terça-feira, 4 de agosto de 2020

Escolas de Fortaleza vão ter testagem em massa de Covid-19, diz Secretário da Saúde

Dr. Cabeto também anunciou novos pontos de testagem na capital, como duas unidades móveis circulando pela cidade.
O Secretário da Saúde do Ceará, Carlos Roberto Martins Rodrigues Sobrinho, o Dr. Cabeto, informou na manhã desta terça-feira, 4, que as escolas públicas e particulares de Fortaleza vão receber testagem em massa para diagnóstico de Covid-19. Os testes são para professores, funcionários e parte dos alunos.

As unidades de ensino de Fortaleza têm previsão de retorno das aulas presenciais para o início do mês de setembro, se os indicadores epidemiológicos permanecerem favoráveis, conforme anúncio do governador Camilo Santana. Mesmo com a retomada, as aulas remotas devem ser mantidas como opção para os pais.

Novos pontos de testes

A Capital também contará com novos pontos de testes localizados na Praça do Ferreira, no Centro, duas unidades móveis, no aeroporto e na rodoviária, além dos dois drive-thrus já existentes, conforme Cabeto.

No total, o Ceará, deve ampliar das atuais 30 mil testagens por mês para 300 mil/mês, segundo o secretário. O aumento possível por causa da unidade da Fiocruz. "Com o aumento da capacidade de testagem da Fiocru, com a vinda para o Ceará do Centro de Testagem, que vai servir não só o Ceará mais todo o Nordeste e que vai fazer aproximadamente 30 mil exames", disse. "Para o estado do Ceará, serão 13 mil exames-dia: fazemos em torno de 3 mil, ampliaremos para 13 mil, 50% na Região de Fortaleza e o restante no interior", acrescentou.

O Ceará se aproxima dos 177 mil casos de Covid-19 e registra 7.761. Em contrapartida, 148.514 pessoas se recuperaram da doença, desde o início da pandemia no Estado. Os dados foram divulgados às 17h09 desta segunda-feira (3) pela Secretaria da Saúde do Estado (Sesa). 

Os números divulgados pela Secretaria da Saúde são atualizados permanentemente e fazem referência à disponibilidade dos resultados dos testes para detecção da presença do vírus, ou seja, não necessariamente correspondem à data da morte ou do início da apresentação dos sintomas pelo paciente.

(Diário do Nordeste)
Foto Natinho Rodrigues

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