Motivado pela solidão que sentia o pintor Josenilton Dias Cadete (39), depois de vasculhar suas lembranças e ler a Bíblia, Josenilton colocou bancos um em cima do outro e amarrou fios e corda na viga do telhado e se enforcou.
Segundo o seu irmão era um pintor muito conceituado e fazia diversos trabalhos para toda a cidade, mas sentia solidão, foi o que ele deixou escrito em um bilhete deixado para a sua filha de aproximadamente 13 anos.
Segundo informações ele havia se separado da esposa há algum tempo atrás, e no momento em que a perícia chegou para fazer os levantamentos para a liberação do corpo uma pessoa foi chamar possivelmente a ex-mulher que se negou a abrir a casa e também entregar as chaves. Foi preciso que a casa fosse arrombada, e o cachorro pit bull foi preso pelo irmão da vítima, para que a policia tivesse acesso ao andar de cima da casa onde Josenilton se enforcou.
Um caso para psicólogos e psiquiatras
De todas as mortes acontecidas em Eunápolis, o suicídio é em menor escala, porém uma coisa chama atenção da reportagem é a "depressão". Sistema nervoso abalado, necessidades pessoais ás vezes as mais simples porém muito importante para a pessoa, e o que mais incomoda "a solidão". Neste caso um bilhete foi deixado e pelos dizeres evidencia-se que a solidão foi mais forte. Sem ajuda, sem a aproximidade de parentes, algumas fotos e uma Bíblia aberta no livro de "Salmos", e mais nada. Simplesmente "solidão".


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