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sexta-feira, 30 de outubro de 2026

Reforma ministerial de Lula prevê José Guimarães no Governo do Ceará

O presidente Lula (PT) prepara mudanças na equipe do Palácio do Planalto para o quarto mandato. A reforma prevê o senador Camilo Santana (PT) na Casa Civil e a saída de José Guimarães (PT) da Secretaria de Relações Institucionais (SRI) para compor o Governo do Ceará. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo desta sexta-feira (30).

Segundo a publicação, Lula vai alterar a chamada "cozinha" do Planalto. Os nomes ainda não estão definidos. O presidente disse a aliados do PT que, após o feriado de Finados, começará a conversar com dirigentes de vários partidos. O Centrão está na lista, com a condição de apoiar o governo no Congresso.

Para a Casa Civil, o favorito é o senador Camilo Santana. Ex-governador do Ceará e ex-ministro da Educação, ele ganhou destaque no segundo turno. O nome foi citado ao lado do governador reeleito do Piauí, Rafael Fonteles (PT).

Lula disse a auxiliares, na última terça (27), que quer mudar a fisionomia do governo e montar a equipe com nomes que venceram nas urnas. A avaliação é arejar o núcleo duro e projetar a sucessão de 2030, que deve ficar entre o Nordeste e o Sudeste.

Derrotado na disputa ao Palácio dos Bandeirantes, o ex-ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT), chegou a ser cotado para a Casa Civil. Interlocutores do presidente afirmam agora que "Haddad será o que quiser", mas avaliam que Camilo tem mais perfil para a pasta.

Para a Fazenda, Rafael Fonteles é citado como opção no lugar de Dario Durigan. O vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) também é cotado.

Na articulação política, o ministro José Guimarães deve deixar a Secretaria de Relações Institucionais. A previsão é que ele integre o Governo do Ceará. Para o lugar, Lula planeja indicar um político de fora do PT.

Com As informações são do jornal O Estado de S. Paulo

quinta-feira, 29 de outubro de 2026

Trump chama eleição do Brasil de “desgraça” e quer falar com Lula

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, voltou a criticar a eleição presidencial brasileira e classificou o pleito como uma “desgraça” e uma “vergonha” nesta quinta-feira (29). O republicano também afirmou que pretende conversar com o presidente brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva (PT), reeleito no último domingo (25), mas não confirmou se reconhecerá oficialmente a vitória do petista.

– Eu vou falar com ele [Lula], mas acho que a eleição foi uma desgraça no Brasil – declarou Trump a jornalistas, ao ser questionado se conversaria com Lula sobre o resultado da disputa.

Em outra pergunta, um repórter quis saber quem Trump considera o vencedor legítimo da eleição brasileira. O presidente americano evitou responder diretamente, mas voltou a criticar o processo eleitoral.

– Não quero comentar, mas penso que a eleição foi uma grande vergonha para o povo do Brasil. Não tomei partido, mas vi o que estava acontecendo no Brasil. Foi uma vergonha – afirmou.

As declarações mantêm o tom de crítica do presidente americano ao processo eleitoral brasileiro. Na última terça (27), durante um comício no Texas, o líder republicano sugeriu que as eleições do Brasil teriam sido fraudadas.

– Eles fraudam muito bem [os democratas]. São os maiores fraudadores de eleições da história. Embora o Brasil também esteja fazendo um bom trabalho nisso, não é? Eu não tomei partido, não gostei, não me pareceu muito bom – disse Trump.

FONTE: PLENO NEWS

quarta-feira, 28 de outubro de 2026

Flávio Bolsonaro publica carta à nação brasileira em perfil no X

O senador Flávio Bolsonaro publicou nesta quarta-feira (28), em seu perfil na rede social X, uma carta intitulada “Carta à Nação Brasileira”. No documento, ele contesta o resultado das eleições, apresenta acusações de fraude sem apresentar provas e afirma que pretende liderar a oposição a partir dos Estados Unidos.

Foto: ALEXANDRE NETO/PHOTOPRESS/ESTADÃO CONTEÚDO

📲 Confira a íntegra da carta:

Pela primeira vez, Flávio se declara "presidente eleito" do Brasil

Flávio Bolsonaro (PL) se apresentou como “presidente eleito” em um comunicado divulgado nesta quarta-feira (28), após chegar aos Estados Unidos. No texto, o senador alegou ter sido vítima de fraude eleitoral e agradeceu o apoio do presidente americano, Donald Trump, e do argentino, Javier Milei.

A declaração contraria o resultado oficial do segundo turno, que reelegeu Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O Partido Liberal reconheceu a vitória de Lula, embora Flávio tenha contestado o pleito e afirmado que buscaria medidas para reverter o resultado.

O comunicado foi enviado por Paulo Figueiredo, empresário que vive nos Estados Unidos e é próximo de Eduardo Bolsonaro, irmão do senador. Flávio chegou à região de Miami na manhã desta quarta-feira, acompanhado da esposa e das filhas, após viajar em um jatinho particular que passou pela Argentina e pelo Equador.

Na mensagem, o senador agradeceu aos governos americano e argentino pelo apoio. Trump havia dito que aprovaria a entrada de Flávio nos Estados Unidos, enquanto o governo americano informou que concederia vistos ao senador e à família.

Flávio deixou o Brasil após se recusar a cumprir uma ordem do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), para entregar os passaportes e não viajar ao exterior. A determinação foi expedida no âmbito de uma investigação sobre suspeita de lavagem de dinheiro; Flávio e o advogado Willer Tomaz negam irregularidades.

Via Conexão Política

Veja Flávio desembarcando com a família nos Estados Unidos

O avião particular em que estava senador Flávio Bolsonaro (PL) pousou nos Estados Unidos por volta das 10h24 desta quarta-feira (28). Às 10h31, o parlamentar, sua mulher, Fernanda Bolsonaro, e as duas filhas desembarcaram da aeronave.

A aeronave partiu da Argentina, fez uma escala no Equador e seguiu para Miami, onde pousou no Aeroporto Executivo de Miami-Opa Locka.

A família viajou a bordo de um jato Gulfstream G400, de prefixo LV-JQW, operado pela empresa Baires Fly S.A. A aeronave partiu de Puerto Iguazú, na Argentina, passou por Guayaquil, no Equador, e depois seguiu para os Estados Unidos. Fonte: Pleno News

Flávio prepara coletiva nos EUA para explicar saída do Brasil

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) pretende realizar uma entrevista coletiva nos Estados Unidos para esclarecer os motivos de sua saída do Brasil. Segundo aliados, a conversa com jornalistas deve ocorrer ainda nesta semana, possivelmente nesta quarta-feira (28), em Washington, capital norte-americana.

Flávio chegou aos Estados Unidos na tarde de terça (27), acompanhado da esposa e das duas filhas. De acordo com informações divulgadas sobre a viagem, a articulação contou com apoio do governo de Donald Trump, e a Casa Branca teria assumido o comando da operação.

Inicialmente, a iniciativa estaria sob responsabilidade do secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio. Posteriormente, porém, a coordenação teria passado ao próprio Trump, segundo relatos sobre as negociações envolvendo a chegada do senador ao país.

A viagem ocorreu após a derrota de Flávio na disputa presidencial. Segundo informações divulgadas pela imprensa, o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), teria determinado a apreensão do passaporte do senador sete minutos após a divulgação do resultado eleitoral. A suposta decisão estaria relacionada a um vídeo publicado pelo ex-deputado Eduardo Bolsonaro, irmão do parlamentar, que mencionava a possibilidade de ele deixar o Brasil em caso de derrota.

Simon Levy, aliado do presidente norte-americano, afirmou anteriormente que Flávio pretende organizar a oposição ao governo Lula a partir dos Estados Unidos. Na mesma publicação na rede social X, ele atribuiu a Marco Rubio a articulação inicial da viagem e indicou que o senador deverá atuar politicamente a partir do exterior.

Fonte: Pleno News

terça-feira, 27 de outubro de 2026

Fachin arquiva inquérito contra Eduardo Bolsonaro no STF

Ministro encerra investigação após abertura de ação penal, mas decisão não anula a condenação do ex-deputado.

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin, determinou nesta terça-feira (27) o arquivamento do inquérito que investigava o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) por sua atuação nos Estados Unidos.

A decisão foi tomada após o entendimento de que a investigação já havia cumprido sua finalidade, com o oferecimento de denúncia pela Procuradoria-Geral da República (PGR) e a abertura de uma ação penal.

Na decisão, Fachin destacou que a instauração da Ação Penal 2.782 encerrou a necessidade de manter o inquérito em tramitação.

O procedimento investigativo havia sido conduzido para apurar a atuação de Eduardo no exterior, que, segundo a acusação, teria buscado pressionar autoridades brasileiras em meio a processos em andamento no Judiciário.

O caso também envolvia o jornalista Paulo Figueiredo.

A PGR denunciou os dois por suposta prática de coação no curso do processo, crime previsto no artigo 344 do Código Penal.

A acusação está relacionada a iniciativas atribuídas a ambos nos Estados Unidos, em um contexto de disputas judiciais envolvendo integrantes da família Bolsonaro.

A denúncia contra Eduardo foi recebida pela Primeira Turma do STF durante sessão virtual realizada entre 14 e 25 de novembro de 2025.

Posteriormente, em 16 de junho de 2026, o colegiado condenou o ex-parlamentar.

Os ministros também rejeitaram os embargos de declaração apresentados pela defesa.

Ao formalizar o encerramento do inquérito, Fachin registrou que a abertura da ação penal havia esgotado a finalidade investigativa do procedimento.

Com isso, determinou o arquivamento dos autos referentes ao ex-deputado e o envio de comunicação ao Ministério da Justiça e Segurança Pública sobre a decisão.

O encerramento, porém, não se estende à investigação envolvendo Paulo Figueiredo.

Em setembro de 2025, o STF havia separado os procedimentos diante de tentativas frustradas de notificação do jornalista.

A partir dessa divisão, a apuração referente a Eduardo passou a tramitar no Inquérito 4.995, enquanto o caso de Figueiredo foi transferido para o Inquérito 5.017.

Dessa forma, a decisão de Fachin encerra especificamente o inquérito contra Eduardo Bolsonaro, sem representar uma absolvição ou a anulação da condenação já proferida.

A ação penal que resultou na condenação do ex-deputado é um procedimento distinto, e o arquivamento foi fundamentado no encerramento da etapa investigativa.

DIÁRIO DO PODER

Allan dos Santos confirma Flávio nos EUA e pede prisão de Lula

O jornalista Allan dos Santos confirmou, em um vídeo publicado em seu perfil no Instagram nesta terça-feira (27), que o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) já se encontra nos Estados Unidos. Ele disse ainda que não reconhece a vitória de Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Allan falou sobre a chegada de Flávio e afirmou que o petista é um presidente “ilegítimo”.

— Agora que o Flávio já chegou aos Estados Unidos, eu posso falar. Ele está aqui, estava quieto na minha. Enfim, é, deixar bem claro para vocês, Lula não é presidente, ele é ilegítimo. Flávio é o presidente do Brasil. Eu espero que o Flávio crie um governo no exílio — disse.

O jornalista reafirmou que não vê mais o Brasil como uma democracia e acredita que o presidente deva ser preso por fraude eleitoral.

— Nós não temos mais uma república, não temos mais uma democracia no Brasil. Lula precisa ser preso, agora que temos fraude, fraude do Lula já reconhecida internacionalmente. Governo ilegítimo, não é válido nem legítimo. Lula na cadeia, já! Flávio, crie um governo no exílio — ressaltou. Via PlenoNews

Fachin arquiva processo e manda devolver passaporte de Malafaia

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin, arquivou nesta segunda-feira (26) a investigação contra o pastor Silas Malafaia e ordenou a devolução dos bens apreendidos pela Polícia Federal (PF). O magistrado acolheu o pedido da Procuradoria-Geral da República (PGR), que não encontrou provas contra o líder religioso.

Malafaia era investigado por suposto envolvimento em uma articulação para pressionar autoridades brasileiras usando possíveis sanções dos Estados Unidos. O pastor estaria aliado ao ex-deputado Eduardo Bolsonaro e ao jornalista Paulo Figueiredo no crime de coação no curso do processo sobre a suposta tentativa de golpe de Estado.

Junto ao arquivamento, Fachin ordenou também a devolução imediata dos bens de Malafaia que haviam sido apreendidos pela PF em agosto do ano passado. Entre os documentos, estavam o passaporte do pastor e um caderno com anotações sobre pregações.

— Diante do arquivamento deste procedimento investigativo, deixa de subsistir fundamento para a manutenção da apreensão cautelar dos bens, uma vez ausente necessidade ou interesse em seu acautelamento para fins de apuração — disse.

O processo estava atrelado ao Inquérito das Fake News, que tinha como relator o ministro Alexandre de Moraes, responsável por ordenar a busca e apreensão, além de medidas cautelares contra o pastor. O próprio Fachin retirou Moraes da relatoria no início de setembro, com o intuito de arrefecer a crise na Corte, principalmente entre ele e o ministro André Mendonça.

O pastor Silas Malafaia, líder da Assembleia de Deus Vitória em Cristo (ADVEC) não se manifestou sobre a decisão.

Fonte: PlenoNews

Lula prepara cortes em benefícios e mudanças nos pisos da saúde e educação

A equipe econômica do governo Luiz Inácio Lula da Silva (PT) trabalha em pelo menos três frentes de ajuste fiscal para o próximo mandato: redução de incentivos tributários, revisão de benefícios sociais e mudanças na forma de cálculo dos pisos constitucionais da saúde e da educação.

O ministro da Fazenda, Dario Durigan, tem procurado economistas de perfil ortodoxo para discutir alternativas de controle das despesas públicas. Entre os nomes consultados estão Armínio Fraga, Pedro Malan, Samuel Pessôa, Marcos Lisboa, José Roberto Afonso, Persio Arida e Sergio Firpo.

A intenção é ampliar o diálogo com esses especialistas antes do início do quarto mandato de Lula e criar uma mesa de discussões para aprofundar propostas econômicas. Entre os temas que podem entrar na agenda estão uma reforma administrativa e uma nova reforma da Previdência, assuntos historicamente sensíveis para o PT.

No curto prazo, uma das prioridades é reduzir os chamados gastos tributários, que correspondem a receitas das quais o governo abre mão por meio de isenções, deduções e outros benefícios fiscais.

Entre as possibilidades está uma nova tentativa de acabar com a isenção do Imposto de Renda sobre aplicações financeiras como Letras de Crédito Imobiliário (LCIs), Letras de Crédito do Agronegócio (LCAs), Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs) e Certificados de Recebíveis do Agronegócio (CRAs).

Em 2025, o governo apresentou uma medida provisória com mudanças nesse tipo de benefício, mas o texto perdeu a validade sem votação pelo Congresso Nacional. A proposta enfrentou resistência de setores econômicos e de parlamentares ligados ao agronegócio.

Uma nova iniciativa dependerá de negociação política e da definição do formato legislativo que o governo pretende adotar.

Outra frente envolve a revisão das regras dos programas sociais para eliminar sobreposições e integrar melhor os benefícios existentes.

Uma das possibilidades em análise é rever situações em que um trabalhador que recebe o Bolsa Família consegue emprego formal, mas continua elegível a outros benefícios, como o abono salarial, durante o período de transição entre a assistência social e a renda do trabalho.

A proposta busca evitar pagamentos considerados sobrepostos pela equipe econômica e reorganizar os critérios de acesso aos programas. As mudanças, caso avancem, precisarão definir como será feita a transição para que as novas regras não produzam efeitos inesperados sobre os beneficiários.

A terceira frente trata dos pisos constitucionais de gastos com saúde e educação. Atualmente, a União deve aplicar o equivalente a 15% da receita corrente líquida em ações e serviços públicos de saúde e 18% da receita líquida de impostos na manutenção e no desenvolvimento do ensino.

A equipe econômica estuda modificar a forma de contabilizar determinadas despesas dentro desses limites. A ideia é incluir gastos que hoje ficam fora do cálculo dos pisos, o que permitiria reorganizar a distribuição do orçamento e reduzir a pressão sobre outras despesas públicas.

Entre os exemplos de despesas que não entram necessariamente no cálculo dos mínimos constitucionais estão determinadas emendas parlamentares, gastos com merenda escolar e obras de saneamento básico, conforme o enquadramento legal de cada despesa.

Fonte: Folha Política

Promessa de Lula de pagar R$ 5 mil a MEIs pode virar "fumaça"

A promessa do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) de pagar até R$ 5 mil a microempreendedores individuais (MEIs) enfrenta um desafio orçamentário. Com os R$ 5 bilhões que o governo estuda destinar à iniciativa, seria possível distribuir aproximadamente R$ 363 para cada um dos 13,78 milhões de profissionais ativos no país, caso o dinheiro fosse dividido igualmente entre todos.

Os cálculos foram publicados pelo Poder360 em 20 de outubro, com base em dados do Ministério do Empreendedorismo e da Receita Federal. Para garantir o pagamento de R$ 5 mil a cada MEI ativo, seriam necessários cerca de R$ 68,9 bilhões, quase 14 vezes o orçamento previsto.

A iniciativa integra o pacote Prospera MEI, anunciado em 13 de outubro, e tem como objetivo financiar investimentos nos pequenos negócios. Entre as possibilidades de uso dos recursos estão a compra de equipamentos e a reforma dos espaços de trabalho.

Apesar de o país ter 13,78 milhões de microempreendedores individuais ativos, a previsão inicial do governo é contemplar aproximadamente 1 milhão de profissionais, o equivalente a cerca de 7,3% do total.

Nesse cenário, se os R$ 5 bilhões fossem distribuídos igualmente apenas entre os 1 milhão de beneficiários previstos, haveria uma média de R$ 5 mil por pessoa. Portanto, o valor de R$ 363 corresponde a uma simulação de divisão do orçamento entre todos os MEIs ativos, e não ao pagamento anunciado pelo governo para cada beneficiário selecionado.

A proposta deverá priorizar mulheres empreendedoras e profissionais com faturamento anual de até R$ 40.500. As mulheres representam 48% dos registros de MEI no país.

Até o momento, entretanto, o governo não divulgou os critérios definitivos de seleção dos beneficiários nem os procedimentos para solicitar e receber os recursos.

Em vídeo publicado nas redes sociais do Ministério do Empreendedorismo em 15 de outubro, o governo apresentou a iniciativa e informou que o dinheiro poderá ser utilizado para investimentos nos negócios, incluindo a aquisição de equipamentos e reformas.

A pasta também destacou que o recurso não será um empréstimo e contará com apoio do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae).

A publicação inicial, porém, não detalhou quantos profissionais seriam atendidos. A previsão de beneficiar 1 milhão de MEIs representa uma parcela minoritária do universo de empreendedores formalizados no país.

O programa ainda está em elaboração. A efetivação da proposta depende da definição das regras de funcionamento, dos critérios de seleção e da confirmação dos recursos destinados à iniciativa. Via portal Folha do Estado

segunda-feira, 26 de outubro de 2026

Promessa de Pix de R$ 5 mil para MEIs pode virar R$ 363; entenda

O orçamento disponível para cumprir a promessa do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) de pagar até R$ 5 mil a microempreendedores individuais (MEIs) permitiria distribuir cerca de R$ 363 para cada profissional, caso o dinheiro fosse dividido igualmente entre os 13,78 milhões de MEIs ativos no país. O governo estuda destinar R$ 5 bilhões à iniciativa, anunciada em 13 de outubro.

Para garantir o pagamento integral de R$ 5 mil a todos os microempreendedores ativos, seriam necessários R$ 68,9 bilhões, valor quase 14 vezes superior ao previsto. A proposta faz parte do pacote Prospera MEI e prevê recursos para investimentos nos negócios, incluindo a compra de equipamentos e reformas nos espaços de trabalho.

As informações são do Poder360, que publicou os cálculos em 20 de outubro com base em dados do Ministério do Empreendedorismo e da Receita Federal. Segundo o governo, a proposta ainda está em elaboração, e a previsão inicial é beneficiar 1 milhão de profissionais, o equivalente a cerca de 7,3% dos MEIs ativos.

A iniciativa deve priorizar mulheres empreendedoras e microempreendedores com faturamento anual de até R$ 40.500. As mulheres representam 48% dos registros de MEI no país. Até o momento, porém, o governo não divulgou os critérios definitivos para a escolha dos beneficiários nem os procedimentos para a liberação dos recursos.

Em vídeo publicado no Instagram do Ministério do Empreendedorismo em 15 de outubro, o governo anunciou o benefício sem informar quantos profissionais deverão receber o dinheiro. A publicação também não esclareceu que a previsão inicial contempla menos de 7,3% dos microempreendedores ativos.

Ao apresentar a iniciativa, o ministério afirmou que o recurso poderá ser usado para investir no negócio, comprar equipamentos ou reformar o espaço de trabalho. A pasta também informou que o pagamento não será um empréstimo e terá apoio do Sebrae (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas).

Via portal Pleno News

Moraes confisca passaportes de Flávio e proíbe contato com investigado

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), proibiu o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) de manter contato com o empresário e advogado Willer Tomaz.

A decisão também determina o cancelamento dos passaportes do parlamentar e a entrega, em até 24 horas, de documentos de viagem de outras nacionalidades que estejam em seu nome.

Flávio e Willer são investigados no mesmo inquérito, que apura lavagem de dinheiro e evasão de divisas. A investigação envolve empresas ligadas ao advogado e ao setor de apostas on-line. Neste ano, Tomaz também foi alvo da operação Sem Desconto, que investiga irregularidades em benefícios do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Segundo as informações divulgadas, ele deixou o Brasil para morar nos Estados Unidos. 

Fonte: Diário do Poder

Moraes manda PF intimar Flávio Bolsonaro a entregar passaportes e proíbe senador de deixar o Brasil

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) afirmou nesta segunda-feira (26) que foi intimado pela Polícia Federal (PF) a entregar seus passaportes e está proibido de deixar o Brasil por determinação do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). A abordagem ocorreu após o parlamentar visitar o pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, que cumpre prisão domiciliar em Brasília.

Em vídeo publicado nas redes sociais, Flávio relatou que foi abordado por agentes federais quando deixava o local. Segundo o senador, a decisão de Moraes teve como fundamento uma declaração feita por seu irmão, Eduardo Bolsonaro, em 23 de outubro, na qual ele teria defendido que Flávio deixasse o país caso fosse derrotado no segundo turno das eleições presidenciais.

“Eu nunca falei isso, isso é motivo para tirar meu passaporte? Isso é justiça? Se eu tivesse ganhado as eleições, iria acontecer a mesma coisa?”, questionou o senador, ao contestar a medida.

A intimação ocorreu um dia após Flávio perder a disputa presidencial para Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O parlamentar também voltou a questionar o resultado eleitoral e afirmou que pretende pedir a cassação da chapa de Lula, alegando irregularidades relacionadas à decisão do ministro Cristiano Zanin sobre a extensão do horário de votação em seções eleitorais que ainda estavam abertas.

Fonte: Folha do Estado

Flávio não reconhece resultado e vai pedir anulação das eleições

Flávio Bolsonaro (PL) anunciou neste domingo (25) que vai recorrer à Justiça para pedir a anulação das eleições presidenciais, após a confirmação da vitória de Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O senador afirmou que não reconhece o resultado e questionou a decisão do ministro Cristiano Zanin que prorrogou a votação em algumas localidades.

– É impossível reconhecer os dados das eleições no contexto como essas coisas aconteceram. Nós vamos usar o nosso jurídico, vamos pedir a anulação dessas eleições – declarou Flávio.

O candidato alegou que a extensão do horário de votação prejudicou a igualdade entre eleitores de diferentes cidades e estados. Segundo ele, a decisão foi tomada às 17h01, por Zanin, ministro do Supremo Tribunal Federal (STF).

– Houve uma quebra total de isonomia entre os brasileiros de diversas cidades, diferentes estados – afirmou.

Flávio também disse que fiscais do Partido Liberal (PL) foram retirados da sala-cofre após a decisão. Ele não apresentou, no pronunciamento, detalhes que comprovassem a irregularidade apontada.

– Então tem muita coisa pra ser esclarecida antes de o Brasil simplesmente reconhecer essa sacanagem que ocorreu agora nessas eleições – declarou.

A vitória de Lula foi confirmada às 21h10, quando 98,76% das urnas haviam sido apuradas. Naquele momento, o petista tinha 51,75% dos votos válidos, contra 48,25% de Flávio Bolsonaro.

No primeiro turno, realizado em 4 de outubro, Flávio havia obtido 47,03% dos votos válidos, enquanto Lula registrou 45,16%. Com o resultado deste domingo, Lula permanecerá na Presidência da República por mais quatro anos.

Fonte: Pleno News

domingo, 25 de outubro de 2026

MPE foi contra estender votação, mas STF manteve urnas até as 19h

O Ministério Público Eleitoral (MPE) se posicionou contra a extensão do horário de votação neste domingo (25), mesmo com denúncias de restrições ao transporte público em municípios da Bahia. No entanto, prevaleceu a determinação do Supremo Tribunal Federal (STF): o ministro Cristiano Zanin definiu que todas as seções eleitorais do país permanecessem abertas até as 19h, pelo horário de Brasília.

O parecer do MPE foi enviado ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) às 17h01 e assinado pelo vice-procurador-geral eleitoral, Alexandre Espinosa Bravo Barbosa. A manifestação foi solicitada pelo presidente do TSE, ministro Kassio Nunes Marques, que concedeu prazo de meia hora para a avaliação do pedido de extensão.

O documento defendia o cumprimento do horário legal de encerramento das urnas, às 17h, e pedia a apuração das irregularidades relatadas no transporte de eleitores, com eventual responsabilização dos envolvidos por abuso de poder caso fosse comprovado prejuízo à legitimidade do pleito.


Entenda o caso

A decisão do STF responde ao caso na Bahia, o primeiro protocolado pela campanha petista. Porém, horas depois, a campanha pediu a extensão da votação para todos os estados. A equipe de Flávio Bolsonaro (PL) também entrou com pedido solicitando ampliação do horário.

A campanha de Lula cita a redução da frota de ônibus, enquanto a de Flávio menciona chuvas, alagamentos, interdições e falta de energia. Porém, focam em estados diferentes.

Em uma segunda petição, a equipe do presidente solicitou que a medida fosse estendida a localidades de outros nove estados: Piauí, Paraíba, Paraná, Pará, Rio de Janeiro, São Paulo, Alagoas, Pernambuco e Roraima. Em uma terceira solicitação, o PT pediu ao STF que a votação fosse prorrogada por mais duas horas em todo o país.

Além da prorrogação, a federação formada por PT, PCdoB e PV pediu a distribuição de senhas aos eleitores que estivessem nas filas às 17h e a manutenção do transporte público gratuito, com frota integral, por pelo menos duas horas depois do encerramento da votação.

Já a campanha de Flávio pediu que o TSE prorrogasse a votação em 19 cidades de São Paulo, Paraná e Santa Catarina. Além da prorrogação, o candidato do PL também pediu que a divulgação dos resultados da eleição presidencial só começasse depois do encerramento da votação nos locais beneficiados pela eventual extensão.

Fonte: Gazeta Brasil

VÍDEO: Kim Kataguiri pede anulação da eleição e aponta risco de fraude

Neste domingo (25), o deputado federal Kim Kataguiri (Missão-SP) defendeu a anulação do segundo turno das eleições e a realização de uma nova votação. Em vídeo, ele questionou uma decisão do ministro Cristiano Zanin, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que determinou a extensão do horário de votação em algumas localidades.

Segundo Kataguiri, a decisão foi tomada às 17h01, quando o horário oficial de encerramento já havia chegado. O parlamentar afirmou que alguns Tribunais Regionais Eleitorais (TREs) informaram que não seria possível reabrir urnas já fechadas.
– A gente não sabe quais são as regiões em que a urna ainda estava aberta e que a urna já estava fechada – argumentou.

Para o deputado, a falta de informações sobre quais locais continuaram recebendo votos pode gerar dúvidas sobre o resultado, dependendo da preferência política dos eleitores dessas regiões. Ele afirmou que a situação colocaria em questão a legitimidade de qualquer candidato eleito.

– Não importa quem vença hoje, se a eleição terminar hoje, se ela não for anulada, esse presidente já começa exercendo o mandato sob suspeita – declarou.

Kataguiri também disse que a situação pode dificultar a aceitação do resultado por apoiadores de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ou Flávio Bolsonaro (PL). Segundo ele, ambos os grupos poderiam questionar a vitória do adversário caso as regiões que permaneceram abertas favorecessem um dos candidatos.

O parlamentar afirmou que pretende respeitar o resultado eleitoral, mas ressaltou que a confiança no processo é necessária para garantir a legitimidade da votação.

– Mas para aceitar o resultado, eu preciso confiar no processo – disse.

Na avaliação de Kataguiri, o caso também pode ser questionado judicialmente, sob a alegação de prejuízo a uma das candidaturas. Ele defendeu o adiamento da divulgação do resultado e a realização de uma nova votação em outra data.

– Então, é melhor adiar, é melhor nem divulgar resultado hoje para ninguém se sentir prejudicado, adiar e ter um novo dia de votação – sugeriu.

O deputado concluiu que uma nova data, com mais tempo para campanha, seria preferível a um resultado contestado, que, segundo ele, poderia comprometer a governabilidade e a pacificação social. FONTE: PLENO NEWS

Lula é reeleito presidente da República com 51,74% dos votos

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) foi reeleito presidente da República neste domingo (25), segundo a atualização eleitoral informada, que aponta o petista com 51,74% dos votos válidos no segundo turno das eleições de 2026.

A disputa foi marcada pela polarização política e pelo confronto entre Lula e o senador Flávio Bolsonaro (PL), representante da direita. A eleição mobilizou eleitores em todo o país e foi acompanhada por debates sobre economia, segurança pública, programas sociais e os rumos do governo federal.

Com a reeleição, Lula deverá permanecer no Palácio do Planalto por mais quatro anos. O resultado representa a continuidade do projeto político do PT no comando do Executivo federal e abre uma nova etapa de negociações com o Congresso Nacional para a formação de apoio parlamentar e a implementação das prioridades do governo.

No primeiro turno, realizado em 4 de outubro, Flávio Bolsonaro terminou à frente, com 47,03% dos votos válidos, enquanto Lula obteve 45,16%, segundo os dados divulgados pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Os dois avançaram para o segundo turno, realizado neste domingo.

A campanha foi marcada por críticas entre os candidatos e por discussões sobre o desempenho econômico do país, o custo de vida, a segurança pública e as políticas sociais. O segundo turno também foi acompanhado por controvérsias relacionadas à organização da votação e à decisão judicial sobre a extensão do horário eleitoral.

Com a confirmação oficial do resultado, o governo eleito terá pela frente o desafio de construir apoio no Congresso, conduzir a política econômica e responder às demandas da população em áreas como saúde, educação e segurança.

Os números finais da votação devem ser consultados no sistema oficial do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), responsável pela totalização dos votos.

Fonte: Folha do Estado

Até 12h, 900 urnas foram substituídas; SP lidera

Ao todo, são 499.248 urnas de votação, além de 48.815 urnas de contingência.
Relatório de ocorrências do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) registra que 900 urnas eletrônicas foram substituídas até às 12h em todo o país. São Paulo liderou, com 163. Houve trocas, também, no Paraná, 163; Rio de Janeiro, 95; e Minas Gerais, 75.

Até a divulgação do boletim, não havia seções com votação manual. Ao todo, são 499.248 urnas de votação, além de 48.815 urnas de contingência.

Fonte: Diário do Poder

Em SP, Lula vai votar e faz crítica contra Flávio Bolsonaro

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) deixou sua residência, no Alto de Pinheiros, Zona Oeste da capital paulista, para votar, neste domingo (25). Ele conversou com apoiadores e jornalistas.

Lula falou sobre o apoio de seus eleitores e disse que será eternamente grato.

– Eu estou com 80 anos, participo da vida política há 50. Já participei da campanha de 89, participei de todas as campanhas presidenciais. Eu, sinceramente, nunca vi nada igual. Eu vou votar agradecido ao povo brasileiro. O que o povo fez comigo nesses dias é uma coisa que não tenho como pagar. É muita generosidade, é muito carinho, é muito amor. Eu serei eternamente grato.

O petista deu uma declaração contra o candidato do PL à Presidência, Flávio Bolsonaro (PL). As informações são do G1.

– Nós estamos disputando as eleições com um cidadão chamado mentira. Ele não é capaz de dizer uma verdade. Por isso que eu acho que o povo não vai eleger um mentiroso – falou.

PLENO NEWS

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