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quinta-feira, 20 de junho de 2019

Na Marcha para Jesus, Bolsonaro diz que tenta reeleição 'se povo quiser' e recebe bênção de líderes religiosos

Presidente já havia falado em tentar um segundo mandato mais cedo, durante visita à família em Eldorado.
Ao participar da Marcha para Jesus, em São Paulo, nesta quinta-feira, o presidenteJair Bolsonaro disse que vai tentar a reeleição em 2022 se o governo não conseguir aprovar uma boa reforma política e "se o povo quiser". Durante os discursos, alguns líderes religiosos indicaram que endossam a proposta. O apóstolo Estevam Hernandes, da Igreja Renascer em Cristo, que organiza a marcha, disse que é "hiper favorável" à reeleição. Já Cesar Augusto, presidente da Igreja Apostólica Fonte da Vida, disse que pretende ver Bolsonaro no evento "por mais oito anos".

— Se tiver uma boa reforma política eu posso até jogar fora a possibilidade de reeleição. Agora, se não tiver uma boa reforma política e se o povo quiser, estamos aí para continuar mais quatro anos — afirmou o presidente, em uma rápida coletiva de imprensa.

Ao GLOBO, Estevam Hernandes disse que seria "hiper favorável" à reeleição, se a agenda reformista do governo for bem sucedida.

— Ainda temos muitas coisas para acontecerem. Mas o nosso desejo é que o Brasil dê certo, que o governo dele (Bolsonaro) dê certo. Como ele falou, se as reformas acontecessem, seria muito importante uma reeleição. Eu seria hiper favorável se isso acontecesse — disse o apóstolo da Resnacer em Cristo, que conta com cerca de 500 igrejas espalhadas por Brasil, Europa e Estados Unidos.

Bolsonaro já havia falado sobre reeleição mais cedo. Durante evento em Eldorado, cidade do interior de São Paulo onde passou parte da infância,declarou que "lá na frente", todos votarão nele. Na campanha presidencial, no entanto, ele chegou a defender o fim da disputa do segundo mandato.

O presidente foi apresentado no palco principal da Marcha sob gritos de "Mito" e aplausos. Mas o apoio dos evangélicos ao seu nome não é uma unanimidade. Pode-se ouvir vaias quando ele apareceu nos telões espalhados pela Praça Heróis da FEB, na Zona Norte de São Paulo.

No palco, ele recebeu uma bênção do apóstolo Cesar Augusto, presidente da Igreja Apostólica Fonte da Vida:

— As mudanças já começaram. Eu tenho certeza que o senhor vai fazer a marcha por mais oito anos. O senhor é um homem de Deus. Com coragem de declarar Deus acima de todos.

Ao discursar para o público, vestindo uma camiseta branca da marcha, Bolsonaro disse que o país enfrenta problemas de "ética, moral e de economia", agradeceu as "orações" que recebeu enquanto se recuperava das facadas e declarou que a "verdade" sempre foi a primeira vítima da política.

— Todos sabem que nosso país tem problemas seríssimos de ética, moral e de economia. Mas entendemos que podemos reverter isso, podemos ser o ponto de inflexão e fazer com que o Brasil realmente um dia seja colocado no lugar de destaque que ele merece — afirmou Bolsonaro.

— Quem achava que sucumbiríamos logo no início, perdeu. Nós temos a verdade e o povo maravilhoso ao nosso lado, que são vocês. Não mais amigos agora, irmãos.

Líderes religiosos avaliam que a proximidade com Bolsonaro é importante para a defesa de suas pautas de costumes, temas também defendidos pelo presidente, como críticas contra o aborto e contra a descriminalização das drogas.

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