CENTRO UNIVERSITÁRIO INTA - UNINTA

DETETIVE PARTICULAR - INVESTIGAÇÃO CONJUGAL

SOBRALNET - A MELHOR INTERNET DO BRASIL!


SIGA-NOS NO INSTAGRAM

sábado, 10 de janeiro de 2026

EUA lançam ofensiva aérea de larga escala contra o Estado Islâmico na Síria

As Forças Armadas dos Estados Unidos, em conjunto com países aliados, realizaram no sábado uma ofensiva aérea de grande escala contra posições do Estado Islâmico (ISIS, na sigla em inglês) na Síria. A operação foi uma resposta direta ao ataque ocorrido em 13 de dezembro, em Palmira, que resultou na morte de três cidadãos americanos. A ação militar, batizada de Operação Hawkeye Strike, foi conduzida sob a direção do presidente Donald Trump e representa uma escalada na resposta dos EUA aos recentes atentados do grupo jihadista.

O Comando Central dos Estados Unidos (CENTCOM) informou que a ofensiva começou às 12h30 (horário da Costa Leste) e contou com a participação de forças americanas e de parceiros da coalizão internacional. Segundo o comunicado oficial, os ataques atingiram “múltiplos alvos do ISIS em todo o território sírio”, com o objetivo de neutralizar a capacidade operacional do grupo extremista e evitar novos atentados contra militares dos EUA e forças aliadas.

A intensificação das ações militares ocorre após o atentado de 13 de dezembro em Palmira, quando um combatente do Estado Islâmico emboscou um contingente conjunto de forças americanas e sírias, provocando a morte de dois soldados dos Estados Unidos e de um intérprete civil.

De acordo com o governo americano, a ofensiva faz parte da estratégia definida pela administração Trump para “erradicar a ameaça do terrorismo islâmico” e garantir a segurança das tropas destacadas na região. Em nota, o CENTCOM afirmou que “se atacarem nossos combatentes, nós os encontraremos e eliminaremos onde quer que tentem escapar da Justiça”, reforçando o tom duro adotado recentemente por Washington no combate às células jihadistas.

A Operação Hawkeye Strike havia sido anunciada oficialmente em 19 de dezembro, poucos dias após o ataque em Palmira, e conta com apoio logístico e de inteligência de aliados internacionais. A ação se insere em uma série de intervenções recentes dos Estados Unidos contra redutos do ISIS fora da Síria e do Iraque.

Um dos episódios mais recentes ocorreu em 25 de dezembro, no noroeste da Nigéria, quando forças americanas lançaram ataques contra alvos ligados ao Estado Islâmico em resposta a uma onda de violência contra comunidades cristãs. Em publicação na rede Truth Social, o presidente Trump confirmou seu envolvimento direto na decisão e afirmou que “os Estados Unidos lançaram um ataque poderoso e letal contra a escória terrorista do ISIS no noroeste da Nigéria, que vinha assassinando brutalmente, principalmente, cristãos inocentes”.

Trump declarou ainda que havia alertado os militantes sobre as consequências de continuarem os ataques sectários. “Se não parassem o massacre de cristãos, pagariam um alto preço — e foi isso que aconteceu”, afirmou. Segundo fontes militares americanas, a operação envolveu uma série de bombardeios coordenados contra posições do grupo em uma região marcada por conflitos inter-religiosos.

A campanha aérea da coalizão internacional tem como objetivo enfraquecer a infraestrutura do Estado Islâmico em diferentes frentes, incluindo a vigilância intensiva de rotas de abastecimento e a eliminação de centros de comando. Autoridades afirmaram que os ataques são realizados “em cumprimento do compromisso permanente de erradicar o terrorismo islâmico e proteger as forças americanas e aliadas em zonas de conflito”.

Em comunicado, o Departamento de Defesa dos Estados Unidos destacou a capacidade das forças armadas de realizar “operações de precisão” e ressaltou a coordenação com parceiros regionais. Trump afirmou que “o Departamento de Defesa realizou inúmeros ataques perfeitos, como só os Estados Unidos são capazes de fazer”.

A mais recente ofensiva na Síria reforça a continuidade de uma política externa baseada na ação direta contra grupos considerados ameaças à segurança global. “Seguimos determinados a perseguir os terroristas que buscam prejudicar os Estados Unidos e nossos aliados”, afirmou o CENTCOM.

As autoridades americanas não divulgaram detalhes sobre a extensão dos danos causados ao ISIS durante os ataques de sábado, mas enfatizaram que as operações continuarão enquanto houver risco de novos atentados. A Casa Branca reiterou que qualquer agressão contra forças americanas no exterior receberá uma resposta “firme e proporcional”.

Fonte: Gazeta Brasil

0 comentários:

Postar um comentário

Comente esta matéria

Twitter Delicious Facebook Digg Stumbleupon Favorites More