domingo, 7 de fevereiro de 2021

Advogado esquece câmera ligada e faz sexo ao vivo em meio à audiência

Um advogado peruano tornou-se alvo de uma investigação criminal por conta de uma situação inusitada. Ele participava de audiência online com um juiz e outros colegas, não desligou a câmera que transmitia o escritório em que estava e transmitiu, ao vivo, cenas de sexo com uma mulher.

Nas imagens do vídeo da audiência, que viralizou, é possível ver o advogado Héctor Cipriano Paredes Robles se despindo junto da mulher. Os dois ficam completamente nus e iniciam o ato sexual, no escritório mesmo. Enquanto isso, o juiz e outros advogados assistem à cena incrédulos.

“Estamos testemunhando atos obscenos que representam uma violação da decência pública e são agravados pelo fato de estarem sendo registrados nacionalmente”, disse o magistrado John Chahua Torres. Depois, uma funcionária confirma: “É a câmera de Hector Paredes Robles”.


Investigação

A audiência que contava com a presença do advogado Hector e do juiz Torres ocorreu na terça-feira (26). Ela foi organizada por um tribunal em Pichanaki, na região central peruana de Junin. O objetivo era discutir a prisão preventiva de um preso em uma operação contra uma quadrilha do crime organizado. Hector era o defensor do criminoso.

Além de ser afastado do caso, o advogado ainda será investigado pelo Ministério Público local e pela Ordem dos advogados. “Hector Paredes Robles foi totalmente identificado como o advogado que desrespeitou a dignidade deste tribunal, bem como dos outros advogados presentes e da profissão jurídica como um todo”, diz um comunicado divulgado pelo juiz.

“Condenamos as ações do advogado Hector Paredes Robles que, durante uma audiência de prisão preventiva virtual, cometeu atos obscenos que violaram a decência pública”, aponta outra nota sobre o assunto, emitida na sexta-feira pela Suprema Corte regional. “O juiz encarregado da audiência excluiu o advogado dos representantes da defesa e ordenou que um advogado de serviço o substituísse. Ele também determinou que o Ministério Público do Peru e a Ordem dos Advogados local devem ser informados para que possam tomar as medidas cabíveis”, explica.

Roberth Costa
Fonte: BHAZ

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