PT, a criação de mandatos com duração determinada para os integrantes do Judiciário. Edinho ressaltou que o projeto ainda está em fase de discussão e precisaria ser detalhado antes de avançar.

Apesar disso, afirmou que “uma coisa Lula tem certeza: vai mudar, quer mudar o Poder Judiciário brasileiro”.

Como a alteração dependeria de mudanças na legislação, uma eventual implementação ocorreria apenas caso Lula conquiste um novo mandato e consiga aprovar as medidas no Congresso Nacional. Mudanças em leis federais dependem de aprovação do Legislativo.

A declaração ocorre em meio a uma tentativa da campanha de Lula de apresentar uma nova abordagem para o segundo turno e reduzir a associação do presidente com a crise envolvendo o STF e o Banco Master.

Levantamento do Datafolha apontou que 38% dos eleitores consideram Lula o candidato mais prejudicado pelo episódio, enquanto 31% atribuíram o maior impacto negativo a Flávio Bolsonaro (PL).

Ao mesmo tempo, a campanha petista deverá intensificar os ataques ao adversário. Na entrevista, Edinho associou Flávio ao crime organizado e afirmou que o candidato do PL “não tem condições de debater segurança pública” por supostamente manter vínculos com milicianos.

“De um lado, um presidente que já mudou muito o Brasil e, portanto, tem credibilidade para hoje dizer que vai continuar mudando o Brasil. (…) Do outro lado, nós temos uma liderança que carrega com ela um histórico de relação com o crime organizado. São dois países totalmente distintos”, disse o presidente do PT ao SBT News.

A estratégia segue a linha defendida por Marco Aurélio de Carvalho, um dos coordenadores da campanha petista.

Em entrevista ao UOL na segunda-feira, ele afirmou: “Não acredito que possa ter uma bala de prata maior do que um candidato que é mais bandido do que o próprio pai, que tem 61 milhões de motivos [alusão aos R$ 61 milhões pagos por Daniel Vorcaro para o filme ‘Dark Horse’, sobre a vida de Jair Bolsonaro] para não votar nele, que condecorou miliciano”.

Edinho também avaliou que a disputa do segundo turno precisa ser tratada como uma nova fase da eleição. Para ele, “o segundo turno é uma outra eleição, totalmente diferente daquela que aconteceu no primeiro turno”.

O presidente do PT disse que a campanha pretende concentrar esforços em regiões e grupos nos quais Lula ainda teria espaço para ampliar sua votação.

“O presidente Lula tem uma margem imensa de crescimento de voto no nordeste e no sudeste, em determinados segmentos sociais e entre os eleitores que não compareceram às urnas”, afirmou. (Foto: STF; Fonte: UOL)

Cid Gomes diz que Ciro deveria reconhecer derrota para Elmano

O senador Cid Gomes (PSB) afirmou que o irmão, Ciro Gomes (PSDB), deveria ter reconhecido a derrota na disputa pelo Governo do Ceará e cumprimentado o governador Elmano de Freitas (PT) pela reeleição. A declaração foi dada nesta quarta-feira (7), durante entrevista à TV Verdes Mares, após Ciro anunciar que pretende contestar judicialmente o resultado da eleição.

Ao comentar a decisão do irmão, Cid recorreu a uma expressão usada no Direito. “Meu pai era advogado e tem uma expressão do latim muito usada no direito que é assim: o jus esperniandi. Traduzindo, numa tradução livre, é o direito de espernear”, afirmou. Em seguida, disse considerar que seria mais elegante reconhecer a vitória de Elmano, cumprimentar o governador e indicar qual seria sua posição política diante do novo governo.

Cid também afirmou que ele próprio já perdeu eleição e respeitou o resultado das urnas. Ciro, por sua vez, divulgou na terça-feira (6) um manifesto no qual afirmou que Elmano não venceu a eleição e anunciou que pretende recorrer à Justiça contra decisões relacionadas à propaganda eleitoral nos dias anteriores à votação.

Via CN7

Família Sarney fica sem mandato pela primeira vez em 72 anos após derrota de Roseana

A família Sarney ficará, a partir de 2027, sem nenhum integrante ocupando mandato eletivo no Brasil pela primeira vez em 72 anos. O fim de um dos mais tradicionais grupos políticos do país ocorre após a derrota de Roseana Sarney (MDB) na disputa por uma das duas vagas ao Senado pelo Maranhão nas eleições de 2026.

Roseana terminou a eleição em terceiro lugar, com cerca de 16,4% dos votos. As duas vagas foram conquistadas por André Fufuca (PP), que obteve 21,43%, e Lahesio Bonfim (Novo), com 20,65%. Com o resultado, a ex-governadora não conseguiu renovar sua presença no Congresso.

O mandato de Roseana como deputada federal termina em janeiro de 2027. Como nenhum outro integrante da família foi eleito em 2026, os Sarney deixarão de ter representantes com mandato eletivo depois de mais de sete décadas de presença contínua na política brasileira.

A trajetória começou em 1954, quando José Sarney foi eleito suplente de deputado federal pelo Maranhão. Em 1966, ele chegou ao governo do Estado e, posteriormente, ocupou uma cadeira no Senado. Sarney também chegou à Presidência da República, entre 1985 e 1990, e voltou ao Senado, onde permaneceu até 2015.

A influência política da família se estendeu por três gerações. Roseana, filha de José Sarney, foi deputada federal, senadora e governadora do Maranhão por quatro mandatos. Seu irmão, José Sarney Filho, o Zequinha Sarney, exerceu nove mandatos como deputado federal e também ocupou o Ministério do Meio Ambiente em dois governos.

Na terceira geração, Adriano Sarney, neto de José Sarney, foi deputado estadual pelo Maranhão entre 2015 e 2023. Ele não disputou as eleições de 2026.

A família já havia perdido espaço no comando do Maranhão. Em 2006, Roseana foi derrotada por Jackson Lago na disputa pelo governo estadual, encerrando um período de décadas de influência do grupo no Estado. Ela, contudo, voltou ao cargo em 2009 após a cassação de Lago pelo Tribunal Superior Eleitoral e foi reeleita em 2010.

A derrota de 2026 representa, portanto, um marco diferente: pela primeira vez desde 1954, nenhum integrante da família Sarney terá mandato eletivo. O resultado também ocorre em um cenário de derrotas de grupos políticos tradicionais em diferentes Estados, como a família Calheiros, em Alagoas.

A partir de fevereiro de 2027, quando os novos parlamentares tomarem posse, o grupo que durante décadas ocupou posições de destaque na política maranhense e nacional estará, pela primeira vez em 72 anos, sem um representante eleito.

Fonte: FOLHA DO ESTADO

terça-feira, 6 de outubro de 2026

Nunes Marques cogita libertar Jair Bolsonaro após o 2º turno

Antes das eleições, estava fora dos planos de Kassio Nunes Marques, do Supremo Tribunal Federal (STF), conceder liminar para libertar o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Passado o primeiro turno, com o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) arrancando na frente da disputa, pessoas próximas dizem que entrou no radar do ministro a possibilidade de tomar uma decisão favorável ao ex-presidente.

Está na mesa de Nunes Marques um pedido da defesa de Jair para suspender a condenação e a prisão dele por ter tramado um golpe de Estado. A solicitação foi feita em uma ação de revisão criminal. Hoje, existem duas ações desse tipo no gabinete do ministro. Se ele concordar com o argumento dos advogados, o político conservador pode ter direito a um novo julgamento, começando do zero.

Flávio anunciou que, se for eleito, vai conceder indulto ao próprio pai. Portanto, uma eventual decisão de Nunes Marques anteciparia esse cenário e daria ainda mais poderes para o ministro diante do futuro presidente, a depender do resultado das urnas no dia 25.

PGR
Nunes Marques, que também é presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), não deve julgar o pedido antes do fim do segundo turno para não tumultuar as campanhas. O ministro concedeu prazo para a Procuradoria-Geral da República (PGR) se manifestar antes de tomar qualquer decisão, “diante da complexidade do feito, que envolve o julgamento de ex-presidente da República”.

No pedido, a defesa cita a sessão do dia 15 de setembro, quando o plenário do STF começou a analisar indícios de que o ministro Alexandre de Moraes mantinha uma relação suspeita com o banqueiro Daniel Vorcaro. Segundo os advogados, na ocasião, ministros reconheceram que é vedado aos juízes investigar de ofício – ou seja, sem um pedido prévio do Ministério Público.

Ainda de acordo com os advogados, é preciso haver tempo hábil para a defesa analisar dados colhidos na investigação antes do julgamento do réu. De acordo com a ação de Jair Bolsonaro, o processo sobre ele infringiu essas duas premissas.

CONDENAÇÃO
O ex-presidente foi condenado pelo STF em 2025 a 27 anos e três meses de prisão por tentativa de golpe de Estado, organização criminosa armada, abolição do Estado democrático de Direito, dano qualificado ao patrimônio público e deterioração do patrimônio tombado. Bolsonaro cumpre a pena em prisão domiciliar, devido a problemas de saúde.

Via portal PLENO NEWS

Ronaldo Caiado declara apoio a Flávio Bolsonaro e o povo grita: "Ministro!"

O ex-presidenciável Ronaldo Caiado (PSD) e o governador de Goiás, Daniel Vilela (MDB), recebem nesta terça-feira (6), em Goiânia, o senador e candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL).

O encontro está marcado para as 14h30, no espaço que funcionou como comitê central da campanha de Vilela e de partidos aliados, no Setor Bueno.

A reunião ocorre dois dias após o primeiro turno das eleições e coloca frente a frente três importantes lideranças do campo político de centro-direita e direita.

Caiado disputou a Presidência da República no primeiro turno, enquanto Daniel Vilela esteve à frente da campanha estadual do MDB em Goiás. Flávio Bolsonaro avançou para o segundo turno da eleição presidencial.

Após a reunião, os três devem conceder uma entrevista coletiva à imprensa. A expectativa é de que o encontro trate do cenário político após o primeiro turno e das articulações para a segunda etapa da disputa presidencial.

A agenda ocorre em meio às movimentações dos partidos e lideranças políticas para definição de apoios no segundo turno.

Via portal Folha do Estado

Morrinhos foi a única cidade em que Flávio Bolsonaro (PL) venceu no Ceará

Morrinhos, na Região Norte do Ceará, foi a única cidade cearense onde Flávio Bolsonaro (PL) venceu Lula (PT) no 1º turno das eleições presidenciais. Flávio recebeu 7.387 votos (48,45%), contra 7.275 votos (47,71%) de Lula, uma diferença de 112 votos. Os dois candidatos disputarão o 2º turno, marcado para 25 de outubro.

Fonte: Diário do Nordeste

Senado acelera fim da 6x1 e empresas avisam: prepare o bolso

A pressão pela aprovação do fim da escala 6x1 ganhou força no Senado nesta semana, mas entidades empresariais alertam que a mudança poderá aumentar os custos de operação e pressionar os preços de produtos e serviços. A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) prevê a redução da jornada máxima de 44 para 40 horas semanais, sem redução salarial, além de dois dias de descanso por semana.

A proposta, que já passou pela Câmara dos Deputados e pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado, começa a ser discutida em plenário nesta terça-feira (6). Ainda serão necessárias duas votações no Senado antes de uma eventual promulgação.

Segundo especialistas ouvidos pela Gazeta do Povo, os setores que funcionam diariamente, como supermercados, farmácias, restaurantes e outros estabelecimentos do comércio e serviços, estão entre os mais expostos aos efeitos da mudança.

O economista Gustavo Budziak avalia que a redução da jornada não aumentaria a receita das empresas, mas elevaria os custos necessários para manter as operações. Uma das alternativas seria contratar mais funcionários para compensar as horas reduzidas ou diminuir o período de funcionamento dos estabelecimentos.

A possibilidade de repasse desses custos aos consumidores também é apontada como consequência. No varejo e nos serviços, o aumento das despesas trabalhistas poderá chegar aos preços finais caso as empresas não consigam absorver a diferença.

Supermercados entre os mais pressionados

O impacto pode ser especialmente relevante para supermercados, que precisam manter as lojas funcionando durante toda a semana.

Um estudo da Quartzo Capital com três grandes redes listadas na Bolsa — GPA, Assaí e Grupo Mateus — aponta que a folha de pagamento operacional representa aproximadamente 8% da receita líquida dessas empresas. Caso seja necessário ampliar as equipes para manter o funcionamento das unidades, a estimativa é de redução média de 12% no EBITDA em relação aos níveis registrados em 2025.

Para pequenos negócios, a adaptação pode ser ainda mais difícil. Entre as alternativas estão reduzir horários de funcionamento, aceitar uma queda na margem de lucro ou aumentar a participação dos próprios empresários na operação.

O problema também é maior para empresas instaladas em shoppings, que precisam respeitar os horários determinados pela administração dos empreendimentos.

Estudos apontam possíveis impactos

Diferentes estudos tentaram estimar os efeitos econômicos da redução da jornada. Uma análise do FGV Ibre calculou que a redução para 40 horas semanais poderia provocar uma perda imediata de 2,6% na atividade econômica.

Já um levantamento do Centro de Liderança Pública (CLP) estimou que a redução para 40 horas, sem corte proporcional dos salários, poderia diminuir em 1,1% o número de empregos formais, o equivalente a cerca de 640 mil vagas. O estudo também projetou queda de 0,7% na produtividade por trabalhador e impacto de aproximadamente R$ 88 bilhões na atividade econômica.

A Federação das Indústrias de Minas Gerais (Fiemg) apresentou uma projeção ainda mais elevada, estimando perdas de até R$ 2,9 trilhões em faturamento, além de possíveis efeitos sobre empregos, massa salarial e arrecadação. A entidade também aponta riscos de aumento de preços e crescimento da informalidade, especialmente entre micro, pequenas e médias empresas.

A Confederação Nacional da Indústria (CNI), por sua vez, estima que a redução da jornada poderá elevar entre R$ 178,2 bilhões e R$ 267,2 bilhões por ano os custos com empregados formais, dependendo da configuração adotada.

Defensores da mudança argumentam que a redução da jornada pode melhorar a qualidade de vida dos trabalhadores e estimular a produtividade. O debate no Senado, porém, ocorre em meio à preocupação de setores produtivos com os custos adicionais e os possíveis efeitos sobre preços, contratação e funcionamento das empresas.

Fonte: Folha do Estado

segunda-feira, 5 de outubro de 2026

Nikolas Ferreira elege a maior bancada de deputados do país

Além de conquistar a maior votação já registrada por um deputado federal no Brasil, com 3.119.318 votos, Nikolas Ferreira (PL-MG) encerrou as eleições de 2026 com outro resultado: 19 candidatos que receberam seu apoio ao longo da campanha foram eleitos para a Câmara dos Deputados em diferentes estados.

Ao longo da campanha, Nikolas declarou apoio e participou diretamente da divulgação de candidaturas que compunham sua articulação política. Entre os nomes apoiados estão Lucas Pavanato (PL-SP), Felipe Sertanejo (PL-SP), Thiago Medina (PL-PE), André Fernandes (PL-CE), Guilherme Kilter (Novo-PR) e Júlia de Castro (PL-RJ), entre outros.

O resultado consolida uma estratégia adotada por Nikolas durante a campanha: além de disputar a própria reeleição, o deputado percorreu diferentes estados, gravou conteúdos, participou de agendas e declarou apoio a candidatos ao Legislativo.

Entre os candidatos a deputado federal apoiados pelo parlamentar estão Lúcio Mosquini e Coronel Chrisóstomo, em Rondônia; Delegado Fábio Costa, em Alagoas; Capitão Alden e Dra. Raissa Soares, na Bahia; André Fernandes, no Ceará; Mariana Carvalho, no Maranhão; Cabo Gilberto Silva, na Paraíba; Thiago Medina, em Pernambuco; Sargento Gonçalves e General Girão, no Rio Grande do Norte; Lucas Polese, no Espírito Santo; Júlia de Castro, Thiago Gagliasso e Chris Tonietto, no Rio de Janeiro; Lucas Pavanato, em São Paulo; e Guilherme Kilter, no Paraná.

Entre os resultados registrados, Lucas Pavanato recebeu 3.038.017 votos em São Paulo, enquanto André Fernandes obteve 684.372 votos no Ceará. Guilherme Kilter, por sua vez, foi o deputado federal mais votado do Paraná, com 269.832 votos, e Lucas Polese foi o mais votado para deputado federal no Espírito Santo, com 419.735 votos.

O resultado amplia a presença de nomes apoiados por Nikolas no Legislativo nacional. A nova composição da Câmara dos Deputados tomará posse em 1º de fevereiro de 2027.

Fonte: PLENO NEWS

Lula demonstra preocupação e Rubio confirma atenção dos EUA ao 2º turno

O secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, afirmou nesta segunda-feira (5) que o governo norte-americano acompanhará o segundo turno da eleição presidencial brasileira, marcado para 25 de outubro, entre o senador Flávio Bolsonaro (PL) e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Questionado por jornalistas antes de embarcar na Base Aérea Andrews, nos arredores de Washington, Rubio afirmou que a realização de um segundo turno era esperada.

“Vai para um segundo turno. Acho que todo mundo esperava isso. Vamos ver como isso se desenrola”, declarou.

A fala representa a primeira manifestação pública de um integrante de alto escalão do governo de Donald Trump após o resultado do primeiro turno. Rubio, porém, não citou nominalmente Flávio ou Lula e não declarou apoio a nenhum dos dois candidatos.

Rubio é uma das principais autoridades da administração Trump na condução da política externa dos Estados Unidos para a América Latina. O secretário tem realizado viagens pela região e participa da articulação da iniciativa denominada “Escudo das Américas”, voltada à cooperação entre Washington e governos latino-americanos em áreas como segurança e combate ao narcotráfico.

Em declarações recentes, Rubio afirmou que a maioria dos países do Hemisfério Ocidental passou a ser governada por lideranças que considera favoráveis aos Estados Unidos.

“Pela primeira vez em 15 ou 20 anos, a esmagadora maioria dos países no Hemisfério Ocidental agora é liderada por líderes pró-americanos e governos pró-americanos. É uma conquista extraordinária”, afirmou o secretário.

A atuação de Washington ganhou atenção adicional após o primeiro turno brasileiro, especialmente diante da proximidade entre integrantes do governo Trump e setores ligados à família Bolsonaro. Apesar disso, tanto Rubio quanto Trump evitaram, até o momento, declarar apoio formal a Flávio Bolsonaro.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva já havia manifestado preocupação com a atuação de Marco Rubio e com a possibilidade de interferência dos Estados Unidos no processo eleitoral brasileiro.

A declaração ocorre em um cenário de atenção internacional sobre a disputa presidencial. No primeiro turno, Flávio Bolsonaro terminou na liderança, com 47,03% dos votos válidos, enquanto Lula alcançou 45,16%. Os dois voltarão às urnas no dia 25 de outubro.

Até o momento, a manifestação de Rubio se limitou a afirmar que Washington acompanhará o desenrolar da disputa, sem anúncio de apoio oficial a qualquer um dos candidatos.

Fonte: Folha do Estado

Cid Gomes e Luizianne Lins são eleitos para o Senado no Ceará

Cid Gomes (PSB) e Luizianne Lins (Rede) foram eleitos para as duas vagas do Senado Federal destinadas ao Ceará nas Eleições 2026. Com a apuração em andamento, Cid aparece com 31% dos votos válidos, enquanto Luizianne soma 28%, conforme os dados disponíveis da apuração.

Cid Gomes, que já ocupava uma cadeira no Senado, garante novo mandato. Luizianne Lins, por sua vez, se elegeu após trajetória na Câmara dos Deputados e na Prefeitura de Fortaleza.

Com a definição das duas cadeiras, o Ceará terá Cid Gomes, Luizianne Lins e Camilo Santana como seus representantes no Senado.

Deputados estaduais eleitos no Ceará: confira os 46 nomes

O Ceará definiu os 46 deputados estaduais que irão compor a Assembleia Legislativa do Ceará (Alece) na próxima legislatura. A lista reúne candidatos de diferentes partidos, com Tancredo dos Santos (PL) na primeira colocação, com 148.967 votos, seguido por Gabriel Biologia (PSOL), com 141.091, e Bella Carmelo (PL), com 129.436 votos.

Também aparecem entre os mais votados Abreu Junior (PL), com 125.492 votos; Romeu Aldigueri (PSB), com 105.036; Liziany Medeiros (PT), com 97.313; Davi de Raimundão (MDB), com 90.753; Lais Nunes (PT), com 90.451; Osmar Baquit (PSB), com 87.160; Jade Romero (PT), com 84.772; e Sérgio Aguiar (PSB), com 84.182 votos.

Completam a relação Zezinho Albuquerque, Catanho, Moses Filho, Guilherme Landim, Jô Farias, Domingos Filho, De Assis Diniz, Jeová Mota, Fabiola Carneiro, Franzé Carneiro, Missias Dias, Firmo Camurça, Paloma Nunes, Marcos Sobreira, Elizeu Monteiro, Marta Gonçalves, Dra. Silvana, Ilo Neto, Gadyel, Manu Pimenta, Dr. Geronimo, João Jaime, Lia Gomes, James Bel, Moisés Braz, David Durand, Felipe Vasques, Simão Pedro, Leo Suricate, Georgia do Marcelão, Davi Benevides, Emília Pessoa, Gardel Rolim, Dra. Mayra Pinheiro, e Pastor Frota. Os deputados estaduais terão mandato de quatro anos e atuarão na elaboração de leis estaduais, fiscalização do Executivo e análise das matérias de interesse do Ceará.


1 - Tancredo dos Santos (PL) — 151.396 votos
2 - Gabriel Biologia (PSOL) — 141.749 votos
3 - Bella Carmelo (PL) — 130.802 votos
4 - Abreu Junior (PL) — 127.034 votos
5 - Romeu Aldigueri (PSB) — 112.303 votos
6 - Liziany Medeiros (PT) — 102.659 votos
7 - Davi de Raimundão (MDB) — 95.814 votos
8 - Lais Nunes (PT) — 92.485 votos
9 - Osmar Baquit (PSB) — 90.218 votos
10 - Sérgio Aguiar (PSB) — 88.148 votos
11 - Jade Romero (PT) — 85.490 votos
12 - Zezinho Albuquerque (PP) — 82.693 votos
13 - Moses Filho (União) — 82.423 votos
14 - Catanho (PT) — 80.441 votos
15 - Guilherme Landim (PSB) — 80.192 votos
16 - Jô Farias (PT) — 79.829 votos
17 - De Assis Diniz (PT) — 76.854 votos
18 - Domingos Filho (PSD) — 74.914 votos
19 - Jeová Mota (PSB) — 73.211 votos
20 - Fabiola Carneiro (PSB) — 73.029 votos
21 - Franzé Carneiro (PT) — 71.685 votos
22 - Missias Dias (PT) — 71.111 votos
23 - Marcos Sobreira (PSB) — 70.914 votos
24 - Elizeu Monteiro (PSB) — 70.411 votos
25 - Paloma Nunes (PSB) — 69.064 votos
26 - Manu Pimenta (PSB) — 69.000 votos
27 - Gadyel (PT) — 67.370 votos
28 - Firmo Camurça (PSD) — 67.171 votos
29 - Dra. Silvana (PL) — 66.473 votos
30 - Marta Gonçalves (PSB) — 65.340 votos
31 - Ilo Neto (PT) — 65.004 votos
32 - Dr. Geronimo (PSB) — 61.571 votos
33 - João Jaime (PV) — 58.478 votos
34 - Lia Gomes (PSB) — 54.433 votos
35 - James Bel (União) — 52.070 votos
36 - Moisés Braz (PT) — 51.453 votos
37 - David Durand (Republicanos) — 49.051 votos
38 - Felipe Vasques (PSDB) — 48.104 votos
39 - Simão Pedro (PSD) — 42.840 votos
40 - Leo Suricate (PSOL) — 39.510 votos
41 - Davi Benevides (PSDB) — 38.833 votos
42 - Georgia do Marcelão (Solidariedade) — 38.288 votos
43 - Gardel Rolim (Republicanos) — 36.236 votos
44 - Emília Pessoa (PSDB) — 35.902 votos
45 - Dra. Mayra Pinheiro (PL) — 34.752 votos
46 - Pastor Frota (PL) — 28.316 votos

Via CN7

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